QuestLab Plataforma Inteligente de Questões
Banco público de questões

Questões para Concursos

Pesquise questões reais por disciplina, assunto, tópico, banca, órgão, cargo, ano e modalidade.

Questões por banca

29 bancas disponíveis. Clique para visualizar todas.

Encontre as questões que procura
Limpar filtros
110 questões encontradas
Texto associado
SOMOS OS MAIORES INIMIGOS DE NOSSA POSSIBILIDADE DE PENSAR

Contardo Calligaris

Um ano atrás, decidi seguir os conselhos de meu filho e abri uma conta no Facebook. A conta é no nome da cachorra pointer que foi minha grande companheira nos anos 1970 e funciona assim: ninguém sabe que é minha conta, não tenho amigos, não posto nada e não converso com ninguém. Uso o Face apenas para selecionar um “feed” de notícias, que são minha primeira leitura rápida de cada dia.
Meu plano era acordar e verificar imediatamente os editoriais e as chamadas dos jornais, sites, blogs que escolhi e, claro, percorrer a opinião de meus colunistas preferidos, nos EUA e na Europa. Alguns links eu abriria, mas sem usurpar excessivamente o tempo dedicado à leitura do jornal, que acontece depois, enquanto tomo meu café.
Tudo ótimo, no melhor dos mundos. Até o dia em que me dei conta do seguinte: sem que esta fosse minha intenção, eu tinha selecionado só a mídia que pensa como eu – ou quase. Meu dia começava excessivamente feliz, com a sensação de que eu vivia (até que enfim) na paz de um consenso universal.
Mesmo na minha juventude, eu nunca tinha conhecido um tamanho sentimento de unanimidade. Naquela época, eu lia “L’Unità” e, a cada dia, identificava-me com o editorial. Não havia propriamente colunistas: a linguagem usada no jornal inteiro já continha e propunha uma visão do mundo. Ora, junto com “L’Unità” eu sempre lia mais um jornal – o “Corriere della Sera”, se eu estivesse em Milão, o “Journal de Genève”, em Genebra, e o “Le Monde”, em Paris. Nesses segundos jornais, eu verificava os fatos (não dava para acreditar nem mesmo no lado da gente) e assim esbarrava nos colunistas – em geral laicos e independentes, sem posições partidárias ou religiosas definidas.
Em sua grande maioria, eles não escreviam para convencer o leitor: preferiam levantar dúvidas, inclusive neles mesmos. E era isso que eu apreciava.
Hoje, os colunistas desse tipo ainda existem, embora sejam poucos. Eles estão mais na imprensa tradicional; na internet, duvidar não é uma boa ideia, porque é preciso criar e alimentar os consensos do “feed” do Face.
O “feed” do Face, elogiado por muitos por ser uma espécie de jornal sob medida, transforma-se, para cada um, numa voz única, um jornal que apresenta apenas uma visão, piorado por uma falsa sensação de pluralidade (produzida pelo número de links).
A gente se queixa que a mídia estaria difundindo uma versão única e parcial de fatos e ideias, mas a realidade é pior: não são os conglomerados, somos nós que, ao confeccionar um jornal de nossas notícias preferidas, criamos nosso próprio isolamento e vivemos nele. Como sempre acontece, somos nossos piores censores, os maiores inimigos de nossa possibilidade de pensar.
De um lado, o leitor do “feed” não se informa para saber o que aconteceu e decidir o que pensar, ele se informa para fazer grupo, para fazer parte de um consenso. Do outro, o comentarista escreve, sobretudo para ser integrado nesses consensos e para se tornar seu porta-voz. O resultado é uma escrita extrema, em que os escritores competem por leitores tanto mais polarizados que eles conseguiram excluir de seu “jornal” as notícias e as ideias com as quais eles poderiam não concordar: leitores à procura de quem pensa como eles.
Claro, que não é um caso de ignorância completa, mas a internet potencializa a vontade de se perder na opinião do grupo e de não pensar por conta própria. Essa vontade é a mesma que tínhamos no meu tempo de juventude – se não cresceu. O que temos, na verdade, é uma paixão pelo consenso.
Entre consensos opostos, obviamente, não há diálogo nem argumentos, só ódio.
Em suma, provavelmente, o resultado último da informação à la carte (que a internet e o “feed” facilitam) será a polarização e o tribalismo.
Eu mesmo me surpreendo: em geral, acho chatérrimos os profetas do apocalipse, que estão com medo de que o mundo se torne líquido ou coisa que valha. Mas, por uma vez, a contemporaneidade me deixa, digamos, pensativo.

Texto adaptado de: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/contardocalligaris/ 2016/09/1817706-somos-os-maiores-inimigos-de-nossa-possibilidade- de-pensar.shtml

Em relação ao excerto “Alguns links eu
abriria, mas sem usurpar excessivamente
o tempo dedicado à leitura do jornal, que
acontece depois, enquanto tomo meu café.”,
assinale a alternativa correta.

A O verbo “ abriria ” é intransitivo e possui sujeito
simples cujo núcleo se encontra no pronome
“ eu ”.
B O vocábulo “ excessivamente ” caracteriza-se
por modificar a intensidade do substantivo “ o
tempo ”.
C A palavra “ enquanto ” introduz uma oração
subordinada adverbial proporcional.
D A conjunção adversativa “mas” funciona, nesse
caso, como conjunção aditiva e poderia, sem
prejuízos sintáticos e semânticos, ser substituída
pela conjunção “ e ”.
E O “ que ” tem função anafórica e retoma “ leitura
do jornal ”, funcionando como sujeito.
Órgão: Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares - EBSERH Cargo: Analista Administrativo - Área Contabilidade Prova: Instituto AOCP - EBSERH - Analista Administrativo - Área Contabilidade - 2017
Texto associado
Texto 2, para as questões de 6 a 10.

16 de setembro de 1991

Querido amigo,

Terminei de ler O sol nasce para todos. Agora é meu livro favorito, mas sempre acho [1] que um livro é meu favorito até eu ler outro. Meu professor de inglês avançado me pediu para chamá-lo de "Bill" quando não estivéssemos [2] em aula, e me deu outro livro para ler. Ele diz que eu tenho uma grande habilidade em leitura e compreensão, e queria que eu escrevesse um trabalho sobre O sol nasce para todos.
Mencionei isso para minha mãe e ela me perguntou por que Bill não recomendou que eu apenas fosse [3] para uma turma de segundo ano. E eu contei a ela que Bill disse que eram basicamente as mesmas turmas com livros mais complicados, e que isso não me ajudaria. Minha mãe disse que ela não tinha certeza e conversaria [4] com ele durante a reunião de pais. Depois, ela me pediu para ajudá-la a lavar os pratos, o que eu fiz.
Sinceramente, eu não gosto de lavar pratos. Gosto de comer com os dedos e sem guardanapo, mas minha irmã diz que fazer isso é ruim para o meio ambiente. Ela participa do grupo ambientalista da escola secundária e é lá que ela conhece os garotos. Eles são todos muito legais com ela, e não entendo bem por quê, a não ser pelo fato, talvez, de que ela é bonita. Ela realmente maltrata muito aqueles caras.
Um garoto foi particularmente duro. Não vou lhe dizer o nome dele. Mas vou lhe contar tudo sobre ele. Tinha um cabelo castanho muito bonito e o usava comprido e com um rabo-de-cavalo. Acho que ele vai se arrepender quando pensar no que fez. Ele estava sempre gravando [5] fitas para minha irmã com temas muito específicos. Uma se chamava "Folhas de Outono". Ele incluiu muitas canções dos Smiths. Fez até uma capa colorida. Depois que o filme que ele pegou na locadora terminou, minha irmã me deu a fita. "Quer para você, Charlie?" Peguei a fita, mas achei estranho, porque ele tinha gravado para ela.
Mas ouvi. E adorei. Tem uma canção chamada "Asleep" que eu gostaria que você ouvisse. Falei com minha irmã sobre isso. E uma semana depois ela agradeceu a mim, porque quando o garoto perguntou a ela sobre a fita, ela disse exatamente o que eu tinha dito sobre a canção "Asleep", e ele ficou muito emocionado por causa do significado que teve para ela. Espero que isso signifique que eu serei bom em namorar quando tiver idade para isso.
[...]

Stephen Chbosky. As vantagens de ser invisível.

Releia atentamente o trecho inicial do texto e assinale a alternativa que apresenta a análise sintática mais adequada à expressão destacada.

A “Terminei de ler O sol nasce para todos ”: objeto direto.
B “ Agora é meu livro favorito [...]”: sujeito.
C “[...] meu favorito até eu ler outro”: adjunto adverbial de sequência.
D “Meu professor de inglês avançado me pediu para chamá-lo de "Bill" [...]”: verbo transitivo indireto.
E “Ele diz que eu tenho [...]”: objeto direto.
Texto associado
Para responder às questões de 6 a 10 , leia os quadrinhos abaixo.
(www.salademergencia.com.br)

Considerando a organização sintática e a seleção lexical nos quadrinhos, pode-se afirmar corretamente que:

A a linguagem é absolutamente formal e adequada às regras ditadas pela gramática normativa, em relação à sintaxe.
B a forma de expressão é objetiva, denotativa e direta, com termos que visam à explicação do sentido de termos médicos e científicos.
C há presença tanto de coloquialidade quanto de oralidade.
D há alguns exemplos de arcaísmo, o que se justifica pela época em que ocorrem os fatos (algumas décadas atrás, como se pode perceber pelas imagens).
E em “estou com os resultados dos testes” há problemas relacionados à concordância nominal.
Texto associado
Para responder às questões de 7 a 10 , leia os quadrinhos a
seguir.

( www.avidacomlogan.com.br )

Em "...só preciso cansá- lo mais um pouco!", qual é a classificação morfológica e qual é a função sintática do termo destacado?

A Artigo definido; objeto direto.
B Pronome pessoal do caso oblíquo; objeto indireto.
C Artigo definido; predicativo do objeto direto.
D Pronome pessoal do caso oblíquo; objeto direto.
E Pronome demonstrativo; predicativo do sujeito.
Texto associado
Para responder às questões de 1 a 4 , leia o texto seguinte.

Juramento do Médico Veterinário

“Sob a proteção de Deus, PROMETO que, no exercício da Medicina Veterinária, cumprirei os dispositivos legais e normativos, com especial respeito ao Código de Ética da profissão, sempre buscando uma harmonização entre ciência e arte, aplicando os meus conhecimentos para o desenvolvimento da sanidade e do bem-estar dos animais, da qualidade dos seus produtos e da prevenção de zoonoses, tendo como compromissos a promoção do desenvolvimento sustentado, a preservação da biodiversidade, a melhoria da qualidade de vida e o progresso justo e equilibrado da sociedade humana. E prometo tudo isso fazer, com o máximo respeito à ordem pública e aos bons costumes. Assim o prometo.”

(http://www.vetcardio.50webs.com/juramento.html. Acesso em 14/03/2016.)

A forma verbal destacada no texto pertence a uma oração:

A coordenada assindética.
B subordinada adverbial temporal.
C principal.
D subordinada substantiva objetiva direta.
E subordinada adjetiva restritiva.
Texto associado
Para responder às questões de 6 a 10 , leia o quadrinho abaixo.

(nerdesporte.blogspot.com)

A palavra "chato", que aparece no segundo balão do quadrinho, exerce a função sintática de:

A objeto direto.
B objeto indireto.
C vocativo.
D predicativo do objeto.
E predicativo do sujeito.
Texto associado
Para responder às questões 3 e 4 , leia o texto abaixo.
Curiosidade sobre a origem do Dia do Farmacêutico
A origem do dia do farmacêutico ocorreu ano de 1941, quando foi discutida pela primeira vez a possibilidade da criação de um dia para homenagear os farmacêuticos, quando o então farmacêutico Dr. Oto Serpa Grandado questionou a criação da data comemorativa durante uma reunião na Associação Brasileira de Farmacêuticos (ABF) em 7 de Janeiro de 1941.
Durante a reunião da qual participava, fez o seguinte questionamento: “ Todas as profissões tem o seu dia, data especial para comemorar o ideal abraçado . Por que não temos o nosso ‘Dia’?“
Foi a partir dessa sugestão que surgiu a primeira proposta de criação da data comemorativa.
Porém, foi apenas no dia 23 de março de 2007 que foi aprovada pela ABF, por meio da Resolução nº 460, a data de 20 de janeiro como o Dia do Farmacêutico, data esta escolhida por ser exatamente o dia da fundação da Associação Brasileira de Farmacêuticos (ABF), que ocorreu no dia 20 de janeiro de 1916.
Porém, a oficialização da data somente ocorreu em 2010 com a aprovação da Lei nº 12.338, que tornou o dia 20 de janeiro o dia do farmacêutico em todo o território brasileiro.
https://www.google.com.br/webhp?sourceid=chrome-
instant&ion=1&espv=2&ie=UTF-
8#q=carlos+drummond+de+andrade+poema+farmaceutico

No segundo parágrafo, o trecho grifado apresenta um erro relacionado à:

A concordância nominal.
B regência nominal.
C regência verbal.
D colocação pronominal.
E concordância verbal.
Texto associado
Para responder às questões 4 e 5, leia o texto a seguir.

Pneumotórax

Febre, hemoptise, dispneia e suores noturnos.
A vida inteira que podia ter sido e que não foi.
Tosse, tosse, tosse.

Mandou chamar o médico:
— Diga trinta e três.
— Trinta e três . . . trinta e três . . . trinta e três . . .
— Respire.
................................................................................................
— O senhor tem uma escavação no pulmão esquerdo e o
[pulmão direito infiltrado.
— Então, doutor , não é possível tentar o pneumotórax?
— Não. A única coisa a fazer é tocar um tango argentino.

Manuel Bandeira

BANDEIRA, Manuel. Estrela da vida inteira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2007, p. 123.

A palavra em destaque no poema exerce a função sintática de:

A sujeito.
B vocativo.
C objeto direto.
D objeto indireto.
E agente da passiva.
Texto associado
Para responder às questões de 1 a 3 , leia o texto abaixo.

Carga química vaza e afeta captação de água em Cachoeira Paulista

Acidente com caminhão causou derramamento de 3 mil litros de produto. Carga vazou em córrego; suspeita é que tivesse chegado ao rio Bocaina.
Um acidente com um caminhão que transportava carga química afetou a captação de água por cerca de 5 horas em Cachoeira Paulista - apesar disso, o abastecimento à população não foi afetado. O acidente aconteceu durante a madrugada e a carga vazou no córrego Santa Cabeça. Ninguém ficou ferido.
Segundo a Polícia Rodoviária Federal, o caminhão tombou por volta de 2h em um viaduto próximo ao km 34 da Dutra. Cerca de 3 mil litros da substância química Isocianato de Polifenila vazaram do caminhão e a suspeita inicial é que tivesse atingido o córrego Sapé, afluente do Rio Bocaina, onde é feita a captação de água.
Por conta disso, a captação na cidade foi interrompida às 7h e retomada por volta das 12h, segundo a Sabesp. A companhia suspeitava que tivesse havido contaminação da água fornecida à população e adotou a medida preventiva.
De acordo com o relatório da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), o Isocianato de Polifenila, um líquido escuro, é registrado como toxidade grau 6, podendo irritar a pele e os olhos. A agência esteve no local com equipes do Corpo de Bombeiros para avaliar a situação - o risco foi descartado. O relatório também aponta risco de explosão.
A responsável pela retirada do material químico é a empresa de transporte. O produto estava sendo transportado de Campinas para uma empresa de Cruzeiro.

(g1.globo.com)

Em “a agência esteve no local com equipes do Corpo de Bombeiros para avaliar a situação ”, a oração em destaque:

A classifica-se como subordinada adverbial final, reduzida de infinitivo.
B é desenvolvida e contém uma locução adverbial de finalidade.
C é coordenada, já que não atua como termo sintático da principal a que se liga.
D classifica-se como substantiva, já que é introduzida por uma conjunção integrante.
E é subordinada adjetiva reduzida, naturalmente introduzida por pronome relativo.
Texto associado
Para responder às questões de 4 a 6 , leia o texto a seguir.

Os riscos de pegar treinos na internet
É muito comum pessoas divulgarem treinos nas redes sociais sem nem mesmo ter consultado profissionais

O avanço da tecnologia caminha lado a lado com melhores condições para atletas e iniciantes melhorarem sua performance. É muito comum postagens com dicas de treino nas redes sociais e compartilhamentos de conselhos para nutrição, medicação e exercícios específicos, entre outras categorias responsáveis pela melhoria da condição física de cada um. Mas, cuidado! É necessário muito cuidado e atenção. Muitas dessas dicas ou sugestões não são seguramente indicadas, ou seja, não passam pela aprovação de um especialista sobre o assunto.
Recorrer a dicas de não especialistas é um risco que, em alguns casos, pode gerar consequências para o corpo humano. Lesões, problemas de saúde, dificuldade nas articulações, entre outras diversas situações que podem atrapalhar os treinos e até se tornar coisas mais sérias no futuro.
Para o professor especialista Edgard Batista, o treino deve ser desenvolvido pessoalmente, pois muitas pessoas pegam treinos das redes sociais e não têm conhecimento do que elas estão fazendo, ou simplesmente não respeitam as etapas e não passam por um processo de aprendizagem motora do próprio movimento. Não ter conhecimento sobre esse processo de movimento pode fazer com que o indivíduo potencialize alguma lesão em algum músculo que não esteja estabilizado para exercícios físicos.
“É necessária uma ajuda profissional no assunto, porque, caso ela tenha alguma instabilidade em alguma parte do corpo, o professor irá saber como exercitar aquela região”, completou Edgard.
Outro caso muito comum nas redes sociais é consultoria. Professores costumam vender treinos na internet para os alunos.
“Muitas pessoas fazem consultoria on-line, e existe outro problema frequente nisso. Mesmo que o aluno tire suas dúvidas pelas redes sociais, o professor monta sua planilha de treino a partir do que é dito pelo aluno, ou seja, ele não irá saber quais as reais condições do aluno. É muito frequente para quem gosta de exercícios e desafios achar que está em um nível maior do que realmente está”.
Mesmo fazendo consultoria online, Edgard ressaltou a importância de o professor acompanhar o aluno pessoalmente. “Gosto de ver o aluno se adaptando e crescendo conforme suas próprias condições. Já conheço alunos que se machucaram pegando treinos pela internet e executando-os com independência”.
Independentemente do questionamento de existirem treinos que não são feitos por especialistas, o problema maior é do aluno que não tem muito conhecimento sobre o assunto, e executa esse treino sem nenhum conselho ou ajuda profissional. Dessa forma, deixamos o recado: não corra esse risco! Procure um profissional de educação física e peça uma prescrição de exercícios específicos para você.

(Prof. Edgard Batista, formado em Educação Física e especialista em condicionamento físico e treinamento funcional) http://www.educacaofisica.com.br/ciencia-ef/os-riscos-de-se-pegar-treinos-na-internet-2. (Texto adaptado). Acesso em 12/10/2016.

Leia os seguintes trechos retirados do texto:

“Professores costumam vender treinos na internet para os alunos ”.

“ Muitas pessoas fazem consultoria on-line [...]”

“[...] Edgar ressaltou a importância de o professor acompanhar o aluno pessoalmente”.

Agora, analise as afirmativas sobre eles.

I. “Para os alunos”, no primeiro período, é classificado sintaticamente como objeto direto.
II. “Muitas pessoas” classifica-se sintaticamente como sujeito composto.
III. “Acompanhar” rege objeto direto, que, no período, é “o aluno”.
IV. “Ressaltou”, no período, classifica-se sintaticamente como verbo transitivo direto.

Pode-se afirmar que:

A todas as afirmativas estão corretas.
B há apenas duas afirmativas corretas.
C há apenas três afirmativas corretas.
D há apenas uma afirmativa correta.
E nenhuma afirmativa está correta.