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Alavancas são máquinas simples capazes de multiplicar a força que é aplicada a um corpo ou objeto, quando apoiadas em um ponto fixo. Existem três tipos de alavancas, que diferem entre si de acordo com os pontos de aplicação das forças: interfixas; inter-resistentes; interpotentes. Nas alavancas interfixas, o ponto de apoio fica entre os pontos onde se aplica a força potente e o ponto onde se encontra o peso do objeto a ser movido. Nas alavancas inter-resistentes, a força peso é aplicada entre o ponto de apoio e a força potente. Na alavanca interpotente, o ponto de aplicação da força potente está localizado entre o ponto de apoio e o ponto onde atua a força peso do corpo a ser movido. Assinale a sequência que indica, corretamente, as alavancas existentes no corpo humano.

A Cabeça: interfixa; pé: inter-resistente; braço: interpotente.
B Cabeça: interpotente; pé: inter-resistente; braço: interfixa.
C Pé: interfixa; cabeça: inter-resistente; antebraço: interpotente.
D Antebraço: interfixa; cabeça: inter-resistente; braço: interpotente.
E Braço: interpotente; cabeça: inter-resistente; antebraço: interfixa.

Em sua primeira sessão clínica durante a residência médica de radiologia num hospital universitário, o R1 escuta o R2 dizer que a radiografia de tórax do caso clínico de um paciente dispneico tem "sinal de Westermak”. Esse sinal é encontrado nas situações de:

A fibrose idiopática;
B embolia pulmonar;
C edema cardiogênico;
D tuberculose primária;
E pneumonia de organização.

Um homem de 80 anos, com alteração da deglutição, realizou esofagografia para avaliar possíveis alterações de motilidade que pudessem ser identificadas durante exame dinâmico. No entanto, a documentação do exame em perfil mostrou importante rechaço da coluna de meio de contraste esofágico em consequência do aumento da seguinte cavidade cardíaca:

A átrio direito;
B átrio esquerdo;
C ventrículo direito;
D artéria pulmonar;
E ventrículo esquerdo.

Uma mulher de 24 anos, gesta I para 0, aborto 0, realizou ultrassonografia pré-natal. O laudo relata o seguinte: “imagem cística localizada na região nucal associado a finas septações de permeio, sem evidência de anasarca ou hidropisia fetal. O volume é estimado em 4,6 cm³ . Correlacionar com cariótipo fetal”. Não foi sugerido um diagnóstico ao final do laudo. Com base na descrição, a principal suspeita é de:

A higroma cístico;
B translucência nucal;
C meningocele cervical;
D encefalocele occipital;
E cisto cervical idiopático.

A maioria dos fosfolipídeos são formados por uma “cabeça” polar e uma ou duas “caudas” apolares. Essas moléculas podem se estruturar de diversas maneiras. Sobre o tema, assinale a afirmativa correta.

A Em nosso corpo não existem fosfolipídeos de duas caudas.
B Fosfolipídeos de duas caudas podem formar micelas, que formam a constituição das membranas celulares.
C A membrana nuclear das células é formada por fosfolipídeos de uma única cauda.
D As bolhas de sabão, muito usadas em brincadeiras infantis, são formadas por fosfolipídeos de uma cauda, na conformação de micelas.
E Fosfolipídeos podem formar moléculas de detergentes e de surfactantes, estes últimos fundamentais para o processo de respiração pulmonar.

Um recém-nascido a termo, masculino, apresenta falha na eliminação de mecônio. Foi realizado enema contrastado, que evidenciou fasciculação/irregularidade em dente de serra de um segmento de pequeno calibre com dilatação proximal. A principal hipótese diagnóstica é:

A microcólon;
B neuroblastoma;
C megareto funcional;
D enterocolite necrosante;
E doença de Hirschsprung.

Um lactente de 20 dias apresenta cianose nas mucosas e extremidades, letargia e dispneia após mamar. Radiografia de tórax demonstra coração “em formato de bota”. O provável acometimento do recém-nascido é:

A atresia pulmonar;
B tetralogia de Fallot;
C tronco arterial comum;
D dupla saída do ventrículo direito;
E síndrome da valva pulmonar ausente.

Um homem de 70 anos, que trabalhou com artesanato de vidro durante mais de 20 anos, apresenta quadro de dispneia progressiva. Foram realizadas radiografia e tomografia computadorizada do tórax, que sugeriram diagnóstico de silicone, em sua forma crônica complicada. Essa condição é marcada principalmente por:

A massas pulmonares confluentes;
B consolidações difusas que se associam a derrames pleurais;
C bronquiectasias e extensas regiões de colapso do parênquima;
D pequenos nódulos em grande número predominantes nos lobos superiores;
E opacidades em vidro fosco, pavimentação em mosaico, consolidações e nódulos silicóticos.

Um paciente com quadro clínico compatível com pneumonia fez uma radiografia de tórax no pronto-socorro, que mostrou borramento do contorno cardíaco direito na incidência posteroanterior. O segmento que mais provavelmente corresponde à consolidação é o:

A inferior da língula;
B medial do lobo médio;
C anterior do lobo inferior;
D superior do lobo inferior;
E posterior do lobo superior.

Uma mulher de 56 anos, com queixa de dor torácica e dispneia há 3 meses, realizou radiografia de tórax, que mostrou um hemitórax opaco. No diagnóstico diferencial de um caso que apresente hemitórax opaco, é importante considerar:

A pneumonia extensa em crianças se o mediastino estiver centrado;
B agenesia pulmonar quando o volume do hemitórax opaco estiver aumentado;
C derrame pleural se houver desvio mediastinal para o lado do hemitórax opaco;
D carcinoma brônquico como improvável em adulto se o mediastino estiver centrado;
E atelectasia mais derrame se o mediastino estiver desviado para o lado do hemitórax opaco.