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Atenção : Leia o texto abaixo para responder às questões de números 1 a 6.

Medo do futuro 2: a ascensão da inteligência artificial

A ciência que poderia desafiar a morte combina tecnologias digitais aliadas à inteligência artificial e à engenharia genética

1. "O homem é um deus em ruínas", escreveu o americano Ralph Waldo Emerson no século 19. Desde que nossos antepassados distantes contemplaram, pela primeira vez, a dimensão divina, vivemos uma divisão profunda entre o nosso lado animal e o nosso lado capaz de imaginar o eterno.
2. Essa natureza dual entre o animal e o semidivino, o mortal e o imortal, é nossa característica mais marcante, tema de grandes livros e pensamentos filosóficos. Hoje é, também, tema que inspira várias pesquisas científicas, da engenharia genética à inteligência artificial. Será que a ciência vai ser capaz de transformar o ser humano a ponto de redefinir nossa relação com a morte?
3. Duzentos anos atrás, Mary Shelley publicava "Frankenstein", um romance gótico que continua sendo tão relevante hoje quanto foi no início do século 19. A ideia de que a ciência pode vencer a morte é pelo menos tão antiga quanto os alquimistas. No caso de Shelley, a ciência de ponta da época era o uso de correntes elétricas para estimular o movimento muscular, relação descoberta por Luigi Galvani e Alessandro Volta.
4. Hoje, a ciência de ponta que poderia desafiar a morte combina tecnologias digitais aliadas à inteligência artificial (IA) com a engenharia genética. Dos vários temas correlatos, discuto aqui a IA e se devemos ou não nos preocupar com esse tipo de tecnologia. Não que esteja prestes a desafiar a morte, longe disso. Mas seu impacto no mundo em que vivemos e no futuro da espécie humana deve ser considerado com cuidado, e quanto antes melhor.
5. O mundo depende fundamentalmente dos computadores. Carros, redes elétricas, aeroportos, trens, o sistema bancário, eleitoral, hospitais, as atividades individuais e profissionais do leitor, nada escapa. Paralelamente a essa dependência crescente, os computadores estão ficando mais espertos, dominando o mundo um pouco mais a cada dia. Com isso, passam a controlar tarefas cada vez mais complexas, tomando o lugar dos humanos.
6. Das cirurgias de alta precisão e diagnósticos médicos à automação de fábricas e linhas de produção, da exploração e tratamento de minérios em minas ou águas profundas ou em ambientes altamente radioativos até tomadas de decisão no mercado de capitais, nada parece escapar das máquinas digitais. Em breve, com veículos autônomos, será a vez dos caminhoneiros, dos motoristas de ônibus escolares, dos motoristas de táxi, dos maquinistas, criando um vácuo perigoso no mercado de trabalho, afetando milhões de pessoas, que precisariam ser retreinadas.
7. Por enquanto, ao menos, a tecnologia digital está se apoderando do mundo porque nós assim queremos. A questão, e temor de muitos, é se isso pode mudar. Se as tecnologias de IA tornarem-se autônomas, capazes de se programar e de ter intenções próprias, poderiam efetivamente controlar o mundo. Este é o argumento do filósofo Nick Bostrom, em seu livro "Superinteligência", da cruzada anti-IA do bilionário Elon Musk e do medo do físico Stephen Hawking, dentre outros.
8. Um dos problemas dessa conversa é como definir inteligência. Existe a IA do futuro, aquela que vemos nos filmes e livros de ficção científica, e a do presente, que está muito longe dela. A gente vê o acrônimo IA por toda a parte, algoritmos de aprendizado de máquinas, redes neurais, programas que vão aprimorando sua eficiência por si mesmos, computadores que ganham de mestres mundiais de xadrez e de Go.
9. Esse tipo de aplicação presente de IA não ameaça o futuro da espécie humana. Por enquanto, refletem a inteligência de seus programadores que, no fim das contas, servem aos interesses de suas empresas, tentando ganhar nossa atenção e dinheiro. Níveis atuais de IA (que não chamaria de IA) cumprem funções especificadas por seus programadores. Não têm autonomia ou intenção própria.
10. Esta situação pode mudar? É aqui que começa o problema. Não sabemos a resposta, não sabemos se uma máquina pode desenvolver autonomia e autoconsciência. As IA de hoje estão muito, muito longe do famoso Hall, o computador no filme (e livro) "2001: Uma Odisseia no Espaço", que resolveu matar todos os humanos na espaçonave por não julgá-los competentes para contatar alienígenas superinteligentes.
11. Por outro lado, avançar cegamente com a pesquisa em IA "porque podemos" me parece profundamente irresponsável. Muito antes de construirmos uma máquina de fato inteligente, se isso é realmente possível, a IA de menor porte causará sérios problemas sociais, redefinindo o mercado de trabalho e o tipo de habilidades e perícias que serão relevantes no futuro. Isso já está, aliás, acontecendo. Portanto, antes de nos preocuparmos com os primos do Hall dominando o mundo, deveríamos estar criando salvaguardas com a função de garantir que as máquinas que criamos estão aqui para servir a humanidade, e não para destruí-la aos poucos.

(Adaptado de: GLEISER, Marcelo. "Medo do futuro 2: a ascensão da inteligência artificial". Disponível em: Publicado em: 28 de out. de 2018. Acesso em: 10 de mar. de 2025)

Sobre o texto de Gleiser, é correto afirmar que o autor

A credita o sucesso da inteligência artificial à competência dos programadores e ao compromisso que eles têm com a ética científica.
B admira a obra "Frankenstein", de Mary Shelley, porque já no início do século 19 ela teria divulgado um conhecimento cientifico que permitirá ao homem chegar à imortalidade.
C teme que as novas habilidades desenvolvidas por computadores tomem o trabalho humano substituível, impactando negativamente a sociedade.
D considera a inteligência artificial promissora porque, em breve, ela permitirá que o ser humano viva para sempre.
E acredita que, mesmo que a inteligência artificial substitua alguns tipos de trabalho, ela dependerá da ação humana para existir.
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Atenção : Para responder às questões de números 6 a 10, baseie-se no texto seguinte.

Usos da tecnologia

O uso da tecnologia em geral e dos dispositivos digitais em particular adquiriu importância social e passou a ressignificar a vida das pessoas, no que tange à corrente de informações, aos vários níveis de comunicação, ao consumo e à educação. Com a pandemia do novo coronavírus, em 2020, o que vinha acontecendo gradativamente acabou sendo acelerado com o uso mais intenso da tecnologia, como nos casos do ensino a distância e do trabalho remoto.
O que já era uma tendência do mercado passou a fazer parte da rotina das pessoas. Grande parte da sociedade passou a vi- ver imersa em diversos recursos tecnológicos: mensagens instantâneas, aulas virtuais, áudios e vídeos compartilhados. São operações que nos aproximam e que solucionam problemas emergentes, mas que também requerem cuidado e prudência em sua utilização.
A integração crescente da tecnologia no nosso cotidiano pode impactar a saúde das pessoas de diversas maneiras, o uso excessivo de dispositivos digitais tornou-se de tal modo uma constante que passou a representar um sério risco para a saúde dos jovens, em boa parte sedentários e com distúrbios do sono, e do equilíbrio mental de toda pessoa que se entrega ao regime cativante das imagens, afastando-se cada vez mais dos componentes do mundo real. Além disso, a conectividade exagerada pode contribuir para intensificar a ansiedade e a frustração de expectativas entre os usuários renitentes da tecnologia. Ferramentas úteis e necessárias, quando mal utilizadas, podem tornar-se letais para quem delas faz uso indiscriminado.

(Adaptado de: Associação Brasileira de Qualidade de Vida (ABQV). Disponível em: https://abqv.org.br/uso-de-teconologia)

Há expressões do texto que salientam riscos consequentes do emprego indiscriminado das novas tecnologias, tal como ocorre no segmento

A intensificar a ansiedade . (3º parágrafo)
B componentes do mundo real . (3º parágrafo)
C vinha acontecendo gradativamente . (1º parágrafo)
D ensino a distância e do trabalho remoto . (1º parágrafo)
E integração crescente da tecnologia. (3º parágrafo)
Órgão: Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região Cargo: Analista Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade: Tecnologia da Informação Prova: FCC - TRT 6 - Analista Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade: Tecnologia da Informação - 2025
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Atenção : Considere o texto abaixo para responder às questões de números 1 a 7.

Em O fim da teoria, Chris Anderson afirma que quantidades inimagináveis de dados (o Big Data) tornariam as teorias completamente obsoletas: "Hoje, empresas que cresceram em uma era de dados massivamente abundantes não precisam se contentar com modelos errados. Na verdade, elas não precisam mais se contentar com modelos”. A psicologia ou sociologia orientada por dados torna possível prever e controlar com precisão o comportamento humano. As teorias estão sendo substituídas por dados diretos.
O Big Data, na verdade, não explica nada. Apenas revela correlações entre as coisas. Mas as correlações são a forma mais primitiva de conhecimento. Nada é compreendido nas correlações. O Big Data não é capaz de explicar por que as coisas se comportam da maneira como se comportam. Não são estabelecidas conexões causais nem conceituais.
A teoria como narração cria uma ordem de coisas, relacionando-as umas com as outras e explicando por que elas se comportam da maneira como se comportam. Em contraste com o Big Data, ela nos oferece a forma mais elevada de conhecimento, qual seja, a compreensão. O Big Data, por outro lado, é totalmente aberto.
A teoria na forma de desfecho prende as coisas em uma estrutura conceitual e as toma, com isso, apreensíveis. O fim da teoria significa, em última instância, dizer adeus ao conceito como espírito. A inteligência artificial funciona muito bem sem o conceito. Inteligência não é espirito. Somente o espírito é capaz de uma nova ordem das coisas, de uma nova narração. A inteligência calcula. O espírito, todavia, narra. Em um mundo saturado de dados e informações, a capacidade de narrar se atrofia. Com isso, a construção de teorias se torna algo mais raro, até mesmo arriscado.
A inteligência artificial não pode pensar porque não pode se apaixonar, porque não é capaz de uma narração apaixonada. Os diálogos de Platão já deixam claro que a filosofia é uma narração. A filosofia como ciência renega seu caráter narrativo originário. Ela se priva de sua linguagem. Emudece. Assim, a atual crise da narração também está se apoderando da filosofia e lhe pondo um fim. No instante em que a filosofia reivindica ser uma ciência, ser uma ciência exata, seu declínio começa.

(HAN, Byung-Chul. A crise da narração . Trad. Daniel Guilhermino. Petrópolis: Editora Vozes. edição digital, 2023)

O autor do texto estabelece uma oposição entre

A o comportamento humano e os modelos teóricos equivocados.
B a capacidade de calcular e a capacidade de narrar.
C as conexões causais e as teorias obsoletas.
D os dados precisos e os modelos errados.
E a inteligência artificial e a nova ordem social estabelecida.
Órgão: Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região Cargo: Técnico Judiciário - Área: Agente da Polícia Judicial Prova: FCC - TRT 15 - Técnico Judiciário - Área: Agente da Polícia Judicial - 2025
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Atenção : Para responder às questões de números 8 a 15, considere o texto a seguir.

Como arquiteto e paisagista, pertenço ao grupo de estudiosos que adota o ponto de vista do ordenador, que difere do planejador, embora ambos façam parte de um mesmo processo. O enfoque do ordenador resume-se na tentativa de avaliação da cidade como uma estrutura global do meio ambiente e não somente como uma série de elementos que fortuitamente se interligaram. É possível, por exemplo, avaliar a cidade em termos de experiência pela qual passam todas as pessoas que nela vivem. Primeiro, constroem as ruas, implantam a infraestrutura, depois os prédios e, se sobrar espaço, colocam uma ou duas árvores ou um chafariz. Em torno disso, pessoas e automóveis.
Outra forma de avaliação da cidade seria através da relação entre quatro elementos: edifícios, espaço para veículos, espaço para pedestres e elementos naturais. Estamos tão acostumados a viver rodeados por edifícios e automóveis que não nos ocorre a possibilidade de questionar se eles estão fora de proporção. O espaço para pedestres é o que sobrou do espaço destinado aos automóveis. Caminhamos contornando as calçadas, ao longo das ruas ou através de estacionamentos, se o automóvel nos der passagem. Nas cidades, especialmente no centro, a vegetação constitui apenas um elemento decorativo. Se as plantas fossem de plástico, não faria diferença nenhuma, já que não tem nenhuma função específica.
Na arquitetura, uma extensa série de argumentos históricos demonstram que as árvores não são necessárias à ordenação urbana. Um dos sempre repetidos é que a praça São Marcos, em Veneza, não tem árvores. Mas esse é um tipo de argumento evasivo, pois não explica como foi construída a praça São Marcos.
É preciso não esquecer que uma árvore tem funções comparáveis as de um prédio. Ela molda o espaço, dá abrigo, modera o clima e estabelece relacionamento entre nós e os espaços mais amplos que nos rodeiam. Como um dos principais elementos do melo ambiente, não é apenas uma peça decorativa, colocada defronte a um edifício: ordena o espaço da mesma maneira que a arquitetura molda o espaço.
Além das árvores e outros elementos que compõem o conjunto urbano, é igualmente importante considerar o tipo de relação que existe entre edifícios, veículos, pedestres e elementos naturais. Tomemos o caso de São Paulo. Sobrevoando a cidade de helicóptero, o panorama é espantoso. Por que um povo inteligente construiria edifícios de vinte andares, com fachadas cheias de janelas, afastadas a cada quatro ou cinco metros, através das quais os moradores só podem se ver uns aos outros?

(Adaptado de: ECKBO. Garret. O Paisagismo nas Grandes Metrópoles. São Paulo: Ateliê, 2008, pp. 39-42)

O enfoque do ordenador resume-se na tentativa de avaliação da cidade como uma estrutura global do melo ambiente e não somente como uma série de elementos que fortuitamente se interligaram.

O trecho acima pretende

A esclarecer o nível de abrangência da avaliação levada a cabo pelo ordenador, centrada nos aspectos que se desenvolveram à margem do planejamento urbano.
B delimitar o enfoque do ordenador, que percebe a cidade como um enclave no meio ambiente, opondo-se a este por suas relações de necessidade e não de casualidade.
C mostrar como o ordenador urbano deve, a princípio, isolar cada um dos elementos que compõe a cidade, a fim de avaliar sua real importância para a manutenção de um ambiente autorregulador.
D explicar que o ordenador urbano deve restringir-se à avaliação dos aspectos que embasam o planejamento urbano de uma cidade, numa visão diacrônica dos problemas.
E definir o papel do ordenador, que considera o meio ambiente como o conjunto de elementos formadores do tecido urbano, e não apenas como a natureza.

É característica do modelo clássico de gestão de pessoas dar ênfase

A no desenvolvimento organizacional.
B na análise situacional para abordagem eficaz.
C na comunicação e participação dos recursos humanos.
D no bem-estar dos trabalhadores.
E na eficiência dos trabalhadores.

Dentre os métodos ágeis aplicáveis à organização do trabalho para aumentar a produtividade, destacam-se o Scrum ео Kanban, sendo que

A o Kanban prevê que as atividades sejam realizadas dentro do sprint (arrancada) definido a partir do product backlog (carteira de produtos).
B o Scrum, conhecido pela estrutura de processo empírico, gira em torno de três pilares principais: transparência, inspeção e adaptação.
C ambos são métodos que focam no fluxo de processos e no prazo das entregas, sendo o Scrum preditivo e o Kanban orientativo e reativo.
D o Scrum foca no acompanhamento visual dos processos, com a elaboração de matriz, conhecida como tabuleiro.
E o Kanban é um processo que prevê repetições e aprimoramento gradual, tendo como base o conhecimento e a tomada de decisões que vêm da experiência.
Órgão: Controladoria Geral do Município de São Paulo Cargo: Auditor de Controle Interno - Área: Geral Prova: FCC - CGM SP - Auditor de Controle Interno - Área: Geral Conhecimentos Específicos - 2025

Considere que a Prefeitura de São Paulo esteja enfrentando desafios para implementar projetos em áreas diversas, cada uma com requisitos distintos em termos de flexibilidade, previsibilidade e colaboração. Um Analista ficou encarregado de analisar os projetos e indicar a metodologia mais adequada. Assim, para o projeto de

A implantação de um sistema de gestão tributária com um cronograma rígido, alto grau de regulamentação e entrega única no final, ele indicou o Scrum , por permitir mudanças incrementais no Sprint Backlog durante cada Sprint , caso haja ajustes no controle regulatório.
B revitalização de infraestrutura viária, incluindo a construção de pontes e viadutos, com etapas claramente definidas e necessidade de alta previsibilidade, ele indicou o Lean, uma vez que o Architecture Owner pode garantir que as decisões arquitetônicas suportem os objetivos do negócio e sejam sustentáveis ao longo das etapas de construção.
C desenvolvimento de um aplicativo de transporte público, com entregas frequentes e foco em priorizar mudanças contínuas para atender às demandas dos cidadãos, ele indicou o Waterfall, por sua capacidade de prever todas as etapas e evitar mudanças durante o desenvolvimento.
D digitalização do atendimento de saúde, combinando a modernização de equipamentos hospitalares (com cronogramas fixos) e a criação de um portal interativo para os cidadãos, que requer ajustes frequentes com base no feedback dos usuários, ele indicou a metodologia hibrida Agile-Waterfall, que permite combinar a estrutura de fases do Waterfall para equipamentos com a flexibilidade do Agile para o portal.
E implantação de painéis inteligentes de monitoramento urbano em tempo real, que exigem desenvolvimento rápido e alta interação entre equipes multidisciplinares, ele indicou a metodologia Disciplined Agile Deploy (DAD), que permite reduzir desperdícios, fornece alta adaptabilidade no desenvolvimento e utiliza a métrica cycle time , que mede o tempo total desde o início até a entrega de uma tarefa, ajudando a identificar gargalos no projeto.
Órgão: Prefeitura de São Paulo Cargo: Analista de Planejamento e Desenvolvimento Organizacional - Área TIC Prova: FCC - Prefeitura de São Paulo - Analista de Planejamento e Desenvolvimento Organizacional - Área TIC - 2025

O procedimento da conservação preventiva que deve ser executado antes de qualquer intervenção, atuando diretamente na redução dos agentes de degradação que afetam os acervos, é

A a desinfestação.
B a higienização,
C a aspiração.
D o banho.
E a umectação.
Órgão: Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região Cargo: Analista Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade: Arquivologia Prova: FCC - TRT 15 - Analista Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade: Arquivologia - 2025

São considerados acidente de trabalho aqueles sofridos no local e no horário do trabalho, em consequência de:

I. ato de agressão, sabotagem ou terrorismo praticado por terceiro ou companheiro de trabalho.
II. ofensa física acidental, por motivo de disputa alheio ao trabalho.
III. ato de imprudência, de negligência ou de imperícia de terceiro ou de companheiro de trabalho.
IV. desabamento, inundação, incêndio e outros casos fortuitos ou decorrentes de força maior.

Está correto o que se afirma APENAS em

A I, II e IV.
B I, III e IV.
C II, III e IV.
D I, II e III.
E I e IV.
Órgão: Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região Cargo: Analista Judiciário - Área Apoio Especializado Engenharia de Segurança do Trabalho Prova: FCC - TRT 15 - Analista Judiciário - Área Apoio Especializado Engenharia de Segurança do Trabalho - 2025

Na análise de um projeto de proteção contra incêndio, combate ao fogo e meios de fuga de uma edificação municipal, verificou-se, além dos símbolos básicos utilizados, os seguintes símbolos suplementares para complementação dos símbolos básicos:

Os símbolos I, II, III e IV referem-se, respectivamente, a

A gás explosivo; orifício de saída ou escoamento; detector pontual de fumaça: e detector pontual de calor (térmico).
B detector pontual de calor (térmico); detector de fumaça e chama; acionamento manual, e acionamento manual.
C detector pontual de calor (termovelocimétrico); detector pontual de monóxido de carbono; de iluminação de emergência à prova de explosão e pó; e orifício de entrada de alimentação.
D detector pontual de fumaça; detector de chama; ponto de iluminação de emergência instalado até 3 m de altura; e gás explosivo.
E orifício de entrada ou alimentação; orifício de saída ou escoamento; acionamento manual; e orifício de saida ou escoamento.
Órgão: Controladoria Geral do Município de São Paulo Cargo: Auditor Municipal de Controle Interno - Área: Infraestrutura Prova: FCC - CGM SP - Auditor Municipal de Controle Interno - Área: Infraestrutura Conhecimentos Especializados - Prova 3 - 2025