Para
responder às questões
de 1 a 5 , leia o texto abaixo.
Investigação da Fifa vê indícios de
irregularidades cometidas por
Blatter
Em outubro de
2011, funcionários foram
premiados com US$ 14 milhões em bônus para a
Copa do Mundo 2014
Investigação interna feita pela
Federação
Internacional de Futebol informa ter
encontrado evidências de violações cometidas
pelo ex-presidente da entidade, Joseph
Blatter, e pelos ex-secretários gerais
Jérôme Valcke e Markus Kattner. Segundo a
Fifa, por meio de aumentos salariais, bônus
e incentivos, os três enriqueceram em mais
de US$ 79 milhões em apenas cinco
anos.
Por meio de
nota, a Fifa divulgou os
resultados, que são ainda preliminares. De
acordo com um dos investigadores do caso,
Quinn Emanuel, foram aprovadas alterações
contratuais problemáticas em favor de
Blatter, Kattner e Valcke. "Essas alterações
resultaram em pagamentos maciços, no valor
de dezenas de milhões de dólares, para os
ex-funcionários na forma de salários e bônus
entre os anos de 2011 e 2015", disse
Emanuel, por meio de nota.
Enriquecimento
Segundo ele, há documentos e provas
revelando "um esforço coordenado por três
altos funcionários da Fifa para enriquecer
através de aumentos anuais de salário e
bônus da Copa do Mundo, bem como o pagamento
de indenizações indevidas." Em apenas uma
das operações citadas pelos investigadores,
os três teriam recebido, em 2010, US$ 23
milhões em bônus especiais para a Copa
daquele ano, realizada na África do Sul. De
acordo com a nota da Fifa, foram atribuídos
efeitos retroativos a esses prêmios quatro
meses após a conclusão da Copa,
"aparentemente, sem uma cláusula contratual
subjacente estipulando tais bônus".
Em outubro de 2011, Valcke e
Kattner foram
premiados novamente com um combinado de US$
14 milhões em bônus para a Copa do Mundo
2014 e em junho de 2014 receberam outros US$
15,5 milhões em bônus para a Copa do Mundo
de 2018, na Rússia.
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Releia esta passagem do texto:
Texto associado
Para responder às questões 4 e 5 , leia a tirinha a seguir.
( blogdosquadrinhos.blog.uol.com.br )
( blogdosquadrinhos.blog.uol.com.br )
Sobre o último quadrinho, assinale a afirmação correta.
Texto associado
Para responder às questões
de 6 a 10, leia os
quadrinhos a
seguir.
(
quadrinhosgonzo.wordpress.com )
de 6 a 10, leia os
quadrinhos a
seguir.
(
quadrinhosgonzo.wordpress.com )
Das palavras a seguir, retiradas do primeiro quadrinho, qual
delas introduz uma subordinação?
Texto associado
Para responder às questões de 1 a 6, leia o texto abaixo.
Mais da metade dos estudos de psicologia não pode ser reproduzido
O maior esforço até o momento para reproduzir pesquisas da área da psicologia revelou que mais da metade delas falha ao ser replicada ‒ e mesmo aquelas que tiveram sucesso apresentaram resultados menos "intensos". A conclusão é de uma ampla análise publicada na revista Science e revela a preocupação dos cientistas por artigos mais rigorosos e confiáveis, que realmente façam avançar a ciência ‒ e não apenas confiram status e tragam financiamento para seus autores. A reprodutibilidade é um dos parâmetros mais importantes para conferir veracidade a um estudo. Nos últimos anos, os pesquisadores têm se debatido com um número crescente de artigos retratados, com erros, falhas ou, simplesmente, fraudentos .
Para verificar se os artigos poderiam ser reproduzidos, 270 cientistas de todo o mundo, liderados pelo psicólogo Brian Nosek, professor da Universidade da Virgínia, nos Estados Unidos, passaram três anos repetindo 100 estudos publicados nos mais importantes periódicos de psicologia durante 2008. Entraram em contato com os autores e pediram apoio para adaptar os testes, se fosse o caso. Ao final, conseguiram reproduzir apenas 36% dos resultados. Destes, a maior parte (83%) tinha efeitos com metade da "intensidade" dos originais.
Os pesquisadores incluíram pesquisas famosas, como a que afirmou que mulheres comprometidas se sentem mais atraídas por homens solteiros no período fértil. De acordo com os cientistas responsáveis pela análise, a baixa taxa de reprodutibilidade não quer dizer que as pesquisas originais eram fraudes, mas que carecem de parâmetros que indiquem o grau de replicabilidade dos achados. Afinal, em ciências como a psicologia ou a medicina o número de variáveis envolvidas e que precisam ser controladas para que um estudo tenha sucesso é muito grande. Ao contrário de experiências com modelos animais, como ratos ou porcos, que podem ter o genoma manipulado pelos pesquisadores e vivem em laboratório, os homens têm histórias de vida e atitudes muito diversas que podem influenciar os resultados, como se fossem "ruídos" nos estudos.
"É importante destacar que estes resultados tão decepcionantes não questionam diretamente a validade das teorias iniciais", avaliou Gilbert Chin, psicólogo e redator-chefe da Science . "O que (1) concluímos é que deveríamos confiar menos em muitos dos resultados destas experiências."
Credibilidade
O estudo faz parte do Projeto Reprodutibilidade, uma colaboração internacional formada para identificar padrões de reprodutibilidade e práticas que poderiam melhorar os artigos científicos. É a segunda vez, neste ano, que a Science dedica ao tema. Em uma das edições de junho, Nosek e outros autores chamaram a atenção para o número crescente de fraudes e retratações na ciência, causadas, entre outros motivos, pela valorização do número de publicações científicas que pode incentivar a queda de qualidade e favorecer a desonestidade. De acordo com dois comentários, a avaliação quantitativa tem feito a ciência evoluir de forma "dramática e inquietante" e ajudado a promover fraudes, a falta de transparência e uma série de equívocos. Os cientistas sugeriram novos e mais rigorosos parâmetros para a avaliação de estudos, que (2) promovam a qualidade dos estudos.
Mais que apontar fragilidades, os cientistas esperam que análises como que revela a pouca reprodutibilidade das pesquisas em psicologia possam ajudar os pesquisadores a fazer uma ciência mais exata e confiável, estabelecendo padrões para sua reprodução e verificação.
(veja.abril.com.br. Acesso em 28/08/2015)
Mais da metade dos estudos de psicologia não pode ser reproduzido
O maior esforço até o momento para reproduzir pesquisas da área da psicologia revelou que mais da metade delas falha ao ser replicada ‒ e mesmo aquelas que tiveram sucesso apresentaram resultados menos "intensos". A conclusão é de uma ampla análise publicada na revista Science e revela a preocupação dos cientistas por artigos mais rigorosos e confiáveis, que realmente façam avançar a ciência ‒ e não apenas confiram status e tragam financiamento para seus autores. A reprodutibilidade é um dos parâmetros mais importantes para conferir veracidade a um estudo. Nos últimos anos, os pesquisadores têm se debatido com um número crescente de artigos retratados, com erros, falhas ou, simplesmente, fraudentos .
Para verificar se os artigos poderiam ser reproduzidos, 270 cientistas de todo o mundo, liderados pelo psicólogo Brian Nosek, professor da Universidade da Virgínia, nos Estados Unidos, passaram três anos repetindo 100 estudos publicados nos mais importantes periódicos de psicologia durante 2008. Entraram em contato com os autores e pediram apoio para adaptar os testes, se fosse o caso. Ao final, conseguiram reproduzir apenas 36% dos resultados. Destes, a maior parte (83%) tinha efeitos com metade da "intensidade" dos originais.
Os pesquisadores incluíram pesquisas famosas, como a que afirmou que mulheres comprometidas se sentem mais atraídas por homens solteiros no período fértil. De acordo com os cientistas responsáveis pela análise, a baixa taxa de reprodutibilidade não quer dizer que as pesquisas originais eram fraudes, mas que carecem de parâmetros que indiquem o grau de replicabilidade dos achados. Afinal, em ciências como a psicologia ou a medicina o número de variáveis envolvidas e que precisam ser controladas para que um estudo tenha sucesso é muito grande. Ao contrário de experiências com modelos animais, como ratos ou porcos, que podem ter o genoma manipulado pelos pesquisadores e vivem em laboratório, os homens têm histórias de vida e atitudes muito diversas que podem influenciar os resultados, como se fossem "ruídos" nos estudos.
"É importante destacar que estes resultados tão decepcionantes não questionam diretamente a validade das teorias iniciais", avaliou Gilbert Chin, psicólogo e redator-chefe da Science . "O que (1) concluímos é que deveríamos confiar menos em muitos dos resultados destas experiências."
Credibilidade
O estudo faz parte do Projeto Reprodutibilidade, uma colaboração internacional formada para identificar padrões de reprodutibilidade e práticas que poderiam melhorar os artigos científicos. É a segunda vez, neste ano, que a Science dedica ao tema. Em uma das edições de junho, Nosek e outros autores chamaram a atenção para o número crescente de fraudes e retratações na ciência, causadas, entre outros motivos, pela valorização do número de publicações científicas que pode incentivar a queda de qualidade e favorecer a desonestidade. De acordo com dois comentários, a avaliação quantitativa tem feito a ciência evoluir de forma "dramática e inquietante" e ajudado a promover fraudes, a falta de transparência e uma série de equívocos. Os cientistas sugeriram novos e mais rigorosos parâmetros para a avaliação de estudos, que (2) promovam a qualidade dos estudos.
Mais que apontar fragilidades, os cientistas esperam que análises como que revela a pouca reprodutibilidade das pesquisas em psicologia possam ajudar os pesquisadores a fazer uma ciência mais exata e confiável, estabelecendo padrões para sua reprodução e verificação.
(veja.abril.com.br. Acesso em 28/08/2015)
Releia esta passagem do texto:
"[...] revela a preocupação dos cientistas por artigos mais rigorosos e confiáveis "
Que função sintática exerce o sintagma em destaque?
Texto associado
Para responder às questões de 6 a 10 , leia a tirinha a seguir
(www.livrosepessoas.com)
(www.livrosepessoas.com)
Assinale a alternativa que contenha um termo retirado da tirinha que exerce a função sintática de adjunto adnominal.
Texto associado
Para responder às questões de 1 a 5 , leia o texto abaixo.
Brexit pode afetar economia britânica e causar volatilidade, diz FMI
A saída do Reino Unido da União Europeia afetaria o crescimento econômico britânico e provocaria volatilidade nos mercados, advertiu o Fundo Monetário Internacional (FMI).
"A vitória da saída levaria a um período prolongado de incerteza, traria volatilidade aos mercados financeiros e impactaria o crescimento", alerta o FMI em seu balanço anual sobre a economia britânica, dedicado desta vez às consequências de uma saída da UE.
Com base na análise de vários especialistas, o FMI calcula que o Produto Interno Bruto britânico seria entre 1,5% e 9,5% menor no caso de saída e adverte que Londres poderia perder o status de centro financeiro mundial.
"Outro risco é o de que os mercados poderiam antecipar as consequências perniciosas, com uma reação abrupta à vitória da opção de deixar a UE que aceleraria a irrupção dos custos", completa a instituição.
A diretora geral do FMI, Christine Lagarde, fez um discurso em Londres e advertiu que a saída do Reino Unido da UE seria um "risco importante" para a economia mundial.
"Não é uma questão interna, é uma questão internacional", insistiu. Antes de Lagarde, o ministro britânico das Finanças, George Osborne, discursou e foi enfático: "Se votarmos pela saída, as famílias britânicas serão mais pobres e o Reino Unido será mais pobre".
O Banco da Inglaterra (BoE) afirmou que a incerteza criada pelo referendo já está afetando o crescimento. "Há sinais crescentes de que a incerteza relacionada ao referendo da UE começou a pesar na atividade econômica", destacou a instituição, depois de manter a taxa básica de juros em 0,5%.
A vitória da saída da UE, o 'Brexit', "poderia materialmente alterar as perspectivas de produção e inflação", segundo o BoE. O banco prevê que o crescimento do PIB será de 2% em 2016, 0,2% a menos que a estimativa de fevereiro. Em 2017, o avanço deve ser de 2,2%, um décimo a menos que na estimativa anterior.
(g1.globo.com)
Brexit pode afetar economia britânica e causar volatilidade, diz FMI
A saída do Reino Unido da União Europeia afetaria o crescimento econômico britânico e provocaria volatilidade nos mercados, advertiu o Fundo Monetário Internacional (FMI).
"A vitória da saída levaria a um período prolongado de incerteza, traria volatilidade aos mercados financeiros e impactaria o crescimento", alerta o FMI em seu balanço anual sobre a economia britânica, dedicado desta vez às consequências de uma saída da UE.
Com base na análise de vários especialistas, o FMI calcula que o Produto Interno Bruto britânico seria entre 1,5% e 9,5% menor no caso de saída e adverte que Londres poderia perder o status de centro financeiro mundial.
"Outro risco é o de que os mercados poderiam antecipar as consequências perniciosas, com uma reação abrupta à vitória da opção de deixar a UE que aceleraria a irrupção dos custos", completa a instituição.
A diretora geral do FMI, Christine Lagarde, fez um discurso em Londres e advertiu que a saída do Reino Unido da UE seria um "risco importante" para a economia mundial.
"Não é uma questão interna, é uma questão internacional", insistiu. Antes de Lagarde, o ministro britânico das Finanças, George Osborne, discursou e foi enfático: "Se votarmos pela saída, as famílias britânicas serão mais pobres e o Reino Unido será mais pobre".
O Banco da Inglaterra (BoE) afirmou que a incerteza criada pelo referendo já está afetando o crescimento. "Há sinais crescentes de que a incerteza relacionada ao referendo da UE começou a pesar na atividade econômica", destacou a instituição, depois de manter a taxa básica de juros em 0,5%.
A vitória da saída da UE, o 'Brexit', "poderia materialmente alterar as perspectivas de produção e inflação", segundo o BoE. O banco prevê que o crescimento do PIB será de 2% em 2016, 0,2% a menos que a estimativa de fevereiro. Em 2017, o avanço deve ser de 2,2%, um décimo a menos que na estimativa anterior.
(g1.globo.com)
Releia esta passagem do texto:
“Com base na análise de vários especialistas , o FMI calcula
que o Produto Interno Bruto britânico seria entre 1,5% e
9,5% menor no caso de saída e adverte que Londres poderia
perder o status de centro financeiro mundial .”
A expressão “de vários especialistas”, em destaque no trecho, exerce a mesma função sintática de qual dos outros termos sublinhados?
Texto associado
Para responder às questões de 6 a 10 , leia a tirinha a seguir.
(www.fotofrases.com.br)
(www.fotofrases.com.br)
Sobre as formas verbais “sei” (segundo quadrinho) e “foram” (terceiro quadrinho), pode-se afirmar que estão, respectivamente:
Texto associado
Para responder às questões de 6 a 10, leia o texto a seguir.
Com açúcar, com afeto
Com açúcar, com afeto, fiz seu doce predileto
Pra você parar em casa , qual o quê
Com seu terno mais bonito, você sai, não acredito
Quando diz que não se atrasa
Você diz que é operário, sai em busca do salário
Pra poder me sustentar , qual o quê
No caminho da oficina, há um bar em cada esquina
Pra você comemorar, sei lá o quê
Sei que alguém vai sentar junto, você vai puxar assunto
Discutindo futebol
E ficar olhando as saias de quem vive pelas praias
Coloridas pelo sol
Vem a noite e mais um copo, sei que alegre ma non troppo
Você vai querer cantar
Na caixinha um novo amigo vai bater um samba antigo
Pra você rememorar
Quando a noite enfim lhe cansa, você vem feito criança
Pra chorar o meu perdão, qual o quê
Diz pra eu não ficar sentida , diz que vai mudar de vida
Pra agradar meu coração
E ao lhe ver assim cansado, maltrapilho e maltratado
Como vou me aborrecer, qual o quê
Logo vou esquentar seu prato, dou um beijo em seu retrato
E abro meus braços pra você
Chico Buarque
Com açúcar, com afeto
Com açúcar, com afeto, fiz seu doce predileto
Pra você parar em casa , qual o quê
Com seu terno mais bonito, você sai, não acredito
Quando diz que não se atrasa
Você diz que é operário, sai em busca do salário
Pra poder me sustentar , qual o quê
No caminho da oficina, há um bar em cada esquina
Pra você comemorar, sei lá o quê
Sei que alguém vai sentar junto, você vai puxar assunto
Discutindo futebol
E ficar olhando as saias de quem vive pelas praias
Coloridas pelo sol
Vem a noite e mais um copo, sei que alegre ma non troppo
Você vai querer cantar
Na caixinha um novo amigo vai bater um samba antigo
Pra você rememorar
Quando a noite enfim lhe cansa, você vem feito criança
Pra chorar o meu perdão, qual o quê
Diz pra eu não ficar sentida , diz que vai mudar de vida
Pra agradar meu coração
E ao lhe ver assim cansado, maltrapilho e maltratado
Como vou me aborrecer, qual o quê
Logo vou esquentar seu prato, dou um beijo em seu retrato
E abro meus braços pra você
Chico Buarque
Compare estas orações retiradas da letra da música: "Pra você parar em casa"; "Pra poder me sustentar"; "Pra agradar meu coração". Levando em consideração a forma como elas se relacionam, sintaticamente, com outras orações a que se ligam, assinale a alternativa que destaque a função sintática de cada uma delas.
Texto associado
Para responder às questões de 1 a 6, leia o texto abaixo.
Mais da metade dos estudos de psicologia não pode ser reproduzido
O maior esforço até o momento para reproduzir pesquisas da área da psicologia revelou que mais da metade delas falha ao ser replicada ‒ e mesmo aquelas que tiveram sucesso apresentaram resultados menos "intensos". A conclusão é de uma ampla análise publicada na revista Science e revela a preocupação dos cientistas por artigos mais rigorosos e confiáveis, que realmente façam avançar a ciência ‒ e não apenas confiram status e tragam financiamento para seus autores. A reprodutibilidade é um dos parâmetros mais importantes para conferir veracidade a um estudo. Nos últimos anos, os pesquisadores têm se debatido com um número crescente de artigos retratados, com erros, falhas ou, simplesmente, fraudentos .
Para verificar se os artigos poderiam ser reproduzidos, 270 cientistas de todo o mundo, liderados pelo psicólogo Brian Nosek, professor da Universidade da Virgínia, nos Estados Unidos, passaram três anos repetindo 100 estudos publicados nos mais importantes periódicos de psicologia durante 2008. Entraram em contato com os autores e pediram apoio para adaptar os testes, se fosse o caso. Ao final, conseguiram reproduzir apenas 36% dos resultados. Destes, a maior parte (83%) tinha efeitos com metade da "intensidade" dos originais.
Os pesquisadores incluíram pesquisas famosas, como a que afirmou que mulheres comprometidas se sentem mais atraídas por homens solteiros no período fértil. De acordo com os cientistas responsáveis pela análise, a baixa taxa de reprodutibilidade não quer dizer que as pesquisas originais eram fraudes, mas que carecem de parâmetros que indiquem o grau de replicabilidade dos achados. Afinal, em ciências como a psicologia ou a medicina o número de variáveis envolvidas e que precisam ser controladas para que um estudo tenha sucesso é muito grande. Ao contrário de experiências com modelos animais, como ratos ou porcos, que podem ter o genoma manipulado pelos pesquisadores e vivem em laboratório, os homens têm histórias de vida e atitudes muito diversas que podem influenciar os resultados, como se fossem "ruídos" nos estudos.
"É importante destacar que estes resultados tão decepcionantes não questionam diretamente a validade das teorias iniciais", avaliou Gilbert Chin, psicólogo e redator-chefe da Science . "O que (1) concluímos é que deveríamos confiar menos em muitos dos resultados destas experiências."
Credibilidade
O estudo faz parte do Projeto Reprodutibilidade, uma colaboração internacional formada para identificar padrões de reprodutibilidade e práticas que poderiam melhorar os artigos científicos. É a segunda vez, neste ano, que a Science dedica ao tema. Em uma das edições de junho, Nosek e outros autores chamaram a atenção para o número crescente de fraudes e retratações na ciência, causadas, entre outros motivos, pela valorização do número de publicações científicas que pode incentivar a queda de qualidade e favorecer a desonestidade. De acordo com dois comentários, a avaliação quantitativa tem feito a ciência evoluir de forma "dramática e inquietante" e ajudado a promover fraudes, a falta de transparência e uma série de equívocos. Os cientistas sugeriram novos e mais rigorosos parâmetros para a avaliação de estudos, que (2) promovam a qualidade dos estudos.
Mais que apontar fragilidades, os cientistas esperam que análises como que revela a pouca reprodutibilidade das pesquisas em psicologia possam ajudar os pesquisadores a fazer uma ciência mais exata e confiável, estabelecendo padrões para sua reprodução e verificação.
(veja.abril.com.br. Acesso em 28/08/2015)
Mais da metade dos estudos de psicologia não pode ser reproduzido
O maior esforço até o momento para reproduzir pesquisas da área da psicologia revelou que mais da metade delas falha ao ser replicada ‒ e mesmo aquelas que tiveram sucesso apresentaram resultados menos "intensos". A conclusão é de uma ampla análise publicada na revista Science e revela a preocupação dos cientistas por artigos mais rigorosos e confiáveis, que realmente façam avançar a ciência ‒ e não apenas confiram status e tragam financiamento para seus autores. A reprodutibilidade é um dos parâmetros mais importantes para conferir veracidade a um estudo. Nos últimos anos, os pesquisadores têm se debatido com um número crescente de artigos retratados, com erros, falhas ou, simplesmente, fraudentos .
Para verificar se os artigos poderiam ser reproduzidos, 270 cientistas de todo o mundo, liderados pelo psicólogo Brian Nosek, professor da Universidade da Virgínia, nos Estados Unidos, passaram três anos repetindo 100 estudos publicados nos mais importantes periódicos de psicologia durante 2008. Entraram em contato com os autores e pediram apoio para adaptar os testes, se fosse o caso. Ao final, conseguiram reproduzir apenas 36% dos resultados. Destes, a maior parte (83%) tinha efeitos com metade da "intensidade" dos originais.
Os pesquisadores incluíram pesquisas famosas, como a que afirmou que mulheres comprometidas se sentem mais atraídas por homens solteiros no período fértil. De acordo com os cientistas responsáveis pela análise, a baixa taxa de reprodutibilidade não quer dizer que as pesquisas originais eram fraudes, mas que carecem de parâmetros que indiquem o grau de replicabilidade dos achados. Afinal, em ciências como a psicologia ou a medicina o número de variáveis envolvidas e que precisam ser controladas para que um estudo tenha sucesso é muito grande. Ao contrário de experiências com modelos animais, como ratos ou porcos, que podem ter o genoma manipulado pelos pesquisadores e vivem em laboratório, os homens têm histórias de vida e atitudes muito diversas que podem influenciar os resultados, como se fossem "ruídos" nos estudos.
"É importante destacar que estes resultados tão decepcionantes não questionam diretamente a validade das teorias iniciais", avaliou Gilbert Chin, psicólogo e redator-chefe da Science . "O que (1) concluímos é que deveríamos confiar menos em muitos dos resultados destas experiências."
Credibilidade
O estudo faz parte do Projeto Reprodutibilidade, uma colaboração internacional formada para identificar padrões de reprodutibilidade e práticas que poderiam melhorar os artigos científicos. É a segunda vez, neste ano, que a Science dedica ao tema. Em uma das edições de junho, Nosek e outros autores chamaram a atenção para o número crescente de fraudes e retratações na ciência, causadas, entre outros motivos, pela valorização do número de publicações científicas que pode incentivar a queda de qualidade e favorecer a desonestidade. De acordo com dois comentários, a avaliação quantitativa tem feito a ciência evoluir de forma "dramática e inquietante" e ajudado a promover fraudes, a falta de transparência e uma série de equívocos. Os cientistas sugeriram novos e mais rigorosos parâmetros para a avaliação de estudos, que (2) promovam a qualidade dos estudos.
Mais que apontar fragilidades, os cientistas esperam que análises como que revela a pouca reprodutibilidade das pesquisas em psicologia possam ajudar os pesquisadores a fazer uma ciência mais exata e confiável, estabelecendo padrões para sua reprodução e verificação.
(veja.abril.com.br. Acesso em 28/08/2015)
No texto, há duas palavras "que" em destaque, individualizadas com os números (1) e (2). Analise cada uma delas, para então assinalar a alternativa que contenha sua classificação morfológica e, se for o caso, sua classificação sintática.
Texto associado
Para responder às questões de 1 a 5 , leia o texto abaixo
Sistema de adestramento promete
ensinar gatos a usarem vaso sanitário
Um pet shop online está vendendo um produto que pode ser a solução para quem tem gatos e gosta da casa organizada ou mora em lugares pequenos: é um sistema de adestramento para treinar os bichanos a usarem o banheiro e evitarem o uso de caixa de areia . O veterinário e fundador do pet shop, Márcio Waldman, explica que o sistema consiste em aros de tamanhos diferentes, que são colocados no assento até que o animal se adapte a usar o vaso sanitário.
"O produto é aplicado em fases e contém vários tamanhos de aros para serem diminuídos aos poucos até chegarem ao tamanho real do vaso sanitário. Para facilitar a adaptação , a areia é colocada neste recipiente, durante as fases", explica Márcio.
No início da adaptação, recomenda o especialista, os donos devem retirar a tradicional caixa de areia do alcance do animal por algumas horas e inserir o assento no vaso sanitário. É importante "aumentar gradativamente o período sem a caixa sanitária e com o assento no banheiro até que o gato perceba que o local a ser utilizado é o vaso sanitário", afirma.
O veterinário relata que não existe uma média de tempo para o animal se adaptar. "Alguns gatos se adaptam em poucos dias. Outros podem demorar algumas semanas para mudarem de hábito", explica. O profissional alerta que esse período de adaptação é um dos pontos negativos do produto. Como vantagem, ele ressalta a ausência de areia sanitária e da necessidade de retirar essa areia em grumos da caixa.
Márcio afirma que é muito difícil que o gato caia dentro do vaso sanitário, já que os bichanos têm um senso espacial e de equilíbrio muito maior que o dos humanos.
(g1.globo.com)
Sistema de adestramento promete
ensinar gatos a usarem vaso sanitário
Um pet shop online está vendendo um produto que pode ser a solução para quem tem gatos e gosta da casa organizada ou mora em lugares pequenos: é um sistema de adestramento para treinar os bichanos a usarem o banheiro e evitarem o uso de caixa de areia . O veterinário e fundador do pet shop, Márcio Waldman, explica que o sistema consiste em aros de tamanhos diferentes, que são colocados no assento até que o animal se adapte a usar o vaso sanitário.
"O produto é aplicado em fases e contém vários tamanhos de aros para serem diminuídos aos poucos até chegarem ao tamanho real do vaso sanitário. Para facilitar a adaptação , a areia é colocada neste recipiente, durante as fases", explica Márcio.
No início da adaptação, recomenda o especialista, os donos devem retirar a tradicional caixa de areia do alcance do animal por algumas horas e inserir o assento no vaso sanitário. É importante "aumentar gradativamente o período sem a caixa sanitária e com o assento no banheiro até que o gato perceba que o local a ser utilizado é o vaso sanitário", afirma.
O veterinário relata que não existe uma média de tempo para o animal se adaptar. "Alguns gatos se adaptam em poucos dias. Outros podem demorar algumas semanas para mudarem de hábito", explica. O profissional alerta que esse período de adaptação é um dos pontos negativos do produto. Como vantagem, ele ressalta a ausência de areia sanitária e da necessidade de retirar essa areia em grumos da caixa.
Márcio afirma que é muito difícil que o gato caia dentro do vaso sanitário, já que os bichanos têm um senso espacial e de equilíbrio muito maior que o dos humanos.
(g1.globo.com)