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Um Analista de um Tribunal Regional do Trabalho está configurando o Elastic Stack (Elasticsearch, Logstash e Kibana) integrado ao AWS para coletar, indexar e analisar logs de serviços da AWS, como CloudTrail e CloudWatch. À sequência de ações que ele deve utilizar para configurar o pipeline de dados e realizar a análise dos logs é

A utilizar o Kibana para coletar logs diretamente do AWS CloudTrail, o Logstash para visualizar os logs e o Elasticsearch para criar dashboards .
B configurar o Elasticsearch para coletar os logs diretamente do AWS CloudWatch, usar o Kibana para transformar os dados em pipelines e o Logstash para criar relatórios.
C usar o Kibana para indexar os logs do AWS CloudTrail, enviar os dados para o Logstash e armazená-los no Elasticsearch.
D configurar o Logstash para ingerir logs do AWS CloudTrail e CloudWatch , enviar os dados para o Elasticsearch para armazenamento e realizar a análise visual dos logs com Kibana.
E configurar o Elasticsearch para ingerir dados de logs e usar o Logstash para criar dashboards customizados.
Órgão: Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região Cargo: Analista Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade: Tecnologia da Informação Prova: FCC - TRT 15 - Analista Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade: Tecnologia da Informação - 2025
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 6 a 10, baseie-se no texto seguinte.

[Entre luas]

Declarou-me uma amiga que passou a se dedicar a olhar o céu estrelado para se consolar das feiuras terrestres. Não seria isso uma solução excessivamente cômoda? Se quiséssemos levar essa declaração às últimas consequências, acabaríamos dizendo: "que a Terra continue de mal a pior, eu olho para o céu e reencontro meu equilíbrio interior". Não estaria minha amiga instrumentalizando Ilicitamente esse céu estrelado?
Não buscaria eu exortá-la a mais entusiasmo lembrando as magníficas aventuras cosmonáuticas da humanidade, essas lutas míticas pela supremacia terrestre sobre o firmamento. O que me interessa, ao contrário, é tudo o que é apropriação verdadeira do espaço e dos objetos celestes, ou seja, o conhecimento objetivo de uma relação entre nós e o universo extra-humano.
A Lua, desde a Antiguidade, significou para os homens esse desejo de um paraíso luminoso e sereno, e essa devoção lunar dos poetas se perpetuou pelos tempos. Mas a Lua dos poetas tem alguma coisa a ver com as imagens leitosas e esburacadas que os foguetes nos enviam? Talvez não, ainda; mas o fato de sermos obrigados a reconsiderar a Lua de maneira nova nos levará a reconsiderar de maneira nova Inúmeras outras coisas. Quem ama a Lua realmente não se contenta em contemplá-la como uma imagem convencional: quer entrar numa relação mais estreita com ela, quer ver mais na Lua, quer que a Lua lhe diga mais .

(Adaptado de: CALVINO. Italo. Assunto encerrado - Discursos sobre literatura e sociedade. Tradução: Roberta Bami. São Paulo: Companhia das Letras, 2006, p. 217-218)

Quem ama a Lua realmente não se contenta em contemplá-la como uma imagem convencional.

Uma nova redação correta e coerente do período acima se estabelece em:

A Reconhecer a Lua de uma forma convencional não satisfaz a quem efetivamente a ame.
B Nenhuma imagem convencional da Lua pode ser contemplada com tal amor verdadeiro.
C A contemplação da imagem convencional da Lua caracteriza-se por quem amar a Lua.
D Somente ama de fato a Lua quem não se ater ao convencionalismo de sua própria imagem.
E Não caberia contemplar a Lua a quem a ela se dedica através de uma imagem convencional.
Órgão: Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região Cargo: Técnico - Área: Administrativa - Especialidade: Agente da Polícia Judicial Prova: FCC - TRT 6 - Técnico - Área: Administrativa - Especialidade: Agente da Polícia Judicial - 2025
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 46 e 47 utilize as informações a seguir:

Um equipamento foi adquirido pela empresa Produtora Integral S.A. para uso na sua atividade e entrou em operação no dia 01/07/2022. A empresa pagou, à vista, os seguintes valores para dispor do equipamento nas condições de uso estabelecidas:

- Pagamento ao fornecedor do equipamento .............. .................... ...... R$ 1.400.000,00
- Gastos com instalação e customização do equipamento ................... R$ 760.000,00

A vida útil do equipamento foi definida pela empresa em 8 anos e o valor residual esperado para sua venda foi estimado, no final do prazo de vida útil, em R$ 400.000,00. A empresa adota o método das quotas constantes para a determinação da despesa de depreciação e a vida útil do equipamento para fins fiscais é 10 anos. Não foi identificado, até 31/12/2023, a necessidade de ajuste ao valor recuperável.

O saldo contábil do equipamento evidenciado no Balanço Patrimonial de 31/12/2023 da Produtora Integral S.A. foi

A R$ 1.250.000,00
B R$ 1.830.000,00
C R$ 1.755.000,00
D R$ 1.836.000,00
E R$ 1.212.500,00
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado do Piauí Cargo: Agente de Tributos Estaduais - Área: Tecnologia da Informação Prova: FCC - SEFAZ PI - Agente de Tributos Estaduais - Área: Tecnologia da Informação - 2025
Texto associado
Atenção: Para responder às questões de números 29 e 30, considere o texto a seguir.

lt's time for innovation to transform education

lt's no secret that the U.S. education system is facing numerous challenges. The standardized, one-size-fits-all approach focuses on memorization and rote learning styles, often failing to cater to the unique needs and talents of individual students. This lack of personalization can lead to disengagement and poor outcomes, leaving students feeling unmotivated and unprepared for life outside of school.
Innovation in education needs funding. But there's a catch: To receive funding, entrepreneurs usually need to show proof of concept - that their idea works.
That can be tricky for education entrepreneurs who want to think outside of the box. ln the United States, the trusted old models receive funding from legislators because they use old measures and assessments to decide "what works" in traditional models. But it's exactly those old models and measures that need to be transformed.
Academic achievement among American students continues to fal1 behind their global counterparts: According to the Organization for Economic Cooperation and Development, U.S. students rank 28 out of 37 across international countries in math proficiency and similarly low in reading and science.
The fact is, in the U.S., education, from 1st to 12th grade, has long been more about tradition than innovation. For generations, our schooling experience has experienced little change. Our school may look the same as our parents' schools and their schools looked the same as their parents' did. lt was more about listening to lectures, memorizing facts, and writing essays than it was about exploring the things that make you uniquely you.
What if education and imagination could be synonymous? That is the vision the VELA Education Fund wants to serve through their work providing backing for a variety of education models for U.S. school system students.
This nonprofit has flipped the script from handing large amounts of money to a select few individuals to offering millions of dollars in smal1 grants to thousands of everyday entrepreneurs. This model generates new approaches to education in founders' communities. These creatives share a self-starting spirit, a desire to meet the needs of the learners and families they serve, and a willingness to stretch the canvas on the "where, how, and when" of school.
VELA 's model is unique because it instills trust and encourages autonomy in these educators, believing that those closest to the problem should be designing its solutions. Unlike other grants, VELA doesn't require as much proof of concept ahead of investment, allowing for funding to drive the outcomes - not the other way around. By giving out smaller grants to a larger pool of applicants, it is able to fund a more diverse array of ideas, experiences, and types of education institutions. These smaller grants also allow recipients to take more risks and get more creative.
"We limit our potential when we limit the people who have access to opportunities, to drive social change," said Meredith Olson, president of VELA. "A few thousand dollars to the right person can fuel innovation to a scale we never expected was imaginable."
So far, VELA has given out more than $35 million in grants to nearly 2,500 recipients - including microschool founders, homeschool leaders, and many others - who are serving more than 5 million students nationwide. The organization's continued support sends a strong message to other education funders: Trust that families and educators know how to support their learners best, and empower them with opportunities to do so.

(Adapted from Why we need more innovation in education & VELA Education Fund Catalyzes lnnovation in Education)

Segundo o texto, o financiamento proporcionado pela VELA

A é destinado a empreendedores com uma visão inovadora sobre educação.
B exige que o pretendente apresente documentação comprovando a exequibilidade de seu projeto.
C comprova que educadores e familiares são os mais indicados para desenvolver o pleno potencial de estudantes do ensino médio.
D privilegia escolas particulares de grande porte não contempladas por financiamentos públicos.
E já beneficiou mais de 2.500 educadores de várias áreas.
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 24 a 27, considere o texto a seguir.

Some ways to reinvent affordable housing in a post-pandemic world
Jan 20, 2022

When more than 90 countries issued stay-at-home orders during the height of the COVID-19 pandemic, over 1 billion people across the globe sheltered in slums and informal settlements. Yet, these necessary public health measures offer scant defence against this potentially deadly virus if housing conditions are unsafe. The urgency of the pandemic response spotlighted an inescapable truth: chronic lack of safe and affordable housing in both advanced economies and developing nations is one of the biggest drivers of health and wealth disparities in our world.
As we grapple with how to adapt to ongoing waves of the virus and move towards rebuilding healthier, more equitable societies, we must expand the global supply of affordable housing by focusing on innovations that champion public health, sustainability and scalability. These three inextricably linked pillars can drive a new global housing framework that creates more equitable access to affordable housing and, as a result, improves health outcomes, fortifies disaster resilience and mitigates environmental impact.

Strategies and mindsets to reinvent affordable housing

1. Home as a health solution
The connections between health and home have long been recognized by the medical community. Poor housing conditions have been linked to debilitating illnesses, from respiratory conditions to infectious diseases such as tuberculosis and influenza, and diarrhea, which is among the leading causes of childhood death worldwide. ln many cases, simple upgrades to a home's roof, windows and floor can have a transformational impact on the health of a family and its surrounding community. A 2007 World Bank study found that replacing a home's dirt floors with concrete can lead to "a 78 percent reduction in parasitic infestations, a 49 percent reduction in diarrhea, an 81 percent reduction in anemia and a 36 to 96 percent improvement in cognitive development."
But even these small upgrades remain out of reach for many families. ln emerging markets, it is common for households to build shelter incrementally as finances allow - a process that can take up to 30 years. The work starts and stops as resources are available, often resulting in increased construction costs and inconsistent quality of materials over time.
Housing entrepreneurs are working to bring affordable, scalable solutions to families that can mitigate preventable, life-threatening health concerns and can truly reinvent affordable housing. ln Rwanda, upgrading to a concrete floor can cost more than two months' wages for the average family. Non-profit startup EarthEnable is working with African governments to support housing policy, and is using local materials and labour to provide an earthen floor altemative that delivers the sarne benefits as concrete at a quarter of the price.
As families strive to upgrade their homes, they need access - both physical and economical - to building products that will keep them safer.
2. lnvesting in sustainable methods that work
ln addition to addressing the connections between housing and health, trailblazers like EarthEnable are proving that affordable solutions can also be green solutions. By sourcing materiais locally, they are streamlining supply chains, reducing greenhouse gas emissions and creating employment opportunities within the community.
With the construction sector consuming over 3 billion tons of raw materials each year - more than any other industry - we need to be more intentional about leveraging sustainable and recycled supplies. Again, startups are leading the way, leveraging low-cost modernizations for everything from lighting fixtures to pavers that are five to seven times more durable than concrete. ln India, ReMaterials recycles packaging and agricultural waste into modular roof panels for families living in slums. These roofs have been shown to reduce a home's indoor air temperature by 10 degrees Celsius, improving quality of life and decreasing the risk of heatstroke.
Governments and housing non-profits have a critical role to play in ensuring that startups developing these green affordable housing innovations can scale their products and get them to vulnerable communities in greatest need.
3. Scaling to reach 1 billion homes
The need to create more adequate housing opportunities around the world continues to grow exponentially as over 3 million people move to cities every week. Therefore, we must also sustainably and rapidly scale-up new construction.
Entrepreneurs around the world are rethinking housing construction from the ground up to produce more efficient solutions.
Increasing affordable housing supply also requires us to think differently about how we use and prioritize space. By emphasizing spatial needs and constraints in planning new developments, we can improve quality of life by enabling people to live closer to where they work while reducing traffic and environmental impact. Furthermore, data shows that mixed-income neighbourhoods produce better long-term health outcomes and economic mobility for individuals and families.
Governments, corporations and civil society have important roles to play in advancing disruptive solutions to the chronic shortage of safe, affordable housing around the globe. By supporting innovators with the capacity to expand quickly and effectively, together we can embrace a new global housing framework centred on sustainable and scalable shelter solutions. Only through collaboration can we reinvent affordable housing.

(Adapted from https://www.weforum.org/stories/2022/01/reinvent-affordable-housing-post-covid19-world-habitat-for-humanity/)

Segundo o texto,

A doenças infecciosas, como a tuberculose e a diarreia, são evitadas com simples medidas de higiene.
B em comunidades precárias, o desenvolvimento cognitivo de uma criança pode ter uma melhora de até 96% em moradias com telhados e janelas bem vedadas.
C condições precárias de moradia são a principal causa de mortalidade Infantil no mundo.
D soluções simples para melhorar os telhados, por exemplo, podem ter um forte impacto positivo na saúde de seus moradores.
E trocar o chão sujo por piso de concreto pode reduzir significativamente as infestações por parasitas.
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 24 a 27, considere o texto a seguir.

Some ways to reinvent affordable housing in a post-pandemic world
Jan 20, 2022

When more than 90 countries issued stay-at-home orders during the height of the COVID-19 pandemic, over 1 billion people across the globe sheltered in slums and informal settlements. Yet, these necessary public health measures offer scant defence against this potentially deadly virus if housing conditions are unsafe. The urgency of the pandemic response spotlighted an inescapable truth: chronic lack of safe and affordable housing in both advanced economies and developing nations is one of the biggest drivers of health and wealth disparities in our world.
As we grapple with how to adapt to ongoing waves of the virus and move towards rebuilding healthier, more equitable societies, we must expand the global supply of affordable housing by focusing on innovations that champion public health, sustainability and scalability. These three inextricably linked pillars can drive a new global housing framework that creates more equitable access to affordable housing and, as a result, improves health outcomes, fortifies disaster resilience and mitigates environmental impact.

Strategies and mindsets to reinvent affordable housing

1. Home as a health solution
The connections between health and home have long been recognized by the medical community. Poor housing conditions have been linked to debilitating illnesses, from respiratory conditions to infectious diseases such as tuberculosis and influenza, and diarrhea, which is among the leading causes of childhood death worldwide. ln many cases, simple upgrades to a home's roof, windows and floor can have a transformational impact on the health of a family and its surrounding community. A 2007 World Bank study found that replacing a home's dirt floors with concrete can lead to "a 78 percent reduction in parasitic infestations, a 49 percent reduction in diarrhea, an 81 percent reduction in anemia and a 36 to 96 percent improvement in cognitive development."
But even these small upgrades remain out of reach for many families. ln emerging markets, it is common for households to build shelter incrementally as finances allow - a process that can take up to 30 years. The work starts and stops as resources are available, often resulting in increased construction costs and inconsistent quality of materials over time.
Housing entrepreneurs are working to bring affordable, scalable solutions to families that can mitigate preventable, life-threatening health concerns and can truly reinvent affordable housing. ln Rwanda, upgrading to a concrete floor can cost more than two months' wages for the average family. Non-profit startup EarthEnable is working with African governments to support housing policy, and is using local materials and labour to provide an earthen floor altemative that delivers the sarne benefits as concrete at a quarter of the price.
As families strive to upgrade their homes, they need access - both physical and economical - to building products that will keep them safer.
2. lnvesting in sustainable methods that work
ln addition to addressing the connections between housing and health, trailblazers like EarthEnable are proving that affordable solutions can also be green solutions. By sourcing materiais locally, they are streamlining supply chains, reducing greenhouse gas emissions and creating employment opportunities within the community.
With the construction sector consuming over 3 billion tons of raw materials each year - more than any other industry - we need to be more intentional about leveraging sustainable and recycled supplies. Again, startups are leading the way, leveraging low-cost modernizations for everything from lighting fixtures to pavers that are five to seven times more durable than concrete. ln India, ReMaterials recycles packaging and agricultural waste into modular roof panels for families living in slums. These roofs have been shown to reduce a home's indoor air temperature by 10 degrees Celsius, improving quality of life and decreasing the risk of heatstroke.
Governments and housing non-profits have a critical role to play in ensuring that startups developing these green affordable housing innovations can scale their products and get them to vulnerable communities in greatest need.
3. Scaling to reach 1 billion homes
The need to create more adequate housing opportunities around the world continues to grow exponentially as over 3 million people move to cities every week. Therefore, we must also sustainably and rapidly scale-up new construction.
Entrepreneurs around the world are rethinking housing construction from the ground up to produce more efficient solutions.
Increasing affordable housing supply also requires us to think differently about how we use and prioritize space. By emphasizing spatial needs and constraints in planning new developments, we can improve quality of life by enabling people to live closer to where they work while reducing traffic and environmental impact. Furthermore, data shows that mixed-income neighbourhoods produce better long-term health outcomes and economic mobility for individuals and families.
Governments, corporations and civil society have important roles to play in advancing disruptive solutions to the chronic shortage of safe, affordable housing around the globe. By supporting innovators with the capacity to expand quickly and effectively, together we can embrace a new global housing framework centred on sustainable and scalable shelter solutions. Only through collaboration can we reinvent affordable housing.

(Adapted from https://www.weforum.org/stories/2022/01/reinvent-affordable-housing-post-covid19-world-habitat-for-humanity/)

De acordo com o texto,

A a ReMaterials produz painéis modulares de telhados que reduzem a temperatura interna das casas para 10 ºC, evitando o risco de insolação.
B os governos devem incentivar start-ups que produzem inovações acessíveis no setor de moradias para que possam atender comunidades carentes.
C o alto consumo de matéria-prima pelo setor de construção extrapola o de qualquer outro setor, o que impacta a economia de países como Ruanda e Índia.
D as soluções da EarthEnable, embora acessíveis, contribuem com o eleito estufa.
E as start-ups são pioneiras em produzir pavimentos que têm um custo até sete vezes mais baixo do que o concreto.
Texto associado
Atenção : Considere o início da crônica “ Sobre o inferno ”, de Rubem Braga, para responder às questões de números 1 a 6.

“O Inferno são os outros” — diz esse desagradável senhor Sartre no final de Huis Clos, e eu respondo: “eu que o diga!” Hoje estou com pendor para confissões, vontade de abrir meu peito em praça pública; quem for pessoa discreta, e se aborrecer com derrames desses, tenha a bondade de não continuar a ler isto.
Conheci um homem que estava tão apaixonado, tão apaixonado por uma mulher (acho que ela não gostava dele), que uma vez estávamos nós dois num bar e no meio da conversa ele disse fremente:
- Isso é o maior verso da língua portuguesa!
Fiquei paleta, pois não escutara verso nenhum. Ele então pediu silêncio, e que ouvisse. Havia conversas na mesa ao lado, ruídos vários lá dentro, autos e ônibus que passavam, um bonde na outra rua, um violoncelo tocando num rádio qualquer, e lá no finzinho disso, longe, longe, um outro rádio com o samba que mal se podia ouvir e só era reconhecível pelos fragmentos de música que nos chegavam. O maior verso da língua portuguesa estava na letra daquele samba e avisava que “Emília, Emília, Emília, eu não posso mais”.

(Adaptado de: BRAGA, Rubem. 200 crônicas escolhidas. Rio de Janeiro: Record, 2017)

O cronista dirige-se diretamente a seu leitor (incluindo-o no próprio texto de sua crônica) no seguinte trecho:

A Hoje estou com pendor para confissões; vontade de abrir meu peito em praça pública (1º parágrafo).
B uma vez estávamos nós dois num bar (2º parágrafo).
C Ele então pediu silêncio, e que ouvisse (4º parágrafo).
D Havia conversas na mesa ao lado, ruídos vários lá dentro (4º parágrafo)
E um outro rádio com o samba que mal se podia ouvir e só era reconhecível pelos fragmentos de música que nos chegavam (4º parágrafo).

Considere o deslocamento veicular de um dignitário realizado com dois veículos, sendo um ocupado pelo dignitário e o outro servindo como escolta, e todos os demais ocupantes desses veículos compõem a equipe de segurança. Nesse caso, o veículo que vai à frente é o

A do dignitário, que se encontrará no banco traseiro do lado direito, o veículo de escolta segue atrás. Ao terminar o deslocamento, os primeiros a desembarcar são os agentes de segurança, que podem, a partir daí, continuar o deslocamento a pé, realizando a segurança aproximada do dignitário.
B do dignitário, que se encontrará no banco traseiro do lado direito, o veículo de escolta segue atrás. Ao terminar o deslocamento, os primeiros a desembarcar são os agentes de segurança, que obrigatoriamente transmitirão a operação para equipe de segurança avançada destinada para esse fim.
C do dignitário, que se encontrará no banco traseiro do lado esquerdo, o veículo de escolta segure atrás. Ao terminar o deslocamento, os primeiros a desembarcar são os agentes de segurança, que podem a partir daí continuar o deslocamento a pé, realizando a segurança velada do dignitário.
D do dignitário, que se encontrará no banco traseiro do lado esquerdo, o veículo de escolta segure atrás. Ao terminar o deslocamento, os primeiros a desembarcar são os agentes de segurança, que podem a partir daí continuar o deslocamento a pé, realizando a segurança velada do dignitário.
E de escolta e aquele onde se encontra o dignitário vai atrás. O dignitário se encontrará no banco traseiro do lado esquerdo. Ao terminar o deslocamento, o primeiro a desembarcar é o dignitário, sendo certo que obrigatoriamente deverá haver equipe de segurança aproximada aguardando-o no local de desembarque.
Órgão: Tribunal Regional Federal da 4ª Região Cargo: Técnico - Área: Administrativa - Especialidade: Agente da Polícia Judicial Prova: FCC - TRF 4 - Técnico - Área: Administrativa - Especialidade: Agente da Polícia Judicial - 2025

Um ativo intangível com vida útil indefinida estava registrado no Ativo não Circulante do Balanço Patrimonial de 31/12/2023 da empresa Ativos Irreais S.A. , pelo valor líquido de R$ 3.000.000 com a seguinte composição:

Custo de aquisição.................... R$ 3.800.000
Perda por desvalorização ( impairment ) ......... eternas R$ 800.000

As seguintes informações foram identificadas, em 31/12/2024, para que a empresa realizasse o teste de recuperabilidade ( impairment ) para esse ativo intangível:

Valor em uso................ R$ 4.000.000
Valor justo líquido das despesas de venda ............... R$ 2.800.000

Sabendo-se que o ativo intangível não corresponde a ágio por expectativa de resultados futuros, a empresa Ativos Irreais S.A.

A reconheceu um ganho no valor de R$ 800.000 na Demonstração do Resultado de 2024.
B evidenciou, no Balanço Patrimonial de 31/12/2024, o valor contábil do ativo intangível por R$ 3.000.000.
C reconheceu um ganho no valor de R$ 1.000.000 na Demonstração do Resultado de 2024.
D evidenciou, no Balanço Patrimonial de 31/12/2024, o valor contábil do ativo intangível por R$ 2.800.000.
E reconheceu um ganho no valor de R$ 200.000 na Demonstração do Resultado de 2024.
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 6 a 10, baseie-se no texto abaixo.

Imagens e palavras

Alguém terá dito: “Uma imagem vale por mil palavras” — frase que ganhou fama e foro de verdade. Mas o escritor e artista gráfico Millôr Fernandes, que transitou toda a sua vida entre desenhos e textos, retrucou ao desconhecido autor da frase: “Diga isso sem palavras”. Para fazer justiça à linguagem verbal, Millôr desafia qualquer imagem a formular um conceito.
Melhor será, para lembrar outra frase famosa, acreditar em “A cada um o que é seu”. A imagem tem o impacto imediato de sua aparição visível, de sua epifania impositiva. As palavras conceituais pedem uma compreensão interiorizada da construção de seu sentido. Uma fotografia faz surgir diante de nós uma captação de um elemento da realidade; já a imagem verbal se impõe também pelo som das palavras que a traduzem e depende muito de uma visualização algo fantasiosa.
Humoristas, cartunistas e redatores sabem muito bem o que podem fazer para alcançar o riso de seu público. A imagem do humor promove, por exemplo, uma discrepância entre a figura imprevista e uma expectativa convencional: o que deveria ser levado a sério se vê desvestido e exposto ao riso da surpresa. Já as palavras do humor escrito promovem basicamente um desencontro entre a gravidade de uma situação e o desbocamento verbal, ou uma alteração drástica de sentido que torna ridícula uma elocução moralista.
Como as artes não precisam se excluir, até porque muitas vezes se associam e se complementam, imagens e palavra por vezes se somam de modo a intensificar uma o sentido da outra. Outras linguagens artísticas, como a literatura e a música, por exemplo, podem associar-se, compor canções notáveis, tanto no registro mais popular como no erudito. Digamos então que tanto a legenda de uma foto pode ser vital para contextualizar uma imagem, como uma pintura associada a um poema empresta a ele um horizonte de projeção.

(Claudionor Martinho, a editar)

É adequadoo emprego do elemento sublinhado na frase:

A O riso é uma arma da qual não deixam de recorrer artistas de todas as linguagens.
B A surpresa impactante é um recurso de que muitos escritores não abrem mão.
C Millôr manifesta com sua frase uma convicção com cuja nem todos querem compartilhar.
D Há características em cada linguagem artística às quais não se pode desconsiderar.
E Existem cartunistas e redatores que o seu talento indiscutível acaba por aproximá-los.
Órgão: Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região Cargo: Analista Judiciário - Área: Apoio Especializado - Especialidade: Tecnologia da Informação Prova: FCC - TRT 2 - Analista Judiciário - Área: Apoio Especializado - Especialidade: Tecnologia da Informação - 2025