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A escrituração da alienação de ações em tesouraria com lucro será feita pelo seguinte lançamento contábil: D – Disponibilidades; C – Ações em Tesouraria; e C – Reservas (lucro na venda de ações). O lucro obtido na alienação das ações constitui reserva

A de lucro.
B de lucros a realizar.
C legal.
D de capital.
E de retenção de lucros.

Suponha que uma empresa adquiriu um bem corpóreo por arrendamento mercantil financeiro em 20X0. Considerando os critérios de avaliação do ativo previstos na Lei n° 6.404/1976, em 20X1, o bem será avaliado pelo

A valor justo deduzido do saldo da depreciação.
B menor valor entre o valor justo e o valor de aquisição.
C custo de aquisição deduzido do saldo da conta de depreciação.
D valor justo acrescido da correção monetária do período.
E custo de aquisição, deduzidos os gastos necessários para poder-se efetivar a compra e instalar o bem.

A empresa Alfa iniciou o mês de março sem estoque de mercadorias. Ao longo do mês, foram realizados os lançamentos a seguir. 1. Compra de 120 unidades a $ 7,00 cada; 2. Venda de 30 unidades a $ 12,00 cada; 3. Compra de 50 unidades a $ 8,00 cada; 4. Compra de 30 unidades a $ 8,50 cada; e 5. Venda de 100 unidades a $ 13,00 cada. Com base apenas nas informações para o mês de março, os maiores valores do estoque final (EF) e do custo das mercadorias vendidas (CMV) são obtidos usando, respectivamente, os métodos de custeio

A PEPS e UEPS.
B UEPS (último que entra; primeiro que sai) e PEPS.
C UEPS e custo médio.
D PEPS (primeiro que entra; primeiro que sai) e PEPS.
E Custo médio e PEPS.
Texto associado
Uma entidade apresenta, em um balanço encerrado, as contas patrimoniais abaixo. Classifique os saldos patrimoniais apresentados, de acordo com a sua apresentação no Balanço Patrimonial. Caixa R$ 15.865 Contas a Pagar R$ 5.290 Duplicatas a Receber R$ 14.100 Duplicatas a Receber a Longo Prazo R$ 5.050 Empréstimos a Pagar R$ 12.340 Estoques R$ 10.575 Financiamentos a Pagar a Longo Prazo R$ 17.625 Máquinas R$ 21.150 Veículos R$ 13.925

Com base nos saldos acima, é possível afirmar que:

A O valor do Passivo Circulante é de R$ 12.340.
B O valor do Ativo Circulante é de R$ 21.155.
C O valor do Patrimônio Líquido é de R$ 45.410.
D O valor do Ativo Não Circulante é de R$ 35.075.
E O valor do Imobilizado é de R$ 21.150.

Segundo as normas vigentes relativas ao balanço patrimonial, as contas do ativo das companhias devem ser agrupadas em Circulante e Não Circulante. O Ativo Não Circulante é composto por:

A Ativo realizável a longo prazo, despesas do exercício seguinte, imobilizado e intangível.
B Ativo realizável a longo prazo, investimentos, imobilizado e intangível.
C Créditos de curto prazo, investimentos, imobilizado e disponibilidades.
D Disponibilidades, investimentos, imobilizado e despesas do exercício seguinte.
E Disponibilidades, investimentos, imobilizado e intangível.

A Cia. Produtora adquiriu, em 31/12/2015, um equipamento por R$ 800.000,00, efetuando o pagamento à vista. Na data da aquisição, a Cia. estimou a vida útil do equipamento em 10 anos e o valor residual em R$ 80.000,00. Em 1/1/2017, após um ano de uso, a empresa reavaliou a vida útil do equipamento e determinou que a vida útil remanescente era 15 anos e o valor residual era R$ 8.000,00. O valor contábil do equipamento evidenciado no Balanço Patrimonial da Cia. Produtora, em 31/12/2017, foi, em reais

A 680.000,00
B 672.000,00
C 701.000,00.
D 693.000,00
E 694.400,00
Texto associado
Em 30/11/2017, a Cia. Comercial apresentava a seguinte situação patrimonial: - Caixa e Equivalentes de caixa.......................................................................................................... R$96.000,00 - Capital social.................................................................................................................................... R$150.000,00 - Fornecedores.................................................................................................................................... R$80.000,00 - Imobilizado........................................................................................................................................ R$170.000,00 - Depreciação Acumulada................................................................................................................... R$36.000,00 Durante o mês de dezembro de 2017, a Cia. Comercial realizou as seguintes operações: - Aquisição de estoque no valor de R$ 50.000,00, à vista. - Pagamento de R$ 18.000,00 aos Fornecedores. - Obtenção de empréstimo, em 01/12/2017, no valor de R$ 200.000,00, sendo que a taxa de juros compostos contratada foi de 3% a.m. Os juros serão pagos no vencimento, em 30/11/2019. - Venda de 40% do estoque disponível por R$ 120.000,00, à vista. - Pagamento de despesas gerais referentes ao mês de dezembro de 2017 no valor total de R$ 15.000,00. - Aquisição de estoque no valor de R$ 70.000,00, à vista. Sabe-se que, na data da aquisição, a vida útil estimada para o imobilizado era 36 meses e o valor residual era R$26.000,00, não tendo ocorrido qualquer alteração nestas estimativas. A empresa adota o método das cotas constantes para cálculo da despesa de depreciação.

O total do Ativo da Cia. Comercial era, em 31/12/2017, em reais,

A 497.000,00.
B 493.000,00.
C 487.000,00.
D 513.000,00.
E 494.000,00.

Para financiar suas atividades, uma empresa emitiu debêntures no valor de R$ 40.000.000,00, com as seguintes características: - Data da emissão: 31/12/2017. - Taxa de juros: 10% ao ano (juros compostos). - Prazo total: 15 anos. - Forma de pagamento: parcelas anuais constantes no valor de R$ 5.258.951,08. A empresa incorreu em custos de transação no valor total de R$ 416.000,00 para a emissão e colocação das debêntures no mercado. Como havia uma expectativa de queda nas taxas de juros nos próximos anos, houve uma grande demanda pelas debêntures emitidas e a empresa conseguiu obter um valor superior ao desejado, vendendo-as por R$ 42.800.000,00. Sabendo-se que a taxa de custo efetivo da operação foi 9% ao ano (juros compostos), o impacto no resultado de 2018 decorrente das debêntures emitidas foi, em reais,

A 4.416.000, 00.
B 3.814.560, 00.
C 4.654.400 00.
D 4.016.000, 00.
E 4.268.000 00.

Uma empresa obteve um equipamento industrial por meio de um contrato de arrendamento. O contrato foi realizado em 31/12/2016, o prazo total é de 8 anos e a empresa pagará 8 parcelas anuais de R$ 502.403,29, vencendo-se a primeira parcela em 31/12/2017. O valor presente das parcelas do contrato, na data de início do arrendamento, era R$ 3.000.000,00 e foi calculado com a taxa implícita de juros do contrato que era 7% ao ano. No final do prazo do contrato o equipamento será transferido gratuitamente para a empresa que pretende ficar com o mesmo após este prazo. Sabendo-se que a empresa estimou a vida útil para o equipamento em 10 anos e o valor residual esperado em R$ 480.000,00, a despesa total reconhecida na Demonstração do Resultado de 2017, decorrente da operação de arrendamento realizada foi, em reais

A 502.403 29.
B 252.000 00.
C 462.000 00.
D 210.000, 00.
E 585.000 00.

A empresa Linha Curva S.A. procedeu à contabilização em 2018 das despesas de provisão de férias, considerando o cenário em que todos os funcionários viessem a vender seus dez dias previstos na legislação. Durante os últimos cinco anos, somente 30% do quadro exerceu esse direito. A empresa também constatou um erro material de aplicação da norma de arrendamento mercantil, sendo que a administração decidiu por ajustar a demonstração de 2018, sem retroagir. Em relação a essas duas decisões é correto afirmar que

A a empresa está correta, em decorrências das normas contábeis demandarem julgamento do profissional da contabilidade para sua aplicação.
B estão adequadas, tendo o profissional da contabilidade liberdade para interpretá-las e aplicá-las de forma que a demonstração contábil reflita os interesses da administração.
C não estão adequadas, por não terem sido aplicadas de acordo com o princípio da neutralidade e por não atender às normas pertinentes a estimativas e erros.
D a primeira não atende às normas contábeis vigentes, mas que a segunda está dentro das exceções permitidas em norma.
E a segunda não atende às normas contábeis vigentes, mas que a primeira está dentro das exceções permitidas em norma.