De acordo com o Currículo Paulista, as mudanças curriculares idealizadas para o Ensino Médio devem ser pensadas tendo como ponto de partida a observação das necessidades dos jovens, e pressupõem
A
o desestímulo ao protagonismo e à autoria, traduzidos como uma ilusão para construção e viabilização do projeto de vida do estudante, eixo central em torno do qual a escola pode organizar suas práticas.
B
a oferta ao estudante de soluções prontas para os diferentes contextos e desafios que surjam em seu caminho, desconsiderando os limites e possibilidades deste século, já que os jovens precisam compreender que, em seu projeto de vida, devem expressar apenas aquilo que sua posição socioeconômica permite.
C
o respeito à multidimensionalidade dos estudantes, considerando seus interesses e desafios, fazendo uso de um duplo olhar que atente para valores e características geracionais do estudante contemporâneo e se volte para as suas especificidades.
D
o não atendimento ao posicionamento do estudante diante das circunstâncias da vida, já que é sabido que os jovens não são capazes de decidir, principalmente com base nos seus conhecimentos, crenças e valores.
E
a compreensão de que, apesar das novas teorias constantes de ampla literatura, os jovens não possuem iniciativa e devem ter cerceada a sua liberdade, já que não são capazes de esboçar compromisso com suas aprendizagens.
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