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The General Data Protection Regulation (GDPR), which came into force in 2018, was the biggest shake-up to data privacy in 20 years. A slew of recent high-profile breaches has brought the issue of data security to public attention. Claims surfaced last year that the political consultancy Cambridge Analytica used data harvested from millions of Facebook users without their consent. People are increasingly realizing that their personal data is not just valuable to them, but hugely valuable to others. Now the law on data protection is about to catch up with technological changes. (Clive Coleman. “GDPR: Are you ready for the EU’s huge data privacy shake-up?”. www.bbc.com, 20.04.2018. Adaptado.) O texto permite abordar um problema filosófico contemporâneo, que está relacionado

A à necessidade de limitação do avanço científico.
B a discussões sobre condutas morais no ambiente digital.
C ao aumento das desigualdades sociais.
D à consolidação da democracia representativa.
E à ausência de experiência estética nas redes sociais.

Texto 1 Com a falta de evidência do conceito de arte, e com a evidência de sua historicidade, ficam em questão não só a criação artística produzida no presente e a herança cultural clássica ou moderna, mas também a relação problemática entre a arte e as várias modalidades de produção de imagens e de ofertas de entretenimento que surgiram a partir do século XX. (Pedro Süssekind. Teoria do fim da arte, 2017. Adaptado.) Texto 2 A discussão sobre o grafite como arte ou como vandalismo reflete o modo como cada gestão pública entende essas intervenções urbanas. Até 2011, o grafite em edifícios públicos era considerado crime ambiental e vandalismo em São Paulo. A partir daquele ano, somente a pichação continuou sendo crime. De um modo geral, a pichação é considerada uma intervenção agressiva e que degrada a paisagem da cidade. O grafite, por sua vez, é considerado arte urbana. (Lais Modelli. “De crime a arte: a história do grafite nas ruas de São Paulo”. www.bbc.com, 28.01.2017. Adaptado.) No contexto filosófico sobre o conceito de arte, os dois textos concordam em relação à

A necessidade de engajamento político no processo autoral.
B ausência de critério consensual na legitimação artística.
C carência de investimento privado na formação artística.
D atuação de legislação pública no cenário criativo.
E exigência de embasamento tradicional na produção cultural.

A sociedade do espetáculo corresponde a uma fase específica da sociedade capitalista, quando há uma interdependência entre o processo de acúmulo de capital e o processo de acúmulo de imagens. O papel desempenhado pelo marketing, sua onipresença, ilustra perfeitamente bem o que Guy Debord quis dizer: das relações interpessoais à política, passando pelas manifestações religiosas, tudo está mercantilizado e envolvido por imagens. Assim como o conceito de “indústria cultural”, o conceito de “sociedade do espetáculo” faz parte de uma postura crítica com relação à sociedade capitalista. São conceitos que procuram apontar aquilo que se constitui em entraves para a emancipação humana. (Cláudio N. P. Coelho. “Mídia e poder na sociedade do espetáculo”. https://revistacult.uol.com.br. Adaptado.) Segundo o texto,

A a transformação da cultura em mercadoria é uma característica fundamental desse fenômeno social.
B a padronização da estética pela sociedade do espetáculo restringe-se ao campo da publicidade.
C a hegemonia do espetáculo desempenha papel fundamental na formação da autonomia do sujeito.
D o universo estético de produção das imagens não é determinado pela base material da sociedade.
E o conceito de sociedade do espetáculo realiza uma reflexão contestadora sobre a indústria cultural.