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Questões para Concursos
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CEBRASPE
51.723 questões
FGV
25.316 questões
FCC
24.632 questões
AOCP
23.496 questões
IBFC
11.190 questões
VUNESP
11.173 questões
Instituto Quadrix
10.156 questões
FUNDATEC
9.088 questões
IBADE
7.820 questões
CESGRANRIO
6.013 questões
CONSULPLAN
4.174 questões
FEPESE
3.585 questões
IADES
3.439 questões
IESES
2.627 questões
OBJETIVA
2.462 questões
SELECON
2.377 questões
IDECAN
1.907 questões
MS CONCURSOS
1.485 questões
Instituto Legalle
1.281 questões
FAFIPA
1.161 questões
FUMARC
842 questões
ACAFE
551 questões
INSTITUTO AOCP
430 questões
NUCEPE
378 questões
FUNIVERSA
348 questões
FAURGS
203 questões
FIOCRUZ
48 questões
MACKENZIE
48 questões
CETRO
17 questões
24.776 questões encontradas
Com relação à temática da evolução da educação, julgue o item que se segue. No Brasil, o período republicano inaugurou a educação igualitária para as classes populares.
Julgue o item a seguir, relacionados a citologia. Durante a divisão mitótica, a prófase tem início quando as proteínas coesinas são clivadas, o que permite que as duas cromátides-irmãs de cada par se separem repentinamente e cada cromátide se torne um cromossomo completamente pronto.
Para um capacitor de placas planas e paralelas, preenchido pelo ar, as placas têm área igual a 7 × 10 −5 m² e são separadas por 0,5 mm. Inicialmente, uma bateria de 12,0 V é conectada entre as placas; em um segundo momento, a bateria é desconectada e uma barra de mica de constante dielétrica igual a 8 é introduzida no capacitor, preenchendo totalmente o espaço entre as placas. A partir dessas informações, julgue os itens subsequentes, considerando que, nas condições do ambiente, a constante elétrica do ar é 10 × 10 −12 F/m. Caso a bateria seja reconectada após a introdução do dielétrico, a carga elétrica acumulada nas placas do capacitor será inferior a 15 pC.
Texto associado
Entre as décadas de 1890 e 1930, período caracterizado pelo processo de modernização das grandes cidades, observou-se uma das maiores transformações técnicas nas habitações: a sua articulação aos sistemas de infraestrutura urbana. Com a chegada dos serviços de abastecimento de energia e saneamento no interior da moradia, surgiu a necessidade de espaços e práticas específicas para o funcionamento da nova aparelhagem, o que implicava a reorganização dos ambientes e da vida doméstica. Um dos grandes feitos da tecnologia das canalizações foi concentrar e organizar os fluxos de água pura e servida, antes dispersos pelo espaço da cidade, e estabelecer, assim, maior controle sobre a captação e o descarte da água. Simultaneamente à oferta da infraestrutura sanitária, existia uma série de ações deliberadas para a extinção do uso compartilhado e gratuito da água, como a destruição dos chafarizes, para forçar a conexão das residências às redes urbanas, e a proibição do uso dos rios e córregos para banho, lavagem de roupa ou despejo de dejetos. Além dos riscos que ofereciam à saúde pública, essas práticas, comuns até então, passaram a ser consideradas como expressão do atraso civilizacional das grandes cidades do país, obstáculos em seu processo de modernização. Nesse sentido, o cerceamento de determinadas práticas no espaço público respondia ao enquadramento de ordem do sistema de higiene, pelo qual se promovia a casa como lugar privilegiado do domínio sobre o consumo da água e de eliminação dos dejetos. Trata-se do processo que François Béguin, engenheiro de materiais e ex-líder do Grupo de Energia e Meio Ambiente, na França, denomina de “domesticação da circulação dos fluidos”, em referência ao pioneiro sistema urbano de redes nas cidades industriais inglesas do século XIX. Béguin mostra que, embora não tenham sido desenvolvidos para as habitações residenciais, o aparelhamento técnico e as atividades de captação de água, lavagem de roupa, banhos, despejo de água servida etc. passaram a ter lugar nos espaços domésticos. A configuração arquitetônica foi transformada com a instalação de dispositivos e equipamentos, bem como com a formulação de ambientes especiais, como os banheiros. Clarissa de Almeida Paulillo. Padrões e apropriações da higiene na consolidação do banheiro nas moradias paulistanas (1890−1930). In: Anais do Museu Paulista: História e Cultura Materia l, São Paulo, v. 30, p. 1–38, 2022. Internet: (com adaptações).