Um estudo estatístico foi realizado para testar a hipótese nula H 0 : μ ≤ 37 contra a hipótese alternativa H 1 : μ > 37, em que μ denota a média populacional. Nesse estudo, que foi efetuado mediante amostragem aleatória simples de tamanho n = 30, obteve-se uma média amostral igual a 38 e variância amostral igual a 750.
Com base nessa situação hipotética, e supondo que a população siga uma distribuição normal, julgue os seguintes itens, sabendo que P ( T > 1,7) = 0,05, em que T segue uma distribuição t de Student com 29 graus de liberdade.
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Texto associado
O teste em questão é unilateral.
Texto associado
Julgue os itens subsecutivos, no que diz respeito ao controle de pressão, de temperatura e de vazão.
O controle anti-surge evita a perda de estabilidade dos compressores causada pela redução de vazão.
Texto associado
Os instrumentos podem ser classificados em pneumáticos, eletrônicos, analógicos, digitais e inteligentes, dependendo da natureza da sua fonte de energia. Acerca desses instrumentos, julgue os itens a seguir.
Os transmissores eletrônicos analógicos oferecem alta imunidade a ruídos elétricos em comparação com os transmissores digitais.
Texto associado
Julgue os itens que se seguem, acerca das políticas públicas e da gestão democrática da escola.
O projeto político-pedagógico da escola é o plano de trabalho das diversas equipes pedagógicas que a compõe.
Texto associado
Text CG2A2
A new study on physical activity that involved more than half a million participants over age 40 found that modest exercise increases life expectancy regardless of weight.
Contrary to most of the attention given to obesity as the crucial risk factor for health, the study found that an active lifestyle increased life expectancy to a greater extent than a lower body mass index (BMI), in general. In fact, participants who were active but class 1 obese lived an average of 3.1 years longer than those who were at a normal weight but didn’t engage in physical activity. This is in-line with reports from earlier this year that excessive sitting is unhealthy and that reducing excessive sitting to less than 3 hours a day alone can improve longevity by 2.0 years.
The article states low level of physical activity of moderate to vigorous intensity would confer a 1.8-year gain in life expectancy after age 40, compared with no activity. A low level of physical activity is defined as up to 75 minutes of fast walking per week.
A consequence of this study is that it calls into question the reliance on BMI to assess fitness. That isn’t to suggest that BMI isn’t a factor, but that what we’ve heard for years in the media that being overweight is “bad” for you while exercise is “good” is a flawed message. A better message would be: Regular exercise is essential to longevity and a lower BMI helps too — do the first and the other will likely follow.
Internet: (adapted).
Judge the following items according to the ideas presented in text CG2A2.
A new study on physical activity that involved more than half a million participants over age 40 found that modest exercise increases life expectancy regardless of weight.
Contrary to most of the attention given to obesity as the crucial risk factor for health, the study found that an active lifestyle increased life expectancy to a greater extent than a lower body mass index (BMI), in general. In fact, participants who were active but class 1 obese lived an average of 3.1 years longer than those who were at a normal weight but didn’t engage in physical activity. This is in-line with reports from earlier this year that excessive sitting is unhealthy and that reducing excessive sitting to less than 3 hours a day alone can improve longevity by 2.0 years.
The article states low level of physical activity of moderate to vigorous intensity would confer a 1.8-year gain in life expectancy after age 40, compared with no activity. A low level of physical activity is defined as up to 75 minutes of fast walking per week.
A consequence of this study is that it calls into question the reliance on BMI to assess fitness. That isn’t to suggest that BMI isn’t a factor, but that what we’ve heard for years in the media that being overweight is “bad” for you while exercise is “good” is a flawed message. A better message would be: Regular exercise is essential to longevity and a lower BMI helps too — do the first and the other will likely follow.
Internet: (adapted).
Judge the following items according to the ideas presented in text CG2A2.
Concerning longevity, the focus on obesity is a message that should be revisited.
De acordo com a norma ABNT NBR ISO/IEC 27005:2019, em uma organização, o compartilhamento de determinado risco
Texto associado
Texto CG1A1-I
A apropriação colonial das terras indígenas muitas vezes se iniciava com alguma alegação genérica de que os povos forrageadores viviam em um estado de natureza — o que significava que eram considerados parte da terra, mas sem nenhum direito a sua propriedade. A base para o desalojamento, por sua vez, tinha como premissa a ideia de que os habitantes daquelas terras não trabalhavam. Esse argumento remonta ao Segundo tratado sobre o governo (1690), de John Locke, em que o autor defendia que os direitos de propriedade decorrem necessariamente do trabalho. Ao trabalhar a terra, o indivíduo “mistura seu trabalho” a ela; nesse sentido, a terra se torna, de certo modo, uma extensão do indivíduo. Os nativos preguiçosos, segundo os discípulos de Locke, não faziam isso. Não eram, segundo os lockianos, “proprietários de terras que faziam melhorias”; apenas as usavam para atender às suas necessidades básicas com o mínimo de esforço.
James Tully, uma autoridade em direitos indígenas, aponta as implicações históricas desse pensamento: considera-se vaga a terra usada para a caça e a coleta e, “se os povos aborígenes tentam submeter os europeus a suas leis e costumes ou defender os territórios que durante milhares de anos tinham erroneamente pensado serem seus, então são eles que violam o direito natural e podem ser punidos ou ‘destruídos’ como animais selvagens”. Da mesma forma, o estereótipo do nativo indolente e despreocupado, levando uma vida sem ambições materiais, foi utilizado por milhares de conquistadores, administradores de latifúndios e funcionários coloniais europeus na Ásia, na África, na América Latina e na Oceania como pretexto para obrigar os povos nativos ao trabalho, com meios que iam desde a escravização pura e simples ao pagamento de taxas punitivas, corveias e servidão por dívida.
David Graeber e David Wengrow. O despertar de tudo: uma nova história da humanidade. São Paulo: Cia das Letras, 2022, p. 169-170 (com adaptações).
Com base nas ideias veiculadas no texto CG1A1-I, julgue os itens a seguir.
A apropriação colonial das terras indígenas muitas vezes se iniciava com alguma alegação genérica de que os povos forrageadores viviam em um estado de natureza — o que significava que eram considerados parte da terra, mas sem nenhum direito a sua propriedade. A base para o desalojamento, por sua vez, tinha como premissa a ideia de que os habitantes daquelas terras não trabalhavam. Esse argumento remonta ao Segundo tratado sobre o governo (1690), de John Locke, em que o autor defendia que os direitos de propriedade decorrem necessariamente do trabalho. Ao trabalhar a terra, o indivíduo “mistura seu trabalho” a ela; nesse sentido, a terra se torna, de certo modo, uma extensão do indivíduo. Os nativos preguiçosos, segundo os discípulos de Locke, não faziam isso. Não eram, segundo os lockianos, “proprietários de terras que faziam melhorias”; apenas as usavam para atender às suas necessidades básicas com o mínimo de esforço.
James Tully, uma autoridade em direitos indígenas, aponta as implicações históricas desse pensamento: considera-se vaga a terra usada para a caça e a coleta e, “se os povos aborígenes tentam submeter os europeus a suas leis e costumes ou defender os territórios que durante milhares de anos tinham erroneamente pensado serem seus, então são eles que violam o direito natural e podem ser punidos ou ‘destruídos’ como animais selvagens”. Da mesma forma, o estereótipo do nativo indolente e despreocupado, levando uma vida sem ambições materiais, foi utilizado por milhares de conquistadores, administradores de latifúndios e funcionários coloniais europeus na Ásia, na África, na América Latina e na Oceania como pretexto para obrigar os povos nativos ao trabalho, com meios que iam desde a escravização pura e simples ao pagamento de taxas punitivas, corveias e servidão por dívida.
David Graeber e David Wengrow. O despertar de tudo: uma nova história da humanidade. São Paulo: Cia das Letras, 2022, p. 169-170 (com adaptações).
Com base nas ideias veiculadas no texto CG1A1-I, julgue os itens a seguir.
O trecho ‘são eles que violam o direito natural e podem ser punidos ou ‘destruídos’ como animais selvagens’, no penúltimo período do segundo parágrafo, exprime a perspectiva de James Tully.
Texto associado
Texto 2A1-I
As cidades são como os seres humanos: têm um corpo e têm uma alma. Talvez muitas almas, porque o corpo é um albergue onde moram muitas almas, todas diferentes em ideias e sentimentos, todas com a mesma cara. O corpo das cidades são as ruas, as praças, os carros, as lojas, os bancos, os escritórios, as fábricas, as coisas materiais. A alma, ao contrário, são os pensamentos e os sentimentos dos que nela moram. Há corpos perfeitos com almas feias e são como um violino Stradivarius em mãos de quem não gosta de música e não sabe tocar. Mas pode acontecer o contrário: um corpo tosco com alma bonita. Aí é como acontecia com as rabecas do querido Gramanni. Rabecas são violinos rústicos fabricados por artesãos desconhecidos. Mas o Gramanni era capaz de tocar Bach nas suas rabecas... O mesmo vale para as cidades: cidades bonitas por fora e com almas feias, cidades rústicas por fora com almas bonitas. Onde se podem encontrar as almas das cidades? Eu as encontro bonitas nas feiras, nas bancas de legumes e frutas, no mercadão, no sacolão. Esses são lugares onde acontecem reencontros felizes. Também na feira de artesanato, nos jardins onde há crianças, nos concertos... Mas elas aparecem assustadoras nas torcidas de futebol e no tráfego... Ah, o tráfego! É nele que a alma da cidade aparece mais nua. Pensei nisso na semana que passei em Portugal. Lembrei-me que há lugares onde os motoristas sabem que o pedestre tem sempre a preferência. Eles param para que o pedestre passe. Um amigo me contou de sua experiência em Munique: desceu da calçada, pôs os pés no asfalto e, para seu espanto, viu que todos os carros pararam para que ele atravessasse a rua. Sempre que paro meu carro para que o pedestre passe, percebo a surpresa no seu rosto. Não acredita. É preciso que eu faça um gesto com a mão para que ele se atreva. Não é incomum ver um motorista acelerar o carro ao ver um pedestre atravessando a rua. Disseram-me que existe mesmo um video game cuja sensação está em atropelar os pedestres. As cidades voltarão a ser bonitas quando os motoristas compreenderem que o natural é andar a pé. Os pedestres devem ter sempre a preferência.
Rubem Alves. Cidades . In: Ostra feliz não faz pérola.
São Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2008 (com adaptações).
As cidades são como os seres humanos: têm um corpo e têm uma alma. Talvez muitas almas, porque o corpo é um albergue onde moram muitas almas, todas diferentes em ideias e sentimentos, todas com a mesma cara. O corpo das cidades são as ruas, as praças, os carros, as lojas, os bancos, os escritórios, as fábricas, as coisas materiais. A alma, ao contrário, são os pensamentos e os sentimentos dos que nela moram. Há corpos perfeitos com almas feias e são como um violino Stradivarius em mãos de quem não gosta de música e não sabe tocar. Mas pode acontecer o contrário: um corpo tosco com alma bonita. Aí é como acontecia com as rabecas do querido Gramanni. Rabecas são violinos rústicos fabricados por artesãos desconhecidos. Mas o Gramanni era capaz de tocar Bach nas suas rabecas... O mesmo vale para as cidades: cidades bonitas por fora e com almas feias, cidades rústicas por fora com almas bonitas. Onde se podem encontrar as almas das cidades? Eu as encontro bonitas nas feiras, nas bancas de legumes e frutas, no mercadão, no sacolão. Esses são lugares onde acontecem reencontros felizes. Também na feira de artesanato, nos jardins onde há crianças, nos concertos... Mas elas aparecem assustadoras nas torcidas de futebol e no tráfego... Ah, o tráfego! É nele que a alma da cidade aparece mais nua. Pensei nisso na semana que passei em Portugal. Lembrei-me que há lugares onde os motoristas sabem que o pedestre tem sempre a preferência. Eles param para que o pedestre passe. Um amigo me contou de sua experiência em Munique: desceu da calçada, pôs os pés no asfalto e, para seu espanto, viu que todos os carros pararam para que ele atravessasse a rua. Sempre que paro meu carro para que o pedestre passe, percebo a surpresa no seu rosto. Não acredita. É preciso que eu faça um gesto com a mão para que ele se atreva. Não é incomum ver um motorista acelerar o carro ao ver um pedestre atravessando a rua. Disseram-me que existe mesmo um video game cuja sensação está em atropelar os pedestres. As cidades voltarão a ser bonitas quando os motoristas compreenderem que o natural é andar a pé. Os pedestres devem ter sempre a preferência.
Rubem Alves. Cidades . In: Ostra feliz não faz pérola.
São Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2008 (com adaptações).
No texto 2A1-I, o vocábulo “as”, em “Eu as encontro bonitas nas feiras”, faz referência às
Texto associado
De acordo com o Banco Central do Brasil, o setor público consolidado obteve, em 2022, um superávit primário de R$ 126 bilhões. No mesmo período, os juros nominais do setor público, apropriados pelo critério de competência, alcançaram R$ 586 bilhões.
Banco Central do Brasil. Estatísticas fiscais: nota para a imprensa, 30/1/2023.
Considerando essas informações e os conceitos de contabilidade fiscal, julgue os próximos itens.
Banco Central do Brasil. Estatísticas fiscais: nota para a imprensa, 30/1/2023.
Considerando essas informações e os conceitos de contabilidade fiscal, julgue os próximos itens.