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Considerando-se as regras de colocação pronominal, assinalar a alternativa CORRETA.

A Nunca faça-me perguntas bobas!
B A assustou com as notícias, e ela chorou.
C Até me ocorreu de falar com ele, mas não quis.
D Meu pai não ouviu-me direito.
Órgão: Prefeitura de Senador Salgado Filho RS Cargo: Auxiliar de Consultório Dentário Prova: OBJETIVA - Prefeitura de Senador Salgado Filho RS - Auxiliar de Consultório Dentário - 2024
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Texto I Como lidar com colegas desagradáveis no ambiente de trabalho (por João Xavier) Veja o que fazer para sobreviver à influência dos colegas desagradáveis sem prejudicar seu desenvolvimento Colegas de trabalho desagradáveis não são raridade. Aprendemos desde cedo a lidar com quem nos desagrada. Isso porque toda família, toda escola, todo condomínio (ou turma da rua) tem aquele coleguinha que extrapola nas piadinhas, é “grudento”, desanimado ou inconveniente. A primeira estratégia que desenvolvemos é a de fugir da pessoa, evitando compartilhar do mesmo espaço físico. Essa tática parece estar ligada ao nosso instinto de sobrevivência, pois é natural ao ser humano evitar aquilo que causa desconforto – reagimos de maneira automática quando sentimos frio, calor, medo ou nojo. Essa técnica funciona bem, mas o problema é que em ambientes profissionais nem sempre é possível evitar o contato, principalmente quando há relações de troca, cooperação ou subordinação com pessoas chatas. Como se trata de uma estratégia primitiva, será que podemos desenvolver algo mais eficiente para lidar com essa situação? Sugestões de como lidar com essas pessoas no ambiente de trabalho: 1. Saiba o que incomoda Primeiramente faça uma análise profunda sobre o que mais o(a) incomoda em determinada pessoa. Como disse Freud: “Aquilo que te incomoda nos outros tem muito a dizer sobre você”. É provável encontrar pontos de simetria, o que poderá contribuir com o seu autoconhecimento, conhecimento do colega e consequente melhoria da relação. 2. Não compartilhe defeitos Feita a análise, por favor: não compartilhe os defeitos encontrados naquela pessoa nem com ela e nem com outros colegas. Guarde para si todas as imperfeições e compartilhe apenas aquilo que contém potencial de melhoria. A técnica do reforço positivo é muito mais eficiente do que a crítica – acredite! 3. Não forneça muita informação sobre você Uma versão mais elaborada do “fugir da pessoa” é o que chamo de não dar ousadia. A principal diferença entre elas é que não dar ousadia significa não fornecer informações que possam aumentar o contato com a pessoa, como pontos em comum, assuntos para conversas, informações pessoais. A ideia é manter as transações apenas no que tange as relações profissionais. E por falar em relações profissionais, ser profissional em suas relações significa: ser educado, respeitoso, cooperativo e facilitador. 4. Preserve seu (bom) humor Por fim, não se deixar abalar com a situação. Só existe uma pessoa capaz de alterar seu humor: você! No final das contas é você quem decide como vai lidar internamente com os acontecimentos do seu dia a dia. Como disse Dalai Lama: “não deixe que o comportamento dos outros tire a sua paz”. Importante: lembre-se de que ninguém é chato porque quer. O chato, normalmente, não sabe que é chato e por isso é digno de compaixão. Posso ser eu, pode ser você ou seu irmão Então, depende de nós encontrarmos meios de transformar as relações conflituosas em cooperativas e amistosas. (Texto adaptado especificamente para este concurso. O texto base está disponível em https://profissoes.vagas.com.br/4-passos-paralidar-com-colegas-de-trabalho-desagradaveis/ sob o título: 4 passos para lidar com colegas de trabalho desagradáveis, de João Xavier)

Observe a colocação pronominal na oração: “Lembre-se de que ninguém é chato porque quer”. Assinale a alternativa que justifique corretamente esse uso.

A A oração em análise tem o pronome em posição proclítica, pois, ele ocorre antes do verbo.
B A oração em análise tem o pronome em posição proclítica, pois, ele ocorre junto do hífen.
C A oração em análise tem o pronome em posição mesoclítica, ou seja, o verbo está conjugado no futuro do pretérito.
D A oração em análise tem o pronome em posição enclítica, ou seja, quando o pronome ocorre logo após o verbo e ambos são unidos por meio de hífen.
E A oração em análise tem o pronome em posição enclítica, assim sendo, não se utiliza de hífen e o pronome ocorre entre dois verbos.

Em colocações pronominais, a posição do pronome oblíquo é definida como proclítica, mesoclítica ou enclítica. Analise o fragmento: “(...) é preciso ter certas habilidades e aptidões, responsáveis por torná- lo um profissional competente e diferenciado.” Assinale a alternativa correta em referência ao pronome em destaque.

A A posição do pronome do objeto é mesoclítica.
B A posição do pronome do objeto é proclítica.
C A posição do pronome do objeto é enclítica.
D A posição do pronome do sujeito é enclítica.
E A posição do pronome do sujeito é mesoclítica.
Texto associado
Leia o texto a seguir para responder à questão. O momento em que sua filha descobre a verdade sobre você. Antes mesmo de ter uma filha já morria de medo disso: algum dia ela vai perceber que eu não sei de nada. Sim, porque é pra isso, em grande parte, que se tem filhos, pra que alguém no mundo acredite, nem que seja por alguns anos, que você sabe alguma coisa. E é por isso, também, que se odeia tanto os adolescentes: não é porque eles acham que os pais são idiotas, mas porque eles perceberam que os pais são idiotas. No caso da minha filha, a queda do mito paterno aconteceu um pouco mais cedo do que eu imaginava, mais precisamente aos três dias de vida. Minha filha não chorou quando nasceu. Só choramos nós, os pais, emocionados de ter uma filha que não chora. Nasceu sorrindo, vê se pode, dizíamos nós, chorando. Depois chorei outra vez quando ela mamou na mãe, e chorei de novo quando vi os avós vendo a neta, e sendo avós pela primeira vez. Acho que foi ali que ela começou a suspeitar: quem é esse cara chorando o tempo todo? Barbudo, trinta anos na cara, chorando desse jeito? Será que ele tem algum problema? A epifania aconteceu mesmo quando a gente chegou em casa e, pela primeira vez, ela chorou. E a partir daí não parava de chorar. Mamava e chorava e mamava. No meio da madrugada, quando a mãe dela dormia um sono merecido, peguei minha filha no colo e fomos pra sala. Achei que fosse resolver no mano a mano. Foi ali, só nós dois, no lusco-fusco, que ela percebeu tudo. Aos três dias de vida, vi no fundo dos seus olhos que ela tinha descoberto que o seu pai não fazia a menor ideia do que tava fazendo. E foi ali que ela começou a chorar de verdade. Desculpa, cheguei a dizer, desculpa ter feito você nascer de um pai que não sabe de nada, tanta gente escolada por aí e você veio parar logo na casa desse marinheiro de primeira viagem, esse sujeito que tá chorando mais que você, desculpa, filha, desculpa. E ela chorou mais ainda ao ver sua suspeita confirmada. Desde então assisti milhões de vídeos no YouTube sobre como fazer um bebê parar de chorar. Vira pro lado, shh, shh [...]. Passou, passou, passou. Até agora não encontrei nenhum vídeo sobre como fazer um pai parar de chorar. Filha, vou precisar de você. Seu pai também, coitado, acabou de nascer. Tá perdidinho. Me ensina a parar de chorar que nisso você já tá melhor que eu. Gregório Duvivier (Ator, humorista, roteirista e escritor brasileiro. Ficou conhecido pelo seu trabalho no cinema e no teatro.) Jornal Folha de São Paulo

“Me ensina a parar de chorar que nisso você já tá melhor que eu.” 7º§ É correto afirmar sobre a colocação do pronome no início da frase acima:

A ênclise na sequência pronome-verbo.
B mesóclise determinada pelo tempo verbal.
C prioridade da ênclise na colocação pronominal.
D próclise típica da linguagem coloquial.
E próclise típica da linguagem padrão.

Considerando a regra de colocação pronominal e o contexto que determina o uso de próclise, mesóclise ou ênclise, escolha a frase correta em relação ao uso do pronome oblíquo.

A Me telefonou ontem sem avisar.
B Preciso lhe ajudar com os relatórios.
C Pediu-se aos alunos que me informasse do ocorrido.
D Não me disse nada sobre o evento.
E Entregar-lhe-ei o documento amanhã.

As perguntas a seguir apresentam o pronome pessoal oblíquo em ênclise (após o verbo); assinale a que mostra formulação incorreta , porque só admite próclise.

A Os dois bandidos evadiram-se do presídio em Mossoró?
B Onde podemos vê-los?
C Eles dedicar-se-iam às tarefas com prazer.
D Numa entrevista como esta, isto pergunta-se?
E Quem dir-me-á tantas barbaridades, senão ele?
Texto associado
Texto I Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) foi criado na década de 1930 como uma organização estatal para auxiliar no planejamento de políticas públicas O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) é o órgão estatal brasileiro responsável pelo levantamento de dados do país. Esse instituto, fundado com o intuito de reunir informações geográficas e estatísticas brasileiras, possui grande importância em termos governamentais. Ele é responsável, entre outras funções, pela realização do censo demográfico. Tradicionalmente, o IBGE realiza censos em períodos decenais cíclicos, fornecendo informações socioeconômicas importantes para o país. O que é IBGE? O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística é um órgão estatal brasileiro responsável por realizar levantamentos de dados quantitativos e qualitativos sobre diferentes setores da economia, da sociedade e da demografia do Brasil. Esse órgão é o responsável, entre outras funções, pela realização do censo demográfico brasileiro. O IBGE possui grande importância no fornecimento de dados às instituições públicas e privadas do país. Qual a história do IBGE? A história oficial do IBGE iniciou-se na data de 29 de maio de 1936, por meio da implementação do chamado Instituto Nacional de Estatística (INE). Essa instituição pública foi a antecessora histórica do IBGE, conjugando funções relacionadas às informações estatísticas e geográficas brasileiras, visto que também contava com o chamado Conselho Brasileiro de Geografia (CBG). Em 1938, surgiu o formato atual do IBGE, sigla que designa o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Já a sua designação como fundação pública e sua subordinação ao Ministério da Economia do Brasil ocorreu somente em 1967, sendo todas essas mudanças fruto de decretos governamentais. Atualmente, o IBGE é um dos principais órgãos pelo levantamento de dados e estudos técnicos dentro da organização do governo brasileiro, como, por exemplo, o censo demográfico da população do país. Ele está presente nos 26 estados brasileiros e no Distrito Federal. A sede atual do IBGE está situada na cidade do Rio de Janeiro. Função do IBGE O IBGE é considerado o principal órgão de levantamento de dados geográficos e estatísticos do Brasil. A sua produção atende diversos órgãos públicos e privados, e ainda auxilia na implementação de diferentes políticas públicas. O IBGE, conforme disponibilizado no seu site oficial, tem as seguintes funções: •produção e análise de informações estatísticas; •coordenação e consolidação das informações estatísticas; •produção e análise de informações geográficas; •coordenação e consolidação das informações geográficas; •estruturação e implantação de um sistema de informações ambientais; •documentação e disseminação das informações; •coordenação dos sistemas estatístico e cartográfico nacionais. Por que o IBGE é importante? O IBGE é um órgão de grande importância para o levantamento de dados relacionados ao cenário geográfico, demográfico e social do Brasil. Os estudos realizados por essa instituição, com destaque para o censo demográfico, são cruciais para a fundamentação de diversas políticas públicas. Portanto, o IBGE fornece subsídios importantes para o desenvolvimento do país, contribuindo para traçar um panorama adequado da sociedade brasileira por meio de dados estatísticos. Não responder a pesquisa do IBGE é crime? A participação nas pesquisas é um dever cívico de todo cidadão brasileiro. A recusa na participação das pesquisas realizadas pelo órgão é, inclusive, passível de multa, por meio da Lei no 5.534, de 14 de novembro de 1968. Essa legislação aponta os valores aplicados à não participação nos questionários do censo e garante o sigilo dos dados coletados pelos entrevistadores.

Fonte: Mundo Educação. Disponível em: http://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/ibge.htm Acesso em 25 jul. 2023 (adaptado)

Na frase “A história oficial do IBGE iniciou- se na data de 29 de maio de 1936, por meio da implementação do chamado Instituto Nacional de Estatística (INE)”, destaca-se um caso de ênclise, em que o pronome está posposto ao verbo. A alternativa cujo pronome destacado, à luz da norma-padrão, também deve vir nessa posição é:

A Corri para o defender.
B Ainda se lembra de mim?
C Nunca se queixa de nada.
D Só me ofereceram um copo d’água.
E Quando tiver um tempinho, me avise.
Texto associado
Texto. AFINIDADE Afinidade é um dos poucos sentimentos que resistem a todo e qualquer tempo. A afinidade não é o mais brilhante, mas o mais sutil, delicado e penetrante dos sentimentos. É o mais independente. Não importa o tempo, a ausência, os adiamentos, as distâncias, as impossibilidades. Quando realmente há afinidade, qualquer reencontro retoma a relação no exato ponto em que foi interrompido. Retoma também o diálogo, a conversa, o afeto. Afinidade é não haver tempo mediando a vida. É uma vitória do adivinhado sobre o real. Do subjetivo para o objetivo. Do permanente sobre o passageiro. Do básico sobre o superficial. É muito raro ter afinidade. Mas quando existe não se precisa de códigos verbais para se expressar. Existia antes do conhecimento, irradia durante e permanece depois que as pessoas deixaram de estar juntas. O que você tem dificuldade de expressar a um afim, sai simples e claro diante de alguém com quem você tem afinidade. Afinidade é ficar longe pensando parecido a respeito dos mesmos fatos que impressionam, comovem ou mobilizam. É ficar conversando sem trocar palavras. Afinidade é jamais "sentir por". Quem "sente por", confunde afinidade com masoquismo, mas quem "sente com", avalia sem se contaminar. (...) Compreende sem ocupar o lugar do outro. Aceita para poder questionar. Quem não tem afinidade, questiona por não aceitar. Afinidade é ter perdas semelhantes e iguais esperanças. É conversar no silêncio, tanto nas possibilidades exercidas quanto das impossibilidades vividas. Afinidade é retornar à relação no ponto em que parou sem lamentar o tempo de separação. Porque tempo e separação nunca existiram. Foram apenas oportunidades dadas ou tiradas pela vida, para que a maturação comum pudesse se dar. E para que cada pessoa pudesse e possa ser, cada vez mais a expressão do outro sob a forma ampliada do eu individual aprimorado. Do livro: "Alguém que já não fui" Artur da Távola, pseudônimo de Paulo Alberto Moretzsohn Monteiro de Barros - Adaptado

Fonte: https://www.contandohistorias.com.br/cgi-bin/ch.cgi

Quanto à colocação pronominal em: “Mas quando existe não se precisa de códigos verbais para se expressar” pode-se afirmar que:

A a próclise é facultativa, pois há uma expressão atrativa que antecede o verbo.
B a ênclise seria obrigatória, pois uma expressão atrativa antecede o verbo (não).
C o pronome está na posição enclítica, pois há palavra atrativa (quando).
D o pronome está na posição proclítica, pois há palavra atrativa (não).
E o pronome está na posição proclítica, pois há palavra atrativa (quando).
Texto associado
Texto 1A1-I Estou escrevendo um livro sobre a guerra... Eu, que nunca gostei de ler livros de guerra, ainda que, durante minha infância e juventude, essa fosse a leitura preferida de todo mundo. De todo mundo da minha idade. E isso não surpreende — éramos filhos da Vitória. Filhos dos vencedores. Em nossa família, meu avô, pai da minha mãe, morreu no front ; minha avó, mãe do meu pai, morreu de tifo; de seus três filhos, dois serviram no Exército e desapareceram nos primeiros meses da guerra, só um voltou. Meu pai. Não sabíamos como era o mundo sem guerra, o mundo da guerra era o único que conhecíamos, e as pessoas da guerra eram as únicas que conhecíamos. Até agora não conheço outro mundo, outras pessoas. Por acaso existiram em algum momento? A vila de minha infância depois da guerra era feminina. Das mulheres. Não me lembro de vozes masculinas. Tanto que isso ficou comigo: quem conta a guerra são as mulheres. Choram. Cantam enquanto choram. Na biblioteca da escola, metade dos livros era sobre a guerra. Tanto na biblioteca rural quanto na do distrito, onde meu pai sempre ia pegar livros. Agora, tenho uma resposta, um porquê. Como ia ser por acaso? Estávamos o tempo todo em guerra ou nos preparando para ela. E rememorando como combatíamos. Nunca tínhamos vivido de outra forma, talvez nem saibamos como fazer isso. Não imaginamos outro modo de viver, teremos que passar um tempo aprendendo. Por muito tempo fui uma pessoa dos livros: a realidade me assustava e atraía. Desse desconhecimento da vida surgiu uma coragem. Agora penso: se eu fosse uma pessoa mais ligada à realidade, teria sido capaz de me lançar nesse abismo? De onde veio tudo isso: do desconhecimento? Ou foi uma intuição do caminho? Pois a intuição do caminho existe... Passei muito tempo procurando... Com que palavras seria possível transmitir o que escuto? Procurava um gênero que respondesse à forma como vejo o mundo, como se estruturam meus olhos, meus ouvidos. Uma vez, veio parar em minhas mãos o livro Eu venho de uma vila em chamas . Tinha uma forma incomum: um romance constituído a partir de vozes da própria vida, do que eu escutara na infância, do que agora se escuta na rua, em casa, no café. É isso! O círculo se fechou. Achei o que estava procurando. O que estava pressentindo. Svetlana Aleksiévitch. A guerra não tem rosto de mulher. Companhia das Letras, 2016, p. 9-11 (com adaptações).

Com relação à colocação pronominal, a correção gramatical do texto 1A1-I seria mantida caso, no trecho I “Não me lembro de vozes”, o pronome “me” fosse deslocado para logo após “lembro”: lembro-me. II “Estávamos o tempo todo em guerra ou nos preparando para ela”, o pronome “nos” fosse deslocado para logo após “preparando”: preparando-nos. III “a realidade me assustava”, o pronome “me” fosse deslocado para logo após “assustava”: assustava-me. Assinale a opção correta.

A Apenas o item I está certo.
B Apenas o item III está certo.
C Apenas os itens I e II estão certos.
D Apenas os itens II e III estão certos.
E Todos os itens estão certos.