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Quando um auditor realiza uma seleção com base em valores em que o tamanho, a seleção e a avaliação da amostra resultam em uma conclusão em valores monetários, esse método de seleção de amostra é denominado

A amostragem de unidade monetária.
B seleção sistemática.
C seleção aleatória.
D seleção de bloco.

O auditor deve determinar o tamanho da amostra suficiente para reduzir o risco de amostragem a um nível minimamente aceitável. Esse nível de risco de amostragem que o auditor está disposto a aceitar afeta o tamanho da amostra exigida. Assim, quanto

A menor será o risco que o auditor está disposto a aceitar, maior deve ser o tamanho da amostra.
B maior será o risco que o auditor está disposto a aceitar, menor deve ser o tamanho da amostra.
C menor será o risco que o auditor está disposto a aceitar, menor deve ser o tamanho da amostra.
D maior será o risco que o auditor não estará disposto a aceitar, menor deve ser o tamanho da amostra.

A NBC TA 530 estabelece, em seu item 5, que risco de amostragem é o risco de que a conclusão do auditor, com base em amostra " pudesse “ ser diferente se toda a população fosse sujeita ao mesmo procedimento de auditoria. O risco de amostragem pode levar a conclusões errôneas. De acordo com a referida NBC, o nível de risco de amostragem que o auditor está disposto a aceitar

A afeta o tamanho da amostra exigido, sendo que, quanto menor o risco que o auditor está disposto a aceitar, maior deve ser o tamanho da amostra
B não afeta o tamanho da amostra exigido, já que a escolha do tamanho da amostra é feita no momento do planejamento do trabalho de auditoria
C afeta o tamanho da amostra exigido, sendo que, quanto maior o risco que o auditor está disposto a aceitar, maior deve ser o tamanho da amostra.
D não afeta o tamanho da amostra exigido, na medida em que pode ser compensado com o aprofundamento do exame de cada unidade de amostragem e com arbitramentos e critérios de compensações.
E é determinado, em reunião do auditor com os representantes da área contábil da entidade auditada, após a apuração dos resultados de análise por amostragem feita anteriormente, de acordo com o valor cobrado no contrato de auditoria para esse subtrabalho específico.

Considerando o uso de amostragem na realização de testes de controle, o fator que, mantidos todos os demais constantes, acarreta redução do tamanho necessário da amostra a ser realizada é o aumento

A da extensão na qual a avaliação de risco do auditor leva em consideração os controles relevantes.
B da taxa esperada de desvio da população a ser testada.
C do nível de segurança desejado pelo auditor de que a taxa real de desvio na população não exceda a taxa tolerável.
D da quantidade de unidades de amostragem em populações grandes.
E da taxa tolerável de desvio definida pelo auditor.

Ao dividir um conjunto de registros contábeis em diferentes grupos de unidades com características semelhantes, o auditor independente estará utilizando o procedimento de

A população.
B anomalia.
C estratificação.
D unidade de amostragem.
E distorção tolerável.

Em relação à utilização da amostragem para obtenção de evidência de auditoria, é correto afirmar que

A o tamanho da amostra deve ser determinado mediante aplicação de fórmula com base em estatística, e o auditor está impedido de utilizar seu julgamento profissional para evitar qualquer escolha tendenciosa.
B a amostra estratificada consiste na seleção aleatória dos itens da amostra, com probabilidade conhecida de cada evento possível.
C para os testes de controles, se a taxa esperada de desvio for inaceitavelmente baixa, o auditor geralmente decide por executar os testes de controles.
D o nível de risco de amostragem que o auditor está disposto a aceitar está inversamente correlacionado com o tamanho da amostra exigido.
E a seleção de bloco geralmente pode ser usada em amostragem de auditoria porque a maioria das populações está estruturada de modo que esses itens em sequência podem ter características semelhantes entre si.

A respeito do uso de amostras para a realização dos trabalhos de auditoria, assinale a alternativa correta.

A A utilização de amostras nos trabalhos de auditoria não é autorizada pelas normas brasileiras de auditoria por comprometer a imparcialidade que deve orientar os trabalhos do auditor.
B Ao determinar a extensão de um teste de auditoria ou um método de seleção de itens a serem testados, não poderão ser empregadas técnicas de amostragem.
C A utilização de amostragem estatística deve ser evitada nos trabalhos de auditoria por não permitir segurança suficiente a respeito dos seus achados.
D Ao usar método de amostragem, estatística ou não, deve ser projetada e selecionada uma amostra que possa proporcionar evidência de auditoria suficiente e apropriada.
E Amostra e população são conceitos sinônimos em matéria de procedimentos de auditoria com base em estatísticas.

De acordo com a norma de auditoria sobre amostragem em auditoria, é correto afirmar:

A o objetivo do auditor, ao usar a amostragem em auditoria, é o de proporcionar uma base razoável para concluir quanto à população da qual a amostra é selecionada.
B risco de população é o risco de que a conclusão do auditor, com base em critérios de seleção, pudesse ser diferente se toda a amostra fosse sujeita ao mesmo procedimento de auditoria
C distorção intolerável é um valor monetário definido pelo auditor para obter um nível apropriado de segurança de que esse valor monetário esteja excedido pela distorção real da amostra.
D o auditor pode executar os procedimentos de auditoria, apropriados à finalidade, para cada item selecionado, caso a amostra não alcance seu objetivo de seleção.
E de forma que a população seja aceita pelos riscos de auditoria da amostra, obrigatoriamente, o critério de seleção dessa amostra deverá ser suportado por critério estatístico.

Considere a situação hipotética abaixo. Executando amostragem em teste de evidência de autorização, o auditor escolhe um cheque cancelado, e, inspecionando-o, conclui que foi apropriado o cancelamento, de modo que não houve, naquele caso, desvio. O regulamento do CFC aplicável à amostragem estabelece que

A é vedada a análise de outro cheque cancelado para examinar, o que é referido na norma como “procedimento alternativo inadequado”.
B é vedada a escolha de outro cheque cancelado para examinar, o que é referido na norma como “procedimento em item perdido”.
C é possível a escolha de outro cheque cancelado para examinar, o que é referido na norma como “procedimento em item de substituição”.
D é obrigatória a escolha de outro cheque cancelado para examinar, o que é referido na norma como “procedimento alternativo adequado”.
E é recomendável a escolha de outro cheque cancelado para examinar, o que é referido na norma como “procedimento impossível”.