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Uma paciente de 59 anos de idade foi admitida com quadro de dor torácica ao repouso havia três horas. Queixava-se de precordialgia constritiva, de forte intensidade com irradiação para membro superior esquerdo após receber a notícia do falecimento de sua mãe. Relatava dislipidemia e transtorno de ansiedade generalizada em tratamento regular. Negava consumo de cocaína, álcool e de outras substâncias ilícitas. Negava história recente de síndrome gripal. Ao exame físico, apresentava-se hemodinamicamente normal, sem diferenças de pulsos ou outras alterações cardiovasculares e respiratórias relevantes. A radiografia de tórax nas incidências anteroposterior e perfil não revelou alterações. A dosagem da troponina T cardíaca ultrassensível (cTnT) foi de: 0,2ng/mL (VR