Questão pública
Questão de Antropologia
FGV - IPHAN - Antropologia - 2025 • FGV • 2025
No texto a seguir, o autor apresenta uma aparente contradição no discurso da modernidade. Se o “espírito” era “moderno”, ele o era na medida em que estava determinado que a realidade deveria ser emancipada da “mão morta” de sua própria história — e isso só poderia ser feito derretendo os sólidos (isto é, por definição, dissolvendo o que quer que persistisse no tempo e fosse infenso à sua passagem ou imune a seu fluxo). Lembremos, no entanto, que tudo isso seria feito não para acabar de uma vez por todas com os sólidos e construir um admirável mundo novo livre deles para sempre, mas para limpar a área para novos e aperfeiçoados sólidos. BAUMAN, Zygmunt. Modernidade líquida. Rio de Janeiro: Zahar, 2000. Nesse trecho, ele sugere que a modernidade
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