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Várias doenças são transmitidas por aerossóis, dentre elas, a

A Síndrome da Imunodeficiência Adquirida.
B Cólera.
C Varicela.
D Esquistossomose.
E Chikungunya.
Órgão: Tribunal Regional Eleitoral do Paraná Cargo: Técnico Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade: Enfermagem Prova: FCC - TRE PR - Técnico Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade: Enfermagem - 2017

É prescrito pelo médico a administração de 300 mg de um medicamento e 1 g desse medicamento está diluído em 9 mL. Para
atender a prescrição médica, deve-se administrar no paciente

A 2,7 mL.
B 3 mL.
C 2,3 mL.
D 3,2 mL.
E 3,7 mL.
Órgão: Tribunal Regional Eleitoral do Paraná Cargo: Técnico Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade: Enfermagem Prova: FCC - TRE PR - Técnico Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade: Enfermagem - 2017

Considere o estoque e a árvore de estrutura de produto mostrada na figura abaixo.
As necessidades líquidas para A, B, C, D e E para produzir 50 unidades de X são, correta e respectivamente,

A 30 − 60 − 0 − 45 − 40.
B 60 − 40 − 0 − 30 − 45.
C 30 − 40 − 45 − 60 − 0.
D 30 − 40 − 45 − 0 − 60.
E 30 − 45 − 40 − 0 − 60.
Órgão: Defensoria Pública do Rio Grande do Sul Cargo: Técnico - Área Apoio Especializado - Especialidade: Logística Prova: FCC - DPE RS - Técnico - Área Apoio Especializado - Especialidade: Logística - 2017

Para mudar a cultura e o clima organizacionais, a organização precisa ter capacidade inovadora, ou seja: adaptabilidade, senso
de identidade, perspectiva exata do meio ambiente e integração entre os participantes. A adaptabilidade é a capacidade de

A investigar, diagnosticar e compreender de forma realista o contexto organizacional.
B conhecer e compreender o passado e o presente da organização e de compartilhar essas informações por toda hierarquia.
C resolver problemas e de reagir de maneira flexível às exigências mutáveis e inconstantes do meio ambiente.
D estimular o funcionamento orgânico e integrado entre a organização e o meio ambiente, aceitando e estimulando as
diferenças.
E transição de uma situação para outra diferente ou a passagem de um estado para outro.

O projeto de casos de teste é parte do teste de sistema e de componentes. Há várias abordagens para se projetar casos de
teste, dentre as quais se encontram o teste

A estrutural, no qual são identificados requisitos de entrada e de saída e projetados testes de modo que o sistema processe
todos os requisitos de entrada e gere todas as suas saídas.
B de dados, em que testes são projetados para testar números negativos, nomes com menos de 30 caracteres, itens de
menu etc.
C baseado em requisitos, no qual os casos de teste são projetados para testar os requisitos distribuídos entre os
componentes do sistema.
D procedural, que projeta casos de testes para todas as partes funcionais do sistema que afetam os requisitos.
E procedural, no qual são identificadas funções de entrada e de saída e projetados testes de modo que o sistema processe
as entradas de todas as funções e gere todas as suas saídas.
Órgão: Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte de São Paulo Cargo: Agente de Fiscalização à Regulação de Transporte - Área Tecnologia da Informação Prova: FCC - ARTESP - Agente de Fiscalização à Regulação de Transporte - Área Tecnologia da Informação - 2017

O Banco Fortuna S/A preferiu que o preposto Carlos, empregado em Belo Horizonte, fosse representá-lo em audiência da
reclamação trabalhista movida na cidade de Natal. Carlos se encantou com as praias do local e chegou atrasado para a
audiência UNA designada, tendo comparecido o advogado da empresa, munido de procuração e juntado contestação
oportunamente. Tendo em vista a legislação vigente, alterada pela Lei no 13.467/2017,

A somente será decretada a revelia ao reclamado, sendo vedado o recebimento da contestação e documentos eventualmente
apresentados, que serão desentranhados.
B não será decretada a revelia, nem a confissão quanto à matéria de fato ao reclamado, mas, ainda que ausente o preposto,
presente o advogado na audiência, serão aceitos a contestação e os documentos eventualmente apresentados.
C somente será aplicada a confissão quanto à matéria de fato ao reclamado, mas, ainda que ausente o preposto, presente o
advogado na audiência, serão aceitos a contestação e os documentos eventualmente apresentados.
D será decretada a revelia e a confissão quanto à matéria de fato ao reclamado, sendo vedado o recebimento da contestação
e documentos eventualmente apresentados, que serão desentranhados.
E será decretada a revelia, além da confissão quanto à matéria de fato ao reclamado, mas, ainda que ausente o preposto,
presente o advogado na audiência, deverão ser aceitos a contestação e os documentos eventualmente apresentados.

Ao utilizar de diferentes línguas para referir-se à expressão do pensamento pela mímica (1o parágrafo), o autor

A confere um caráter particular à linguagem de sinais, em oposição à universalidade das línguas que usam um mesmo
alfabeto.
B ilustra a diversificação da linguagem de sinais, que muda em consonância com a língua falada em cada lugar.
C representa a infindável série dos gestos intencionais, muito embora decodificáveis independentemente da língua das
pessoas.
D subentende a ligação intrínseca da linguagem de sinais e do idioma falado por quem a utiliza.
E sugere que o interesse por esse assunto não é exclusividade sua; ao contrário, está disseminado entre os mais diversos
povos.

Os conceitos de missão e visão de uma organização, comumente utilizados na etapa de diagnóstico institucional em diferentes
metodologias de planejamento estratégico e de gestão, correspondem, respectivamente,

A ao cenário externo, consistente em ameaças e oportunidades;

ao cenário interno, consistente nas forças e fraquezas da organização.
B à percepção interna, dos integrantes da organização, sobre seus principais atributos;

à percepção externa, dos clientes e da sociedade, sobre as características da organização.
C às metas de curto prazo estabelecidas para a organização;

às metas e objetivos de longo prazo, ligados à perenidade da organização.
D aos objetivos estratégicos da organização, representados por indicadores;

às metas representativas dos resultados pretendidos pela organização.
E à razão de existir da organização, contemplando sua essência e seus propósitos;

ao futuro almejado pela organização, contemplando a forma como pretende ser reconhecida.
Texto associado
Atenção : As questões de números 49 a 55 referem-se ao texto que segue.

Hannah Arendt, preocupada com a situação da arte numa sociedade dominada pela cultura de massas, explica que, embora cultura e arte estejam inter-relacionadas, são coisas diversas. A palavra “cultura”, desde sua origem romana, implica criação e preservação da natureza e das obras humanas. As obras de arte são, para ela, a expressão mais alta da cultura, “aqueles objetos que toda a civilização deixa atrás de si como quintessência e o testemunho duradouro do espírito que a animou”. A cultura implica “uma atitude de carinhoso cuidado”, e
uma sociedade de consumo não pode absolutamente saber como cuidar de um mundo e das coisas que pertencem de modo exclusivo ao espaço das aparências mundanas, visto que sua atitude central ante todos os objetos, a atitude de consumo, condena à ruina tudo o que toca.
Diz a pensadora, referindo-se à sociedade de massas do século XX: “A sociedade de massas [...] não precisa de cultura, mas de diversão, e os produtos oferecidos pela indústria de diversões são com efeito consumidos pela sociedade exatamente como quaisquer outros bens de consumo”. Os produtos dessa indústria de diversões são perecíveis, portanto precisam ser renovados.
Nessa situação premente, os que produzem para os meios de comunicação de massa esgaravatam toda a gama da cultura passada e presente na ânsia de encontrar material aproveitável. Esse material, além do mais, não pode ser oferecido tal qual é; [...] deve ser preparado para consumo fácil.
Essas considerações de Arendt têm-se mostrado absolutamente justas, com o passar das décadas e os avanços das tecnologias de comunicação. A literatura, como forma de arte, tem sofrido os efeitos da nova situação. O sonho dos escritores modernistas era que a massa comesse o “biscoito fino” por eles fabricado. Infelizmente, a massa tem preferido os cookies industrializados.
Para que a literatura chegue ao grande público, promovem-se eventos literários (salões do livro, festas de premiação), nos quais autores e obras são apresentados como espetáculo. Os objetos desses eventos são, sem dúvida, legítimos e justificados. Entretanto, o público numeroso que frequenta esses eventos parece incluir menos leitores de livros do que meros espectadores e caçadores de autógrafos.
Os escritores de hoje têm uma visibilidade pessoal maior do que em épocas anteriores porque são incluídos na categoria de “celebridades”, e os mais “midiáticos” têm mais chance de vender livros, independentemente do valor de suas obras. Ao mesmo tempo, nos debates teóricos, assistimos à defesa da “literatura de entretenimento”, contra as exigências daqueles que ainda têm uma concepção mais alta da literatura. Estes são chamados de conservadores e elitistas. Ora, a conservação é uma atitude inerente aos conceitos de cultura, arte e de educação. Conservação não como imobilismo e fechamento ao novo, mas como conhecimento da tradição sem a qual não se pode avançar.

Obs.: Hannah Arendt (1906-1975), filósofa alemã, é uma das raras vozes femininas de destaque na filosofia do século XX.

(Adaptado de: PERRONE-MOISÉS, Leyla. A literatura na cultura contemporânea. Mutações da literatura no século XXI , São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 31 a 33)

Conservação não como imobilismo e fechamento ao novo, mas como conhecimento da tradição sem a qual não se pode avançar .

A redação que, ao substituir o segmento destacado na frase acima, não prejudica o sentido, a clareza e a correção originais é:

A mas como conhecimento da tradição, sem o que não se pode avançar.
B mas como conhecimento da tradição, que não pode haver avanço sem ele.
C mas como conhecimento da tradição, conhecimento dos quais derivam os avanços.
D mas como conhecimento da tradição da qual se depende para ir em frente.
E mas como conhecimento da tradição cuja ausência impede de avançar.
Órgão: Tribunal Superior do Trabalho Cargo: Analista Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade: Taquigrafia Prova: FCC - TST - Analista Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade: Taquigrafia - 2017
Texto associado
Atenção : As questões de números 49 a 55 referem-se ao texto que segue.

Hannah Arendt, preocupada com a situação da arte numa sociedade dominada pela cultura de massas, explica que, embora cultura e arte estejam inter-relacionadas, são coisas diversas. A palavra “cultura”, desde sua origem romana, implica criação e preservação da natureza e das obras humanas. As obras de arte são, para ela, a expressão mais alta da cultura, “aqueles objetos que toda a civilização deixa atrás de si como quintessência e o testemunho duradouro do espírito que a animou”. A cultura implica “uma atitude de carinhoso cuidado”, e
uma sociedade de consumo não pode absolutamente saber como cuidar de um mundo e das coisas que pertencem de modo exclusivo ao espaço das aparências mundanas, visto que sua atitude central ante todos os objetos, a atitude de consumo, condena à ruina tudo o que toca.
Diz a pensadora, referindo-se à sociedade de massas do século XX: “A sociedade de massas [...] não precisa de cultura, mas de diversão, e os produtos oferecidos pela indústria de diversões são com efeito consumidos pela sociedade exatamente como quaisquer outros bens de consumo”. Os produtos dessa indústria de diversões são perecíveis, portanto precisam ser renovados.
Nessa situação premente, os que produzem para os meios de comunicação de massa esgaravatam toda a gama da cultura passada e presente na ânsia de encontrar material aproveitável. Esse material, além do mais, não pode ser oferecido tal qual é; [...] deve ser preparado para consumo fácil.
Essas considerações de Arendt têm-se mostrado absolutamente justas, com o passar das décadas e os avanços das tecnologias de comunicação. A literatura, como forma de arte, tem sofrido os efeitos da nova situação. O sonho dos escritores modernistas era que a massa comesse o “biscoito fino” por eles fabricado. Infelizmente, a massa tem preferido os cookies industrializados.
Para que a literatura chegue ao grande público, promovem-se eventos literários (salões do livro, festas de premiação), nos quais autores e obras são apresentados como espetáculo. Os objetos desses eventos são, sem dúvida, legítimos e justificados. Entretanto, o público numeroso que frequenta esses eventos parece incluir menos leitores de livros do que meros espectadores e caçadores de autógrafos.
Os escritores de hoje têm uma visibilidade pessoal maior do que em épocas anteriores porque são incluídos na categoria de “celebridades”, e os mais “midiáticos” têm mais chance de vender livros, independentemente do valor de suas obras. Ao mesmo tempo, nos debates teóricos, assistimos à defesa da “literatura de entretenimento”, contra as exigências daqueles que ainda têm uma concepção mais alta da literatura. Estes são chamados de conservadores e elitistas. Ora, a conservação é uma atitude inerente aos conceitos de cultura, arte e de educação. Conservação não como imobilismo e fechamento ao novo, mas como conhecimento da tradição sem a qual não se pode avançar.

Obs.: Hannah Arendt (1906-1975), filósofa alemã, é uma das raras vozes femininas de destaque na filosofia do século XX.

(Adaptado de: PERRONE-MOISÉS, Leyla. A literatura na cultura contemporânea. Mutações da literatura no século XXI , São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 31 a 33)

Ao tratar da literatura, Perrone-Moisés

A declara que é inerente a toda forma de arte ter de fazer oposição às mudanças provocadas pelo passar do tempo e pelas tecnologias de comunicação, que, proclamando-se “avançadas”, criam consumidores passivos.
B estabelece paralelo entre a utopia modernista e a realidade contemporânea, manifestando seu juízo de valor acerca de ambos os termos do cotejo.
C vale-se da comparação entre as expressões metafóricas biscoito fino e cookies industrializados para pôr em destaque, de modo irônico, o tom lamentoso com que os modernistas reagiriam à preferência das massas atuais.
D torna claro seu respeito aos autores e às obras que produzem, sob a condição de eles não se exporem nos espetáculos promovidos pela indústria editorial.
E reconhece que a literatura hoje deve aos grandes eventos o fato de ter atingido grande público de leitores, ideal de todo artista, mas identifica também, nessas festas, a presença de pessoas que buscam ali estar para contracenar com as celebridades.
Órgão: Tribunal Superior do Trabalho Cargo: Analista Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade: Taquigrafia Prova: FCC - TST - Analista Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade: Taquigrafia - 2017