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Quadrix - CORECON 3ª Região - Fiscal - Área: Economista - 2016 • Instituto Quadrix • 2016

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Para responder às questões de 1 a 5 , leia o texto abaixo.

Brexit pode afetar economia britânica e causar volatilidade, diz FMI

A saída do Reino Unido da União Europeia afetaria o crescimento econômico britânico e provocaria volatilidade nos mercados, advertiu o Fundo Monetário Internacional (FMI).
"A vitória da saída levaria a um período prolongado de incerteza, traria volatilidade aos mercados financeiros e impactaria o crescimento", alerta o FMI em seu balanço anual sobre a economia britânica, dedicado desta vez às consequências de uma saída da UE.
Com base na análise de vários especialistas, o FMI calcula que o Produto Interno Bruto britânico seria entre 1,5% e 9,5% menor no caso de saída e adverte que Londres poderia perder o status de centro financeiro mundial.
"Outro risco é o de que os mercados poderiam antecipar as consequências perniciosas, com uma reação abrupta à vitória da opção de deixar a UE que aceleraria a irrupção dos custos", completa a instituição.
A diretora geral do FMI, Christine Lagarde, fez um discurso em Londres e advertiu que a saída do Reino Unido da UE seria um "risco importante" para a economia mundial.
"Não é uma questão interna, é uma questão internacional", insistiu. Antes de Lagarde, o ministro britânico das Finanças, George Osborne, discursou e foi enfático: "Se votarmos pela saída, as famílias britânicas serão mais pobres e o Reino Unido será mais pobre".
O Banco da Inglaterra (BoE) afirmou que a incerteza criada pelo referendo já está afetando o crescimento. "Há sinais crescentes de que a incerteza relacionada ao referendo da UE começou a pesar na atividade econômica", destacou a instituição, depois de manter a taxa básica de juros em 0,5%.
A vitória da saída da UE, o 'Brexit', "poderia materialmente alterar as perspectivas de produção e inflação", segundo o BoE. O banco prevê que o crescimento do PIB será de 2% em 2016, 0,2% a menos que a estimativa de fevereiro. Em 2017, o avanço deve ser de 2,2%, um décimo a menos que na estimativa anterior.
(g1.globo.com)
Em relação à estruturação, à linguagem e às intencionalidades, pode-se afirmar que o texto lido:
A
assemelha-se a um editorial, já que apresenta emissor claramente nomeado e dirige-se exclusivamente a receptores especialistas no assunto, apresentando uma visão parcial, passional e unilateral, representativa do meio de comunicação que representa.
B
tem foco no estabelecimento do canal de comunicação, apenas, já que não tem objetivo de informar ou de expor fatos, mas, sim, simplesmente de manter emissor e receptor conectados entre si, a qualquer custo.
C
possui emissor, receptor e canal, mas não apresenta código, já que a transmissão da mensagem não se cumpre com a inconsistência da uniformidade do código linguístico entre emissor e receptor.
D
apresenta inversão entre os papéis do emissor e do receptor, por ser um ensaio experimental, numa linguagem inesperada para o jornalismo – até porque, subliminarmente, deixa clara a ideia de que o receptor não será capaz de compreender a mensagem.
E
é dissertativo e, por isso, impessoal; apresenta fatos e transmite opiniões externas que poderiam ser vistas como argumentos de autoridade em defesa de determinados pontos de vista.
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