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Assinale a alternativa correta quanto à colocação pronominal.

A Me explique isso de novo, por favor.
B Ele não tornou-se o homem que era por mero acidente.
C Calarei-me para sempre, nada de mais certo e seguro.
D Já perdi-me várias vezes pelos caminhos desta vida.
E Humilharam-no e publicaram o vídeo desse confronto na internet.
Texto associado
Considerando os aspectos gramaticais do texto CB1A1BBB, julgue
os itens seguintes.

A correção gramatical do texto seria prejudicada caso o
pronome “me”, em “me parece” (l.1), fosse deslocado para
logo após “parece”, da seguinte forma: parece-me.

C Certo
E Errado

O pronome destacado foi utilizado na posição correta,
segundo as exigências da norma-padrão da língua portuguesa,
em:

A Quando as carreiras tradicionais saturam- se , os futuros
profissionais têm de recorrer a outras alternativas.
B Caso os responsáveis pela limpeza urbana descuidem-
se de sua tarefa, muitas doenças transmissíveis
podem proliferar.
C As empresas têm mantido- se atentas às leis de proteção
ambiental vigentes no país poderão ser penalizadas.
D Os dirigentes devem esforçar- se para que os funcionários
tenham consciência de ações de proteção ao
meio ambiente.
E Os trabalhadores das áreas rurais nunca enganaram-
- se a respeito da importância da agricultura para a
subsistência da humanidade.
Texto associado
Energia eólica na história da Humanidade

Energia, derivada de energeia , que em grego
significa “em ação”, é a propriedade de um sistema
que lhe permite existir, ou seja, realizar “trabalho” (em
Física). Energia é vida, é movimento — sem a sua
5 presença o mundo seria inerte. Saber usar e admi-
nistrar sua produção por meio de diferentes fontes de
energia é fundamental.
Desde o início da vida em sociedade, as fontes
de energia de que o homem precisa devem ser ge-
10 radas continuamente, ou armazenadas para serem
consumidas nos momentos de necessidade. A utili-
zação de diversas formas de energia possibilita ao
homem cozinhar seu alimento, fornecer combustível
aos seus sistemas de transporte, aquecer ou refrige-
15 rar suas residências e movimentar suas indústrias.
Existem fontes de energia alternativas que, ade-
quadamente utilizadas, podem substituir os combus-
tíveis fósseis em alguns de seus usos, reservando-os
para aquelas situações em que a substituição ainda
20 não é possível. A energia eólica é uma delas.
A energia eólica é a energia gerada pela força
do vento, ou seja, é a força capaz de transformar a
energia do vento em energia aproveitável. É captada
através de estruturas como: aerogeradores, que pos-
25 sibilitam a produção de eletricidade; moinhos de ven-
to, com o objetivo de produzir energia mecânica que
pode ser usada na moagem de grãos e na fabricação
de farinha; e velas, já que a força do ar em movimen-
to é útil para impulsionar embarcações.
30 A mais antiga forma de utilização da energia eó-
lica foi o transporte marítimo. Naus e caravelas mo-
vidas pelo vento possibilitaram empreender grandes
viagens, por longas distâncias, levando a importantís-
simas descobertas.
35 Atualmente, o desenvolvimento tecnológico des-
cobriu outras formas de uso para a força eólica. A
mais conhecida e explorada está voltada para a ge-
ração de força elétrica. Isso é possível por meio de
aerogeradores, geradores elétricos associados ao
40 eixo de cata-ventos que convertem a força cinética
contida no vento em energia elétrica. A quantidade
de energia produzida vai depender de alguns fatores,
entre eles a velocidade do vento no local e a capaci-
dade do sistema montado.
45 A criação de usinas para captação da energia
eólica possui determinadas vantagens. O impacto
negativo causado pelas grandes turbinas é mínimo
quando comparado aos causados pelas grandes in-
dústrias, mineradoras de carvão, hidrelétricas, etc.
50 Esse baixo impacto ocorre porque usinas eólicas
não promovem queima de combustível, nem geram
dejetos que poluem o ar, o solo ou a água, além de
promoverem maior geração de empregos em regiões
desfavorecidas. É uma fonte de energia válida econo-
55 micamente pois é mais barata.
A energia eólica é uma fonte de energia que não
polui e é renovável, mas que, apesar disso, causa
alguns impactos no ambiente. Isso acontece devido
aos parques eólicos ocuparem grandes extensões,
60 com imensos aerogeradores instalados. Essas inter-
ferências no ambiente são vistas, muitas vezes, como
desvantagens da energia eólica. Assim, citam-se
as seguintes desvantagens: a vasta extensão de ter-
ra ocupada pelos parques eólicos; o impacto sonoro
65 provocado pelos ruídos emitidos pelas turbinas em
um parque eólico; o impacto visual causado pelas
imensas hélices que provocam certas sombras e re-
flexos desagradáveis em áreas residenciais; o impac-
to sobre a fauna, provocando grande mortandade de
70 aves que batem em suas turbinas por não consegui-
rem visualizar as pás em movimento; e a interferência
na radiação eletromagnética, atrapalhando o funcio-
namento de receptores e transmissores de ondas de
rádio, TV e micro-ondas.
75 Esse tipo de energia já é uma realidade no Bra-
sil. Nosso país já conta com diversos parques e usi-
nas. A tendência é que essa tecnologia de geração
de energia cresça cada vez mais, com a presença de
diversos parques eólicos espalhados pelo Brasil.

Disponível em: renovaveis/energia-eolica/>. Acesso em: 5 ago. 2017.
Adaptado.

O termo destacado foi utilizado na posição correta, segundo as exigências da norma-padrão da língua portuguesa, em:

A A poluição do ar será irreversível, caso as medidas preventivas esgotem- se.
B Os cientistas nunca equivocaram -se a respeito dos perigos do uso de combustível fóssil.
C Quando as substâncias tóxicas alojam -se no meio ambiente, causam danos aos seres vivos.
D Se as fontes de energia alternativa se esgotarem, poderemos sofrer sérias consequências.
E Uma das exigências do mundo atual é que o ser humano sempre mantenha -se em dia com as atividades físicas.
Texto associado
NÃO
IMPORTA O RITMO, O LUGAR, O HORÁRIO
NEM OS OLHARES: DANÇAR FAZ BEM AO
CORPO E À ALMA

Além de manter o
físico invejável,
praticantes de
qualquer que seja a modalidade da dança
ganham
em autoestima


Com a dançarina Ana Cláudia
Maldonado, o
professor e empresário Welbert de Melo diz
que a
arte ensina a olhar e a respeitar o espaço
do outro.
Há
alguém por aí que não goste de dançar?
Mesmo no escuro do quarto? Não tem de ser
bailarino, pode ser no seu estilo e ritmo.
Não se
preocupe com os olhares e se jogue na
pista, seja lá
onde ela for! No palco, na rua, debaixo do
chuveiro
ou em frente ao espelho. Não importa,
arrisque
seus passos, sacuda o corpo e tenha
certeza de
que a dança faz bem ao corpo e à alma. O
espírito
fica leve, se liberta.

A dança é uma das três principais
artes
cênicas
da Antiguidade, ao lado do teatro e da
música.
No antigo Egito, ela homenageava o deus
Osíris.
Na Grécia, fazia parte dos Jogos
Olímpicos. Na
era atual, ela existe como manifestação
artística,
diversão, entretenimento, atividade física
e está
presente no palco, na rua, na academia ou
em
casa, como forma de expressar os
sentimentos e,
de quebra, manter a silhueta na
medida.
Ela é tão
importante e essencial para o
ser
humano que na próxima sexta-feira
comemora-se
o Dia Internacional da Dança, data
instituída pela
Organização das Nações Unidas para a
Educação,
Ciência e Cultura (Unesco) por meio do
Comitê
Internacional de Dança (CID), em 1982. A
escolha
é referente à data de nascimento do
professor,
bailarino e ensaísta Jean-Georges Noverre
(29 de
abril de 1727), considerado mestre do balé
francês.
A
dança tem diferentes linguagens e
provoca
efeitos e sensações diversas. Sem se ater
ao
profissional, ela tem o poder de aumentar
a
autoestima, aproximar as pessoas, provocar
romances, estimular o cérebro, tonificar,
modelar
e definir o corpo, ajudar a diminuir o
estresse
e a ansiedade. E, ainda, aumenta a
capacidade
sanguínea e faz bem ao coração, combate a
depressão e, o melhor, é democrática,
aceita
pessoas de todas as idades e raças.

O bailarino,
coreógrafo e professor
Welbert
de Melo Nascimento, formado em pedagogia
do
movimento para o ensino da dança pela
UFMG, diz
que a dança é sociocultural, fundamental
em um
mundo cada vez mais individualista e de
isolamento
diante da tecnologia e da internet. “Ela
aproxima as
pessoas. Para os casais, possibilita o
resgate da
relação, define os papéis do homem e da
mulher,
além de trabalhar postura e equilíbrio.”
Ele enfatiza
que outro benefício é a música, “que é
terapêutica,
relaxa e faz esquecer os problemas, já que
o foco
estará no movimento. A dança se torna um
ponto
de encontro entre amigos para reunir,
conversar e
dançar”.

Welbert, que é dono do Café com Dança,
espaço que alia dança e gastronomia, diz
que essa
combinação é perfeita, já que um desperta
interesse
pelo outro. “Um feito raro e um novo
conceito.
No espaço, temos mais de 33 ritmos de
dança de
salão. Entre os mais comuns estão samba,
bolero,
forró, zouk, salsa, lindy hop, tango,
valsa e muito
mais.” Ele revela que, apesar de sempre
ser um
desejo feminino, os homens estão cada vez
mais
presentes. “Eles aderem, principalmente,
para
agradar às namoradas.”


TIMIDEZ


O professor destaca que a
dança é bem-
vinda,
porque trabalha a desenvoltura. “Dançar
com
o outro atua no processo e ajuda com a
timidez.
Estimulamos a troca de casais e as pessoas
são
forçadas a conversar, interagir e, assim,
soltam–se
mais. Tenho alunos que chegam para dançar
com
indicação médica. Uma vez, uma me disse
que é
mais barato que a terapia e traz mais
benefícios.”

Welbert lembra que a dança faz bem à
saúde.
“Estimula e exercita a memorização, porque
o dançarino tem de gravar os movimentos, a
coreografia. Sem falar que ela proporciona
conexão
entre as pessoas e as ensina a olhar e a
respeitar o
espaço do outro, a ter cuidado ao tocá-lo,
não ser
invasivo. Enfim, é tudo de bom!”

Fonte:
http://tvitape.com.br/noticia/saude/dancar
-faz-bem-a-saude.
html

Assinale a alternativa em que
há inadequação quanto à colocação
pronominal de acordo com a norma culta
da língua portuguesa.

A “Não se preocupe com os olhares e se jogue na
pista [...].”.
B “O espírito fica leve, se liberta.”.
C “Sem se ater ao profissional, ela tem o poder de
aumentar a autoestima [...]”.
D “Estimulamos a troca de casais e as pessoas
são forçadas a conversar, interagir e, assim,
soltam-se mais.”.
E “Uma vez, uma me disse que é mais barato que
a terapia e traz mais benefícios.”.
Texto associado
TEXTO 1 – Itens 01 a 11

Antigamente, o silêncio era dos imbecis; hoje, são os melhores que emudecem

A atitude intolerante extrapola a individualidade e liberdade de expressão das pessoas. A intolerância reflete o preconceito cultural em que somente um ponto de vista é aceito. No meio digital, torna-se muitas vezes revestida de diferentes formas, bastante perigosas e até criminosas. Principalmente nas redes sociais o sentimento de intransigência encontrou um campo fértil sem concorrente nas quatro estações do ano.
No Brasil, a política é o tipo de intolerância de maior audiência na internet. A conclusão é de uma pesquisa da agência de propaganda Nova/SB, realizada no ano passado, que mapeou os dez tipos mais recorrentes de extremismos nas redes sociais. Uma rápida navegação comprova esse resultado, que se agrava de forma cruel e pessimista, uma vez que são raras as vezes em que há um debate inteligente ou preocupado sobre questões sociais e coletivas. A discussão é feroz, infantil e cega, e não há vencedores ao final.
A intolerância das pessoas chega a ser mesquinha, pequena e imoral. Agem como se não houvesse impunidade, pois existe a ilusão de que o mundo digital é uma terra de ninguém, quando muitos casos poderiam ser enquadrados em crimes cibernéticos. De insultos a notícias falsas, as infrações no mundo digital também devem ser julgadas e punidas sem exceção.
Uma pesquisa da Quartz divulgada em janeiro deste ano constatou que 55% dos brasileiros consideram que não há nada na internet além do Facebook. Para boa parte dos entrevistados, o Facebook e a internet são a mesma coisa. Nos EUA, o índice foi de apenas 5%.
Isso reflete o conhecimento limitado e a falta de visão em relação ao mundo de possibilidades, oportunidades e alcance que a internet traz, e que poucos enxergam e se arriscam a viver e conhecer. Precisamos acordar e buscar o nosso lugar ao sol, pois a concorrência cresce todo dia. Antigamente, o silêncio era dos imbecis; hoje, são os melhores que emudecem. O grito, a ênfase, o gesto, o punho cerrado estão com os idiotas de ambos os sexos, dizia Nelson Rodrigues.

Eliane Dias. Texto adaptado de e disponível em: https://revistacult.uol.com.br/home/internet-nao-e-o-facebook/

Em relação ao Texto 1, julgue, como VERDADEIRO ou FALSO, os itens a seguir.

No excerto “Uma rápida navegação comprova esse resultado, que se agrava de forma cruel e pessimista [...]”, a próclise foi utilizada por haver um pronome relativo que atrai o pronome oblíquo átono.

C Certo
E Errado

Assinale a alternativa correta.

A Em “E nunca se esqueça de mastigar pelo
menos cem vezes cada garfada.”, o excerto
poderia ser reescrito, sem comprometer as
regras gramaticais, da seguinte forma: “E nunca
esqueça-se de mastigar [...]”.
B Em “E uriná-los, o que consome o dobro do
tempo.”, o pronome “los” retoma “ao menos dois
litros de água”, mas seu uso está inadequado
no excerto, pois a colocação correta seria “E os
urinar, o que consome o dobro do tempo”.
C Em “E não se esqueça de escovar os dentes
depois de comer.”, a colocação do pronome está
inadequada, pois, da forma como o excerto está,
a pronúncia soa estranha.
D Em “[...] o que me faz pensar em quem vai
cuidar delas quando eu estiver viajando”, o
excerto poderia ser reescrito, sem comprometer
as regras gramaticais, da seguinte forma: “[...] o
que faz-me pensar em quem [...]”.
E Em “A única solução que me ocorre é fazer várias
dessas coisas ao mesmo tempo!”, justifica-se a
próclise, pois o pronome relativo “que” é atrativo.
Texto associado
TEXTO I

Vida de Acompanhante

Ana teve que fazer uma pequena
intervenção cirúrgica e me convidou para ser
seu acompanhante na casa de saúde. Bem,
normalmente evito passar até na porta de um
hospital (atravesso sempre para o outro lado
da rua, receoso de apagar diante de um bafo
mais forte de éter). Aquela situação, porém,
não me permitia simplesmente bater em
retirada. Mesmo assim, o medo falou mais alto
e bem que tentei cair fora.

- Escuta, Ana, quero lhe dizer que me sinto
profundamente honrado com o convite que
você me faz para ser seu partner no hospital
mas... Será que vai pegar bem? Será que o
pessoal do hospital não vai reparar de você
ter o próprio marido como acompanhante?
Você sabe como é esse pessoal de hospital,
fala demais. Vão dizer que você é uma mulher
absorvente, ciumenta, que não larga o marido
nem para ser operada.

- Se você não quiser ir - disse ela muito
segura - eu chamo outra pessoa.

- Não, Ana. Que é isso? Eu vou, claro. Tamos
aí, firme e forte. O problema é que não tenho
muita experiência. Talvez pudéssemos chamar
outra pessoa para ir com a gente. Na minha
vida, só entrei como acompanhante em baile
de formatura. O convite do hospital dá direito
a levar quantos acompanhantes?

- Um. Um só. E vai ser você. Ou será que
você está com medo?

- Quem, eu? - dei aquela do machão. - Você
não me conhece... Sou uma fera braba dentro
de um hospital.

- Tenho a impressão de que você está com
medo.

Não adianta fingir, pensei. Resolvi me
entregar:

- Morrendo, Ana. Tô morrendo de medo. Não
sei se vou agüentar. Tenho pavor de entrar em
hospital, aquele clima, aquele cheiro... Veja, já
estou suando só de pensar.

- Fique tranqüilo - disse ela me afagando
- não precisa se preocupar. Não vou deixá-lo
sozinho.

- Você jura? Mas e quando você estiver na
sala de cirurgia, quem vai tomar conta de mim?

- Fique calmo, bobinho. Deixo minha
irmã tomando conta de você. Eu volto logo.
Qualquer coisa, estarei ao seu lado.

A conversa foi muito reconfortante. Ana
procurou me dar força e, depois de ouvila
durante três horas, senti que já estava
psicologicamente preparado para enfrentar a
situação de acompanhante. [...]

NOVAES, Carlos Eduardo. Vida de acompanhante. In: A cadeira do
dentista. Coleção Para gostar de ler. 8.ed.. São Paulo: Ática, 2005,
p. 26-27.


As questões de 1 a 7 referem-se ao TEXTO I.

Em “Aquela situação, porém, não
me permitia simplesmente bater em
retirada.”, com relação à colocação
pronominal, constata-se que o pronome
em destaque está em posição de

A mesóclise, pois encaixa-se em estrutura
com verbo no futuro.
B próclise, pois encontra-se em uma oração
subordinada.
C mesóclise, pois está entre um advérbio e
um verbo.
D ênclise, pois o precede um advérbio de
negação.
E próclise, pois encontra-se depois do
advérbio de negação.
Órgão: Secretaria de Estado de Administração do Pará Cargo: Agente de Segurança Prisional (Polícia penal) Prova: Instituto AOCP - SEAD PA - Agente de Segurança Prisional (Polícia penal) - 2017
Texto associado
Com relação às estruturas linguísticas do texto CB2A2AAA, julgue os itens a seguir.

No terceiro período do texto, as formas pronominais “lo”, em
suas duas ocorrências — “aprimorá-lo” e “torná-lo” —, e “seu”
referem-se a “Estado”.

C Certo
E Errado
Órgão: Tribunal de Contas de Santa Catarina Cargo: Auditor Fiscal de Controle Externo - Área Controle Externo - Especialidade: Informática Prova: CESPE/CEBRASPE - TCE SC - Auditor Fiscal de Controle Externo - Área Controle Externo - Especialidade: Informática - 2016

Em 1949, quando o pai morreu, Manoel herdou suas terras em Corumbá. Pensou inicialmente em vender as terras , mas a mulher convenceu Manoel a restabelecer raízes no Pantanal. Por ocasião do lançamento de "O Guardador das Águas", que daria a Manoel o seu primeiro Prêmio Jabuti, afirmou: "Entre o poeta e a natureza ocorre uma eucaristia”.

Fazendo-se as alterações necessárias, os elementos sublinhados acima foram corretamente substituídos por um pronome, na ordem dada, em:

A vendê-las − convenceu-o − lhe daria
B vender-lhes − convenceu-lhe − daria-lhe
C as vender − convenceu-lhe − o daria
D vendê-las − lhe convenceu − daria-no
E vender-lhes − o convenceu − lhe daria