Para responder às questões de 4 a 6 , leia o texto a seguir.
Os riscos de pegar treinos na internet
É muito comum pessoas divulgarem treinos nas redes sociais sem nem mesmo ter consultado profissionais
O avanço da tecnologia caminha lado a lado com melhores condições para atletas e iniciantes melhorarem sua performance. É muito comum postagens com dicas de treino nas redes sociais e compartilhamentos de conselhos para nutrição, medicação e exercícios específicos, entre outras categorias responsáveis pela melhoria da condição física de cada um. Mas, cuidado! É necessário muito cuidado e atenção. Muitas dessas dicas ou sugestões não são seguramente indicadas, ou seja, não passam pela aprovação de um especialista sobre o assunto.
Recorrer a dicas de não especialistas é um risco que, em alguns casos, pode gerar consequências para o corpo humano. Lesões, problemas de saúde, dificuldade nas articulações, entre outras diversas situações que podem atrapalhar os treinos e até se tornar coisas mais sérias no futuro.
Para o professor especialista Edgard Batista, o treino deve ser desenvolvido pessoalmente, pois muitas pessoas pegam treinos das redes sociais e não têm conhecimento do que elas estão fazendo, ou simplesmente não respeitam as etapas e não passam por um processo de aprendizagem motora do próprio movimento. Não ter conhecimento sobre esse processo de movimento pode fazer com que o indivíduo potencialize alguma lesão em algum músculo que não esteja estabilizado para exercícios físicos.
“É necessária uma ajuda profissional no assunto, porque, caso ela tenha alguma instabilidade em alguma parte do corpo, o professor irá saber como exercitar aquela região”, completou Edgard.
Outro caso muito comum nas redes sociais é consultoria. Professores costumam vender treinos na internet para os alunos.
“Muitas pessoas fazem consultoria on-line, e existe outro problema frequente nisso. Mesmo que o aluno tire suas dúvidas pelas redes sociais, o professor monta sua planilha de treino a partir do que é dito pelo aluno, ou seja, ele não irá saber quais as reais condições do aluno. É muito frequente para quem gosta de exercícios e desafios achar que está em um nível maior do que realmente está”.
Mesmo fazendo consultoria online, Edgard ressaltou a importância de o professor acompanhar o aluno pessoalmente. “Gosto de ver o aluno se adaptando e crescendo conforme suas próprias condições. Já conheço alunos que se machucaram pegando treinos pela internet e executando-os com independência”.
Independentemente do questionamento de existirem treinos que não são feitos por especialistas, o problema maior é do aluno que não tem muito conhecimento sobre o assunto, e executa esse treino sem nenhum conselho ou ajuda profissional. Dessa forma, deixamos o recado: não corra esse risco! Procure um profissional de educação física e peça uma prescrição de exercícios específicos para você.
(Prof. Edgard Batista, formado em Educação Física e especialista em condicionamento físico e treinamento funcional) http://www.educacaofisica.com.br/ciencia-ef/os-riscos-de-se-pegar-treinos-na-internet-2. (Texto adaptado). Acesso em 12/10/2016.
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No encontro de ex-alunos de um colégio, 36 abraços foram trocados. Sabendo que estavam presentes no evento apenas os ex-alunos e que todos os presentes trocaram abraços, quantas pessoas estavam reunidas no referido encontro?
Texto associado
Releia o seguinte trecho:
“Não corra esse risco! Procure um profissional de educação física e peça uma prescrição de exercícios específicos para você.”
Assinale a alternativa que traz o período corretamente reescrito, após a transposição para a terceira pessoa do plural.
Seguindo a hierarquia e interpretação da regulamentação profissional do Economista, analise as seguintes afirmativas e marque a alternativa que descreve corretamente a precedência hierárquica dentro do sistema normativo da profissão.
I. O Decreto nº 31.794/52.
II. A Lei nº 1.411/51.
III. Os precedentes recolhidos na jurisprudência judicial e administrativa.
IV. Os demais atos administrativos do COFECON e dos CORECONs, nas respectivas jurisdições e segundo as destinações.
V. As demais Resoluções do COFECON que versem sobre casos individuais.
VI. As Resoluções dos CORECONs, na aplicação e adaptação das normas desta consolidação em sua jurisdição e no que regulamentem matéria que lhes seja privativa.
“Se o dólar vale mais que o real, os lucros de empresas exportadoras brasileiras aumentam.”
Dadas as proposições a seguir:
p : O dólar vale mais que o real.
q : Os lucros de empresas exportadoras brasileiras aumentam.
Assinale a alternativa que represente a afirmação acima.
Texto associado
Para responder às questões de 6 a 10 , leia a tirinha a seguir. Nela, interagem Mafalda (de laço na cabeça), Manolito (que tenta contar a piada) e Filipe (sentado à direita).
(www.culturamix.com)
(www.culturamix.com)
Em "O armazém Don Manolo tem o prazer de patrocinar esta piada que...”:
Texto associado
Para responder às questões de 6 a 10 , leia a tirinha a seguir. Nela, interagem Mafalda (de laço na cabeça), Manolito (que tenta contar a piada) e Filipe (sentado à direita).
(www.culturamix.com)
(www.culturamix.com)
Apesar de chegar à conclusão de que não tem vocação para publicitário, Manolito, ainda no primeiro quadrinho, utiliza uma estratégia publicitária ao “oferecer” a piada. Essa estratégia funciona, o que se pode notar pela reação inicial de Mafalda e Filipe. Trata-se da adjetivação daquilo que se oferece ao “consumidor”, o que se apresenta na palavra:
O Economista é um profissional fundamental para o desenvolvimento econômico da sociedade.
Analise as afirmativas a seguir.
I. Os economistas responsáveis pelas organizações sujeitas a registro não responderão, individualmente perante o CORECON, pelos atos profissionais praticados pelas pessoas jurídicas.
II. As pessoas jurídicas que se organizarem para explorar, sob qualquer forma, atividades técnicas de Economia e Finanças, poderão assumir qualquer natureza jurídica permitida pela lei para as atividades a que se propõem.
III. Apenas os bacharéis em Ciências Econômicas diplomados no Brasil podem requerer registros nos CORECONs.
Pode-se afirmar que:
Texto associado
Para responder às questões de 6 a 10 , leia a tirinha a seguir.
(www.fotofrases.com.br)
(www.fotofrases.com.br)
A respeito da palavra "ele", presente no último quadrinho, analise as afirmativas.
I. É um pronome pessoal reto.
II. Prejudica a coesão textual.
III. Retoma, semanticamente, “Dinho” (1º quadrinho).
Está correto o que se afirma em:
Texto associado
Para responder às questões de 1 a 5 , leia o texto abaixo.
Direitos dos animais: história do conceito
O debate sobre direitos dos animais no século XX pode ser traçado no passado, na história dos primeiros filósofos. No século VI a.C., Pitágoras, filósofo e matemático, já falava sobre respeito animal, pois acreditava na transmigração de almas. Aristóteles escreveu, no século IV a.C., argumentando que os animais estavam distantes dos humanos na Grande Corrente do Ser ou escala natural. Alegando irracionalidade, concluía que os animais não teriam interesse próprio, existindo apenas para benefício dos Seres Humanos.
O filósofo Ramon Bogéa, no século XV, afirmava que os animais deveriam ter direitos como os humanos. No século XVII, o filósofo francês René Descartes argumentou que animais não têm almas, logo não pensam e não sentem dor. Contra isso, Jean-Jacques Rousseau argumentou, no prefácio do seu Discursos sobre a Desigualdade (1754), que os seres humanos são animais, embora ninguém "exima-se de intelecto e liberdade".
Um contemporâneo de Rousseau, o escritor escocês John Oswald, que morreu em 1793, no livro The Cry of Nature or an Appeal to Mercy and Justice on Behalf of the Persecuted Animals, argumentou que um Ser Humano é naturalmente equipado de sentimentos de misericórdia e compaixão. "Se cada Ser Humano tivesse que testemunhar a morte do animal que ele come", argumentava ele, "a dieta vegetariana seria bem mais popular". A divisão do trabalho, no entanto, permite que o homem moderno coma carne sem passar pela experiência que Oswald chama de alerta para as sensibilidades naturais do Ser Humano, enquanto a brutalização do homem moderno faz dele um acomodado com essa falta de sensibilidade.
Mais tarde, no século XVIII, um dos fundadores do utilitarismo moderno, o filósofo britânico Jeremy Bentham, argumenta que a dor animal é tão real e moralmente relevante como a dor humana e que "talvez chegue o dia em que o restante da criação animal venha a adquirir os direitos dos quais jamais poderiam ter sido privados, a não ser pela mão da tirania". Bentham argumenta ainda que a capacidade de sofrer e não a capacidade de raciocínio deve ser a medida para como nós tratamos outros seres.
No século XIX, Arthur Schopenhauer argumenta que os animais têm a mesma essência que os humanos, a despeito da falta da razão. Embora considere o vegetarianismo como uma boa causa, não o considera moralmente necessário e assim posiciona-se contra a vivissecção, como uma expansão da consideração moral para os animais.
(Adaptado de wikipedia.org.br)
Direitos dos animais: história do conceito
O debate sobre direitos dos animais no século XX pode ser traçado no passado, na história dos primeiros filósofos. No século VI a.C., Pitágoras, filósofo e matemático, já falava sobre respeito animal, pois acreditava na transmigração de almas. Aristóteles escreveu, no século IV a.C., argumentando que os animais estavam distantes dos humanos na Grande Corrente do Ser ou escala natural. Alegando irracionalidade, concluía que os animais não teriam interesse próprio, existindo apenas para benefício dos Seres Humanos.
O filósofo Ramon Bogéa, no século XV, afirmava que os animais deveriam ter direitos como os humanos. No século XVII, o filósofo francês René Descartes argumentou que animais não têm almas, logo não pensam e não sentem dor. Contra isso, Jean-Jacques Rousseau argumentou, no prefácio do seu Discursos sobre a Desigualdade (1754), que os seres humanos são animais, embora ninguém "exima-se de intelecto e liberdade".
Um contemporâneo de Rousseau, o escritor escocês John Oswald, que morreu em 1793, no livro The Cry of Nature or an Appeal to Mercy and Justice on Behalf of the Persecuted Animals, argumentou que um Ser Humano é naturalmente equipado de sentimentos de misericórdia e compaixão. "Se cada Ser Humano tivesse que testemunhar a morte do animal que ele come", argumentava ele, "a dieta vegetariana seria bem mais popular". A divisão do trabalho, no entanto, permite que o homem moderno coma carne sem passar pela experiência que Oswald chama de alerta para as sensibilidades naturais do Ser Humano, enquanto a brutalização do homem moderno faz dele um acomodado com essa falta de sensibilidade.
Mais tarde, no século XVIII, um dos fundadores do utilitarismo moderno, o filósofo britânico Jeremy Bentham, argumenta que a dor animal é tão real e moralmente relevante como a dor humana e que "talvez chegue o dia em que o restante da criação animal venha a adquirir os direitos dos quais jamais poderiam ter sido privados, a não ser pela mão da tirania". Bentham argumenta ainda que a capacidade de sofrer e não a capacidade de raciocínio deve ser a medida para como nós tratamos outros seres.
No século XIX, Arthur Schopenhauer argumenta que os animais têm a mesma essência que os humanos, a despeito da falta da razão. Embora considere o vegetarianismo como uma boa causa, não o considera moralmente necessário e assim posiciona-se contra a vivissecção, como uma expansão da consideração moral para os animais.
(Adaptado de wikipedia.org.br)