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Leia o fragmento de texto a seguir.
A moralidade da Administração Pública não se limita à distinção entre o bem e o mal, devendo ser acrescida da ideia de que o fim é sempre o bem comum. O equilíbrio entre a legalidade e a finalidade, na conduta do servidor público, é que poderá consolidar a moralidade do ato administrativo. Para melhor exercício de sua função pública no IBGE, o servidor deve ter consciência da relevância das informações estatísticas e geocientíficas, a fim de atender ao direito à informação pública de modo imparcial e com igualdade de acesso.
(Código de Ética Profissional do Servidor Público do IBGE. Adaptado)
O fragmento enfatiza que

A o servidor público deve atuar de modo imparcial e ter consciência da relevância pública das informações estatísticas e geocientíficas, de modo a evitar interferências indevidas na divulgação dos dados.
B a moralidade do ato administrativo decorre exclusivamente do alcance do bem comum, admitindo-se a flexibilização da legalidade formal sempre que a finalidade pública justificar a conduta do servidor.
C a relevância das informações estatísticas e geocientíficas permite ao servidor definir critérios diferenciados de acesso à informação pública, desde que orientados pela utilidade social dos dados.
D o direito à informação pública é garantido pela neutralidade moral do servidor e pelo cumprimento zeloso dos procedimentos técnicos de coleta das informações.
E a possibilidade de restrição do acesso às informações públicas baseia-se em critérios discricionários de conveniência administrativa.

Um Supervisor de Coleta e Qualidade (SCQ) solicitou uma viatura oficial para a realização de uma visita de supervisão em campo. Concluídas as atividades institucionais, ele passou a usar o veículo para tratar de assuntos de natureza pessoal, sob o argumento de que o deslocamento seria curto e não acarretaria custos adicionais à Administração.
O fato é levado ao conhecimento da Comissão de Ética do IBGE, que, ao formular um parecer, considerou a conduta do servidor

A aceitável, por inexistir dano financeiro direto ao erário.
B plausível, desde que não haja prejuízo à continuidade do serviço público.
C justificável, na ausência de alternativa de transporte disponível.
D cabível, desde que haja comunicação posterior à chefia imediata.
E censurável, por caracterizar uso indevido de bem público para finalidade diversa do interesse público.

Durante uma entrevista telefônica, um informante questiona se os dados pessoais dele poderão ser compartilhados com outros órgãos públicos.
O Supervisor de Coleta e Qualidade do IBGE, responsável por orientar a equipe, deve esclarecer que

A as informações podem ser compartilhadas, desde que não identifiquem diretamente o informante.
B os dados poderão ser repassados a outros órgãos, mediante solicitação formal.
C o sigilo é garantido apenas durante a fase de coleta dos dados.
D as informações coletadas pelo IBGE são protegidas por sigilo estatístico e utilizadas exclusivamente para fins institucionais.
E o compartilhamento depende da relevância social da pesquisa.

Durante a análise dos questionários coletados, o Supervisor de Coleta e Qualidade (SCQ) do IBGE identificou discrepâncias relevantes entre os dados recém-coletados e os registros de anos anteriores.
Diante da situação, um agente de coleta sugeriu ajustar os números manualmente, com o objetivo de evitar retrabalho e assegurar maior uniformidade estatística.
À luz do Código de Ética do IBGE e das normas aplicáveis aos servidores públicos federais, o SCQ deve

A autorizar o ajuste, desde que não haja prejuízo aparente aos resultados finais.
B aceitar os dados ajustados, se a maioria da equipe concordar.
C corrigir os dados apenas se houver anuência expressa de comissão técnica e da chefia superior.
D rejeitar a alteração indevida e zelar pela fidedignidade, qualidade e confiabilidade da informação.
E manter os dados ajustados, em caráter provisório, até obter novas informações.

Durante a realização de uma pesquisa domiciliar, Ana, ocupante do cargo de Supervisora de Coleta e Qualidade (SCQ), constatou que alguns entrevistadores sob sua supervisão estavam descumprindo, de forma reiterada, os horários estabelecidos no cronograma de trabalho, o que comprometia o prazo final da coleta de dados. Com o objetivo de evitar desgastes e conflitos com a equipe, ela decidiu ignorar a situação e não registrar o ocorrido.
À luz do Código de Ética do IBGE e da Lei nº 8.112/1990, a conduta de Ana deve ser considerada

A legal, pois a gestão do cumprimento de horários é atribuição exclusiva dos entrevistadores.
B oportuna, uma vez que somente a ocorrência de prejuízo financeiro justificaria o registro formal e a comunicação à chefia.
C incorreta, pois a supervisora deve orientar a equipe, exigir o cumprimento das normas e adotar as providências cabíveis, em atenção ao interesse público.
D inadequada, pois o descumprimento do cronograma deveria causar, de imediato, a demissão por justa causa dos entrevistadores.
E justa, já que a atuação do supervisor depende de determinação expressa da chefia superior, ainda que haja prejuízo ao serviço.

Segundo o Código de Ética, Conduta e Integridade da CODERN, é missão da Companhia Docas do Rio Grande do Norte disponibilizar infraestrutura portuária eficaz para atender à movimentação de cargas e passageiros, contribuindo para o desenvolvimento econômico, social e sustentável do Estado do Rio Grande do Norte, de Maceió e do Brasil. Considerando as disposições do mesmo Código, assinale a alternativa correta.

A Não se submetem aos efeitos do Código de Ética, Conduta e Integridade da CODERN os estagiários e aprendizes.
B Submetem-se aos efeitos do Código de Ética, Conduta e Integridade da CODERN os terceirizados.
C Submetem-se aos efeitos do Código de Ética, Conduta e Integridade da CODERN todos os empregados do quadro da Companhia, exceto os da APMC.
D Não se submetem aos efeitos do Código de Ética, Conduta e Integridade da CODERN os ocupantes de cargos comissionados.
E Submetem-se aos efeitos do Código de Ética, Conduta e Integridade da CODERN todos aqueles que, exceto transitoriamente, com ou sem remuneração, exerçam atividades sediadas no âmbito da Companhia.
Órgão: COMPANHIA DOCAS DO RIO GRANDE DO NORTE – CODERN Cargo: TÉCNICO PORTUÁRIO (ASSISTENTE ADMINISTRATIVO / ASSISTENTE ADMINISTRATIVO - OPERAÇÕES PORTUÁRIAS) Prova: TÉCNICO PORTUÁRIO (ASSISTENTE ADMINISTRATIVO / ASSISTENTE ADMINISTRATIVO - OPERAÇÕES PORTUÁRIAS)