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CEBRASPE
51.363 questões
FGV
25.316 questões
FCC
24.632 questões
AOCP
23.456 questões
IBFC
11.190 questões
VUNESP
10.983 questões
Instituto Quadrix
9.793 questões
FUNDATEC
9.088 questões
IBADE
7.820 questões
CESGRANRIO
6.013 questões
OBJETIVA
4.740 questões
CONSULPLAN
4.174 questões
FEPESE
3.585 questões
IADES
3.439 questões
IESES
2.627 questões
SELECON
2.377 questões
IDECAN
1.907 questões
MS CONCURSOS
1.485 questões
Instituto Legalle
1.281 questões
FAFIPA
1.161 questões
FUMARC
842 questões
ACAFE
551 questões
INSTITUTO AOCP
430 questões
NUCEPE
378 questões
FUNIVERSA
348 questões
FAURGS
203 questões
FIOCRUZ
48 questões
MACKENZIE
48 questões
CETRO
17 questões
34.079 questões encontradas
Texto associado
Acerca de cabeamento estruturado, fibras ópticas, WLAN e jumbo frames , julgue os itens a seguir.
Cabos de par trançados são compostos por 4 pares de fios de cobre trançados entre si; cada par de fios utiliza um padrão de entrançamento diferente, com um número diferente de tranças por metro.
Texto associado
A respeito da identificação de possíveis riscos à saúde do trabalhador, julgue os itens subsequentes, considerando os perfis profissiográficos característicos de cada cargo.
Embora um trabalhador que ocupe o cargo de vigia de uma empresa tenha baixa autonomia ou poder de decisão, o risco de estresse ocupacional é desprezível, devido à baixa demanda psicológica do trabalho.
Analisando-se as crises do petróleo que ocorreram mundialmente em 1973 e em 1979, verifica-se que houve uma diminuição da oferta de petróleo, o que levou à elevação dos preços do barril. Em meados dos anos 2000 e ao longo da década de 2010, o mundo incorreu em uma nova crise do petróleo.
A partir da leitura do texto precedente, é correto afirmar que o principal fator que justifica a referida terceira crise do petróleo está associado
Texto associado
Texto CB1A1-I
O aforismo “o cliente sempre tem razão” é bastante conhecido e muito citado como argumento econômico. Justifica-se para manter a fidelidade dos consumidores a marcas e a lojas a fim de evitar que a insatisfação individual se torne uma indesejada propaganda negativa.
Será que, sob a ótica jurídica, a afirmativa corresponde à realidade? Não! O cliente (consumidor) só tem razão quando o direito, a lei, lhe dá amparo.
Invariavelmente, baseando-se em critério pessoal do que seria justo como solução para problema de consumo, o consumidor realmente acredita que possui o direito que alega e, dentro da sua lógica, passa a exigir determinado comportamento do fornecedor.
A expressão direito do consumidor tem sentido de conjunto de normas que regulam as relações entre consumidores e fornecedores; não significa necessariamente que o consumidor tem sempre direito de exigir a satisfação dos seus interesses.
Para ilustrar, cite-se o exemplo, recorrente, de uma pessoa que acredita poder, em qualquer circunstância, trocar um produto que acabou de adquirir simplesmente porque, chegando em casa, percebeu que não era exatamente aquilo que queria, preferia de outra cor ou até haver gastado o dinheiro com algo mais interessante. Para a lei, a troca ou devolução do dinheiro pago só é possível em situações bem concretas: promessa do vendedor de trocar ou devolver o dinheiro (art. 30 do Código de Defesa do Consumidor); vício do produto (art. 18); compra fora do estabelecimento físico (art. 49).
Daí a importância de que toda pessoa tenha uma noção básica de quais são os seus direitos e de como exigir a sua observância. Como é possível exigir respeito a sua condição de consumidor se não houver uma consciência mínima dos direitos?
Leonardo Bessa. O cliente – nem sempre – tem razão! In: Metrópoles. 20/06/2024.
Internet: (com adaptações).
A respeito das ideias veiculadas no texto CB1A1-I, julgue os itens subsequentes.
O aforismo “o cliente sempre tem razão” é bastante conhecido e muito citado como argumento econômico. Justifica-se para manter a fidelidade dos consumidores a marcas e a lojas a fim de evitar que a insatisfação individual se torne uma indesejada propaganda negativa.
Será que, sob a ótica jurídica, a afirmativa corresponde à realidade? Não! O cliente (consumidor) só tem razão quando o direito, a lei, lhe dá amparo.
Invariavelmente, baseando-se em critério pessoal do que seria justo como solução para problema de consumo, o consumidor realmente acredita que possui o direito que alega e, dentro da sua lógica, passa a exigir determinado comportamento do fornecedor.
A expressão direito do consumidor tem sentido de conjunto de normas que regulam as relações entre consumidores e fornecedores; não significa necessariamente que o consumidor tem sempre direito de exigir a satisfação dos seus interesses.
Para ilustrar, cite-se o exemplo, recorrente, de uma pessoa que acredita poder, em qualquer circunstância, trocar um produto que acabou de adquirir simplesmente porque, chegando em casa, percebeu que não era exatamente aquilo que queria, preferia de outra cor ou até haver gastado o dinheiro com algo mais interessante. Para a lei, a troca ou devolução do dinheiro pago só é possível em situações bem concretas: promessa do vendedor de trocar ou devolver o dinheiro (art. 30 do Código de Defesa do Consumidor); vício do produto (art. 18); compra fora do estabelecimento físico (art. 49).
Daí a importância de que toda pessoa tenha uma noção básica de quais são os seus direitos e de como exigir a sua observância. Como é possível exigir respeito a sua condição de consumidor se não houver uma consciência mínima dos direitos?
Leonardo Bessa. O cliente – nem sempre – tem razão! In: Metrópoles. 20/06/2024.
Internet: (com adaptações).
A respeito das ideias veiculadas no texto CB1A1-I, julgue os itens subsequentes.
De acordo com o autor do texto, a lei prevê situações específicas em que o consumidor pode solicitar ao fornecedor a troca de um produto ou a devolução do dinheiro gasto na compra de determinado produto.
Texto associado
Julgue os itens que se seguem, em relação a modais de transporte e a operações de transporte multimodal em uma indústria petrolífera.
O modo marítimo, em comparação ao modo rodoviário, apresenta maior capacidade relativa de carga, associada a tarifas de frete mais competitivas, principalmente a grandes distâncias.
Texto associado
Com relação ao balanço orçamentário, ao balanço financeiro e à demonstração dos fluxos de caixa, julgue os seguintes itens.
O resultado financeiro do exercício, apurado no balanço financeiro, se positivo, pode ser utilizado para a abertura de créditos adicionais no exercício seguinte.
Texto associado
A respeito de doenças renais, julgue os itens a seguir.
A doença antimembrana basal glomerular, que ocasiona a síndrome de Goodpasture, lesiona primariamente os rins e secundariamente os pulmões.
Texto associado
A seguir, são apresentados dados relativos à contabilidade de uma entidade hipotética, cujos valores estão em reais.
item
20X2
20X3
ativo circulante cíclico
153.735
137.212
ativo circulante financeiro
161.337
145.935
ativo não circulante
209.012
188.750
passivo circulante cíclico
64.167
48.917
passivo circulante financeiro
130.570
123.113
ativo não circulante (inclui o PL)
329.347
299.867
informações do balanço
2
20X2
20X3
caixa
26.911
13.129
clientes
105.300
73.600
estoques
54.120
48.313
imobilizado
188.440
161.320
fornecedores
55.800
38.900
patrimônio líquido
262.286
245.850
informações da DR
2
20X2
20X3
receita operacional líquida
975.810
904.800
custo da mercadoria vendida
526.800
498.200
lucro operacional líquido
48.350
40.990
item
20X2
20X3
ativo circulante cíclico
153.735
137.212
ativo circulante financeiro
161.337
145.935
ativo não circulante
209.012
188.750
passivo circulante cíclico
64.167
48.917
passivo circulante financeiro
130.570
123.113
ativo não circulante (inclui o PL)
329.347
299.867
informações do balanço
2
20X2
20X3
caixa
26.911
13.129
clientes
105.300
73.600
estoques
54.120
48.313
imobilizado
188.440
161.320
fornecedores
55.800
38.900
patrimônio líquido
262.286
245.850
informações da DR
2
20X2
20X3
receita operacional líquida
975.810
904.800
custo da mercadoria vendida
526.800
498.200
lucro operacional líquido
48.350
40.990
O retorno sobre investimentos (ROI), uma medida importante para avaliação do desempenho das empresas, é calculado em função da margem operacional líquida (MOL) e da rotação do ativo (RA), calculada em relação ao ativo médio. A partir dos dados do texto CE6A2, assinale a opção em que estão apresentados corretamente os valores desses indicadores para a entidade em questão no ano 20X3.
Texto associado
Texto CB1A9
A partir do ano de 1990, o Brasil efetuou um programa unilateral de liberalização das importações, eliminando as barreiras não tarifárias e reduzindo a tarifa aduaneira média de 32,2% em 1990 para 10,7%, em 2005, ainda que tenha passado por alguns retrocessos pontuais em decorrência de problemas macroeconômicos. Esse notável desempenho estimulou o debate sobre a continuidade ou não do processo de abertura comercial, que é recorrente e se acentua na presença de desequilíbrios da taxa de câmbio. De um lado, um grupo de economistas assinala os ganhos que uma liberalização adicional proporcionaria sobre a produtividade e o investimento privado, fatores fundamentais para o crescimento econômico. De outro, especialistas apontam as inconveniências de uma redução tarifária em um cenário com fortes flutuações da taxa de câmbio e a necessidade de preservar o poder de barganha nas negociações comerciais de acesso aos mercados externos.
H. Kume; G. Piani; P. Miranda. Estudos de economia internacional – IPEA: 2000-2009.
In: Pesquisas em relações econômicas internacionais.
Brasília, Fundação Alexandre Gusmão, 2009, p. 116 (com adaptações).
A partir do ano de 1990, o Brasil efetuou um programa unilateral de liberalização das importações, eliminando as barreiras não tarifárias e reduzindo a tarifa aduaneira média de 32,2% em 1990 para 10,7%, em 2005, ainda que tenha passado por alguns retrocessos pontuais em decorrência de problemas macroeconômicos. Esse notável desempenho estimulou o debate sobre a continuidade ou não do processo de abertura comercial, que é recorrente e se acentua na presença de desequilíbrios da taxa de câmbio. De um lado, um grupo de economistas assinala os ganhos que uma liberalização adicional proporcionaria sobre a produtividade e o investimento privado, fatores fundamentais para o crescimento econômico. De outro, especialistas apontam as inconveniências de uma redução tarifária em um cenário com fortes flutuações da taxa de câmbio e a necessidade de preservar o poder de barganha nas negociações comerciais de acesso aos mercados externos.
H. Kume; G. Piani; P. Miranda. Estudos de economia internacional – IPEA: 2000-2009.
In: Pesquisas em relações econômicas internacionais.
Brasília, Fundação Alexandre Gusmão, 2009, p. 116 (com adaptações).