Texto 3
Rico em belezas naturais, o Brasil tem uma extensa costa litorânea, com cerca de 7,5 mil quilômetros, sendo alvo de turistas do mundo inteiro. O problema é quando se fala do descarte incorreto de resíduos, principalmente de lixo reciclável, nas nossas milhares de praias.
Uma pesquisa feita pelo Instituto Oceanográfico da USP (IO/USP) revelou dados preocupantes: mais de 95% do lixo encontrado nas praias brasileiras é composto de plástico. Estima-se que cerca de 8,8 milhões de toneladas de lixo plástico acabam nos oceanos do planeta todos os anos.
Para piorar, o lixo plástico se decompõe em partículas minúsculas que entram na cadeia alimentar dos peixes e dos animais marinhos e podem chegar ao organismo dos seres humanos.
Microplásticos já foram encontrados em quase todas as fontes de alimento oceânicas, como crustáceos e moluscos [...]
E como fazer para amenizar os efeitos da poluição nas praias?
Uma vez no oceano fica muito difícil coletar e reciclar os resíduos plásticos. Alguns sistemas mecânicos inovadores, como o The Ocean Cleanup, se mostraram eficazes na hora de coletar os resíduos maiores, como garrafas e copos.
Mas, uma vez decomposto em microplástico, o lixo se espalha pela coluna d'água dos oceanos e acaba praticamente impossível de ser coletado e reciclado.
Disponível em: https://www.reciclasampa.com.br/artigo/lixo-nas-praias-um-problema-que-tem-solucao?nm_conteudo=lixo-nas-praias:-um-problema-que-tem-solucao. Acesso em: 20 de Jul. 2023.
As questões de 10 a 15 referem-se ao Texto 3.
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“Uma pesquisa feita pelo Instituto Oceanográfico da USP (IO/USP) revelou dados preocupantes: mais de 95% do lixo encontrado nas praias brasileiras é composto de plástico. Estima-se que cerca de 8,8 milhões de toneladas de lixo plástico acabam nos oceanos do planeta todos os anos.”. Quanto ao excerto apresentado, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
Texto associado
Ativistas do clima jogam sopa nos ‘Girassóis’ de Van Gogh (...)
Movimento Just Stop Oil usa transgressão para
protestar contra novos projetos de petróleo e gás, e
disse saber que a pintura não seria danificada
Ativistas do clima do Reino Unido jogaram sopa sobre a pintura “Girassóis”, de Vincent van Gogh, na National Gallery de Londres, nesta sexta-feira, 14, causando pequenos danos à moldura.
Um vídeo postado pelo movimento Just Stop Oil , que realiza protestos similares desde o início do ano, mostrou duas mulheres jogando duas latas de sopa de tomate Heinz sobre a pintura, uma das cinco versões expostas em museus e galerias em todo o mundo.
“O que vale mais, arte ou vida?”, disse Phoebe Plummer, uma das ativistas, 21, de Londres. Ela estava acompanhada por Anna Holland, de 20 anos, de Newcastle. “Vale mais do que comida? Mais do que justiça? Você está mais preocupado com a proteção de uma pintura ou com a proteção do nosso planeta e das pessoas?”. Plummer completou que a crise inflacionária mundial é parte do custo da crise do petróleo, porque “o combustível é inacessível para milhões de famílias com frio e fome. Eles não podem nem aquecer uma lata de sopa.”.
Depois disso, as manifestantes colaram as mãos em uma parede. “Há alguns pequenos danos na moldura, mas a pintura está ilesa”, disse a National Gallery em comunicado. O quadro tela é protegido por uma tela de vidro, um fator que o Just Stop Oil disse ter levado em consideração.
A polícia disse que as duas mulheres foram presas por danos criminais e transgressão agravada. “Autoridades especializadas agora as descolaram [da parede] e elas foram levadas sob custódia a uma delegacia de polícia no centro de Londres”, disse um comunicado no Twitter.
A National Gallery, que abriga uma das maiores coleções de pinturas do mundo, disse que o “Girassóis”, de 1888, era uma das mais populares. “É a pintura mais reproduzida em cartões, pôsteres, canecas, panos de prato e materiais de papelaria. Era também a imagem da qual Van Gogh mais se orgulhava.” diz a galeria em seu site.
O movimento Just Stop Oil disse que a pintura tem um valor estimado de mais de US$ 84 milhões. Este é o mais recente protesto do grupo de ativistas, e ocorre dias depois que eles bloquearam estradas ao redor do parlamento, pedindo que o governo interrompa todos os novos projetos de petróleo e gás. Nas últimas duas semanas, mais protestos foram realizados pelo grupo nas ruas do centro de Londres, enfurecendo motoristas e passageiros.
A polícia disse que, no dia dia 09/10, mais de 100 pessoas foram presas após um fim de semana de atividades relacionadas a protestos feitos por grupos ambientalistas.
Adaptado de: https://veja.abril.com.br/mundo/ativistas-do-climajogam-sopa-nos-girassois-de-van-gogh-veja-video. Acesso em: 20 out. 2022.
Movimento Just Stop Oil usa transgressão para
protestar contra novos projetos de petróleo e gás, e
disse saber que a pintura não seria danificada
Ativistas do clima do Reino Unido jogaram sopa sobre a pintura “Girassóis”, de Vincent van Gogh, na National Gallery de Londres, nesta sexta-feira, 14, causando pequenos danos à moldura.
Um vídeo postado pelo movimento Just Stop Oil , que realiza protestos similares desde o início do ano, mostrou duas mulheres jogando duas latas de sopa de tomate Heinz sobre a pintura, uma das cinco versões expostas em museus e galerias em todo o mundo.
“O que vale mais, arte ou vida?”, disse Phoebe Plummer, uma das ativistas, 21, de Londres. Ela estava acompanhada por Anna Holland, de 20 anos, de Newcastle. “Vale mais do que comida? Mais do que justiça? Você está mais preocupado com a proteção de uma pintura ou com a proteção do nosso planeta e das pessoas?”. Plummer completou que a crise inflacionária mundial é parte do custo da crise do petróleo, porque “o combustível é inacessível para milhões de famílias com frio e fome. Eles não podem nem aquecer uma lata de sopa.”.
Depois disso, as manifestantes colaram as mãos em uma parede. “Há alguns pequenos danos na moldura, mas a pintura está ilesa”, disse a National Gallery em comunicado. O quadro tela é protegido por uma tela de vidro, um fator que o Just Stop Oil disse ter levado em consideração.
A polícia disse que as duas mulheres foram presas por danos criminais e transgressão agravada. “Autoridades especializadas agora as descolaram [da parede] e elas foram levadas sob custódia a uma delegacia de polícia no centro de Londres”, disse um comunicado no Twitter.
A National Gallery, que abriga uma das maiores coleções de pinturas do mundo, disse que o “Girassóis”, de 1888, era uma das mais populares. “É a pintura mais reproduzida em cartões, pôsteres, canecas, panos de prato e materiais de papelaria. Era também a imagem da qual Van Gogh mais se orgulhava.” diz a galeria em seu site.
O movimento Just Stop Oil disse que a pintura tem um valor estimado de mais de US$ 84 milhões. Este é o mais recente protesto do grupo de ativistas, e ocorre dias depois que eles bloquearam estradas ao redor do parlamento, pedindo que o governo interrompa todos os novos projetos de petróleo e gás. Nas últimas duas semanas, mais protestos foram realizados pelo grupo nas ruas do centro de Londres, enfurecendo motoristas e passageiros.
A polícia disse que, no dia dia 09/10, mais de 100 pessoas foram presas após um fim de semana de atividades relacionadas a protestos feitos por grupos ambientalistas.
Adaptado de: https://veja.abril.com.br/mundo/ativistas-do-climajogam-sopa-nos-girassois-de-van-gogh-veja-video. Acesso em: 20 out. 2022.
Dentre as expressões destacadas nas alternativas a seguir, a que exerce a mesma função sintática do termo sublinhado em “Plummer completou que a crise inflacionária mundial é parte do custo da crise do petróleo, (...)” é
Texto associado
Atenção : As questões de números 41 a 48 referem-se ao trecho que segue.
Há algumas dicotomias que parecem ter a força de atravessar o tempo e se imporem a nós com uma evidência inaudita. Em filosofia, conhecemos várias delas, assim como conhecemos suas maneiras de orientar o pensamento e as ações.
Tais dicotomias podem operar não apenas como um horizonte normativo pressuposto, mas também como base para a consolidação de certas modalidades de pensamento crítico. No entanto, há momentos em que percebemos a necessidade de questionar as próprias estratégias críticas e suas dicotomias. Pois, ao menos para alguns, elas parecem nos paralisar em vez de nos permitir avançar em direção às transformações que desejamos.
Um exemplo de dicotomia que tem força evidente no pensamento crítico atual é aquela, herdada de Spinoza, entre paixões tristes e paixões alegres. Paixões tristes diminuem nossa potência de agir, paixões alegres aumentam nossa potência de agir e nossa força para existir. A liberdade estaria ligada à força afirmativa das paixões alegres, assim como a servidão seria a perpetuação do caráter reativo das paixões tristes. Haveria pois aquilo que nos afeta de forma tal que permitiria a nossos corpos desenvolver ou não uma potência de agir e existir que é o exercício mesmo da vida em sua atividade soberana.
Sem querer aqui fazer o exercício infame e sem sentido de discutir a teoria spinozista dos afetos e sua bela complexidade em uma coluna de jornal, gostaria apenas de sublinhar inicialmente a importância desse entendimento de que a capacidade crítica está ligada diretamente a uma compreensão dos afetos e de seus circuitos. Nada de nossas estratégias contemporâneas de crítica seria possível sem esse passo essencial de Spinoza, recuperado depois por vários outros filósofos que o seguiram.
No entanto, valeria a pena nos perguntarmos o que aconteceria se insistíssemos que talvez não existam paixões tristes e paixões alegres, que talvez essa dicotomia possa e deva ser abandonada (independentemente do que pensemos ou não de Spinoza).
É claro que isso inicialmente soa como um exercício ocioso de pensamento. Afinal, a existência da tristeza e da alegria nos parece imediatamente evidente, nós podemos sentir tal diferença e nos esforçamos (ou ao menos deveríamos nos esforçar, se não nos deixássemos vencer pelo ressentimento e pela resignação) para nos afastarmos da primeira e nos aproximarmos da segunda.
Mas o que aconteceria se habitássemos um mundo no qual não faz mais sentido distinguir entre paixões tristes e alegres? Um mundo no qual existem apenas paixões, com a capacidade de às vezes nos fazerem tristes, às vezes alegres. Ou seja, um mundo no qual as paixões têm uma dinâmica que inclui necessariamente o movimento da alegria à tristeza.
Pois, se esse for o caso, então talvez sejamos obrigados a concluir que não é possível para nós nos afastarmos do que tenderíamos a chamar de "paixões tristes", pois não há paixão que, em vários momentos, não nos entristeça. Não há afetos que não nos contraiam, não há vida que não se deixe paralisar, que não precise se paralisar por certo tempo, que não se vista com sua própria impotência a fim de recompor sua velocidade. Mais, ainda. Não há vida que não se sirva da doença para se desconstituir e reconstruir.
(SAFATLE, Wladimir. Folha de S.Paulo , 23/06/2017)
Há algumas dicotomias que parecem ter a força de atravessar o tempo e se imporem a nós com uma evidência inaudita. Em filosofia, conhecemos várias delas, assim como conhecemos suas maneiras de orientar o pensamento e as ações.
Tais dicotomias podem operar não apenas como um horizonte normativo pressuposto, mas também como base para a consolidação de certas modalidades de pensamento crítico. No entanto, há momentos em que percebemos a necessidade de questionar as próprias estratégias críticas e suas dicotomias. Pois, ao menos para alguns, elas parecem nos paralisar em vez de nos permitir avançar em direção às transformações que desejamos.
Um exemplo de dicotomia que tem força evidente no pensamento crítico atual é aquela, herdada de Spinoza, entre paixões tristes e paixões alegres. Paixões tristes diminuem nossa potência de agir, paixões alegres aumentam nossa potência de agir e nossa força para existir. A liberdade estaria ligada à força afirmativa das paixões alegres, assim como a servidão seria a perpetuação do caráter reativo das paixões tristes. Haveria pois aquilo que nos afeta de forma tal que permitiria a nossos corpos desenvolver ou não uma potência de agir e existir que é o exercício mesmo da vida em sua atividade soberana.
Sem querer aqui fazer o exercício infame e sem sentido de discutir a teoria spinozista dos afetos e sua bela complexidade em uma coluna de jornal, gostaria apenas de sublinhar inicialmente a importância desse entendimento de que a capacidade crítica está ligada diretamente a uma compreensão dos afetos e de seus circuitos. Nada de nossas estratégias contemporâneas de crítica seria possível sem esse passo essencial de Spinoza, recuperado depois por vários outros filósofos que o seguiram.
No entanto, valeria a pena nos perguntarmos o que aconteceria se insistíssemos que talvez não existam paixões tristes e paixões alegres, que talvez essa dicotomia possa e deva ser abandonada (independentemente do que pensemos ou não de Spinoza).
É claro que isso inicialmente soa como um exercício ocioso de pensamento. Afinal, a existência da tristeza e da alegria nos parece imediatamente evidente, nós podemos sentir tal diferença e nos esforçamos (ou ao menos deveríamos nos esforçar, se não nos deixássemos vencer pelo ressentimento e pela resignação) para nos afastarmos da primeira e nos aproximarmos da segunda.
Mas o que aconteceria se habitássemos um mundo no qual não faz mais sentido distinguir entre paixões tristes e alegres? Um mundo no qual existem apenas paixões, com a capacidade de às vezes nos fazerem tristes, às vezes alegres. Ou seja, um mundo no qual as paixões têm uma dinâmica que inclui necessariamente o movimento da alegria à tristeza.
Pois, se esse for o caso, então talvez sejamos obrigados a concluir que não é possível para nós nos afastarmos do que tenderíamos a chamar de "paixões tristes", pois não há paixão que, em vários momentos, não nos entristeça. Não há afetos que não nos contraiam, não há vida que não se deixe paralisar, que não precise se paralisar por certo tempo, que não se vista com sua própria impotência a fim de recompor sua velocidade. Mais, ainda. Não há vida que não se sirva da doença para se desconstituir e reconstruir.
(SAFATLE, Wladimir. Folha de S.Paulo , 23/06/2017)
Em a existência da tristeza e da alegria nos parece imediatamente evidente (parágrafo 6), o pronome átono destacado está adequadamente empregado, pois está em posição sintática em que não exerce a função de sujeito da oração. Seguem frases com o mesmo pronome, acompanhada cada uma de breve referência a seu emprego. Há avaliação INCORRETA em:
Texto associado
Para responder às questões de 1 a 3 , leia o texto a seguir.
Correr proporciona ganhos cerebrais a sexagenários
Estudo elaborado na Unicamp indica que prática de treinos de resistência proporciona ganhos cerebrais a corredores sexagenários
Correr proporciona ganhos cerebrais para sexagenários, segundo estudo elaborado na Unicamp, a Universidade Estadual de Campinas. O envelhecimento está relacionado a perdas cerebrais e de tecidos musculares, acompanhadas por disfunções cognitivas. O treino de resistência tem sido amplamente recomendado para atenuar dores musculares, mas os efeitos proporcionados ao tecido cerebral por esse tipo de atividade ainda não estão suficientemente claros.
Um estudo que foi assinado por Eduardo Bodnariuc Fontes, ligado ao Departamento de Neurologia da Unicamp, avançou nessa área do conhecimento. O trabalho, publicado no “Sports Sciences for Health”, publicação eletrônica ligada à Universidade de Milão e à Sociedade Italiana de Estudos Esportivos, consiste na observação dos efeitos na matéria cinzenta cerebral de idosos submetidos a treinos de resistência propostos ao longo de um período de 12 semanas.
Sete participantes foram recrutados, sendo quatro homens e três mulheres com idades variando entre 61 e 68 anos. A anatomia cerebral foi mapeada com utilização de ressonância magnética antes e depois dos treinos. A densidade da matéria cinzenta foi isolada e comparada em dois momentos: anterior e posterior ao exercício.
Os dados demonstraram que o treino promoveu aumento de densidade da matéria cinzenta nos lóbulos anterior e posterior do cerebelo, bem como outros benefícios. O estudo indica que o treino de resistência pode ser uma alternativa bem-sucedida de intervenção se a finalidade é melhorar a densidade neuronal do cérebro em áreas ligadas ao controle motor e ao conhecimento nos mais velhos.
http://www.educacaofisica.com.br/saude-bem-estar/terceira-idade/correr-proporciona-ganhos-cerebrais-a-sexagenarios. Acesso em 15/10/2016.
Correr proporciona ganhos cerebrais a sexagenários
Estudo elaborado na Unicamp indica que prática de treinos de resistência proporciona ganhos cerebrais a corredores sexagenários
Correr proporciona ganhos cerebrais para sexagenários, segundo estudo elaborado na Unicamp, a Universidade Estadual de Campinas. O envelhecimento está relacionado a perdas cerebrais e de tecidos musculares, acompanhadas por disfunções cognitivas. O treino de resistência tem sido amplamente recomendado para atenuar dores musculares, mas os efeitos proporcionados ao tecido cerebral por esse tipo de atividade ainda não estão suficientemente claros.
Um estudo que foi assinado por Eduardo Bodnariuc Fontes, ligado ao Departamento de Neurologia da Unicamp, avançou nessa área do conhecimento. O trabalho, publicado no “Sports Sciences for Health”, publicação eletrônica ligada à Universidade de Milão e à Sociedade Italiana de Estudos Esportivos, consiste na observação dos efeitos na matéria cinzenta cerebral de idosos submetidos a treinos de resistência propostos ao longo de um período de 12 semanas.
Sete participantes foram recrutados, sendo quatro homens e três mulheres com idades variando entre 61 e 68 anos. A anatomia cerebral foi mapeada com utilização de ressonância magnética antes e depois dos treinos. A densidade da matéria cinzenta foi isolada e comparada em dois momentos: anterior e posterior ao exercício.
Os dados demonstraram que o treino promoveu aumento de densidade da matéria cinzenta nos lóbulos anterior e posterior do cerebelo, bem como outros benefícios. O estudo indica que o treino de resistência pode ser uma alternativa bem-sucedida de intervenção se a finalidade é melhorar a densidade neuronal do cérebro em áreas ligadas ao controle motor e ao conhecimento nos mais velhos.
http://www.educacaofisica.com.br/saude-bem-estar/terceira-idade/correr-proporciona-ganhos-cerebrais-a-sexagenarios. Acesso em 15/10/2016.