Questão pública
Questão de Medicina
Instituto AOCP - EBSERH - Médico - Área: Urologia - 2017 • AOCP • 2017
ID 150510
Medicina Urologia
AOCP
Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares - EBSERH Médico - Área: Urologia 2017
Sobre as neoplasias benignas da bexiga,
relacione as lesões com as descrições
correspondentes e assinale a alternativa com
a sequência correta.
1. Metaplasia epitelial.
2. Leucoplasia.
3. Papiloma invertido.
4. Papiloma.
5. Cistite glandular.
( ) É um achado comum em bexigas
normais, podendo estar associado
com obstrução ou inflamação crônica.
Caracteriza-se por ninhos císticos
revestidos por epitélio colunar. Pode
estar associado com lipomatose
pélvica e em alguns casos pode
ocupar toda a bexiga. Há alguns casos
descritos de transformação maligna
para adenocarcinoma, sendo portanto
recomendável a avaliação endoscópica
regular desses pacientes.
( ) Áreas focais de urotélio transformado
com arquitetura celular e nuclear sem
atipias, entremeadas por urotélio
normal, usualmente localizadas
no trígono vesical, compostas
de células escamosas (aspecto
nodoso, revestidas por material
escamoso, facilmente descolado),
ou glandulares (aglomerados de
mucosa elevada e avermelhada, com
aspecto inflamatório). O tratamento é
desnecessário.
( ) Áreas de aspecto inflamatório na
mucosa vesical, particularmente
associadas à presença de deposição
de material queratinizado que é visto
no exame endoscópico em suspensão,
flutuando na bexiga. Nenhum
tratamento é necessário.
( ) Lesão proliferativa que é associada
com inflamação crônica ou obstrução
do colo vesical, que pode estar
presente em qualquer área da bexiga,
mas é mais frequente no trígono.
Caracteristicamente, apresenta um
padrão de crescimento histológico
invaginante a partir do urotélio
em direção à lâmina própria, mas
não atinge a muscular da bexiga.
Tratamento é a ressecção endoscópica
e é diagnóstico diferencial de tumor
urotelial.
( ) Lesão proliferativa em que o epitélio
dispõe-se em arranjo papilífero,
semelhante a couve-flor, ao longo
de delicados eixos conjuntivos
vasculares. Já foi considerado como
tumor Ta grau 1, até que a classificação
de tumores não invasivos mudou em
1998. Pode recidivar, mas não invade
nem progride.
relacione as lesões com as descrições
correspondentes e assinale a alternativa com
a sequência correta.
1. Metaplasia epitelial.
2. Leucoplasia.
3. Papiloma invertido.
4. Papiloma.
5. Cistite glandular.
( ) É um achado comum em bexigas
normais, podendo estar associado
com obstrução ou inflamação crônica.
Caracteriza-se por ninhos císticos
revestidos por epitélio colunar. Pode
estar associado com lipomatose
pélvica e em alguns casos pode
ocupar toda a bexiga. Há alguns casos
descritos de transformação maligna
para adenocarcinoma, sendo portanto
recomendável a avaliação endoscópica
regular desses pacientes.
( ) Áreas focais de urotélio transformado
com arquitetura celular e nuclear sem
atipias, entremeadas por urotélio
normal, usualmente localizadas
no trígono vesical, compostas
de células escamosas (aspecto
nodoso, revestidas por material
escamoso, facilmente descolado),
ou glandulares (aglomerados de
mucosa elevada e avermelhada, com
aspecto inflamatório). O tratamento é
desnecessário.
( ) Áreas de aspecto inflamatório na
mucosa vesical, particularmente
associadas à presença de deposição
de material queratinizado que é visto
no exame endoscópico em suspensão,
flutuando na bexiga. Nenhum
tratamento é necessário.
( ) Lesão proliferativa que é associada
com inflamação crônica ou obstrução
do colo vesical, que pode estar
presente em qualquer área da bexiga,
mas é mais frequente no trígono.
Caracteristicamente, apresenta um
padrão de crescimento histológico
invaginante a partir do urotélio
em direção à lâmina própria, mas
não atinge a muscular da bexiga.
Tratamento é a ressecção endoscópica
e é diagnóstico diferencial de tumor
urotelial.
( ) Lesão proliferativa em que o epitélio
dispõe-se em arranjo papilífero,
semelhante a couve-flor, ao longo
de delicados eixos conjuntivos
vasculares. Já foi considerado como
tumor Ta grau 1, até que a classificação
de tumores não invasivos mudou em
1998. Pode recidivar, mas não invade
nem progride.
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