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Em um projeto de perfuração de poços para água, pretende-se, entre outros fatores, estimar a porosidade. O perfil mais preciso para essa estimativa é o

A perfil de nêutrons.
B perfil sônico.
C perfil elétrico.
D perfil de raios gama.
E perfil de densidade.
Órgão: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba Cargo: Técnico de Laboratório - Área: Mineração Prova: Instituto AOCP - IFPB - Técnico de Laboratório - Área: Mineração - 2025

Carlos, empresário do ramo de tecnologia, deseja firmar um contrato com uma entidade da Administração Pública para fornecer equipamentos de informática. Durante sua pesquisa, ele descobre que a entidade em questão possui personalidade jurídica de direito privado e capital exclusivamente público. Com base nessas informações a respeito desse caso hipotético, é correto afirmar que Carlos está negociando com um(a)

A autarquia.
B fundação pública.
C sociedade de economia mista.
D empresa pública.
E órgão da administração direta.

De acordo com a Lei nº 9.394/1996, os docentes possuem atribuições específicas relacionadas à dimensão pedagógica, avaliativa e social do processo educativo. Considerando as disposições legais, assinale a alternativa correta quanto às incumbências atribuídas aos docentes na educação básica.

A Compete aos docentes especificadamente a ministração dos conteúdos programáticos e a elaboração de instrumentos avaliativos, não sendo de sua responsabilidade o planejamento pedagógico ou a articulação com a comunidade escolar.
B Os docentes são responsáveis por elaborar e cumprir o plano de trabalho de forma autônoma, podendo divergir da proposta pedagógica do estabelecimento de ensino, desde que garantam a aprendizagem dos alunos.
C Cabe aos docentes zelar pelo ensino, participar da elaboração da proposta pedagógica, estabelecer estratégias de recuperação para os discentes com menor rendimento, ministrar os dias letivos e as horas-aula previstos.
D As funções docentes restringem-se à execução de tarefas de ensino em sala de aula, não abrangendo a participação em atividades de planejamento, formação continuada ou articulação institucional.
E Aos docentes incumbe, pormenorizadamente, acompanhar o desempenho dos estudantes, sendo facultativa a participação em atividades de planejamento e avaliação institucional.

Um grupo operativo realizado com adolescentes para reflexão sobre a temática do bullying e do cyberbullying utilizou a técnica cujo objetivo é promover um processo de aprendizagem para os sujeitos envolvidos. De acordo com os pressupostos de Pichon Rivière, assinale a alternativa correta.

A O processo grupal se caracteriza por uma dialética, permeado por contradições, e sua tarefa principal é analisar essas contradições (das opiniões e posição dos adolescentes).
B Por se tratar de um grupo de discussão temática, os membros do grupo não se vinculam, apenas comunicam suas ideias e debatem opiniões sobre o tema.
C Quando se propõe uma tarefa (discussão sobre o tema de bullying e cyberbullying), logo os jovens devem iniciar suas proposições, em um movimento contínuo.
D A pré-tarefa é um momento de receptividade à proposta da atividade, visto que diversos jovens do grupo já vivenciaram o bullying e podem falar sobre o tema com propriedade.
E A tele no grupo é a análise que se faz sobre o atingimento dos objetivos da tarefa, de aprendizagem sobre o tema e possibilidade de encerramento do encontro.

Um psicólogo que trabalha em um posto de saúde na cidade onde mora, na última reunião com seu supervisor, recebeu a notícia de que será exonerado e um outro psicólogo irá assumir seu cargo. Nessa situação, de acordo com o Código de Ética do Psicólogo, ele deverá

A repassar todo o material ao psicólogo que irá substitui-lo, ou lacrá-lo para posterior utilização pelo psicólogo substituto.
B reportar ao Conselho Regional de Psicologia sobre a interrupção de suas atividades como psicólogo no posto de saúde.
C contactar as pessoas (ou responsáveis) atendidas por ele com o intuito de transmitir o novo endereço de atendimento.
D descartar o material relacionado aos indivíduos atendidos, tanto registros de atendimentos quanto testes aplicados nos últimos cinco anos.
E designar o material de seu trabalho realizado no posto de saúde a um psicólogo de sua confiança para que este decida o que fazer.

Ao elaborar o catálogo de técnicas pedagógicas, o pedagogo de um Instituto Federal observou que parte dos docentes que atuam no ensino profissional técnico ainda compreendia essa modalidade de ensino apenas como um espaço para preparar os alunos para o mercado de trabalho, desconsiderando sua dimensão formativa mais ampla. Tendo em vista a relação entre educação e o mundo do trabalho, qual deve ser o foco do pedagogo ao organizar o catálogo?

A Abordar exigências específicas do mercado de trabalho.
B Favorecer uma proposta curricular baseada em competências para a empregabilidade.
C Articular de forma indissociável ciência, tecnologia, cultura e trabalho.
D Propor o uso de tecnologias como fundamento dos cursos técnicos de base tecnológica.
E Direcionar a formação dos estudantes para o domínio da Educação 4.0.
Texto associado
Leia o texto a seguir para responder às questões 7 e 8.

Texto 3

Disponível em:
https://cartum.folha.uol.com.br/charges/2025/01/05/jeangalvao.shtml. Acesso em: 02 abr. 2025.

Assinale a alternativa que analisa corretamente os elementos linguísticos empregados no Texto 3.

A A palavra “cumprir” está grafada com “u” porque reflete a norma popular empregada pelo falante. Na norma-padrão, a grafia adequada seria “comprir”.
B O termo “pra” é de uso corrente na linguagem coloquial e sinaliza uma relação de finalidade entre as orações no excerto “Anotei pra não esquecer.”.
C A utilização da contração “pra” ao invés de “para” está inadequada no texto, considerando que se trata de uma charge jornalística.
D Em “Vai cumprir as resoluções desta vez?”, a locução verbal “vai cumprir” poderia ser substituída por “cumpriu” sem que isso modificasse o sentido da pergunta.
E Na locução verbal “vai cumprir”, em “Vai cumprir as resoluções desta vez?”, o verbo auxiliar modaliza o discurso expressando certeza por parte do falante.
Órgão: Tribunal Regional Eleitoral de Tocantins Cargo: Técnico Judiciário - Área: Agente da Polícia Judicial Prova: Instituto AOCP - TRE TO - Técnico Judiciário - Área: Agente da Polícia Judicial - 2025
Texto associado
Texto 1

A importância da leitura na era digital
Por Ricardo Ramos

Vivemos em uma era digital em que a informação está disponível a apenas alguns cliques de distância. Com o avanço das tecnologias, o acesso ao conhecimento tornou-se mais democrático e, ao mesmo tempo, mais desafiador. A leitura continua sendo uma das atividades mais poderosas para o desenvolvimento pessoal e profissional, mas tem enfrentado uma nova concorrência: a dos conteúdos rápidos, visuais e de fácil consumo, como vídeos curtos, redes sociais e streaming. Neste contexto, a leitura tem uma importância ainda maior para quem busca profundidade e análise crítica.
A leitura ativa, seja de livros, artigos científicos, ou textos longos e bem estruturados, permite uma compreensão detalhada dos temas e desenvolve habilidades cognitivas essenciais. Diferente de um vídeo ou uma postagem nas redes sociais, a leitura de um texto exige um esforço ativo do leitor para interpretar, refletir e conectar as informações com o que já sabe. Essa prática contínua estimula o cérebro, melhorando o vocabulário, a capacidade de argumentação e a memória.
Além disso, a leitura oferece um momento de introspecção que pode ser terapêutico. Em um mundo onde o ritmo acelerado parece ser a norma, parar para ler pode ser uma forma de desconectar-se das pressões externas e mergulhar em um universo próprio. Estudos mostram que a leitura reduz o estresse, ajudando a diminuir os níveis de cortisol, o hormônio relacionado ao estresse. Em outras palavras, ler pode ser uma forma eficaz de relaxamento.
No ambiente profissional, a leitura é igualmente indispensável. Profissionais que leem com regularidade estão em constante aprendizado, o que os ajuda a manter-se atualizados com as novas tendências de suas áreas e a desenvolver uma visão crítica dos temas que abordam. Além disso, a leitura de artigos, relatórios e livros específicos oferece insights e referências que podem fazer a diferença em discussões, apresentações e tomadas de decisões estratégicas. Não é à toa que líderes de renome, como Bill Gates e Warren Buffet, atribuem grande parte de seu sucesso ao hábito constante de leitura.
A leitura na era digital, porém, não é desprovida de desafios. Com a infinidade de conteúdos disponíveis na internet, a capacidade de concentração tem sido afetada. Muitos leitores relatam dificuldade em manter a atenção em um único texto, devido ao hábito de navegar por diversas fontes de informação ao mesmo tempo. Esse fenômeno, conhecido como “leitura fragmentada”, prejudica a compreensão total e aprofundada de um texto, tornando o consumo de informação mais superficial.
Para enfrentar essa questão, algumas estratégias podem ser adotadas. Uma delas é o “deep reading” ou “leitura profunda”, que consiste em ler sem distrações e dedicar um tempo específico para mergulhar no conteúdo. Outra técnica útil é anotar os principais pontos e reflexões ao longo do texto, ajudando a fixar as informações. Ao valorizar a leitura profunda, é possível aproveitar ao máximo o que um texto tem a oferecer.
Concluindo, a leitura permanece uma atividade fundamental, mesmo em um mundo digitalizado. Ela continua sendo uma ferramenta insubstituível para o aprendizado, o desenvolvimento pessoal e o bem-estar emocional. Portanto, cultivar o hábito de ler é uma forma de garantir que estaremos mais preparados para os desafios de uma sociedade em constante transformação. Afinal, o conhecimento é um dos poucos ativos que ninguém pode tirar de nós.

RAMOS, Ricardo. A importância da leitura na era digital. Carta de Notícias, [S.l.], 2024. Disponível em: https://cartadenoticias.com.br/2024/opiniao/ricardo-ramos/aimportancia-da-leitura-na-era-digital/. Acesso em: 12 maio 2025.

Texto 2

Disponível em: https://www.naoentreaki.com/. Acesso em: 09 maio 2025.

Considerando aspectos linguísticos e expressivos que contribuem para a construção do sentido do Texto 2, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).

I. Em “Preciso ganhar dinheiro!”, o sujeito da oração é desinencial e o verbo “preciso” está flexionado na 1ª pessoa do singular do presente do indicativo, indicando uma ação atribuída ao próprio enunciador.
II. As reticências, empregadas no segundo quadrinho, sugerem uma pausa reflexiva e indicam o fim da interação entre os personagens.
III. O ponto de exclamação em “Preciso ganhar dinheiro!” reforça o tom de urgência e intensidade da fala do personagem adulto, revelando sua justificativa enfática para a ausência.

A Apenas I e II.
B Apenas I e III.
C I, II e III.
D Apenas II e III.
E Apenas II.
Órgão: Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro Cargo: Técnico em Nível Superior - Área: Biblioteca Prova: Instituto AOCP - UENF - Técnico em Nível Superior - Área: Biblioteca - 2025
Texto associado
Por que o trema foi abolido da língua portuguesa?

Por padronização: o Brasil era o único país lusófono que ainda usava esse sinal, abandonado em Portugal em 1945. Ele era útil, porém. E a saudade permanece.

Bruno Vaiano

Por padronização, de maneira muito resumida. Portugal abandonou esse sinal diacrítico em 1945 e ele não aparecia com frequência nos textos de nenhum país lusófono – com exceção do Brasil, é claro.
Com o acordo ortográfico mais recente, ratificado em 2008, a maioria se impôs e ficamos sem “lingüiça”, “seqüestro” e “cinqüenta”. Era mais fácil nós pararmos de usar o “ü” do que os outros países se acostumarem a usá-lo.
Antes de mais nada, vale explicar o trema para os mais novos, alfabetizados após a abolição do dito-cujo. Esse sinal avisava que o falante deveria pronunciar a letra “u” depois de um “q” ou “g”. Portanto, “agüentar”, “pingüim” e “tranqüilo” carregavam um casal de pontinhos em cima do “u”, mas “queijo”, “caiaque” e “enfoque”, não.
Pode parecer uma minúcia, mas o trema era útil na hora de ler uma palavra que você nunca havia ouvido ninguém pronunciar. Por exemplo: o correto é dizer “quinquênio” com as duas letras “u”, algo que todo mundo saberia caso esse palavrão exótico ainda fosse escrito “qüinqüênio”, como era regra no Brasil até 2008.
O trema se tornou obrigatório aqui em Pindorama no chamado Formulário Ortográfico de 1943. Ou seja: nós abraçamos esse sinal diacrítico apenas dois anos antes de Portugal abandoná-lo para todo o sempre. Faltou comunicação transatlântica (na época, claro, o mundo estava passando pela 2ª Guerra, Brasil e Portugal eram ditaduras e os países africanos lusófonos ainda eram colônias).
Na época, muitos linguistas brasileiros ficaram insatisfeitos com a abolição do trema (e com vários outros aspectos do acordo mais recente), argumentando que os pontinhos eram perfeitamente úteis e que sua ausência dificulta a leitura.
O gramático Gladstone Chaves de Melo, morto em 2001, já considerava a abolição do trema um “absurdo” desde muito antes do acordo entrar em vigor, já que as mudanças já estavam pautadas desde 1990.
Edmílson Monteiro Lopes, da Universidade Federal do Ceará (UFCE), escreveu: “Queiram ou não os mentores da inoportuna reforma, o trema é útil, necessário para a pronúncia e conservação de grande número de palavras. Sem ele, com o tempo, muitas se deformariam.”
Para Lúcia Fulgêncio e Mário A. Perini, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), “A eliminação do trema representa um afastamento entre a escrita e a fala; não gera dificuldades para a escrita, mas sim para a pronúncia. (…) Temos que concluir que a ortografia de 1971 é superior à de 2009 neste particular”.
Eles admitem que o sinal é desnecessário para quem já sabe pronunciar as palavras. Mas explicam que, “Aqui, o inconveniente afeta mais os estrangeiros, que não conhecem a pronúncia, e os falantes do português apenas quando se trata de uma palavra desconhecida, ou uma daquelas que a gente só conhece pela escrita.”
Ou seja: se você sente saudade do trema, você não está sozinho. Em nome da padronização internacional, o Brasil ficou sem seus pontinhos de estimação.

Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/por-que-o-trema-foi-abolido-da-lingua-portugue-sa/. Acesso em: 15 out. 2025.

Assinale a alternativa correta sobre a estrutura do texto de apoio.

A Por se tratar de um texto narrativo, nota-se a presença de muitas expressões de tempo e de lugar ao longo do texto.
B O texto é predominantemente argumentativo, pois expõe os fatos com imparcialidade, informa fatos reais e sua linguagem é objetiva e direta.
C Trata-se de uma sequência explicativa, com algumas marcas opinativas, na qual há explicações sobre a abolição do trema, bem como informações sobre o assunto e o contexto histórico.
D O texto em questão pertence à sequência descritiva, uma vez que há descrição de fatos e situações que envolvem o uso do trema.
E A sequência injuntiva é predominante no texto, visto que há interações e diálogos com o leitor.
Texto associado
Por que o trema foi abolido da língua portuguesa?

Por padronização: o Brasil era o único país lusófono que ainda usava esse sinal, abandonado em Portugal em 1945. Ele era útil, porém. E a saudade permanece.

Bruno Vaiano

Por padronização, de maneira muito resumida. Portugal abandonou esse sinal diacrítico em 1945 e ele não aparecia com frequência nos textos de nenhum país lusófono – com exceção do Brasil, é claro.
Com o acordo ortográfico mais recente, ratificado em 2008, a maioria se impôs e ficamos sem “lingüiça”, “seqüestro” e “cinqüenta”. Era mais fácil nós pararmos de usar o “ü” do que os outros países se acostumarem a usá-lo.
Antes de mais nada, vale explicar o trema para os mais novos, alfabetizados após a abolição do dito-cujo. Esse sinal avisava que o falante deveria pronunciar a letra “u” depois de um “q” ou “g”. Portanto, “agüentar”, “pingüim” e “tranqüilo” carregavam um casal de pontinhos em cima do “u”, mas “queijo”, “caiaque” e “enfoque”, não.
Pode parecer uma minúcia, mas o trema era útil na hora de ler uma palavra que você nunca havia ouvido ninguém pronunciar. Por exemplo: o correto é dizer “quinquênio” com as duas letras “u”, algo que todo mundo saberia caso esse palavrão exótico ainda fosse escrito “qüinqüênio”, como era regra no Brasil até 2008.
O trema se tornou obrigatório aqui em Pindorama no chamado Formulário Ortográfico de 1943. Ou seja: nós abraçamos esse sinal diacrítico apenas dois anos antes de Portugal abandoná-lo para todo o sempre. Faltou comunicação transatlântica (na época, claro, o mundo estava passando pela 2ª Guerra, Brasil e Portugal eram ditaduras e os países africanos lusófonos ainda eram colônias).
Na época, muitos linguistas brasileiros ficaram insatisfeitos com a abolição do trema (e com vários outros aspectos do acordo mais recente), argumentando que os pontinhos eram perfeitamente úteis e que sua ausência dificulta a leitura.
O gramático Gladstone Chaves de Melo, morto em 2001, já considerava a abolição do trema um “absurdo” desde muito antes do acordo entrar em vigor, já que as mudanças já estavam pautadas desde 1990.
Edmílson Monteiro Lopes, da Universidade Federal do Ceará (UFCE), escreveu: “Queiram ou não os mentores da inoportuna reforma, o trema é útil, necessário para a pronúncia e conservação de grande número de palavras. Sem ele, com o tempo, muitas se deformariam.”
Para Lúcia Fulgêncio e Mário A. Perini, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), “A eliminação do trema representa um afastamento entre a escrita e a fala; não gera dificuldades para a escrita, mas sim para a pronúncia. (…) Temos que concluir que a ortografia de 1971 é superior à de 2009 neste particular”.
Eles admitem que o sinal é desnecessário para quem já sabe pronunciar as palavras. Mas explicam que, “Aqui, o inconveniente afeta mais os estrangeiros, que não conhecem a pronúncia, e os falantes do português apenas quando se trata de uma palavra desconhecida, ou uma daquelas que a gente só conhece pela escrita.”
Ou seja: se você sente saudade do trema, você não está sozinho. Em nome da padronização internacional, o Brasil ficou sem seus pontinhos de estimação.

Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/por-que-o-trema-foi-abolido-da-lingua-portugue-sa/. Acesso em: 15 out. 2025.

Assinale a alternativa correta em relação à colocação pronominal no texto.

A No excerto “[…] a maioria se impôs e ficamos sem ‘lingüiça’, ‘seqüestro’ e ‘cinqüenta’.”, o pronome em destaque poderia vir mesoclítico ao verbo “impôs”.
B Em “Era mais fácil nós pararmos de usar o ‘ü’ do que os outros países se acostumarem a usá-lo.”, o pronome não poderia aparecer após o verbo “acostumarem”.
C No excerto “O trema se tornou obrigatório aqui em Pindorama no chamado Formulário Ortográfico de 1943.”, a expressão em destaque poderia ser “tornou-se”, sem prejuízo sintático à oração.
D Em “Sem ele, com o tempo, muitas se deformariam .”, a oração destacada também poderia ser grafada como: “muitas deformariamse”, sem prejuízo sintático.
E No trecho “[…] e os falantes do português apenas quando se trata de uma palavra desconhecida […]”, o pronome destacado poderia aparecer enclítico ao verbo “trata”.