A ARBORIZAÇÃO URBANA EM CIDADES COMPACTAS
Claudio Bernardes
Engenheiro civil e vice-presidente do Secovi-SP,
A Casa do Mercado Imobiliário
As condições microclimáticas diurnas são afetadas especialmente pela radiação solar, e o microclima em áreas específicas das cidades tem efeitos bastante perceptíveis, sobretudo no que diz respeito ao conforto térmico. [...]
A aplicação de soluções baseadas na natureza nas cidades, para mitigar os efeitos nocivos do superaquecimento urbano, e tornar as cidades mais resilientes às ondas de calor, ganhou a atenção de urbanistas e pesquisadores nas últimas décadas.
Neste contexto, projetos de arborização viária apropriadamente elaborados podem tornar-se ferramentas úteis para planejar o clima da vizinhança, resolvendo as interações entre edifícios, árvores, sistema viário e atmosfera. [...]
Adaptado de: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/claudiobernardes/2024/02/a-arborizacao-urbana-em-cidades-compactas.shtml. Acesso em: 23 fev. 2024.
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Texto associado
Edge City: o que são e quais as vantagens de morar em uma?
Por Blog – Jardins do Parque
O termo Edge City foi cunhado pelo escritor e jornalista Joel Garreau, em seu livro “Edge City: Life on the New Frontier” , publicado em 1991. Garreau utilizou esse termo para descrever uma nova forma de desenvolvimento urbano que ele observou ao viajar pelos subúrbios das grandes cidades dos Estados Unidos na década de 80. [...]. Uma Edge City é um tipo de cidade que se encontra ao redor de um nó de transporte, como uma rodovia, e cresce como um subcentro comercial e residencial independente de uma cidade central.
Geralmente, Edges Cities são caracterizadas por edifícios de escritórios, shopping centers , hotéis, condomínios residenciais, além de outras estruturas que oferecem comodidades para seus moradores e visitantes. Essas cidades crescem por conta da expansão das redes de transporte e da necessidade de espaço e moradia fora das cidades centrais. Elas tendem a ter uma densidade populacional mais baixa do que os grandes centros urbanos e são planejadas com uma mistura de usos para torná-las mais acessíveis e convenientes aos seus moradores.
[...]
Todas as Edges Cities têm características em comum que as distinguem das outras. [...]. Essas cidades são planejadas para serem centros completos e autossuficientes, com uma mistura de usos que incluem habitação, comércio, serviços de saúde e lazer. Em uma Edge City típica, os escritórios e empresas estão localizados em parques empresariais, enquanto as áreas residenciais são compostas por apartamentos, condomínios ou casas. Restaurantes e lojas, normalmente, estão em centros comerciais e os espaços públicos têm parques, praças e áreas de lazer.
[...]
Edges Cities comportam uma densidade significativa de empregos em relação à sua população. Os trabalhos estão concentrados em setores, como tecnologia, finanças, serviços profissionais e de saúde. Há uma série de motivos que fazem uma empresa migrar para essas cidades: custo menor de aluguel, maior espaço para expansão e localização mais conveniente para os seus empregados. Ademais, a presença de muitas empresas e escritórios em uma Edge City ajuda na criação de uma economia local diversificada, no desenvolvimento de uma base de conhecimento especializado e na atração de trabalhadores qualificados.
Nos Estados Unidos, de acordo com uma reportagem do portal Biz Journal, foram usados 38,1 milhões de pés quadrados (o que são, aproximadamente, 3,5 milhões de metros quadrados em conversão livre) na construção de novos escritórios em Edges Cities . Essa demanda, conforme a reportagem, ocorre por conta de as empresas preferirem atuarem em ambientes que tenham facilidade de locomoção, opções de moradia para seus funcionários.
[...]
A mobilidade faz parte da rotina de quem mora em uma Edge City. Por isso, nessas cidades, é comum encontrar a presença de estradas bem planejadas e transportes públicos eficientes, tornando a cidade um centro competitivo e atraente tanto para as empresas quanto para as pessoas. Outro ponto que está atrelado à infraestrutura desse centro urbano é a ampla variedade de serviços públicos. Hospitais, escolas, universidades são essenciais para reter os residentes dessas cidades e incentivar que mais pessoas escolham ter suas vidas ali. [...]. No Brasil, podemos citar como exemplo o Alphaville em São Paulo, que, apesar de ser considerado um bairro, trouxe diversos conceitos do modelo de Edge City dos Estados Unidos.
Adaptado de: https://blog.jardinsdoparque.com.br/edge-city/. Acesso em: 23 ago. 2024.
Por Blog – Jardins do Parque
O termo Edge City foi cunhado pelo escritor e jornalista Joel Garreau, em seu livro “Edge City: Life on the New Frontier” , publicado em 1991. Garreau utilizou esse termo para descrever uma nova forma de desenvolvimento urbano que ele observou ao viajar pelos subúrbios das grandes cidades dos Estados Unidos na década de 80. [...]. Uma Edge City é um tipo de cidade que se encontra ao redor de um nó de transporte, como uma rodovia, e cresce como um subcentro comercial e residencial independente de uma cidade central.
Geralmente, Edges Cities são caracterizadas por edifícios de escritórios, shopping centers , hotéis, condomínios residenciais, além de outras estruturas que oferecem comodidades para seus moradores e visitantes. Essas cidades crescem por conta da expansão das redes de transporte e da necessidade de espaço e moradia fora das cidades centrais. Elas tendem a ter uma densidade populacional mais baixa do que os grandes centros urbanos e são planejadas com uma mistura de usos para torná-las mais acessíveis e convenientes aos seus moradores.
[...]
Todas as Edges Cities têm características em comum que as distinguem das outras. [...]. Essas cidades são planejadas para serem centros completos e autossuficientes, com uma mistura de usos que incluem habitação, comércio, serviços de saúde e lazer. Em uma Edge City típica, os escritórios e empresas estão localizados em parques empresariais, enquanto as áreas residenciais são compostas por apartamentos, condomínios ou casas. Restaurantes e lojas, normalmente, estão em centros comerciais e os espaços públicos têm parques, praças e áreas de lazer.
[...]
Edges Cities comportam uma densidade significativa de empregos em relação à sua população. Os trabalhos estão concentrados em setores, como tecnologia, finanças, serviços profissionais e de saúde. Há uma série de motivos que fazem uma empresa migrar para essas cidades: custo menor de aluguel, maior espaço para expansão e localização mais conveniente para os seus empregados. Ademais, a presença de muitas empresas e escritórios em uma Edge City ajuda na criação de uma economia local diversificada, no desenvolvimento de uma base de conhecimento especializado e na atração de trabalhadores qualificados.
Nos Estados Unidos, de acordo com uma reportagem do portal Biz Journal, foram usados 38,1 milhões de pés quadrados (o que são, aproximadamente, 3,5 milhões de metros quadrados em conversão livre) na construção de novos escritórios em Edges Cities . Essa demanda, conforme a reportagem, ocorre por conta de as empresas preferirem atuarem em ambientes que tenham facilidade de locomoção, opções de moradia para seus funcionários.
[...]
A mobilidade faz parte da rotina de quem mora em uma Edge City. Por isso, nessas cidades, é comum encontrar a presença de estradas bem planejadas e transportes públicos eficientes, tornando a cidade um centro competitivo e atraente tanto para as empresas quanto para as pessoas. Outro ponto que está atrelado à infraestrutura desse centro urbano é a ampla variedade de serviços públicos. Hospitais, escolas, universidades são essenciais para reter os residentes dessas cidades e incentivar que mais pessoas escolham ter suas vidas ali. [...]. No Brasil, podemos citar como exemplo o Alphaville em São Paulo, que, apesar de ser considerado um bairro, trouxe diversos conceitos do modelo de Edge City dos Estados Unidos.
Adaptado de: https://blog.jardinsdoparque.com.br/edge-city/. Acesso em: 23 ago. 2024.
Sobre a intencionalidade percebida em determinados excertos do texto, considerando, sobretudo, o seu contexto, assinale a alternativa correta.
Texto associado
O papel da memória e a memória de papel
Com espantosa frequência, leilões on-line oferecem ao mercado preciosos documentos públicos. Enquanto atuaram em funções estatais, personagens como Epitácio Pessoa, José de Alencar, Machado de Assis ou Pedro 2º produziram documentos públicos que, hoje, são disputados como investimento, como raridade colecionável e até como instrumento de crimes financeiros. A depender do conteúdo, do autógrafo, do estado de conservação e da procedência, um documento pode alcançar milhares de reais.
Papéis tramitados entre duas esferas públicas, contudo, estão sujeitos, caso autênticos, ao art. 10 da Lei nº 8.159/1991, que proíbe a comercialização de documentos de valor histórico egressos de arquivos públicos.
A Instrução Normativa 01/2007 do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) exige que leilões contendo documentos produzidos até o ano de 2000 sejam previamente informados ao órgão para análise de restrições de circulação ou identificação de eventual interesse de alguma instituição de acautelamento de patrimônio cultural.
A partir dessa informação, a autoridade pode exigir a retirada do documento do leilão definitivamente ou, caso seja necessário, para a realização de perícia, a fim de identificar, por exemplo, numerações, carimbos, vestígios de amarração, marcas de que o papel foi destacado de alguma encadernação, além do próprio conteúdo oficial do documento. Tudo isso para definir autenticidade e procedência do documento, mas nem sempre a comunicação prévia é feita.
Um documento público original assinado por Epitácio Pessoa, por exemplo, antes de chegar a uma grande plataforma de leilão on-line como eBay, Catawiki, Mercado Livre ou LeilõesBR, ou a grupos de WhatsApp, Facebook e Telegram, provavelmente saiu de modo ilícito de algum arquivo federal ou estadual. O aperfeiçoamento da legislação esparsa e a adoção de medidas interinstitucionais são um caminho urgente e necessário para salvaguardar o patrimônio documental.
Neste momento, a Câmara dos Deputados discute o Projeto de Lei nº 2.789/2021, que atualiza a Lei de Arquivos (Lei nº 8.159/1991) e torna improbidade administrativa o ato de "agir ou concorrer para a perda, desvio, apropriação, malbaratamento ou dilapidação dos bens materiais e imateriais do patrimônio histórico, artístico e cultural brasileiro, inclusive mediante desestruturação e corte de verbas para custeio dos órgãos incumbidos de proteger tal acervo".
A proposta é bem-vinda. Não é razoável que a Lei de Improbidade (Lei nº 8.429/1992) ainda não contenha uma única referência a bens culturais. Mas essa medida ainda demoraria algum tempo até produzir efeitos concretos em uma realidade que, neste momento, já exige providências urgentes.
Uma ação complementar, de efeitos mais rápidos, poderia mobilizar os ministérios da Cultura e da Justiça e o Ministério Público para obrigar os marketplaces a se comprometer com "effective moderation policies" e impedir a venda de bens culturais sem prova de origem e comercialização lícitas. Medidas auxiliares incluiriam a adoção de códigos de conduta para essas plataformas digitais e o desenvolvimento de "bots" para detectar automaticamente, a partir da análise de imagens ou palavras-chave via inteligência artificial, bens procurados.
A Constituição Federal definiu os documentos como parte do patrimônio cultural do Brasil (art. 216, inc. IV) e fixou que é competência comum de todos os entes da Federação protegê-los (art. 23, inc. III). A Unesco, por sua vez, ao aprovar a "Declaração Universal sobre Arquivos", em 2011, destacou o "papel essencial dos arquivos para (...) assegurar a memória individual e coletiva, e para compreender o passado, documentar o presente com vista a orientar o futuro".
Documentos – textuais, cartográficos, iconográficos, fonográficos etc. – são preciosas fontes de informação, e subtraí-los, extraviá-los, danificar ou destruir é pôr em risco a nossa memória. Sem memória, é impossível haver cultura e, sem cultura, nada resta da sociedade. Descuidar do patrimônio arquivístico, portanto, é o mesmo que abandonar uma parte de nós mesmos, de nossa humanidade.
Adaptado de: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2023/11/o-papel-da-memoria-e-a-memoria-de-papel.shtml. Acesso em: 17 nov. 2023.
Com espantosa frequência, leilões on-line oferecem ao mercado preciosos documentos públicos. Enquanto atuaram em funções estatais, personagens como Epitácio Pessoa, José de Alencar, Machado de Assis ou Pedro 2º produziram documentos públicos que, hoje, são disputados como investimento, como raridade colecionável e até como instrumento de crimes financeiros. A depender do conteúdo, do autógrafo, do estado de conservação e da procedência, um documento pode alcançar milhares de reais.
Papéis tramitados entre duas esferas públicas, contudo, estão sujeitos, caso autênticos, ao art. 10 da Lei nº 8.159/1991, que proíbe a comercialização de documentos de valor histórico egressos de arquivos públicos.
A Instrução Normativa 01/2007 do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) exige que leilões contendo documentos produzidos até o ano de 2000 sejam previamente informados ao órgão para análise de restrições de circulação ou identificação de eventual interesse de alguma instituição de acautelamento de patrimônio cultural.
A partir dessa informação, a autoridade pode exigir a retirada do documento do leilão definitivamente ou, caso seja necessário, para a realização de perícia, a fim de identificar, por exemplo, numerações, carimbos, vestígios de amarração, marcas de que o papel foi destacado de alguma encadernação, além do próprio conteúdo oficial do documento. Tudo isso para definir autenticidade e procedência do documento, mas nem sempre a comunicação prévia é feita.
Um documento público original assinado por Epitácio Pessoa, por exemplo, antes de chegar a uma grande plataforma de leilão on-line como eBay, Catawiki, Mercado Livre ou LeilõesBR, ou a grupos de WhatsApp, Facebook e Telegram, provavelmente saiu de modo ilícito de algum arquivo federal ou estadual. O aperfeiçoamento da legislação esparsa e a adoção de medidas interinstitucionais são um caminho urgente e necessário para salvaguardar o patrimônio documental.
Neste momento, a Câmara dos Deputados discute o Projeto de Lei nº 2.789/2021, que atualiza a Lei de Arquivos (Lei nº 8.159/1991) e torna improbidade administrativa o ato de "agir ou concorrer para a perda, desvio, apropriação, malbaratamento ou dilapidação dos bens materiais e imateriais do patrimônio histórico, artístico e cultural brasileiro, inclusive mediante desestruturação e corte de verbas para custeio dos órgãos incumbidos de proteger tal acervo".
A proposta é bem-vinda. Não é razoável que a Lei de Improbidade (Lei nº 8.429/1992) ainda não contenha uma única referência a bens culturais. Mas essa medida ainda demoraria algum tempo até produzir efeitos concretos em uma realidade que, neste momento, já exige providências urgentes.
Uma ação complementar, de efeitos mais rápidos, poderia mobilizar os ministérios da Cultura e da Justiça e o Ministério Público para obrigar os marketplaces a se comprometer com "effective moderation policies" e impedir a venda de bens culturais sem prova de origem e comercialização lícitas. Medidas auxiliares incluiriam a adoção de códigos de conduta para essas plataformas digitais e o desenvolvimento de "bots" para detectar automaticamente, a partir da análise de imagens ou palavras-chave via inteligência artificial, bens procurados.
A Constituição Federal definiu os documentos como parte do patrimônio cultural do Brasil (art. 216, inc. IV) e fixou que é competência comum de todos os entes da Federação protegê-los (art. 23, inc. III). A Unesco, por sua vez, ao aprovar a "Declaração Universal sobre Arquivos", em 2011, destacou o "papel essencial dos arquivos para (...) assegurar a memória individual e coletiva, e para compreender o passado, documentar o presente com vista a orientar o futuro".
Documentos – textuais, cartográficos, iconográficos, fonográficos etc. – são preciosas fontes de informação, e subtraí-los, extraviá-los, danificar ou destruir é pôr em risco a nossa memória. Sem memória, é impossível haver cultura e, sem cultura, nada resta da sociedade. Descuidar do patrimônio arquivístico, portanto, é o mesmo que abandonar uma parte de nós mesmos, de nossa humanidade.
Adaptado de: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2023/11/o-papel-da-memoria-e-a-memoria-de-papel.shtml. Acesso em: 17 nov. 2023.
Assinale a alternativa que analisa corretamente as características linguísticas e a tipologia textual predominante no trecho a seguir:
“Documentos – textuais, cartográficos, iconográficos, fonográficos etc. – são preciosas fontes de informação, e subtraí-los, extraviá-los, danificar ou destruir é pôr em risco a nossa memória. Sem memória, é impossível haver cultura e, sem cultura, nada resta da sociedade. Descuidar do patrimônio arquivístico, portanto, é o mesmo que abandonar uma parte de nós mesmos, de nossa humanidade.”
Texto associado
Texto 03 (Para as questões de 6 a 10)
ABOLIÇÃO
Meu poema é rédea
que toca cavalo
em galopes ligeiros...
e sigo – andarilho
em meio a tanto medo
nos golpes dos homens contra o porvir...
meu poema advir
de uma caminhada fugaz
- tantos temporais –
e da negritude
de um povo que não se lembra mais
que a cada dia
no Pelourinho da Bahia
um escravo morria...
sou um cavaleiro
sobre um alazão de prata
à procura de uma pátria
campeando tantas mágoas.
Meu poema é da praça
é da rua
é da senzala
meu quilombo tem as marcas
das sentenças impregnadas
de injustiças raciais.
Já não sou mais cavaleiro
vou deixar este torrão
ficam tantas caminhadas
meu cavalo alazão
e a mais pura ilusão
de uma vida abolida
a ferro
a fogo
a água de invernada.
MOTA, Otávio. Apocalipse Man: poesia e teatro. Salvador: Edições O ViceRey, 1987, p. 63.
ABOLIÇÃO
Meu poema é rédea
que toca cavalo
em galopes ligeiros...
e sigo – andarilho
em meio a tanto medo
nos golpes dos homens contra o porvir...
meu poema advir
de uma caminhada fugaz
- tantos temporais –
e da negritude
de um povo que não se lembra mais
que a cada dia
no Pelourinho da Bahia
um escravo morria...
sou um cavaleiro
sobre um alazão de prata
à procura de uma pátria
campeando tantas mágoas.
Meu poema é da praça
é da rua
é da senzala
meu quilombo tem as marcas
das sentenças impregnadas
de injustiças raciais.
Já não sou mais cavaleiro
vou deixar este torrão
ficam tantas caminhadas
meu cavalo alazão
e a mais pura ilusão
de uma vida abolida
a ferro
a fogo
a água de invernada.
MOTA, Otávio. Apocalipse Man: poesia e teatro. Salvador: Edições O ViceRey, 1987, p. 63.
No que diz respeito aos elementos textuais, semânticos, poéticos e linguísticos presentes no Texto 03, é correto afirmar que
Texto associado
Texto 1
Gemini: novo chat de voz por IA do Google funciona como assistente pessoal
13/08/2024 15h55
O Google anunciou nesta terça-feira, 13, em Mountain View, na Califórnia, a chegada do Gemini Live, ferramenta de inteligência artificial (IA) que vai funcionar como um assistente de voz por todo o ecossistema de produtos da empresa no celular. A apresentação foi feita durante o Made by Google 2024, evento em que a companhia apresenta suas maiores novidades e lançamentos e dispositivos.
Entre os novos produtos do Google, o que se destacou foram as novas atualizações - que foram testadas ao vivo e falharam algumas vezes - para a Gemini, a inteligência artificial (IA) da marca. O evento também marcou a chegada da nova linha de celulares Pixel 9, que não estarão disponíveis no Brasil.
A maior novidade do Gemini é que, agora, a IA vai além do texto e interligará todo o celular, com dados de agenda, calendário, fotos e mais. O Gemini Live, uma espécie de chat de voz ao vivo, funciona como uma assistente pessoal - uma versão melhorada e mais inteligente do Google Assistente, que perdeu o suporte a várias funções em janeiro deste ano. Com 10 opções de vozes - muito fluidas e realmente parecida com a de humanos - é possível “conversar” com a IA e, até mesmo, interrompê-la sem precisar apertar botões.
Além disso, a IA terá acesso a aplicativos do celular, como Google Fotos, calendário e e-mail, integrando os serviços sempre que o usuário fizer um pedido pelo chat de voz, que vai funcionar com o aplicativo do Gemini. Por exemplo, o usuário pode tirar foto de um cartaz com datas de uma turnê de um artista e perguntar ao Gemini se, no dia do show, já possui algum compromisso marcado no calendário.
O recurso, demonstrado ao vivo pela empresa durante o evento, funcionou, mas não sem engasgar: foi preciso três tentativas para que o Gemini entendesse que era preciso cruzar os dados do cartaz - uma turnê da cantora pop Sabrina Carpenter - com o calendário do usuário no celular.
Outro novo recurso é que, ao assistir um vídeo no YouTube, por exemplo, o usuário poderá pedir para a IA descrever o que está acontecendo no vídeo ou, até mesmo, listar os itens que aparecem na tela.
O usuário também vai poder pedir para que o Gemini crie uma playlist específica, apenas sugerindo a finalidade e o tipo de música que deseja ouvir. O exemplo dado no evento foi para que a assistente pessoal criasse uma playlist para caminhar na cidade de Seul.
O Gemini também contará com recursos parecidos com os dos chatbots, como pedir para que a assistente escreva e-mails, rascunhos ou mensagens. O recurso, como o ajude-me a escrever no e-mail e no Google Docs, por exemplo, já está disponível em português no Brasil.
Por enquanto, os recursos estão disponíveis para assinantes do Gemini Advanced. Segundo o Google, as novas funções estão prontas e poderão ser encontradas em aparelhos Samsung e Pixel ainda nesta terça-feira. Outros smartphones de sistema Android devem receber as atualizações nas próximas semanas.
Disponível em: https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2024/08/13/gemini-novo-chat-de-voz-por-ia-do-google-funciona-como-assistente-pessoal.htm. Acesso em: 15 ago. 2024.
Gemini: novo chat de voz por IA do Google funciona como assistente pessoal
13/08/2024 15h55
O Google anunciou nesta terça-feira, 13, em Mountain View, na Califórnia, a chegada do Gemini Live, ferramenta de inteligência artificial (IA) que vai funcionar como um assistente de voz por todo o ecossistema de produtos da empresa no celular. A apresentação foi feita durante o Made by Google 2024, evento em que a companhia apresenta suas maiores novidades e lançamentos e dispositivos.
Entre os novos produtos do Google, o que se destacou foram as novas atualizações - que foram testadas ao vivo e falharam algumas vezes - para a Gemini, a inteligência artificial (IA) da marca. O evento também marcou a chegada da nova linha de celulares Pixel 9, que não estarão disponíveis no Brasil.
A maior novidade do Gemini é que, agora, a IA vai além do texto e interligará todo o celular, com dados de agenda, calendário, fotos e mais. O Gemini Live, uma espécie de chat de voz ao vivo, funciona como uma assistente pessoal - uma versão melhorada e mais inteligente do Google Assistente, que perdeu o suporte a várias funções em janeiro deste ano. Com 10 opções de vozes - muito fluidas e realmente parecida com a de humanos - é possível “conversar” com a IA e, até mesmo, interrompê-la sem precisar apertar botões.
Além disso, a IA terá acesso a aplicativos do celular, como Google Fotos, calendário e e-mail, integrando os serviços sempre que o usuário fizer um pedido pelo chat de voz, que vai funcionar com o aplicativo do Gemini. Por exemplo, o usuário pode tirar foto de um cartaz com datas de uma turnê de um artista e perguntar ao Gemini se, no dia do show, já possui algum compromisso marcado no calendário.
O recurso, demonstrado ao vivo pela empresa durante o evento, funcionou, mas não sem engasgar: foi preciso três tentativas para que o Gemini entendesse que era preciso cruzar os dados do cartaz - uma turnê da cantora pop Sabrina Carpenter - com o calendário do usuário no celular.
Outro novo recurso é que, ao assistir um vídeo no YouTube, por exemplo, o usuário poderá pedir para a IA descrever o que está acontecendo no vídeo ou, até mesmo, listar os itens que aparecem na tela.
O usuário também vai poder pedir para que o Gemini crie uma playlist específica, apenas sugerindo a finalidade e o tipo de música que deseja ouvir. O exemplo dado no evento foi para que a assistente pessoal criasse uma playlist para caminhar na cidade de Seul.
O Gemini também contará com recursos parecidos com os dos chatbots, como pedir para que a assistente escreva e-mails, rascunhos ou mensagens. O recurso, como o ajude-me a escrever no e-mail e no Google Docs, por exemplo, já está disponível em português no Brasil.
Por enquanto, os recursos estão disponíveis para assinantes do Gemini Advanced. Segundo o Google, as novas funções estão prontas e poderão ser encontradas em aparelhos Samsung e Pixel ainda nesta terça-feira. Outros smartphones de sistema Android devem receber as atualizações nas próximas semanas.
Disponível em: https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2024/08/13/gemini-novo-chat-de-voz-por-ia-do-google-funciona-como-assistente-pessoal.htm. Acesso em: 15 ago. 2024.
Em relação ao excerto “O Gemini Live, uma espécie de chat de voz ao vivo, funciona como uma assistente pessoal – uma versão melhorada e mais inteligente do Google Assistente, que perdeu suporte a várias funções em janeiro deste ano.”, assinale a alternativa correta.
Texto associado
Texto CB1A7
Quando está triste, coxeia. É assim desde o começo, quando deu os primeiros passos agarrado ao armário branco da casa de seus pais. Começou a andar direito e assim prosseguiu o caminho habitual dos homens, mas sempre que alguma coisa correu menos bem (uma bolacha que lhe foi recusada, uma sopa que o forçaram a sorver, um grito que ouviu a meio do dia, um beijo que lhe foi deixado em suspensão) ele perdeu a força numa das pernas. Hoje, varado de saudade da ex-mulher, caminha sozinho e coxo pelas ruas escuras da aldeia. Não se preocupa nem um pouco com a chuva que o encharca da cabeça aos pés, nem com o frio. Leva sim a mão à perna direita como quem tenta trazê-la à razão. E pela primeira vez em quarenta anos repara: a dor não vem do joelho nem do pé, nem sequer vem do osso epicôndilo medial. É o nervo ciático que lhe dói. Atravessa-lhe a perna inteira mas insiste mesmo é na coxa. A mesma sob a qual todos aqueles que lhe fizeram promessas colocaram a mão, mas logo em velocidade a retiraram. Continua então o seu caminho pela aldeia, agarrado aos muros brancos, sem grande epifania, só mais dorido que o habitual. Coxeia, porque quando está triste ele coxeia.
Matilde Campilho. In: Flecha. São Paulo: Editora 34, 2022.
Quando está triste, coxeia. É assim desde o começo, quando deu os primeiros passos agarrado ao armário branco da casa de seus pais. Começou a andar direito e assim prosseguiu o caminho habitual dos homens, mas sempre que alguma coisa correu menos bem (uma bolacha que lhe foi recusada, uma sopa que o forçaram a sorver, um grito que ouviu a meio do dia, um beijo que lhe foi deixado em suspensão) ele perdeu a força numa das pernas. Hoje, varado de saudade da ex-mulher, caminha sozinho e coxo pelas ruas escuras da aldeia. Não se preocupa nem um pouco com a chuva que o encharca da cabeça aos pés, nem com o frio. Leva sim a mão à perna direita como quem tenta trazê-la à razão. E pela primeira vez em quarenta anos repara: a dor não vem do joelho nem do pé, nem sequer vem do osso epicôndilo medial. É o nervo ciático que lhe dói. Atravessa-lhe a perna inteira mas insiste mesmo é na coxa. A mesma sob a qual todos aqueles que lhe fizeram promessas colocaram a mão, mas logo em velocidade a retiraram. Continua então o seu caminho pela aldeia, agarrado aos muros brancos, sem grande epifania, só mais dorido que o habitual. Coxeia, porque quando está triste ele coxeia.
Matilde Campilho. In: Flecha. São Paulo: Editora 34, 2022.
Em relação a aspectos linguísticos do texto CB1A7, julgue os itens a seguir.
I Em “Não se preocupa nem um pouco com a chuva” (quinto período), o pronome “se” poderia ser corretamente empregado logo após a forma verbal preocupa, escrevendo-se Não preocupa-se .
II Em “mas logo em velocidade a retiraram” (décimo período), a forma pronominal “a” refere-se a “coxa”, no período anterior.
III A inserção de uma vírgula logo após “chuva” (quinto período) prejudicaria a correção gramatical do texto.
Assinale a opção correta.
Texto associado
Texto I
Novas tecnologias: tendências e o que esperar para o futuro
Toda vez que uma nova tecnologia chega, ela traz com ela mudanças e impactos na sociedade como um todo. Elas transformam a forma como trabalhamos, aprendemos, nos comunicamos e fazemos negócios, e não param de surgir.
Realidade virtual, Big Data e drones são alguns exemplos de novas tecnologias que já fazem parte do cotidiano. Blockchain, plantação vertical, impressão 4D representam nomes do futuro.
Tecnologias novas são extremamente importantes porque elas têm o potencial de melhorar significativamente a qualidade de vida das pessoas em muitas áreas diferentes — a depender de como são usadas.
Abaixo estão alguns dos principais benefícios que as novas tecnologias podem trazer:
- melhoria da eficiência: as novas tecnologias mundiais podem tornar muitas atividades mais eficientes, reduzindo o tempo necessário para executar tarefas e automatizando muitos processos. Isso pode levar a uma maior produtividade e a uma redução de custos;
- democratização do conhecimento: uma nova tecnologia também pode democratizar o conhecimento, permitindo que pessoas de diferentes partes do mundo tenham acesso a informações valiosas e aprendam novos assuntos. Isso pode levar a uma maior igualdade de oportunidades educacionais e uma melhor qualidade de vida para as pessoas;
- melhoria da comunicação: tecnologias novas, quando se pensa em toda a era da internet, por exemplo, podem melhorar a comunicação entre as pessoas, permitindo que elas se conectem rapidamente com quem não está próximo fisicamente. Felizmente, isso pode levar a uma maior colaboração e troca de ideias, bem como uma melhor compreensão entre as culturas.
A cada nova invenção, mais possibilidades surgem.
Mas afinal, quais novas tecnologias têm gerado grandes impactos no mundo? São:
Realidade virtual e aumentada;
Inteligência artificial;
Drones;
Internet das Coisas (IoT);
Big Data;
Impressão 3D;
Robótica.
A realidade virtual (VR) e a realidade aumentada(AR) são tecnologias que criam uma experiência imersiva em um ambiente virtual ou uma sobreposição de informações digitais em um ambiente real.
A VR é amplamente utilizada em jogos, treinamentos de simulação, design de produtos, terapia e entretenimento, enquanto a AR tem sido aplicada em publicidade, compras, saúde, educação e turismo.
A inteligência artificial (IA) é uma tecnologia que permite que máquinas aprendam e realizem tarefas que normalmente requerem inteligência humana, como reconhecimento de fala, visão computacional, processamento de linguagem natural e tomada de decisão.
Alguns exemplos são assistentes virtuais como a Alexa e o famoso Chat GPT, que auxilia na criação de conteúdo.
Os drones são veículos aéreos não tripulados (UAVs) que podem ser controlados remotamente ou programados para realizar tarefas específicas.
Os drones permitem uma inspeção mais segura e eficiente de estruturas, a entrega rápida de produtos e serviços, bem como o registro de imagens e vídeos de locais de difícil acesso.
A Internet das Coisas (IoT) refere-se a um sistema de dispositivos interconectados que se comunicam uns com os outros e com a internet, coletando e compartilhando dados em tempo real.
O Big Data refere-se ao enorme volume de dados que são coletados diariamente de diversas fontes, incluindo dispositivos móveis, mídias sociais, sensores e outros dispositivos IoT.
A análise de Big Data permite que as empresas descubram padrões, identifiquem tendências e tomem decisões com base em insights valiosos.
A impressão 3D é uma tecnologia que permite a criação de objetos físicos a partir de um modelo digital tridimensional.
A robótica é uma área do conhecimento que permite a criação de robôs que podem realizar tarefas de forma autônoma ou com supervisão humana.
Pensando em 2023, há também uma série de novas tecnologias para ficar de olho. Conheça algumas delas.
O blockchain é uma tecnologia que permite o armazenamento e compartilhamento de informações de forma segura e descentralizada.
A tecnologia 5G é a próxima geração de redes móveis, que promete uma conexão mais rápida e estável. Ela permite que mais dispositivos sejam conectados simultaneamente e oferece maior capacidade de transferência de dados, abrindo caminho para novas tecnologias como carros autônomos, realidade virtual e IoT.
A impressão 4D é uma tecnologia que permite a criação de objetos que se transformam ao longo do tempo em resposta a determinados estímulos.
Em 2023, o metaverso com certeza será uma tendência. Ele funciona como uma nova forma de ambiente digital imersivo, que busca criar um universo paralelo em que os usuários possam interagir de forma mais completa com o mundo digital. Através do uso de tecnologias como realidade virtual e inteligência artificial, o metaverso permite a criação de ambientes digitais que podem ser aplicados em jogos, educação e até mesmo em ambientes de trabalho.
A plantação vertical é uma tecnologia que permite o cultivo de plantas em ambientes fechados, em que elas crescem verticalmente em camadas.
Essa tecnologia tem sido aplicada em áreas urbanas, onde o espaço é limitado, e em regiões áridas ou com condições climáticas adversas, onde o cultivo convencional pode ser inviável.
Além disso, a planta vertical pode ter um menor impacto ambiental, já que reduz a necessidade de transporte de alimentos e pode utilizar técnicas de cultivo mais sustentáveis.
Adaptado de: Internet das coisas - Notícias e tudo sobre | CNN Brasil. Acesso em: 02 de jul. 2023.
Novas tecnologias: tendências e o que esperar para o futuro
Toda vez que uma nova tecnologia chega, ela traz com ela mudanças e impactos na sociedade como um todo. Elas transformam a forma como trabalhamos, aprendemos, nos comunicamos e fazemos negócios, e não param de surgir.
Realidade virtual, Big Data e drones são alguns exemplos de novas tecnologias que já fazem parte do cotidiano. Blockchain, plantação vertical, impressão 4D representam nomes do futuro.
Tecnologias novas são extremamente importantes porque elas têm o potencial de melhorar significativamente a qualidade de vida das pessoas em muitas áreas diferentes — a depender de como são usadas.
Abaixo estão alguns dos principais benefícios que as novas tecnologias podem trazer:
- melhoria da eficiência: as novas tecnologias mundiais podem tornar muitas atividades mais eficientes, reduzindo o tempo necessário para executar tarefas e automatizando muitos processos. Isso pode levar a uma maior produtividade e a uma redução de custos;
- democratização do conhecimento: uma nova tecnologia também pode democratizar o conhecimento, permitindo que pessoas de diferentes partes do mundo tenham acesso a informações valiosas e aprendam novos assuntos. Isso pode levar a uma maior igualdade de oportunidades educacionais e uma melhor qualidade de vida para as pessoas;
- melhoria da comunicação: tecnologias novas, quando se pensa em toda a era da internet, por exemplo, podem melhorar a comunicação entre as pessoas, permitindo que elas se conectem rapidamente com quem não está próximo fisicamente. Felizmente, isso pode levar a uma maior colaboração e troca de ideias, bem como uma melhor compreensão entre as culturas.
A cada nova invenção, mais possibilidades surgem.
Mas afinal, quais novas tecnologias têm gerado grandes impactos no mundo? São:
Realidade virtual e aumentada;
Inteligência artificial;
Drones;
Internet das Coisas (IoT);
Big Data;
Impressão 3D;
Robótica.
A realidade virtual (VR) e a realidade aumentada(AR) são tecnologias que criam uma experiência imersiva em um ambiente virtual ou uma sobreposição de informações digitais em um ambiente real.
A VR é amplamente utilizada em jogos, treinamentos de simulação, design de produtos, terapia e entretenimento, enquanto a AR tem sido aplicada em publicidade, compras, saúde, educação e turismo.
A inteligência artificial (IA) é uma tecnologia que permite que máquinas aprendam e realizem tarefas que normalmente requerem inteligência humana, como reconhecimento de fala, visão computacional, processamento de linguagem natural e tomada de decisão.
Alguns exemplos são assistentes virtuais como a Alexa e o famoso Chat GPT, que auxilia na criação de conteúdo.
Os drones são veículos aéreos não tripulados (UAVs) que podem ser controlados remotamente ou programados para realizar tarefas específicas.
Os drones permitem uma inspeção mais segura e eficiente de estruturas, a entrega rápida de produtos e serviços, bem como o registro de imagens e vídeos de locais de difícil acesso.
A Internet das Coisas (IoT) refere-se a um sistema de dispositivos interconectados que se comunicam uns com os outros e com a internet, coletando e compartilhando dados em tempo real.
O Big Data refere-se ao enorme volume de dados que são coletados diariamente de diversas fontes, incluindo dispositivos móveis, mídias sociais, sensores e outros dispositivos IoT.
A análise de Big Data permite que as empresas descubram padrões, identifiquem tendências e tomem decisões com base em insights valiosos.
A impressão 3D é uma tecnologia que permite a criação de objetos físicos a partir de um modelo digital tridimensional.
A robótica é uma área do conhecimento que permite a criação de robôs que podem realizar tarefas de forma autônoma ou com supervisão humana.
Pensando em 2023, há também uma série de novas tecnologias para ficar de olho. Conheça algumas delas.
O blockchain é uma tecnologia que permite o armazenamento e compartilhamento de informações de forma segura e descentralizada.
A tecnologia 5G é a próxima geração de redes móveis, que promete uma conexão mais rápida e estável. Ela permite que mais dispositivos sejam conectados simultaneamente e oferece maior capacidade de transferência de dados, abrindo caminho para novas tecnologias como carros autônomos, realidade virtual e IoT.
A impressão 4D é uma tecnologia que permite a criação de objetos que se transformam ao longo do tempo em resposta a determinados estímulos.
Em 2023, o metaverso com certeza será uma tendência. Ele funciona como uma nova forma de ambiente digital imersivo, que busca criar um universo paralelo em que os usuários possam interagir de forma mais completa com o mundo digital. Através do uso de tecnologias como realidade virtual e inteligência artificial, o metaverso permite a criação de ambientes digitais que podem ser aplicados em jogos, educação e até mesmo em ambientes de trabalho.
A plantação vertical é uma tecnologia que permite o cultivo de plantas em ambientes fechados, em que elas crescem verticalmente em camadas.
Essa tecnologia tem sido aplicada em áreas urbanas, onde o espaço é limitado, e em regiões áridas ou com condições climáticas adversas, onde o cultivo convencional pode ser inviável.
Além disso, a planta vertical pode ter um menor impacto ambiental, já que reduz a necessidade de transporte de alimentos e pode utilizar técnicas de cultivo mais sustentáveis.
Adaptado de: Internet das coisas - Notícias e tudo sobre | CNN Brasil. Acesso em: 02 de jul. 2023.
As questões de 01 a 12 referem-se ao Texto I.
Em “ Toda vez que uma nova tecnologia chega, ela traz com ela mudanças e impactos na sociedade como um todo .”,
Texto associado
MÉTODO CIENTÍFICO: POR QUE E COMO LEVÁ-LO PARA A PRÁTICA
Analisar, testar e resolver são habilidades essenciais para o desenvolvimento integral dos alunos dos Anos Finais
Por Linaldo Oliveira – 16/02/2023
Na sociedade atual, a Educação precisa levar o jovem a compreender e interpretar o mundo natural, social e tecnológico e a transformar a realidade em que se encontra utilizando estratégias científicas. Em outras palavras, falamos em “fazer ciência”.
Entretanto, antes do verbo “fazer”, deveríamos enfatizar a importância de entender a ciência. De forma particular, as Ciências Naturais estão entre os componentes curriculares que abordam de forma direta a importância do desenvolvimento científico e tecnológico para estruturar a sociedade e seus efeitos nos relacionamentos humanos. Ou seja, nós respiramos ciência! Entender como dependemos dela é crucial para a formação moral, cidadã e acadêmica dos nossos alunos.
Olhando por essa ótica, entendemos que, ao desenvolver práticas que estimulem e desenvolvam a observação, a construção de hipóteses, a análise de dados e a conclusão dos nossos alunos, estamos formando indivíduos que futuramente serão mais socialmente ativos, críticos e criativos.
Diversas metodologias que estão em alta hoje são baseadas nas etapas propostas pelo método científico – observação, hipótese, análise e conclusão. Quando o trabalho é interdisciplinar, estimula o estudante a utilizar o conhecimento combinado de diversas áreas – por exemplo, temos o STEAM, que conecta as áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática, ou o Design Thinking, que leva o aluno a trabalhar em soluções para diversas demandas selecionadas.
Também é possível trabalhar o método científico por meio da Aprendizagem Baseada em Projetos (ABP). Trata-se de uma oportunidade de conectar a escola e a comunidade, construindo com alunos projetos alinhados à grade curricular de forma interdisciplinar, contextualizada e significativa.
Quando envolve uma melhoria de situações e dificuldades enfrentadas pela comunidade, os alunos costumam se sentir motivados e se engajar com as propostas. Minha sugestão é que converse com sua turma a respeito da rotina dos estudantes e das questões que enfrentam diariamente em suas comunidades. Pensar, em sala de aula, soluções para essas problemáticas geram projetos integradores que aumentam o engajamento do aluno e instigam a investigação por meio da curiosidade. Foi assim que aprendi a utilizar o método científico e a torná-lo algo cotidiano para os estudantes. Analise, teste e resolva para formar a Educação e a sociedade do futuro.
Adaptado de: https://novaescola.org.br/conteudo/21597/metodo-cientifico-por-que-e-como-leva-lo-para-a-pratica Acesso em: 12 abr. 2023.
Analisar, testar e resolver são habilidades essenciais para o desenvolvimento integral dos alunos dos Anos Finais
Por Linaldo Oliveira – 16/02/2023
Na sociedade atual, a Educação precisa levar o jovem a compreender e interpretar o mundo natural, social e tecnológico e a transformar a realidade em que se encontra utilizando estratégias científicas. Em outras palavras, falamos em “fazer ciência”.
Entretanto, antes do verbo “fazer”, deveríamos enfatizar a importância de entender a ciência. De forma particular, as Ciências Naturais estão entre os componentes curriculares que abordam de forma direta a importância do desenvolvimento científico e tecnológico para estruturar a sociedade e seus efeitos nos relacionamentos humanos. Ou seja, nós respiramos ciência! Entender como dependemos dela é crucial para a formação moral, cidadã e acadêmica dos nossos alunos.
Olhando por essa ótica, entendemos que, ao desenvolver práticas que estimulem e desenvolvam a observação, a construção de hipóteses, a análise de dados e a conclusão dos nossos alunos, estamos formando indivíduos que futuramente serão mais socialmente ativos, críticos e criativos.
Diversas metodologias que estão em alta hoje são baseadas nas etapas propostas pelo método científico – observação, hipótese, análise e conclusão. Quando o trabalho é interdisciplinar, estimula o estudante a utilizar o conhecimento combinado de diversas áreas – por exemplo, temos o STEAM, que conecta as áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática, ou o Design Thinking, que leva o aluno a trabalhar em soluções para diversas demandas selecionadas.
Também é possível trabalhar o método científico por meio da Aprendizagem Baseada em Projetos (ABP). Trata-se de uma oportunidade de conectar a escola e a comunidade, construindo com alunos projetos alinhados à grade curricular de forma interdisciplinar, contextualizada e significativa.
Quando envolve uma melhoria de situações e dificuldades enfrentadas pela comunidade, os alunos costumam se sentir motivados e se engajar com as propostas. Minha sugestão é que converse com sua turma a respeito da rotina dos estudantes e das questões que enfrentam diariamente em suas comunidades. Pensar, em sala de aula, soluções para essas problemáticas geram projetos integradores que aumentam o engajamento do aluno e instigam a investigação por meio da curiosidade. Foi assim que aprendi a utilizar o método científico e a torná-lo algo cotidiano para os estudantes. Analise, teste e resolva para formar a Educação e a sociedade do futuro.
Adaptado de: https://novaescola.org.br/conteudo/21597/metodo-cientifico-por-que-e-como-leva-lo-para-a-pratica Acesso em: 12 abr. 2023.
Em relação ao subtítulo do texto “Analisar, testar e resolver são habilidades essenciais para o desenvolvimento integral dos alunos dos Anos Finais”, assinale a alternativa correta.
Texto associado
MUITOS DADOS, POSSÍVEIS LEITURAS
Carla Madureira Cruz (Instituo de Geociência - UFRJ)
Estamos cada vez mais exigentes aos detalhes do mundo que nos rodeia, seja espacial ou temporalmente. Ainda que não saibamos o limite de onde podemos chegar, seguramente romperemos as dificuldades de forma cada vez mais rápida. Vejamos a questão da escala...
Não faz muito tempo que observar o mundo através de manchas indicativas do tipo de ocupação (como é o caso das áreas urbanas e dos fragmentos florestais) era o que havia de melhor para fazer medições, monitoramentos e diagnósticos. Isso tudo a intervalos de anos, às vezes, décadas. Afinal, a produção cartográfica sempre foi, historicamente, um desafio complexo, exigindo tempo, métodos e recursos pouco triviais. Não é à toa que era restrita a poucos.
Atualmente, e cada vez mais rapidamente, temos sido capazes de romper muitas dessas fronteiras. E por que isto é importante? Porque a representação de dados depende da escala e esta, por sua vez, depende do conjunto de dados primários utilizados. Assim, se quisermos analisar um território de modo mais detalhado, precisaremos de dados suficientemente ajustados ao nível de escala exigido para cada demanda. Hoje, tornou-se comum trocarmos manchas por indivíduos (como casas e árvores) em algumas aplicações como as voltadas aos estudos urbanos.
As formas de levantamentos de dados são variáveis e podem ser do tipo in situ (no campo) ou remoto. Com o avanço tecnológico, cresce em qualidade e diversidade as opções remotas de obtenção de dados, como é o caso do sensoriamento remoto com suas múltiplas facetas. Ele nos permite acesso, cada vez mais amplo, a um parque de imagens muito variadas, que buscam atender a estudos e aplicações diversas. Afinal, a leitura espacial é um quesito fundamental para a quantificação e compreensão da evolução da paisagem, podendo considerar aspectos antrópicos ou naturais.
Com a facilidade tecnológica de acesso, produção e disponibilização de dados espaciais, as pressões por soluções que passam por essas representações espaciais só crescem. Ampliam-se os dados, expressos na maioria das vezes por imagens e mapas, mas também há um aumento, e aprofundamento, do conhecimento sobre as dinâmicas de eventos - informações consideradas cruciais para lidar com as complexidades do mundo atual.
Não devemos esquecer que o que existe e o que representamos nunca é a mesma coisa. Toda representação em escala carrega em si alguma perda, que denominamos generalização. E isso é importante, porque possibilita a análise de áreas maiores. O desafio, portanto, é saber escolher a escala adequada ao estudo: aquela que não invisibiliza o que precisamos observar e medir.
Adaptado de: https://cienciahoje.org.br/artigo/muitos-dadospossiveis-leituras/. Acesso em: 05 abr. 2023.
Carla Madureira Cruz (Instituo de Geociência - UFRJ)
Estamos cada vez mais exigentes aos detalhes do mundo que nos rodeia, seja espacial ou temporalmente. Ainda que não saibamos o limite de onde podemos chegar, seguramente romperemos as dificuldades de forma cada vez mais rápida. Vejamos a questão da escala...
Não faz muito tempo que observar o mundo através de manchas indicativas do tipo de ocupação (como é o caso das áreas urbanas e dos fragmentos florestais) era o que havia de melhor para fazer medições, monitoramentos e diagnósticos. Isso tudo a intervalos de anos, às vezes, décadas. Afinal, a produção cartográfica sempre foi, historicamente, um desafio complexo, exigindo tempo, métodos e recursos pouco triviais. Não é à toa que era restrita a poucos.
Atualmente, e cada vez mais rapidamente, temos sido capazes de romper muitas dessas fronteiras. E por que isto é importante? Porque a representação de dados depende da escala e esta, por sua vez, depende do conjunto de dados primários utilizados. Assim, se quisermos analisar um território de modo mais detalhado, precisaremos de dados suficientemente ajustados ao nível de escala exigido para cada demanda. Hoje, tornou-se comum trocarmos manchas por indivíduos (como casas e árvores) em algumas aplicações como as voltadas aos estudos urbanos.
As formas de levantamentos de dados são variáveis e podem ser do tipo in situ (no campo) ou remoto. Com o avanço tecnológico, cresce em qualidade e diversidade as opções remotas de obtenção de dados, como é o caso do sensoriamento remoto com suas múltiplas facetas. Ele nos permite acesso, cada vez mais amplo, a um parque de imagens muito variadas, que buscam atender a estudos e aplicações diversas. Afinal, a leitura espacial é um quesito fundamental para a quantificação e compreensão da evolução da paisagem, podendo considerar aspectos antrópicos ou naturais.
Com a facilidade tecnológica de acesso, produção e disponibilização de dados espaciais, as pressões por soluções que passam por essas representações espaciais só crescem. Ampliam-se os dados, expressos na maioria das vezes por imagens e mapas, mas também há um aumento, e aprofundamento, do conhecimento sobre as dinâmicas de eventos - informações consideradas cruciais para lidar com as complexidades do mundo atual.
Não devemos esquecer que o que existe e o que representamos nunca é a mesma coisa. Toda representação em escala carrega em si alguma perda, que denominamos generalização. E isso é importante, porque possibilita a análise de áreas maiores. O desafio, portanto, é saber escolher a escala adequada ao estudo: aquela que não invisibiliza o que precisamos observar e medir.
Adaptado de: https://cienciahoje.org.br/artigo/muitos-dadospossiveis-leituras/. Acesso em: 05 abr. 2023.
Assinale a alternativa que analisa corretamente o excerto: "Ele nos permite acesso, cada vez mais amplo, a um parque de imagens muito variadas, que buscam atender a estudos e aplicações diversas.".
Texto associado
Texto 1
Chat GPT: chegou o uso da Inteligência Artificial na sua mais moderna forma, fácil e prático
É um modelo super avançado para criação de textos
Você já pensou em interagir de verdade com um robô? Estou falando do ChatGPT, serviço que utiliza IA – Inteligência Artificial.
Vou explicar melhor: o GPT, como vem sendo apelidado, foi “treinado” com o uso de inúmeros tópicos e estilos para, assim, conseguir gerar textos de forma autônoma, natural e coerente, com compreensão e capacidade de reproduzir o contexto, como se fossem escritos por um ser humano.
Ele pode responder perguntas, escrever histórias, descrever imagens, criar slogans, campanhas, roteiros, legendas e muito mais.
Uma de suas principais vantagens é a capacidade de entender e reproduzir o contexto de um diálogo, o que significa que ele pode entender o que foi dito anteriormente e responder de forma coerente e relevante.
Além disso, ele também aprende com as perguntas e respostas e melhora a entrega se adaptando a diferentes situações e tópicos.
Acredito que num futuro breve o ChatGPT deverá incluir microfone e alto-falante, como evolução para o que entendemos hoje como assistente virtual.
O projeto do ChatGPT está obtendo tamanho sucesso que em uma semana teve 5M de downloads e deve receber um investimento de US$ 10 milhões da Microsoft.
O ChatGPT é um chatbot autônomo superavançado com Inteligência Artificial, capaz de criar textos do zero e que foi treinado com o uso de uma grande quantidade de textos disponíveis na internet, com notícias, fóruns, livro e muito mais, num total de 570 GB de texto, o equivalente a cerca de 40 bilhões de palavras.
Por ser altamente flexível e poderoso, tem sido utilizado em diversas aplicações, como: assistente virtual, geração de conteúdo automatizado, redação de relatórios, tradução automática, pesquisa científica, criação de roteiros, entre muitos outros exemplos.
Como a inovação é intrínseca a qualquer tipo de utilização de IA, esse modelo é continuamente aprimorado para beneficiar cada vez mais inúmeros outros setores.
Estamos diante de uma ferramenta valiosa para empresas e organizações de todos os tipos, que se tornará ainda mais poderosa com a ampliação de sua utilização em conjunto com a sua capacidade de aprender, compreender e reproduzir contextos. Bem Vindos ao futuro!
Adaptado de: https://exame.com/colunistas/empreender-liberta/chat-gpt-chegou-o-uso-da-inteligencia-artificial-na-sua-mais-moderna-forma-facil-e-pratico/. Acesso em: 20 de jul. 2023
As questões de 01 a 09 referem-se ao Texto 1.
Chat GPT: chegou o uso da Inteligência Artificial na sua mais moderna forma, fácil e prático
É um modelo super avançado para criação de textos
Você já pensou em interagir de verdade com um robô? Estou falando do ChatGPT, serviço que utiliza IA – Inteligência Artificial.
Vou explicar melhor: o GPT, como vem sendo apelidado, foi “treinado” com o uso de inúmeros tópicos e estilos para, assim, conseguir gerar textos de forma autônoma, natural e coerente, com compreensão e capacidade de reproduzir o contexto, como se fossem escritos por um ser humano.
Ele pode responder perguntas, escrever histórias, descrever imagens, criar slogans, campanhas, roteiros, legendas e muito mais.
Uma de suas principais vantagens é a capacidade de entender e reproduzir o contexto de um diálogo, o que significa que ele pode entender o que foi dito anteriormente e responder de forma coerente e relevante.
Além disso, ele também aprende com as perguntas e respostas e melhora a entrega se adaptando a diferentes situações e tópicos.
Acredito que num futuro breve o ChatGPT deverá incluir microfone e alto-falante, como evolução para o que entendemos hoje como assistente virtual.
O projeto do ChatGPT está obtendo tamanho sucesso que em uma semana teve 5M de downloads e deve receber um investimento de US$ 10 milhões da Microsoft.
O ChatGPT é um chatbot autônomo superavançado com Inteligência Artificial, capaz de criar textos do zero e que foi treinado com o uso de uma grande quantidade de textos disponíveis na internet, com notícias, fóruns, livro e muito mais, num total de 570 GB de texto, o equivalente a cerca de 40 bilhões de palavras.
Por ser altamente flexível e poderoso, tem sido utilizado em diversas aplicações, como: assistente virtual, geração de conteúdo automatizado, redação de relatórios, tradução automática, pesquisa científica, criação de roteiros, entre muitos outros exemplos.
Como a inovação é intrínseca a qualquer tipo de utilização de IA, esse modelo é continuamente aprimorado para beneficiar cada vez mais inúmeros outros setores.
Estamos diante de uma ferramenta valiosa para empresas e organizações de todos os tipos, que se tornará ainda mais poderosa com a ampliação de sua utilização em conjunto com a sua capacidade de aprender, compreender e reproduzir contextos. Bem Vindos ao futuro!
Adaptado de: https://exame.com/colunistas/empreender-liberta/chat-gpt-chegou-o-uso-da-inteligencia-artificial-na-sua-mais-moderna-forma-facil-e-pratico/. Acesso em: 20 de jul. 2023
As questões de 01 a 09 referem-se ao Texto 1.