Questão pública
Questão de Farmácia
Instituto AOCP - SESAB - Residência Multiprofissional em Saúde da Criança e do Adolescente - Área: Farmácia - 2020 • AOCP • 2020
ID 152813
Farmácia Farmacologia Clínica
AOCP
Secretaria da Saúde do Estado da Bahia Residência Multiprofissional em Saúde da Criança e do Adolescente - Área: Farmácia 2020
A falta de medicamentos em concentrações e formas farmacêuticas apropriadas ao público pediátrico gera um campo importante de atuação do farmacêutico dentro da equipe multiprofissional. Em relação ao exposto, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. Diferente do que ocorre com formulações líquidas de uso oral e comprimidos, as formulações parenterais apresentam uma vasta quantidade de medicamentos disponíveis em concentrações adequadas para uso pediátrico, o que minimiza a ocorrência de erros medicamentosos devido à realização de diversas operações de cálculos pela equipe de saúde, diluições sucessivas, manipulação excessiva e administração de doses muito fracionadas.
II. A cafeína é um exemplo de medicamento frequentemente manipulado para uso no tratamento da apneia dos prematuros em maternidades de todo país, dada sua indisponibilidade de produção por indústrias farmacêuticas nacionais.
III. Não é incomum a obtenção da dose necessária a partir de soluções/suspensões orais mais concentradas, diluição de outras fórmulas líquidas (por exemplo, diluição de um injetável compatível com a administração oral), derivação a partir de trituração ou pulverização de comprimidos ou, até mesmo, a retirada do pó do invólucro da cápsula.
IV. A adaptação das fórmulas feita pelo próprio paciente ou seu cuidador em caso de doenças crônicas, embora muitas vezes feita em ambientes inadequados e sem as precauções necessárias, apresenta um risco baixo de problemas relacionados à medicação, especialmente para medicamentos com micofenolato de mofetila e hidroxiureia cápsula, que são de uso crônico na profilaxia de rejeição de transplante e na doença falsiforme, respectivamente.
I. Diferente do que ocorre com formulações líquidas de uso oral e comprimidos, as formulações parenterais apresentam uma vasta quantidade de medicamentos disponíveis em concentrações adequadas para uso pediátrico, o que minimiza a ocorrência de erros medicamentosos devido à realização de diversas operações de cálculos pela equipe de saúde, diluições sucessivas, manipulação excessiva e administração de doses muito fracionadas.
II. A cafeína é um exemplo de medicamento frequentemente manipulado para uso no tratamento da apneia dos prematuros em maternidades de todo país, dada sua indisponibilidade de produção por indústrias farmacêuticas nacionais.
III. Não é incomum a obtenção da dose necessária a partir de soluções/suspensões orais mais concentradas, diluição de outras fórmulas líquidas (por exemplo, diluição de um injetável compatível com a administração oral), derivação a partir de trituração ou pulverização de comprimidos ou, até mesmo, a retirada do pó do invólucro da cápsula.
IV. A adaptação das fórmulas feita pelo próprio paciente ou seu cuidador em caso de doenças crônicas, embora muitas vezes feita em ambientes inadequados e sem as precauções necessárias, apresenta um risco baixo de problemas relacionados à medicação, especialmente para medicamentos com micofenolato de mofetila e hidroxiureia cápsula, que são de uso crônico na profilaxia de rejeição de transplante e na doença falsiforme, respectivamente.
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