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Considere a elaboração, pelo Centro de Inteligência da Polícia Militar (CIPM), de um planejamento estratégico para a deflagração de uma operação policial ostensiva em uma região R, com alta incidência do tráfico de drogas. A questão têm como referência essa proposição.

Sabe-se que a região R tem formato retangular, com 9,1 km de comprimento e 3,9 km de largura. Para maximizar recursos e aumentar a eficácia da operação, decidiu-se que essa região retangular deverá ser totalmente dividida em regiões quadradas de áreas iguais, sem haver sobras, sendo que essas regiões quadradas deverão ter a maior área possível. Se for designada uma equipe policial para cada região quadrada, o número mínimo de equipes necessárias será igual a

A 7.
B 10.
C 14.
D 21.
E 23.
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Considere a elaboração, pelo Centro de Inteligência da Polícia Militar (CIPM), de um planejamento estratégico para a deflagração de uma operação policial ostensiva em uma região R, com alta incidência do tráfico de drogas. A questão têm como referência essa proposição.

Para compor cada equipe, estão sendo considerados três números diferentes de policiais, representados por h, i, k . Esses números são tais que as suas somas, quando tomados dois a dois, h + i, h + k e i + k , têm como resultados 18, 13 e 17, respectivamente. A diferença entre o maior e o menor número de policiais cogitados para compor cada equipe é igual a

A 4.
B 5.
C 6.
D 7.
E 8.
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Considere a elaboração, pelo Centro de Inteligência da Polícia Militar (CIPM), de um planejamento estratégico para a deflagração de uma operação policial ostensiva em uma região R, com alta incidência do tráfico de drogas. A questão têm como referência essa proposição.

Um centro de meteorologia informou ao CIPM que é de 60% a probabilidade de chuva no dia programado para ocorrer a operação. Mediante essa informação, o oficial no comando afirmou que as probabilidades de que a operação seja realizada nesse dia são de 20%, caso a chuva ocorra, e de 85%, se não houver chuva. Nessas condições, a probabilidade de que a operação ocorra no dia programado é de

A 59%.
B 46%.
C 41%.
D 34%.
E 28%.
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Considere a elaboração, pelo Centro de Inteligência da Polícia Militar (CIPM), de um planejamento estratégico para a deflagração de uma operação policial ostensiva em uma região R, com alta incidência do tráfico de drogas. A questão têm como referência essa proposição.

O mapa da região R foi representado em um sistema de coordenadas cartesianas ortogonais, no qual foram assinalados os pontos M (–3, –2), N (7, 8) e P (x, 3), que são colineares e correspondem a alvos estratégicos. A distância entre os pontos N e P, na referida representação, é, em unidades de comprimento, igual a

A 5?2
B 3?5
C 2?10
D 2?5
E ?10
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Considere a elaboração, pelo Centro de Inteligência da Polícia Militar (CIPM), de um planejamento estratégico para a deflagração de uma operação policial ostensiva em uma região R, com alta incidência do tráfico de drogas. A questão têm como referência essa proposição.

Na região R, um terreno especialmente visado, na forma de um quadrilátero, tem medidas dos lados, em metros, dadas pela sequência a + 1, 2 a , a 2 – 1, b , cujos termos formam, nessa ordem, uma progressão aritmética crescente. Nessas condições, é correto afirmar que a soma das medidas dos lados desse terreno é, em metros, igual a

A 20.
B 24.
C 26.
D 28.
E 30.

Um atleta fez dois treinamentos sucessivos em uma pista circular. No primeiro treinamento, ele gastou exatos 4 minutos para completar cada volta na pista. No segundo, ele gastou um tempo menor que o do treinamento anterior para completar cada volta na pista, e, como consequência, o número de voltas dadas e o tempo total gasto nesse treinamento aumentaram, em relação ao treinamento anterior, em 50% e 20%, respectivamente. Nessas condições, é correto afirmar que, no segundo treinamento, esse atleta completou cada volta na pista em

A 3,6 min.
B 3,4 min.
C 3,2 min.
D 2,8 min.
E 2,6 min.

Uma pessoa foi a uma papelaria com R$ 20,00 para comprar canetas, todas de mesmo preço. Ao chegar à papelaria, constatou que, se comprasse 4 canetas e um bloco de anotações gastaria exatamente os R$ 20,00, mas se quisesse comprar somente 6 canetas, não seria possível, pois ficaria faltando R$ 1,00. O valor do bloco de anotações era

A R$ 5,00.
B R$ 6,00.
C R$ 4,00.
D R$ 4,50.
E R$ 5,50.

Uma loja colocou 80 camisetas em promoção, algumas do modelo A e todas as restantes do modelo B. Nessa promoção, cada camiseta do modelo A está sendo vendida a R$ 40,00 e cada camiseta do modelo B a R$ 32,00. Sabendo que o valor arrecadado com a venda das 80 camisetas foi R$ 2.840,00, o número de camisetas do modelo A vendidas foi

A 40.
B 30.
C 32.
D 35.
E 38.
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Autobiografia e memória Rita Lee acaba de publicar um livro delicioso, que chamou de Uma autobiografia . É uma narrativa, na primeira pessoa, de sua vida como mulher e cantora, escrita com humor e franqueza incomuns em artistas brasileiros do seu porte. Exemplos. Foi presa grávida e salva por Elis Regina de abortar. Teve LPs lançados com faixas riscadas a tesoura pela Censura. É um apanhado e tanto, com final feliz. Mas será uma “autobiografia”? Supõe-se que uma autobiografia seja uma biografia escrita pela própria pessoa, não? E será, mas só se ela usar as armas de um biógrafo, entre as quais ouvir um mínimo de 200 fontes de informações. Na verdade, a “autobiografia”, entre nós, é mais uma memória, em que o autor ouve apenas a si mesmo. Não há nenhum mal nisto, e eu gostaria que mais cantores publicassem suas memórias. Mas só uma biografia de verdade oferece o quadro completo. No livro de Rita, ela fala, por exemplo, de um show na gafieira Som de Cristal, em 1968, com os tropicalistas e astros da velha guarda. Na passagem de som, à tarde, Sérgio e Arnaldo, “intencionalmente, ligaram os instrumentos no volume máximo, quase explodindo os vidros da gafieira”, e o veterano cantor Vicente Celestino “lá presente, teve um piripaque”. Fim. Uma biografia contaria o resto da história – que Celestino foi para o Hotel Normandie, a fim de se preparar para o show, e lá teve o infarto que o matou. (Ruy Castro. Folha de S.Paul o, 26.11.2016. Adaptado)

Segundo o autor, a redação de uma biografia

A exclui a possibilidade de ser feita pelo próprio biografado.
B pressupõe o consentimento legal do personagem biografado.
C implica um cuidado especial com a coleta de informações.
D requer um convívio factual, íntimo e amistoso com seus personagens.
E deve ser delegada a historiadores profissionais gabaritados.
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Autobiografia e memória Rita Lee acaba de publicar um livro delicioso, que chamou de Uma autobiografia . É uma narrativa, na primeira pessoa, de sua vida como mulher e cantora, escrita com humor e franqueza incomuns em artistas brasileiros do seu porte. Exemplos. Foi presa grávida e salva por Elis Regina de abortar. Teve LPs lançados com faixas riscadas a tesoura pela Censura. É um apanhado e tanto, com final feliz. Mas será uma “autobiografia”? Supõe-se que uma autobiografia seja uma biografia escrita pela própria pessoa, não? E será, mas só se ela usar as armas de um biógrafo, entre as quais ouvir um mínimo de 200 fontes de informações. Na verdade, a “autobiografia”, entre nós, é mais uma memória, em que o autor ouve apenas a si mesmo. Não há nenhum mal nisto, e eu gostaria que mais cantores publicassem suas memórias. Mas só uma biografia de verdade oferece o quadro completo. No livro de Rita, ela fala, por exemplo, de um show na gafieira Som de Cristal, em 1968, com os tropicalistas e astros da velha guarda. Na passagem de som, à tarde, Sérgio e Arnaldo, “intencionalmente, ligaram os instrumentos no volume máximo, quase explodindo os vidros da gafieira”, e o veterano cantor Vicente Celestino “lá presente, teve um piripaque”. Fim. Uma biografia contaria o resto da história – que Celestino foi para o Hotel Normandie, a fim de se preparar para o show, e lá teve o infarto que o matou. (Ruy Castro. Folha de S.Paul o, 26.11.2016. Adaptado)

O trecho do último parágrafo “Uma biografia contaria o resto da história...” encontra reformulação correta, no que se refere à regência, em: Uma biografia deveria...

A atentar para o resto da história...
B reportar-se o resto da história...
C ater-se do resto da história...
D fazer alusão do resto da história...
E fazer menção no resto da história...