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Questão de Língua Portuguesa

Instituto AOCP - EBSERH - Analista Administrativo - Área Administração - 2017 • AOCP • 2017

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Texto-base

Leia o
texto e responda às questões de 1 a
7.

LANÇADA NA ONU INICIATIVA PARA
PROMOVER
A INCLUSÃO DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA
ATRAVÉS DA MÍDIA


A brasileira Patrícia
Almeida, fundadora
da GADIM (Aliança Global para Inclusão das
Pessoas com Deficiência através da Mídia e
do
Entretenimento), participou da Programação
oficial do Fórum Social 2016, na ONU, em
Genebra,
falando do papel da mídia no painel sobre
a
Implementação da Agenda 2030 à luz da
Convenção
sobre os Direitos das Pessoas com
Deficiência: O
Futuro que Queremos. Ela defendeu a
utilização
dos meios de comunicação para
desconstrução de
esteriótipos e da cultura capacitista
reinante, que
considera pessoas com deficiência como
tendo
menos valor do que pessoas sem
deficiência. A fundadora da GADIM citou
como exemplos
positivos de marketing social as
novelas
que
incluem personagens com deficiência,
construídos
em parceria com organizações de pessoas
com
deficiência, e destacou a novela “Páginas
da Vida”,
da TV Globo, que, segundo ela, contribuiu
para
um avanço na transição do sistema de
educação
especial para a educação inclusiva. Ela
concluiu
chamando os países a cumprirem o Artigo 8
da
Convenção, sobre Conscientização, que
prevê a
participação da mídia para a garantia dos
direitos
das pessoas com deficiência.


Cátia Malaquias,
cofundadora da GADIM e
fundadora da Starting with Julius ,
organização que
promove a inclusão de modelos com
deficiência na
publicidade na Austrália, falou sobre a
importância
das pessoas com deficiência serem vistas
como
consumidoras, funcionárias e prestadoras
de
serviço.

Na conclusão do painel, Patrícia
Almeida
convocou o movimento social dos diferentes
países a cobrar de seus governos medidas
concretas em cumprimento do Artigo 8. Ela
afirmou
a cultura vigente gera discriminação e
barreiras
que impedem que outros artigos importantes
da Convenção sejam cumpridos, e a inclusão
na
mídia de maneira positiva tem o poder de
acelerar
o processo de mudança cultural.

Fonte:
http://www.inclusive.org.br/https://arquivos.infra-questoes.grancursosonline.com.br/arquivos/29803
Em “Ela defendeu a utilização dos meios
de comunicação para desconstrução de
esteriótipos e da cultura capacitista reinante,
que considera pessoas com deficiência
como tendo menos valor do que pessoas
sem deficiência”, o termo em destaque
A
é um substantivo comum que está relacionado a
uma capacidade que as pessoas têm para rejeitar
qualquer tipo de preconceito ou discriminação.
B
é um adjetivo que tem a função de modificar o
substantivo “reinante”.
C
é um adjetivo que se refere à discriminação
direcionada às pessoas com algum tipo de
deficiência, dada sua condição.
D
está exercendo função de adjetivo e é
proveniente de outro adjetivo: “capaz”. O termo
em questão – capacitista – diz respeito, no texto,
à pessoa que tem o conhecimento ou habilidade
para fazer algo permissível e justificável.
E
encontra-se no singular e no feminino para
concordar com “reinante”.
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