QuestLab Plataforma Inteligente de Questões
Banco público de questões

Questões para Concursos

Pesquise questões reais por disciplina, assunto, tópico, banca, órgão, cargo, ano e modalidade.

Questões por banca

29 bancas disponíveis. Clique para visualizar todas.

Encontre as questões que procura
Limpar filtros
21 questões encontradas
Texto associado
Leia o texto abaixo para responder à questão. Inspeções de segurança geram benefícios para empresas e trabalhadores Por Paulo Ribeiro Neres Uma das atividades mais comuns entre os profissionais de saúde e segurança do trabalho são as inspeções de segurança. Estas podem ser específicas, como por exemplo, em equipamentos de combate a incêndio ou gerais como: ordem, arrumação e limpeza. Normalmente, alguns de seus objetivos são: reconhecer e antecipar as condições ou procedimentos que se encontram abaixo dos padrões de segurança estabelecidos, ou ainda detectar situações perigosas que possam acarretar perdas materiais ou pessoais no ambiente ocupacional. Seja qual for o propósito ou tipo das inspeções, de rotina ou periódica, é de extrema relevância que o próprio trabalhador, “aquele que põe a mão na massa”, participe dessas atividades e que sua opinião seja considerada e avaliada no momento da conclusão. Desta forma, espera-se aumentar o interesse e motivação dos trabalhadores com as questões de saúde e segurança no ambiente de trabalho e, paralelo a isso, desenvolver uma cultura que promova a ideia de que a prevenção de perdas seja de interesse de todos e não apenas uma responsabilidade do Departamento de Segurança, como é comum em diversas organizações. [...] O melhor e mais vantajoso de tudo isso é que podemos usar o conhecimento e experiência prática de quem realmente sabe onde estão as condições perigosas e desvios que mais ocorrem naquele ambiente de trabalho. Geralmente, as inspeções de segurança são realizadas sem a participação dos trabalhadores do chão de fábrica. Precisamos quebrar esse paradigma. [...] Não será demérito para os profissionais do Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho (SESMT) adicionar os trabalhadores nas suas inspeções de segurança. Para isso, será necessário capacitá-los, treiná-los e orientá-los para que sejam capazes de auxiliar na identificação e avaliação dos perigos. [...] Se realizarmos inspeções com o auxílio dos próprios trabalhadores, é bem provável que as medidas de controle, que serão sugeridas para mitigar os riscos detectados, sejam mais coerentes e próximas da realidade do dia a dia. Assim, o bom resultado prático virá pela união do conhecimento técnico do profissional da segurança com a opinião e visão de quem realmente fica exposto, que são os trabalhadores. http://revistacipa.com.br/inspecoes-de-seguranca-geram-beneficios-para-empresas-e-trabalhadores/ acesso em 14/11/2019 (adaptado)

Assinale a alternativa correta quanto à regra utilizada para a colocação pronominal destacada no enunciado a seguir: “Para isso, será necessário capacitá-los, treiná-los e orientá-los”.

A Ênclise - uso do pronome oblíquo após o verbo.
B Mesóclise - uso do pronome oblíquo após o verbo.
C Próclise - uso do pronome oblíquo após o verbo em frases afirmativas.
D Próclise - uso do pronome oblíquo após o verbo em frases no futuro do presente.
E Mesóclise- uso do pronome oblíquo após uma sílaba tônica.
Texto associado
Texto 1 Partilhar Rubel Se for preciso, eu pego um barco, eu remo Por seis meses, como peixe pra te ver Tão pra inventar um mar grande o bastante Que me assuste e que eu desista de você Se for preciso, eu crio alguma máquina Mais rápida que a dúvida, mais súbita que a lágrima Viajo a toda força, e num instante de saudade e dor Eu chego pra dizer que eu vim te ver Eu quero partilhar Eu quero partilhar A vida boa com você Eu quero partilhar Eu quero partilhar A vida boa com você Que amor tão grande tem que ser vivido a todo instante E a cada hora que eu tô longe, é um desperdício Eu só tenho 80 anos pela frente Por favor, me dá uma chance de viver Que amor tão grande tem que ser vivido a todo instante E a cada hora que eu tô longe, é um desperdício Eu só tenho 80 anos pela frente Por favor, me dá uma chance de viver Eu quero partilhar Eu quero partilhar A vida boa com você Eu quero partilhar Eu quero partilhar A vida boa com você Se for preciso, eu pego um barco, eu remo Por seis meses, como peixe pra te ver Tão pra inventar um mar grande o bastante Que me assuste, e que eu desista de você Se for preciso, eu crio alguma máquina Mais rápida que a dúvida, mais súbita que a lágrima Viajo a toda força, e num instante de saudade e dor Eu chego pra dizer que eu vim te ver Eu quero partilhar Eu quero partilhar A vida boa com você Eu quero partilhar Eu quero partilhar A vida boa com você Eu quero partilhar Eu quero partilhar A vida boa com você Eu quero partilhar Eu quero partilhar A vida boa com você Não tem, pra trás, nada Tudo que ficou tá aqui Se for preciso, eu giro a Terra inteira Até que o tempo se esqueça de ir pra frente e volte atrás Milhões de anos, quando todos continentes se encontravam Pra que eu possa caminhar até você Eu sei, mulher, não se vive só de peixe, nem se volta no passado As minhas palavras valem pouco e as juras não te dizem nada Mas se existe alguém que pode resgatar sua fé no mundo, existe nós Também perdi o meu rumo, até meu canto ficou mudo E eu desconfio que esse mundo já não seja tudo aquilo Mas não importa, a gente inventa a nossa vida E a vida é boa, mas é muito melhor com você Eu quero partilhar Eu quero partilhar A vida boa com você (até o final)

Tratando-se de uma canção, o gênero textual exibe desvios quanto ao emprego de língua portuguesa no tocante à norma-padrão, por exemplo, em: “Por favor, me dá uma chance de viver”, assinale a alternativa correta quanto ao emprego de pronome:

A “Te amei mais que a mim, bem mais que a mim.”
B “Deixe-me sozinho porque assim eu viverei em paz.”
C “Me liga, me manda um telegrama.”
D “Molha eu, seca eu, deixa que eu seja o céu.”
E “Aonde está você? Me chama, me chama, me chama.”
Texto associado
Texto 1 Antes que elas cresçam Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos. É que as crianças crescem. Independentes de nós, como árvores, tagarelas e pássaros estabanados, elas crescem sem pedir licença. Crescem como a inflação, independente do governo e da vontade popular. Entre os estupros dos preços, os disparos dos discursos e o assalto das estações, elas crescem com uma estridência alegre e, às vezes, com alardeada arrogância. Mas não crescem todos os dias, de igual maneira; crescem, de repente. Um dia se assentam perto de você no terraço e dizem uma frase de tal maturidade que você sente que não pode mais trocar as fraldas daquela criatura. Onde e como andou crescendo aquela danadinha que você não percebeu? Cadê aquele cheirinho de leite sobre a pele? Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversário com palhaços, amiguinhos e o primeiro uniforme do maternal? Ela está crescendo num ritual de obediência orgânica e desobediência civil. E você está agora ali, na porta da discoteca, esperando que ela não apenas cresça, mas apareça. Ali estão muitos pais, ao volante, esperando que saiam esfuziantes sobre patins, cabelos soltos sobre as ancas. Essas são as nossas filhas, em pleno cio, lindas potrancas. Entre hambúrgueres e refrigerantes nas esquinas, lá estão elas, com o uniforme de sua geração: incômodas mochilas da moda nos ombros ou, então com a suéter amarrada na cintura. Está quente, a gente diz que vão estragar a suéter, mas não tem jeito, é o emblema da geração. Pois ali estamos, depois do primeiro e do segundo casamento, com essa barba de jovem executivo ou intelectual em ascensão, as mães, às vezes, já com a primeira plástica e o casamento recomposto. Essas são as filhas que conseguimos gerar e amar, apesar dos golpes dos ventos, das colheitas, das notícias e da ditadura das horas. E elas crescem meio amestradas, vendo como redigimos nossas teses e nos doutoramos nos nossos erros. Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos. Longe já vai o momento em que o primeiro mênstruo foi recebido como um impacto de rosas vermelhas. Não mais as colheremos nas portas das discotecas e festas, quando surgiam entre gírias e canções. Passou o tempo do balé, da cultura francesa e inglesa. Saíram do banco de trás e passaram para o volante de suas próprias vidas. Só nos resta dizer “bonne route, bonne route”, como naquela canção francesa narrando a emoção do pai quando a filha oferece o primeiro jantar no apartamento dela. Deveríamos ter ido mais vezes à cama delas ao anoitecer para ouvir sua alma respirando conversas e confidências entre os lençóis da infância, e os adolescentes cobertores daquele quarto cheio de colagens, pôsteres e agendas coloridas de Pilot. Não, não as levamos suficientemente ao maldito “drive-in”, ao Tablado para ver “Pluft”, não lhes demos suficientes hambúrgueres e cocas, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas merecidas. Elas cresceram sem que esgotássemos nelas todo o nosso afeto. No princípio subiam a serra ou iam à casa de praia entre embrulhos, comidas, engarrafamentos, natais, páscoas, piscinas e amiguinhas. Sim, havia as brigas dentro do carro, a disputa pela janela, os pedidos de sorvetes e sanduíches infantis. Depois chegou a idade em que subir para a casa de campo com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era impossível deixar a turma aqui na praia e os primeiros namorados. Esse exílio dos pais, esse divórcio dos filhos, vai durar sete anos bíblicos. Agora é hora de os pais na montanha terem a solidão que queriam, mas, de repente, exalarem contagiosa saudade daquelas pestes. O jeito é esperar. Qualquer hora podem nos dar netos. O neto é a hora do carinho ocioso e estocado, não exercido nos próprios filhos e que não pode morrer conosco. Por isso, os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável afeição. Os netos são a última oportunidade de reeditar o nosso afeto. Por isso, é necessário fazer alguma coisa a mais, antes que elas cresçam. Affonso Romano de Sant´ Anna

(Fonte: http://www.releituras.com/arsant_antes.asp, acesso em janeiro de 2020.) Texto 2 POEMA ENJOADINHO Filhos... Filhos? Melhor não tê-los! Mas se não os temos Como sabê-lo? Se não os temos Que de consulta Quanto silêncio Como o queremos! Banho de mar Diz que é um porrete... Cônjuge voa Transpõe o espaço Engole água Fica salgada Se iodifica Depois, que boa Que morenaço Que a esposa fica! Resultado: filho, E então começa A aporrinhação: Cocô está branco Cocô está preto Bebe amoníaco Comeu botão. F ilhos? Filhos. Melhor não tê-los Noite de insônia Cãs prematuros Prantos convulsos Meu Deus, salvai-o! Filhos são o demo Melhor não tê-los... Mas se não os temos Como sabê-los? Como saber Que macieza Nos seus cabelos Que cheiro morno Na sua carne Que gosto doce Na sua boca! Chupam gilete Bebem xampu Ateiam fogo No quarteirão Porém, que coisa Que coisa louca Que coisa linda Que os filhos são!

(Fonte: Vinícius de Moraes. Poesia completa & prosa. Rio de Janeiro: Aguilar, 1987. p. 261-2.)

Como recurso de embelezamento textual, a “licença poética” autoriza que os desvios em relação à normapadrão façam parte dos textos, por exemplo, em “Como sabê-los?”, assinale a alternativa com colocação pronominal correta:

A “Melhor não tê-los!”
B “Se não os temos”
C “Meu Deus, o salvai!”
D “Como queremo-nos”
E “Iodificar-se-ia”
Texto associado
Urbanismo à deriva A França se destacou durante muito tempo por sua gestão do setor da construção e do planejamento, resultado do forte compromisso do Estado e das coletividades locais, ao mesmo tempo reguladoras, construtoras, financiadoras, administradoras... Ora, há alguns anos esse sistema passou a correr riscos por causa de diversos dispositivos que, frequentemente testados sob pretexto de circunstâncias excepcionais, foram pouco a pouco banalizados, concedendo mais poder aos atores privados. É o caso, por exemplo, da “venda no estado de consecução futura” ( Vente en l’État du Futur Achèvement, Vefa). Inexistente, depois marginal no setor de moradia social, a Vefa – comumente chamada de “venda na planta” – instalou-se na esteira da crise de 2008. Em resposta à crise imobiliária, o presidente Nicolas Sarkozy solicitou aos financiadores que comprassem cerca de 30 mil imóveis construídos, mas ainda não comercializados pelos incorporadores. Dez anos depois, esse modo de construção “chave na mão” tornou-se moeda corrente no setor de habitação de aluguel moderado, até passar a representar, a cada ano, mais da metade das moradias sociais construídas na Île-de-France. Esse processo permite aumentar, a curto prazo e em tempo recorde, o estoque de moradias disponíveis, mas, a longo prazo, gera problemas. Com a Vefa, os financiadores se veem privados de seu papel de construtores. Perdem a cultura da construção, passando a ser meros gestores de bens. Esse sistema repousa, além do mais, em uma contradição fundamental. Enquanto os financiadores devem manter suas construções, estando, portanto, muito interessados na qualidade e robustez dos materiais utilizados, os incorporadores constroem e vendem moradias pelas quais não assumem nenhuma responsabilidade. Os ganhos imediatos, em tempo e dinheiro, podem se transformar em custos adiados. (Pierre Pastoral, “Urbanismo à deriva”. Le Monde Diplomatique Brasil, junho de 2019. Adaptado)

Assinale a alternativa que atende à norma-padrão de colocação pronominal.

A Solicitou-se aos financiadores franceses que comprassem cerca de 30 mil imóveis construídos, mas não comercializados.
B Os financiadores, via de regra, têm preocupado-se com a qualidade e robustez dos materiais construtivos.
C Não assume-se responsabilidade pela construção e pela venda de moradias com a venda no estado de consecução futura.
D Se tornou moeda corrente no setor de habitação de aluguel moderado o modo de construção “chave na mão”.
E O modo de construção “chave na mão” efetivamente impôs-se no setor de habitação de aluguel moderado.

Embora controverso, na maioria dos festivais de cinema, é conferido o prêmio do público. Enquanto alguns enaltecem o prêmio do público , há aqueles que consideram o prêmio do público pouco representativo da qualidade de um filme; outros, ainda, interpretam o prêmio do público como mera estratégia mercadológica.
Os elementos sublinhados acima podem ser substituídos, respectivamente, por:

A lhe enaltecem - consideram-no - o interpretam
B enaltecem-no - o consideram - interpretam-no
C enaltecem-no - lhe consideram - lhe interpretam
D o enaltecem - consideram-lhe - interpretam-lhe
E enaltecem-lhe - consideram-no - interpretam-lhe

Com relação às regras de colocação do pronome oblíquo, a posição do pronome é facultativa em:

A “Dedicamo -nos , então, a uma frenética corrida contra os ponteiros do relógio.”
B “Os ritmos que nos são impostos e que aguçam algumas das nossas faculdades [...]”.
C “Todos nos beneficiamos e nos orgulhamos das conquistas da vida moderna [...].”
D “Uma reflexão que se sabe condenada a desenvolver- se num exíguo prazo predeterminado [...].”

Leia os itens quanto à colocação pronominal e assinale a alternativa correta. I - Faça-me o favor de não chegar atrasado para a aula. II - Nossos parentes do interior chegaram ontem, trazendo-nos muitas notícias da família. III - Convém dar-lhes o aviso agora mesmo. IV - Ninguém me contou que eles haviam sido expulsos do colégio. V - Conformar-nos-emos em ser para sempre o país do futuro?

A Apenas I, II, III e IV estão corretos.
B Apenas II, III, IV e V estão corretos.
C Apenas I, III e IV estão corretos.
D Todos os itens estão corretos.

Analise a colocação pronominal em: ?o controle da população dos mosquitos transmissores torna-se uma arma importante? e assinale a alternativa que contenha uma afirmação correta:

A A próclise empregada está correta e não há outra forma correta possível de construção no período.
B A próclise é obrigatória devido à presença de palavra atrativa do pronome.
C A ênclise empregada é a única forma correta.
D O pronome aparece na forma enclítica apenas como opção, pois a próclise também estaria correta.

Analise as proposições a seguir sobre colocação pronominal e assinale a alternativa que contenha análise corretas sobre as mesmas.

I. Em: ?o efeito dele se dá a partir disso?, tem-se ocorrência de próclise obrigatória.

II. Em: ?Se estiver no fundo do útero, atrás do embrião, não se deve retirar? há a ocorrência de próclise obrigatória.

III. Em: ?Muitas mulheres se perguntam sobre a diferença entre o DIU de cobre e o hormonal? temse a ocorrência de próclise, mas a ênclise também estaria correta.

IV. Em: ?deverá realizar um exame para saber em que local o dispositivo se perdeu? tem-se a ocorrência de próclise, entretanto, de acordo com as normas vigentes, a ênclise seria obrigatória.

A Há erro de análise em todas as proposições.
B Há erro de análise em duas das proposições, apenas.
C Há erro de análise em apenas uma das proposições.
D Há erro de análise em três das proposições, apenas.