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Os dados a seguir devem ser utilizados para responder as questões de números 35 a 37.

Considere hipoteticamente que a Prefeitura de Teresina autorizou obras necessárias em seus diversos órgãos. Para manter o registro das obras em cada órgão, foi criado um banco de dados com duas tabelas: orgao e obra . Cada órgão pode autorizar várias obras, porém, cada obra só pode ser autorizada por um único órgão. Os dados cadastrados nas tabelas orgao e obra , respectivamente, são:

SiglaOrgao
NomeOrgao
PRODATER
EMPRESA TERESINENSE DE PROCESSAMENTO DE DADOS
SEMAE
SERVIÇO MUNICIPAL DE ÁGUAS E ESGOTOS DE TERESINA
SEMDUH
SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO URBANO
SEMEC
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

IdObra
SiglaOrgao
DescricaoObra
ValorObra
1
SEMAE
Estação de tratamento de água
100000
2
SEMAE
Estação de tratamento de esgotos
800000
3
PRODATER
Reforma do Data Center
200000
4
SEMDUH
Construção de moradias populares
2000000
5
SEMDUH
Correção de buracos no asfalto
500000
6
SEMEC
Construção de escola
1000000

Considere que a chave primária da tabela orgao é SiglaOrgao e da tabela obra é IdObra .

Considerando que se trata de um banco de dados Oracle e que as tabelas já estão criadas, para adicionar uma restrição na tabela obra de forma que o campo ValorObra só permita o cadastro de valores menores do que 5000000 , deve-se utilizar a instrução:

A ALTER TABLE obra ADD CONSTRAINT (ValorObra < 5000000);
B ALTER TABLE obra ADD CONSTRAINT ALLOWED(ValorObra < 5000000);
C ADD CONSTRAINT ck_obra CHECK (ValorObra < 5000000);
D CREATE CONSTRAINT ck_obra CHECK (ValorObra < 5000000);
E ALTER TABLE obra ADD CONSTRAINT ck_obra CHECK (ValorObra < 5000000);
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 10 a 12 considere o texto abaixo.

Ao longo da vida percebemos que as pessoas sofrem, resolvem problemas, fazem escolhas, enfim, enfrentam a labuta do dia a dia. Com o tempo, sem saber ao certo a razão, desenvolvi um encanto por essa capacidade de ação dos meus semelhantes. Hoje, sei que existia nesse encanto que sentia o reconhecimento de que os seres humanos, na sua infinita batalha cotidiana, mereciam aquilo que só mais maduro poderia saber o que era – eles mereciam reverência.
Dito nas palavras que aprendi com Aristóteles (384 a.C.-322 a.C.): a vida dos seres humanos desperta em nós, quando olhamos com atenção, "terror e piedade", traços da tragédia grega, segundo o filósofo.
A vida ficou clara na sua "essência" para mim quando entendi que somos como heróis da tragédia: combatemos até o fim, mas sempre seremos derrotados ao final. Não só a morte enquanto tal, mas as perdas, as frustrações, as mentiras, os amores impossíveis, dores de todos os tipos.
Evidente que isso tudo é atravessado por uma profunda beleza e coragem que, às vezes, assim como que num ato de graça, conseguimos até tocar com as mãos. E essas duas, beleza e coragem, que considero irmãs de sangue, tornam ainda mais evidente o reconhecimento de que os seres humanos merecem reverência nessa labuta sem fim.
(Adaptado de: PONDÉ, Luiz Felipe. Disponível em: www1.folha.uol.com.br/colunas/luizfelipeponde/2016/07/1790345-o-conflito-entre-obem-e-o-bem.shtml )

Atente para as afirmações abaixo.

I. Infere-se do texto que, desde a Antiguidade, o homem concorre com forças superiores a ele mesmo, nem sempre concretizando seus anseios, o que motiva o autor a expressar sua frustração a respeito dos seres humanos.
II. No terceiro parágrafo, o autor apresenta argumentos que justificam a afirmação de que a vida dos seres humanos assemelha-se à dos personagens da tragédia grega.
III. Para o autor, os seres humanos merecem profundo respeito por sua capacidade de ação, mesmo diante das dificuldades que a vida apresenta.

Está correto o que consta APENAS em

A II.
B III.
C I e II.
D II e III.
E I e III.
Órgão: Prefeitura de Teresina Cargo: Técnico de Nível Superior - Área Assistente Social Prova: FCC - Prefeitura de Teresina - Técnico de Nível Superior - Área Assistente Social - 2016
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 1 a 8, considere o texto abaixo.

Há um comentário frequentemente encontrado nos meios de comunicação ou mesmo em conversas cotidianas: “O carnaval de hoje não é mais o mesmo. Transformou-se em um grande empreendimento turístico. Perdeu a autenticidade.” Em seu sentido amplo, esse comentário aplica-se a diversas modalidades de cultura popular: não só às festas, mas também ao artesanato, à música, à dança, à culinária. Pode ser expresso na forma de um lamento e de um incontido sentimento de nostalgia.
Em outras palavras, circula de modo amplo e difuso em nosso cotidiano uma perspectiva sobre as culturas populares na qual estas são apresentadas sob o signo da perda. Supõe-se que elas conheceram em sua longa história um momento no qual teriam florescido na sua forma mais autêntica e próxima às expectativas daqueles que as produzem. Mas desde então, como consequência das transformações históricas e em especial da chamada modernização, essas formas socioculturais teriam cada vez mais perdido seus atributos definidores.
Essa narrativa é seguramente poderosa e tem notável capacidade de convencimento. No entanto, um fantasma ronda os estudos sobre as culturas populares. Elas não desapareceram; continuam a existir e se reproduzir: festas regionais, como o bumba meu boi; as festas do Divino Espírito Santo; as festas de Reis; as inúmeras modalidades de música popular ou folclórica produzidas em diversas regiões do Brasil. Os exemplos podem se estender facilmente. O que importa assinalar, no entanto, é que essas formas de cultura popular continuam a ser produzidas no tempo presente e de modo criativo; e não parecem indicar, ao contrário do que se afirma obsessivamente, que estejam em processo de desaparecimento.
O problema evidentemente não está na cultura popular, mas nas perspectivas que postulam sua existência arcaica e seu inevitável desaparecimento. Trata-se de um fantasma produzido pelos que se recusam a reconhecer que elas expressam visões de mundo diferentes.
Muitas vezes, essas formas socioculturais estão associadas à oposição entre um mundo rural estável e harmônico e um mundo urbano industrializado e “inautêntico”. Contudo, pesquisas de antropologia social ou cultural já demonstraram que as culturas populares, estejam elas situadas no mundo rural ou nas grandes cidades, desempenham funções sociais e simbólicas fundamentais para sua persistência e reprodução. Desse modo, festas, artesanatos, lendas, formas musicais, dança, culinária articulam simbolicamente concepções coletivas de sociedade.
As culturas populares não se constituem em agregados de traços culturais passíveis de serem inventariados. Elas consistem efetivamente em sistemas de práticas sociais. Os comentários usuais sobre uma suposta perda de autenticidade das culturas populares na atualidade esquecem que elas não são o espelho de nossas categorias e classificações; o que elas oferecem de mais interessante não é nem o testemunho de um passado remoto, nem a catástrofe de seu desaparecimento, mas invenções alternativas e atuais dos modos de estar no mundo.

(Adaptado de: GONÇALVES, José Reginaldo Santos. “Culturas populares: patrimônio e autenticidade”. In: Agenda brasileira : temas de uma sociedade em mudança. BOTELHO, André e SHWARCZ, Lilia Moritz (org.) São Paulo: Cia das Letras, 2011, p. 136-139)

No entanto , um fantasma ronda os estudos sobre as culturas populares. (3° parágrafo)
Sem prejuízo da correção e do sentido, o segmento sublinhado acima pode ser substituído por:

A Embora
B Todavia
C Conquanto
D Porquanto
E Assim
Órgão: Prefeitura de Teresina Cargo: Técnico de Nível Superior Analista Ambiental - Área: Engenharia Agronômica Prova: FCC - Prefeitura de Teresina - Técnico de Nível Superior Analista Ambiental - Área: Engenharia Agronômica - 2016

Os princípios primários para produzir autorregulação e sustentabilidade em agroecossistemas são:

A aumento da fertilidade do solo e de interações ecológicas.
B aumento da fertilidade do solo e da eficiência produtiva.
C proteção das culturas e saúde ecológica.
D preservação e aumento de interações ecológicas.
E preservação e ampliação da biodiversidade.

Considere as 6 estruturas abaixo.

Em relação à isomeria é INCORRETO afirmar que

A V não é isômero funcional de VI.
B I e II e I e III são isômeros cis trans.
C II e III são antípodas ópticos.
D IV e V são tautômeros.
E I, II e III são isômeros geométricos.
Órgão: Prefeitura de Teresina Cargo: Técnico de Nível Superior - Analista Ambiental - Área: Química Prova: FCC - Prefeitura de Teresina - Técnico de Nível Superior - Analista Ambiental - Área: Química - 2016

Na literatura referente à Terapia Ocupacional, percebe-se um aumento quanto à elaboração e utilização de instrumentos de avaliação específicos. Dentre os instrumentos disponibilizados para uso na clínica da terapia ocupacional:

A Entrevista da História do Desempenho Ocupacional − EHDO (BENETTON; LANCMAN, 1998) que avalia por meio de observações do paciente psiquiátrico em ambiente hospitalar a organização das rotinas da vida diária; papéis de vida; interesses, valores e metas; percepção das habilidades, responsabilidades e influências ambientais. Há uma segunda parte, na qual os familiares são entrevistados quanto aos mesmos itens.
B Escala de Observação Interativa de Terapia Ocupacional – EOITO (OLIVEIRA, 1995), mede mudanças em pacientes durante o período de sessões de Terapia Ocupacional. É uma escala composta por 16 itens dentre os quais: cuidado pessoal, execução de atividades, interação social e psicomotricidade aumentada. Trata-se de questionário estruturado e deve ser aplicado em pacientes adultos e infantis de hospitais-dia.
C Auto-Avaliação do Funcionamento Ocupacional – SAOF (TEDESCO, 2000; 2010) baseada no Modelo de Ocupação Humana (KIELHOFNER, 1985). É formada por 23 questões que avalia: a causalidade pessoal; valores que organizam o comportamento do sujeito através de suas prioridades; interesses; papéis que são esperados para a idade e posição social específica; hábitos; habilidades (físicas ou mentais) e meio-ambiente Sua validade e confiabilidade ainda não foram estabelecidos.
D Classificação de idosos quanto à capacidade para o autocuidado − (CICAC) (ALMEIDA, 2003) possui duas versões: individual e para o cuidador. As questões referem-se basicamente ao Arranjo Doméstico e Familiar e sua Potencial Rede de Suporte, Perfil Social, Universo Ocupacional e Capacidade Funcional, Lazer e Trabalho (remunerado e não-remunerado). Estudos estatísticos estabeleceram valores aceitáveis de confiabilidade, validade e sensibilidade às mudanças ao longo do tempo. Por isso é um dos instrumentos mais utilizados em protocolos de avalição para idosos demenciados.
E Lista de Identificação de Papéis Ocupacionais (CORDEIRO, 2005) baseado em conceitos descritos no Modelo de Ocupação Humana (KIELHOFNER, 1985). É auto-aplicável e sua realização constitui-se de duas etapas. Na primeira, o cliente define sua participação ou não em papéis ocupacionais no passado, presente e futuro. Na segunda, o cliente atribui a cada papel descrito (desempenhado e não-desempenhado) seu grau de importância. Pode ser utilizado em adolescentes, adultos e idosos, com qualquer tipo de disfunção e exige tempo curto para sua administração. Mais estudos são necessários para avaliar sua sensibilidade a mudanças, no caso de reavaliação, e verificação de resultados de intervenção.

Na análise por pontos de função, após terem sido levantados, calculados e totalizados os pontos de função, bem como seus fatores de ajuste, deve ser aplicada uma expressão de ajuste, que tem a seguinte composição:

____________________________________ Dados:
FP o valor final da métrica
pontos de função, FPB o
valor total ponderado dos
domínios considerados e
Σ F i o valor da somatória
dos 14 fatores de ajuste.

A FP = 0,65 * 0,01* Σ F i
B FP = 0,65 * FPB + ΣF i
C FP = FPB * 0,65 *ΣF i
D FP = ΣFi + 0,65 * FPB
E FP= FPB * (0,65 + 0,01* ΣF i )
Órgão: Prefeitura de Teresina Cargo: Analista Tecnológico - Área: Analista de Negócios Prova: FCC - Prefeitura de Teresina - Analista Tecnológico - Área: Analista de Negócios - 2016

Considerando a estrutura de dados denominada árvore,

A a sua altura é definida como a profundidade média de todos os seus vértices.
B um vértice com um ou dois filhos é denominado folha.
C cada nó tem no mínimo dois filhos em uma árvore binária.
D as folhas de uma árvore binária completa podem ter profundidades distintas entre si.
E a profundidade de um vértice em uma árvore é definida como o comprimento da raiz da árvore até esse vértice.
Órgão: Prefeitura de Teresina Cargo: Analista Tecnológico - Área: Analista de Suporte Técnico Prova: FCC - Prefeitura de Teresina - Analista Tecnológico - Área: Analista de Suporte Técnico - 2016

Em desenho técnico, de acordo com a norma ABNT vigente, referente ao tamanho do papel, tem-se que

A à medida que aumenta o número de identificação, maior é o seu tamanho.
B o de medida 2378 × 1682 cm é denominado 4A0.
C o A0 tem a altura igual a duas vezes a largura do tamanho A2.
D o A5 tem a largura igual à altura do papel A4 e a altura igual à largura do papel A3.
E o carta e também o ofício, além da normalização ABNT, são regulamentados pela norma DIN 476.
Órgão: Prefeitura de Teresina Cargo: Assistente Técnico de Infraestrutura - Área: Técnico em Edificações Prova: FCC - Prefeitura de Teresina - Assistente Técnico de Infraestrutura - Área: Técnico em Edificações - 2016

A propriedade das argamassas no estado fresco que determina a facilidade com que elas podem ser misturadas, transportadas, aplicadas, consolidadas e acabadas, em uma condição homogênea, recebe o nome de

A adesão inicial.
B homogeneidade.
C trabalhabilidade.
D consistência.
E exsudação.
Órgão: Prefeitura de Teresina Cargo: Assistente Técnico de Infraestrutura - Área: Técnico em Edificações Prova: FCC - Prefeitura de Teresina - Assistente Técnico de Infraestrutura - Área: Técnico em Edificações - 2016