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CEBRASPE
51.483 questões
FGV
25.316 questões
FCC
24.632 questões
AOCP
23.456 questões
IBFC
11.190 questões
VUNESP
11.033 questões
Instituto Quadrix
10.156 questões
FUNDATEC
9.088 questões
IBADE
7.820 questões
CESGRANRIO
6.013 questões
OBJETIVA
4.740 questões
CONSULPLAN
4.174 questões
FEPESE
3.585 questões
IADES
3.439 questões
IESES
2.627 questões
SELECON
2.377 questões
IDECAN
1.907 questões
MS CONCURSOS
1.485 questões
Instituto Legalle
1.281 questões
FAFIPA
1.161 questões
FUMARC
842 questões
ACAFE
551 questões
INSTITUTO AOCP
430 questões
NUCEPE
378 questões
FUNIVERSA
348 questões
FAURGS
203 questões
FIOCRUZ
48 questões
MACKENZIE
48 questões
CETRO
17 questões
10.449 questões encontradas
A respeito dos aspectos econômicos e financeiros dos serviços de saneamento, assinale a alternativa correta de acordo com o Decreto Federal nº 7.217/2010.
Dada uma função do 2º grau do tipo f( x) = ax 2 + bx +c, com a, b e c pertencente aos reais, com a ≠ 0, sabendo que f ( - 5) = f ( 5) = 0 e f( 0) = 10, assinale a alternativa que apresenta corretamente o valor de f( 3).
Em março de 2021, uma organização realizou o fechamento da folha de pagamento conforme os dados a seguir:
• Salários e Ordenados: R$ 220.000,00;
• Horas extras trabalhadas: R$ 45.000,00;
• DSR: 6.923,07;
• INSS Patronal: 20%;
• INSS segurado a 14%;
• FGTS do segurado a 8%.
No mês de abril do mesmo ano, além das verbas serem iguais ao mês de março, houve a adição do Adicional de Periculosidade no valor total de R$ 66.000,00. Assinale a alternativa correta quanto ao total das despesas por parte da empresa em 30/04/2021.
Texto associado
Samuel, 66 anos, procura a Unidade de Pronto Atendimento com queixa de febre, mialgia e cefaleia com início há dois dias, nega alergias e uso de medicamentos contínuos. Fez uso de Ibuprofeno para febre, mora sozinho, está desempregado, recebendo auxílio social e faz uso regular de bebida alcoólica. Ao exame físico: orientado, alerta, corado, hidratado, anictérico. PA: 120/80 (sentado), Temperatura axilar: 38,5°C. FR 20 mrpm. FC 105 bat/min. Ausculta pulmonar: murmúrio vesicular fisiológico, sem ruídos adventícios, eupneico. Ausculta cardíaca: bulhas rítmicas, normofonéticas, em dois tempos, sem sopros. Abdome normotenso, indolor à palpação, com peristaltismo preservado. Relata que várias pessoas do bairro, inclusive duas vizinhas, tiveram dengue nas últimas semanas, sendo que uma delas ficou internada. Após consulta médica, teve diagnóstico de Dengue por critério clínico/epidemiológico. Considerando o caso clínico e os conceitos correlatos, julgue os itens a seguir.
Deve-se notificar e investigar oportunamente, por meio da Ficha de Notificação/Investigação no Sistema de Informação de Agravos de Notificação, todos os casos suspeitos de dengue.
O tipo de retículo e a quantidade presente na célula se diferem entre os vários tipos celulares e de acordo com a atividade de síntese da célula. Nesse sentido, é correto afirmar que o retículo rugoso participa da síntese de proteínas enquanto o liso está envolvido no metabolismo de
As perspectivas teóricas cooperaram para que professores entendam que o conhecimento da criança se edifique por meio das interações que ela realiza com o meio e consigo mesma.
Considerando esse contexto, analise as seguintes asserções e a relação proposta entre elas.
I. A construção do espaço é eminentemente social e está entrelaçado com o tempo de forma indissolúvel.
Isso porque
II. Segue a linha de pensamento de influentes pesquisadores da Educação Infantil, em que sugerem que os mecanismos de tempo e espaço são processos culturais e são parte da natureza de cada pessoa.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
Texto associado
O texto a seguir refere-se às questões 1 a 8.
QUESTIONANDO O CRESCIMENTO ECONÔMICO
Marcus Eduardo de Oliveira
Para o fim último de uma sociedade que se pauta na busca da felicidade, via aquisição material, o crescimento econômico se apresenta como o caminho mais viável para isso, visto que potencializa o ciclo de acumulação do capital (produção, consumo, mais produção para mais consumo), consubstanciando-se na máxima tão proferida pelos neoclássicos de que a riqueza de um país aumenta à medida que o Produto Interno Bruto (PIB) se expande.
Assim, o consumo que, nas palavras de F. Hirsch (1931-1978), “representa o verdadeiro sujeito e objeto do crescimento econômico”, ampara tal “necessidade” de crescimento. Essa “necessidade”, por sua vez, é justificada pelo encontro do crescimento demográfico com o progresso econômico, posto esse último cada vez mais a serviço do aumento da produção material.
Pautado no interesse de fazer com que a sociedade alcance melhorias substanciais no padrão de vida das pessoas, o crescimento econômico, por ser uma espécie de “marca” que simboliza esse “progresso”, tornou-se obsessão maior das políticas governamentais pós Revolução Industrial, e, enquanto a economia mundial (atividade produtiva global) “coube” dentro do meio ambiente, tal obsessão jamais foi questionada.
A insatisfação quanto a isso, apenas para os que estão do lado de fora da economia convencional, dita, neoclássica, portanto, para aqueles que não comungam às ideias da cartilha do modelo ora vigente, passou a ser gritante após os anos 1960, quando os sinais de estresse ambiental começaram a ser notados em diversas frentes, em paralelo ao fato da abundância material ter alcançado, a partir desse período, maior proeminência, afinal a economia global estava desfrutando as benesses da chamada “Era de Ouro” do capitalismo que somente iria terminar com a chegada do primeiro choque do petróleo, em 1973.
A partir disso, a questão principal que se realça é que, à medida que o crescimento acontece, deteriora-se o meio ambiente, sem ao menos ter essas implicações ecológicas dimensionadas adequadamente na própria conta do crescimento econômico.
Desse modo, questionar o crescimento, para dizer o mínimo, torna-se mais que razoável, além de permitir o questionamento do próprio sistema que lhe dá amparo, uma vez que seus defensores contextualizam que sem crescimento não há condições possíveis de sobrevivência para o sistema ora dominante. [...]
(Adaptado de: Revista Cidadania & Meio Ambiente. Disponível em: https://www.ecodebate.com.br/wpcontent/uploads/2016/05/rcman58.pdf)
QUESTIONANDO O CRESCIMENTO ECONÔMICO
Marcus Eduardo de Oliveira
Para o fim último de uma sociedade que se pauta na busca da felicidade, via aquisição material, o crescimento econômico se apresenta como o caminho mais viável para isso, visto que potencializa o ciclo de acumulação do capital (produção, consumo, mais produção para mais consumo), consubstanciando-se na máxima tão proferida pelos neoclássicos de que a riqueza de um país aumenta à medida que o Produto Interno Bruto (PIB) se expande.
Assim, o consumo que, nas palavras de F. Hirsch (1931-1978), “representa o verdadeiro sujeito e objeto do crescimento econômico”, ampara tal “necessidade” de crescimento. Essa “necessidade”, por sua vez, é justificada pelo encontro do crescimento demográfico com o progresso econômico, posto esse último cada vez mais a serviço do aumento da produção material.
Pautado no interesse de fazer com que a sociedade alcance melhorias substanciais no padrão de vida das pessoas, o crescimento econômico, por ser uma espécie de “marca” que simboliza esse “progresso”, tornou-se obsessão maior das políticas governamentais pós Revolução Industrial, e, enquanto a economia mundial (atividade produtiva global) “coube” dentro do meio ambiente, tal obsessão jamais foi questionada.
A insatisfação quanto a isso, apenas para os que estão do lado de fora da economia convencional, dita, neoclássica, portanto, para aqueles que não comungam às ideias da cartilha do modelo ora vigente, passou a ser gritante após os anos 1960, quando os sinais de estresse ambiental começaram a ser notados em diversas frentes, em paralelo ao fato da abundância material ter alcançado, a partir desse período, maior proeminência, afinal a economia global estava desfrutando as benesses da chamada “Era de Ouro” do capitalismo que somente iria terminar com a chegada do primeiro choque do petróleo, em 1973.
A partir disso, a questão principal que se realça é que, à medida que o crescimento acontece, deteriora-se o meio ambiente, sem ao menos ter essas implicações ecológicas dimensionadas adequadamente na própria conta do crescimento econômico.
Desse modo, questionar o crescimento, para dizer o mínimo, torna-se mais que razoável, além de permitir o questionamento do próprio sistema que lhe dá amparo, uma vez que seus defensores contextualizam que sem crescimento não há condições possíveis de sobrevivência para o sistema ora dominante. [...]
(Adaptado de: Revista Cidadania & Meio Ambiente. Disponível em: https://www.ecodebate.com.br/wpcontent/uploads/2016/05/rcman58.pdf)