Leia o texto a seguir.
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE
SUPERINTENDÊNCIA DE SERVIÇOS ESPECIALIZADOS E REGULAÇÃO
GERÊNCIA DE REGULAÇÃO DE INTERNAÇÕES HOSPITALARES
OFÍCIO Nº 06/SUR/GERIH Florianópolis, 11 de fevereiro de 2025
Considerando que o Sistema SES Leitos 2.0, já se encontra implantado em toda a rede hospitalar própria e contratualizada do SUS, solicitamos aos hospitais/Núcleo Interno de Regulação (NIR) que atualizem o sistema mantendo cadastros somente os leitos SUS.
O número de leitos cadastrados deve estar de acordo com o quantitativo de leitos habilitados (CNES) ou custeados pelo Política de Valorização dos Hospitais (PVH).
Os leitos SUS devem ser utilizados exclusivamente para internação de pacientes em atendimento no Sistema Único de Saúde SUS.
A Solicitação de Internação de paciente do privado/convenio no leito SUS, deve obedecer às regras de acesso ao SUS, que deve ocorrer através de fila única de acesso aos leitos via Central de Regulação de Internações Hospitalares Macrorregional (CRIHMR).
É vedada a funcionalidade de “bloqueio de leitos” pelos operadores hospitalares do Sistema.
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Texto associado
Leia o texto a seguir.
O que é um lugar de memória?
Um espaço de memória é mais do que um simples local geográfico ou uma construção física; é um repositório de histórias, emoções e experiências que transcendem o tempo. Ao passo que caminhamos por esses espaços, somos transportados para momentos passados, revivendo eventos, sentimentos e memórias coletivas que moldaram o curso da história e da cultura. No cerne, um espaço de memória serve como uma ponte entre o passado e o presente. Funciona como um lembrete palpável de eventos, pessoas ou eras que deixaram uma marca indestrutível na tapeçaria cultural de uma comunidade ou nação.
O que é um lugar de memória?
Um espaço de memória é mais do que um simples local geográfico ou uma construção física; é um repositório de histórias, emoções e experiências que transcendem o tempo. Ao passo que caminhamos por esses espaços, somos transportados para momentos passados, revivendo eventos, sentimentos e memórias coletivas que moldaram o curso da história e da cultura. No cerne, um espaço de memória serve como uma ponte entre o passado e o presente. Funciona como um lembrete palpável de eventos, pessoas ou eras que deixaram uma marca indestrutível na tapeçaria cultural de uma comunidade ou nação.
No primeiro período do texto, as palavras “memória”, “geográfico” e “experiências” variam em relação ao gênero e ao número, mas têm em comum o fato de serem acentuadas graficamente - algo que pode ser justificado pela mesma regra de acentuação. Assim sendo, essas palavras são acentuadas por
Texto associado
Leia o fragmento a seguir, retirado do romance “O templo dos meus familiares”, de Alice Walker.
“Minha mãe só implorava e suplicava por misericórdia, porque já tinha ouvido falar de traficantes de pessoas, mas esses brutamontes não ouviam. Eram como o acadêmico africano meio zumbi de quem falei. Talvez fosse isso, de fato, quem ele era naquela época. Enfim, aí os caras pegaram e arrastaram a gente até a casa do meu tio, e ele apareceu. Minha mãe tentou se prostrar diante dele, como era costume em nosso país, mas estava tão amarrada que caiu de lado. Um dos lados do rosto dela ficou cheio de terra e seus joelhos estavam esfolados. Agora eu sei que ela nunca foi amada, porque nunca foi vista de verdade, a não ser pelos filhos, que a amavam. (...)”
“Minha mãe só implorava e suplicava por misericórdia, porque já tinha ouvido falar de traficantes de pessoas, mas esses brutamontes não ouviam. Eram como o acadêmico africano meio zumbi de quem falei. Talvez fosse isso, de fato, quem ele era naquela época. Enfim, aí os caras pegaram e arrastaram a gente até a casa do meu tio, e ele apareceu. Minha mãe tentou se prostrar diante dele, como era costume em nosso país, mas estava tão amarrada que caiu de lado. Um dos lados do rosto dela ficou cheio de terra e seus joelhos estavam esfolados. Agora eu sei que ela nunca foi amada, porque nunca foi vista de verdade, a não ser pelos filhos, que a amavam. (...)”
No fragmento apresentado, observam-se marcas de oralidade. Considerando esse aspecto, assinale a afirmativa que analisa corretamente o papel dessas marcas no texto.
Texto associado
Leia o texto a seguir.
Santa Catarina se consolida como destino completo no Brasil e ganha força em todas as estações
De Florianópolis ao Oeste catarinense, estado reúne praias, cultura, natureza e eventos que impulsionam o turismo durante todo o ano
Redação Revista Receita de Turismo | 18/03/2026
Santa Catarina vive um momento de consolidação no turismo brasileiro. Com crescimento consistente, expansão da malha aérea e aumento do interesse nacional e internacional, o estado passa a ser reconhecido não apenas como um destino de verão, mas como um território completo, capaz de oferecer experiências ao longo de todo o ano.
Essa transformação é resultado de planejamento, investimento em infraestrutura e valorização dos destinos — desde os já consolidados até regiões que começam a ganhar protagonismo no cenário turístico.
Santa Catarina se consolida como destino completo no Brasil e ganha força em todas as estações
De Florianópolis ao Oeste catarinense, estado reúne praias, cultura, natureza e eventos que impulsionam o turismo durante todo o ano
Redação Revista Receita de Turismo | 18/03/2026
Santa Catarina vive um momento de consolidação no turismo brasileiro. Com crescimento consistente, expansão da malha aérea e aumento do interesse nacional e internacional, o estado passa a ser reconhecido não apenas como um destino de verão, mas como um território completo, capaz de oferecer experiências ao longo de todo o ano.
Essa transformação é resultado de planejamento, investimento em infraestrutura e valorização dos destinos — desde os já consolidados até regiões que começam a ganhar protagonismo no cenário turístico.
Considerando as características do texto, assinale a afirmativa que indica corretamente seu objetivo comunicativo.
Texto associado
Leia o texto a seguir, observando as palavras em destaque.
Lançamento do Livro “A Nossa Oktoberfest Blumenau” celebra 40 anos da maior festa alemã das Américas
2 de fevereiro, 2026
A Oktoberfest Blumenau nasceu de histórias, pessoas e encontros que, ao longo de quatro décadas, transformaram a festa em um dos maiores símbolos culturais do Brasil. Preservar essa trajetória e, ao mesmo tempo, olhar para o futuro, foi a proposta do lançamento do livro “A Nossa Oktoberfest Blumenau”, que teve como produtor, o publicitário José Geraldo Reis Pfau e que ocorreu nesta segunda-feira, dia 2, no Frohsinn.
A obra reúne entrevistas com personagens que fizeram parte da construção da festa ao longo dos anos, registrando diferentes olhares, desafios e conquistas que ajudaram a consolidar a Oktoberfest como a festa mais alemã das Américas. As histórias apresentadas no livro dão voz a quem viveu e ajudou a escrever cada capítulo dessa trajetória.
Lançamento do Livro “A Nossa Oktoberfest Blumenau” celebra 40 anos da maior festa alemã das Américas
2 de fevereiro, 2026
A Oktoberfest Blumenau nasceu de histórias, pessoas e encontros que, ao longo de quatro décadas, transformaram a festa em um dos maiores símbolos culturais do Brasil. Preservar essa trajetória e, ao mesmo tempo, olhar para o futuro, foi a proposta do lançamento do livro “A Nossa Oktoberfest Blumenau”, que teve como produtor, o publicitário José Geraldo Reis Pfau e que ocorreu nesta segunda-feira, dia 2, no Frohsinn.
A obra reúne entrevistas com personagens que fizeram parte da construção da festa ao longo dos anos, registrando diferentes olhares, desafios e conquistas que ajudaram a consolidar a Oktoberfest como a festa mais alemã das Américas. As histórias apresentadas no livro dão voz a quem viveu e ajudou a escrever cada capítulo dessa trajetória.
Considerando o uso dos pronomes relativos marcados no texto, assinale a opção em que se identifica corretamente o elemento retomado pelo pronome destacado.
Texto associado
Leia a seguir o trecho inicial de uma notícia publicada em maio de 2025.
Franklin Cascaes vive: arte urbana renova o legado do bruxo da Ilha
Novo mural reconecta Florianópolis ao imaginário da Ilha, eternizado por Cascaes em traços, palavras e lendas.
O bruxo da Ilha está ressurgindo. E não é lenda; é real, como mostra a foto acima. Depois do mural em homenagem à Antonieta de Barros, já concluído, agora é a vez da parede do Edifício Atlas voltada para a rua Nereu Ramos e avenida Osmar Cunha receber mais uma vez a imagem de Franklin Cascaes, o guardião do imaginário popular da Ilha de Santa Catarina, e voltar a ser ponto de referência e parada obrigatória tanto para os que apreciam street art quanto para os que se orgulham de ver a memória da cidade viva e valorizada.
Franklin Cascaes vive: arte urbana renova o legado do bruxo da Ilha
Novo mural reconecta Florianópolis ao imaginário da Ilha, eternizado por Cascaes em traços, palavras e lendas.
O bruxo da Ilha está ressurgindo. E não é lenda; é real, como mostra a foto acima. Depois do mural em homenagem à Antonieta de Barros, já concluído, agora é a vez da parede do Edifício Atlas voltada para a rua Nereu Ramos e avenida Osmar Cunha receber mais uma vez a imagem de Franklin Cascaes, o guardião do imaginário popular da Ilha de Santa Catarina, e voltar a ser ponto de referência e parada obrigatória tanto para os que apreciam street art quanto para os que se orgulham de ver a memória da cidade viva e valorizada.
Releia: “E não é lenda; é real, como mostra a foto acima.” Considerando a relação entre o texto verbal e a imagem, bem como o valor semântico da palavra “como”, a foto assume, no contexto, um caráter