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Durante o exame físico cardiovascular, o sinal que pode ser detectado na maioria dos pacientes idosos e que, por isso, é considerado por alguns autores como fisiológico do envelhecimento é

A o pulso parvus et tardus.
B o sopro aórtico.
C a quarta bulha.
D a terceira bulha.
E a hipertensão sistólica isolada.
Texto associado
Paciente é admitida no setor de emergência com dor no flanco esquerdo, hematúria, proteinúria, febre, náuseas e vômitos. Após colheita de sangue para análise geral foi realizada ultrassonografia abdominal que demonstrou uma pequena área hipoecogênica em forma de cunha com o ápice apontando em direção à pelve renal esquerda.

O diagnóstico mais provável do caso descrito é:

A trombose esplênica.
B litíase renal.
C infarto renal na fase aguda.
D abscesso renal.
E trombose da veia renal.

Uma paciente de 65 anos, fumante e hipertensa, com dor nas pernas ao caminhar durante 10 minutos, e com pressão arterial no braço de 150 x 100 mmHg e nas pernas PA-100 x 80 mmHg, realizou duplex dos membros inferiores que confirmou obstrução de 70% nas artérias femorais profundas. O cardiologista avaliou esses resultados e diagnosticou a etiologia do seguinte achado clínico:

A aortite inflamatória;
B coarctação da aorta;
C tromboangeíte obliterante;
D dissecção aórtica crônica;
E claudicação intermitente de origem aterosclerótica.

A infecção aguda pelo covid-19, pode cursar, na fase aguda, com diferentes complicações cardiovasculares. A complicação mais frequente, observada nos pacientes internados nas unidades de cuidados intensivos, é:

A pericardite;
B endocardite infecciosa;
C infarto agudo do miocárdio;
D miocardite viral decorrente de coinfecção do adenovírus;
E injúria miocárdica com liberação de troponinas cardíacas.

Uma mulher de 38 anos com diagnóstico de pericardite recorrente, já tendo feito uso de corticoterapia e colchicina, metotrexato e azatioprina, ainda assim mantém episódios de recidiva. Na próxima etapa terapêutica, recomenda-se:

A pericardiectomia radical;
B pulsoterapia com metilprednisolona;
C ciclosporina em combinação com azatioprina;
D diclofenaco;
E agente imunobiológico bloqueador da interleucina 1.

Paciente do sexo masculino, 25 anos, nega uso regular de medicações, refere crises de dor abdominal com distensão e diarreia desde a infância, sempre apresentou hipoidrose. Ele vem queixando-se, nos últimos meses, de quadro de dispneia progressiva. Realizou EcoCG que evidenciou insuficiência mitral e hipertrofia do VE. Ao exame apresentava angioqueratomas nas coxas e mucosa oral, e também opacidade corneana assintomática. Assinale a opção que indica o diagnóstico para o caso.

A Amiloidose.
B Febre reumática.
C Doença de Ménière.
D Doença de Fabry.
E Cardiomiopatia hipertrófica idiopática.

A insuficiência cardíaca (IC) é a via final de muitas doenças que afetam o coração, o que explica a sua crescente prevalência. A atenção aos pacientes com IC é um desafio pelo caráter progressivo da doença, a limitação da qualidade de vida e a alta mortalidade. Estima-se que uma em cada cinco pessoas tem chance de desenvolver a síndrome ao longo da vida. A IC resulta em alterações hemodinâmicas como redução do débito cardíaco e elevação da pressão arterial pulmonar e venosa sistêmica. A suspeita diagnóstica é baseada principalmente em dados de anamnese e exame físico, e pode ser confirmada com exames complementares. Assinale a opção que representa um critério menor de Framingham para diagnóstico de IC.

A Terceira bulha (ritmo em galope).
B Refluxo hepatojugular.
C Cardiomegalia à radiografia de tórax.
D Dispneia paroxística noturna.
E Derrame pleural.

Paciente do sexo feminino, 58 anos, hipertensa há 15 anos, tabagista, procura atendimento na emergência com quadro de início súbito de dor torácica de forte intensidade associada a diaforese. Ao exame apresenta fácies de dor, PA 190x110 mmHg e FC 123 bpm. Alargamento do mediastino na radiografia de tórax. ECG com sinais de hipertrofia de VE. Enzimas cardíacas sem alterações. Uma medicação que é considerada a pedra angular para o tratamento clínico de pacientes com esse quadro é o:

A nitrato;
B clopidogrel;
C ácido acetilsalicilico;
D betabloqueador;
E nitroprussiato de sódio.

Paciente do sexo masculino, 38 anos, usuário de drogas injetáveis, apresentando febre, tosse, dor torácica. Ao exame cardiovascular, ausculta de sopro em foco tricúspide. Radiografia de tórax evidenciou infiltrados pulmonares nodulares. O diagnóstico mais provável é:

A pericardite;
B miocardite;
C endocardite;
D tuberculose;
E infarto agudo do miocárdio.

Uma das causas mais comuns da demência vascular por múltiplos infartos é a fibrilação atrial. Sobre a anticoagulação de pacientes com fibrilação atrial, avalie se as afirmativas a seguir são verdadeiras (V) ou falsas (F).

( ) As novas classes de anticoagulantes, como inibidores do Fator Xa (apixabana, rivaroxabana) e da trombina (dabigatrana) não devem ser usados em pacientes com próteses valvares cardíacas mecânicas;

( ) A dupla antiagregação com ácido acetilsalicílico (AAS) e Clopidogrel está indicada a todos os pacientes com demência vascular e fibrilação atrial;

( ) O uso de Rivaroxabana não é recomendado para pacientes com ClCr

A V – V – V.
B F – F – V.
C V – F – V.
D V – F – V
E F – V – F.