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O nível de governança de determinada entidade deixou de
programar um sistema apropriado de monitoramento do sistema
de controle. Apesar disso, essa entidade será capaz de

A produzir informação confiável para a tomada de decisões.
B preparar demonstrativos financeiros seguros.
C escolher os integrantes do sistema de controle.
D prover certificados sobre a efetividade operacional interna.
E identificar e corrigir problemas de controle interno.
Órgão: Controladoria e Ouvidoria Geral do Estado do Ceará Cargo: Auditor de Controle Interno - Área Auditoria Governamental Prova: CESPE/CEBRASPE - CGE CE - Auditor de Controle Interno - Área Auditoria Governamental - 2019

Com relação à auditoria governamental, assinale a opção correta.

A A prioridade dos controles internos administrativos é a
correção de eventuais desvios em relação a parâmetros
estabelecidos.
B Em auditoria operacional, o estudo de caso é o método
mais empregado para situações singelas; ele abrange o exame
de toda espécie de registros administrativos produzidos
pela instituição auditada bem como relatórios de auditorias
anteriores.
C O monitoramento é um instrumento de fiscalização dos
tribunais de contas para examinar, ao longo de um período
predeterminado, a legalidade e a legitimidade dos atos de
gestão quanto aos aspectos contábil, financeiro, orçamentário
e patrimonial.
D Para ser atingido o objetivo da fiscalização, o escopo
da auditoria deve estar relacionado com a profundidade e a
amplitude do trabalho.
E O programa de auditoria limita-se não só à evidenciação
do objetivo e do escopo, mas também ao universo e à amostra
a serem examinados bem como aos procedimentos e técnicas
a serem utilizados.

O controle e a auditoria governamentais, a depender da posição do
órgão controlador e da sua relação com o auditado, podem ser
classificados como internos ou externos. Nesse sentido, a
Constituição Federal de 1988 elencou como uma das competências
dos sistemas de controle interno de cada poder

A avaliar o cumprimento das metas previstas no plano plurianual,
a execução dos programas de governo e dos orçamentos da
União.
B apreciar as contas prestadas anualmente pelo chefe do Poder
Executivo, mediante parecer prévio.
C aplicar aos responsáveis, em caso de ilegalidade de despesa ou
irregularidade de contas, as sanções previstas em lei.
D julgar as contas dos administradores e demais responsáveis por
dinheiros, bens e valores públicos da administração direta e
indireta.
E apreciar, para fins de registro, a legalidade dos atos de
admissão de pessoal, a qualquer título, na administração direta
e indireta.
Órgão: Controladoria e Ouvidoria Geral do Estado do Ceará Cargo: Auditor de Controle Interno-Área:Fomento ao Controle Social Prova: CESPE/CEBRASPE - CGE CE - Auditor de Controle Interno-Área:Fomento ao Controle Social - 2019

A obtenção de evidência quanto à suficiência, exatidão e validade dos dados produzidos pelos sistemas de informação da entidade é o objetivo

A dos testes de políticas públicas.
B da auditoria operacional.
C dos testes substantivos.
D dos testes de observância.
E dos testes de investigação e confirmação.
Órgão: Defensoria Pública do Estado de Amazonas AM Cargo: Analista em Gestão Especializado Prova: FCC - Defensoria Pública do Estado de Amazonas AM - Analista em Gestão Especializado - 2018

O documento editado pelo Instituto Rui Barbosa, em 2010, denominado Normas de Auditoria Governamental Aplicáveis ao Controle Externo - NAGs,

A está organizado em 6 grupos de normas, cada qual destinando à observância pelos poderes executivo, legislativo e judiciário.
B utiliza, nas normas, a expressão accountability para se referir ao dever de prestar contas.
C não indica como intenção das NAGs oferecer critérios para a avaliação de desempenho dos profissionais de auditoria governamental.
D determina que as NAGs se destinam a procedimentos de Controle Externo, deixando de mencionar, portanto, os chamados Sistemas de Controle Interno - SCI.
E aborda a NAG 3000 que versa, especificamente, acerca de auditoria operacional.
Órgão: Defensoria Pública do Estado de Amazonas AM Cargo: Analista em Gestão Especializado Prova: FCC - Defensoria Pública do Estado de Amazonas AM - Analista em Gestão Especializado - 2018

Considere as afirmativas abaixo acerca da auditoria operacional.

I. A Constituição Federal de 1988 a estabeleceu como competência dos Tribunais de Contas.

II. Os Tribunais de Contas podem realizá-la por iniciativa própria.

III. Os Tribunais de Contas podem realizá-la por iniciativa do Poder Legislativo.

IV. Podem ser objeto dessa auditoria tanto unidades administrativas do Poder Executivo, quanto do Legislativo e do Judiciário.
Está correto o que se afirma em

A I , II, III e IV.
B II, III e IV, apenas.
C III e IV, apenas.
D I, II e IV, apenas.
E II e III, apenas.

Examinar a economicidade, eficiência, eficácia e efetividade de organizações, programas e atividades governamentais, com a finalidade de avaliar o seu desempenho e de promover o aperfeiçoamento da gestão pública são objetivos da auditoria

A de conformidade.
B contábil.
C financeira.
D operacional.
E patrimonial.

Ao verificar a racionalidade com que os recursos alocados a determinados programas em um órgão público são aplicados, o auditor governamental realiza o exame de

A contas.
B economicidade.
C eficácia.
D eficiência.
E efetividade.

Ao apreciar a legalidade do orçamento público, um auditor de contas identificou leis delegadas, decisões judiciais, medidas provisórias e resoluções do Senado Federal que versavam sobre orçamento público.
Nessa situação hipotética, o auditor deve

A dispensar a jurisprudência orçamentária e aplicar as medidas provisórias.
B ignorar o aspecto político das referidas normas financeiras.
C fazer cumprir as leis delegadas e as medidas provisórias.
D desconsiderar as medidas provisórias e aplicar as leis delegadas.
E observar os limites fixados em resoluções do Senado Federal e considerar a jurisprudência orçamentária.

Ao estabelecer a forma, o conteúdo e a extensão da documentação de auditoria, o auditor poderá ignorar

A a natureza e a extensão das exceções identificadas.
B os riscos de distorção relevantes identificados.
C o tamanho e a complexidade da entidade.
D a metodologia de auditoria utilizada.
E a quantidade de sócios da entidade auditada.