QuestLab Plataforma Inteligente de Questões
Banco público de questões

Questões para Concursos

Pesquise questões reais por disciplina, assunto, tópico, banca, órgão, cargo, ano e modalidade.

Questões por banca

29 bancas disponíveis. Clique para visualizar todas.

Encontre as questões que procura
Limpar filtros
8 questões encontradas
Texto associado
No que se refere a auditoria e conformidade, à elaboração de planos de continuidade, ao gerenciamento de riscos de acordo com a norma ISO 27005 e ao gerenciamento de serviços conforme o ITIL 4, julgue os itens subsequentes.

Na elaboração de um plano de continuidade de serviços de tecnologia da informação, o inventário de ativos tecnológicos é a principal base para a definição das estratégias de continuidade.

C Certo
E Errado
Órgão: Telecomunicações Brasileiras S.A. Cargo: Especialista em Gestão de Telecomunicações - Área Engenheiro de Redes Prova: CESPE/CEBRASPE - TELEBRAS - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Área Engenheiro de Redes - 2026

De acordo com a NBR ISO/IEC 27002:2022, o gerenciamento da continuidade de TIC, parte fundamental dos requisitos de continuidade de negócios em relação à disponibilidade, deve ser capaz de

A reduzir o impacto financeiro decorrente de falhas operacionais nos serviços de TIC.
B garantir a confidencialidade das informações críticas em condições normais de operação.
C manter a conformidade dos controles internos com as políticas corporativas de governança tecnológica.
D assegurar que a continuidade das atividades priorizadas seja apoiada pelos serviços de TIC necessários.
E assegurar o cumprimento integral de requisitos regulatórios setoriais relacionados à segurança cibernética.

Um Ministério Público está revisando o catálogo de serviços de TI para assegurar a continuidade das petições eletrônicas em todas as comarcas. A gestão exige que os compromissos de desempenho sejam mensuráveis, reflitam as necessidades dos promotores e estejam formalmente vinculados às capacidades das equipes internas e dos fornecedores de infraestrutura de nuvem. Para tanto, o arranjo técnico que estabelece a estrutura correta de Gestão de Nível de Serviço para esse cenário é:

A Estabelecimento de um catálogo de serviços focado em requisitos técnicos de hardware, onde os SLAs são definidos pelos tempos de backup e redundância de dados para evitar a interrupção das consultas em períodos de pico.
B Elaboração de Termos de Referência detalhando as métricas de latência e throughput, utilizando o monitoramento em tempo real para ajustar as metas de desempenho conforme a demanda sazonal das promotorias de justiça estaduais.
C Definição de metas e SLAs de disponibilidade baseadas na média histórica de incidentes, utilizando métricas de tempo de resposta para priorizar o atendimento de chamados críticos e garantir a satisfação dos usuários finais do órgão.
D Criação de indicadores de desempenho voltados para a infraestrutura, estabelecendo punições contratuais para o descumprimento de prazos de manutenção e vinculando a restauração do serviço ao tempo médio de reparo.
E Implementação de Acordos de Nível de Serviço com os usuários, suportados por Acordos de Nível Operacional entre as equipes internas e Contratos de Apoio com os fornecedores externos de tecnologia.
Texto associado
Nas questões que avaliarem conhecimentos de informática e(ou) tecnologia da informação , a menos que seja explicitamente informado o contrário, considere que todos os programas mencionados estão em configuração-padrão e que não há restrições de proteção, de funcionamento e de uso em relação aos programas, arquivos, diretórios, recursos e equipamentos mencionados.

No PDTI, a etapa de diagnóstico na qual os sistemas são definidos por acordos de nível de serviço (ANS) e descritos em catálogos de serviços é denominada

A consolidação do inventário de necessidades.
B necessidades de infraestrutura de TI.
C alinhamento às estratégias da organização.
D necessidades de informação.
E necessidades de serviços de TI.
Órgão: Tribunal de Contas do Mato Grosso do Sul Cargo: Auditor de Controle Externo - Área Tecnologia da Informação Prova: CESPE/CEBRASPE - TCE MS - Auditor de Controle Externo - Área Tecnologia da Informação - 2025

A Prefeitura de São Paulo está revisando sua Infraestrutura de TIC para garantir maior continuidade, eficiência e resiliência nos serviços essenciais. Em um debate técnico relativo ao tema, um dos Analistas, com propriedade, afirmou que a

A implementação de redundância reduz falhas ao criar sistemas alternativos prontos para operar, sem impacto relevante nos custos operacionais ou na complexidade de gerenciamento. A melhor abordagem é a Redundância 3N, que oferece o mais alto nível de disponibilidade, pois combina os recursos de redundância N e 2N.
B escalabilidade horizontal ( scale-out ), que adiciona novos servidores para dividir a carga de trabalho, é uma solução eficiente para lidar com crescimentos imprevisíveis na demanda. Diferentemente da escalabilidade vertical, que aumenta os recursos de um único servidor, a horizontal melhora a resiliência, pois distribui o impacto de falhas em múltiplas unidades.
C alta disponibilidade depende exclusivamente de redundância física e do failover automático. Estes mecanismos dispensam o monitoramento continuo, pois as falhas são automaticamente miltigadas pelos sistemas redundantes e ainda eliminam o downtime recorrente.
D resiliência é um conceito que se refere ao backup e à recuperação de dados, concentrando-se na criação de cópias de dados e na sua restauração em caso de perda, crucial para a continuidade dos negócios. A resiliência pode ser obtida por meio de tecnologias como Resilient Array of Independent Disks (RAID).
E instalação de múltiplos data centers em diferentes regiões garante, de forma automática, alta disponibilidade e resiliência, independentemente da configuração de failover , pois implementa a replicação de dados e oferece altas taxas de latência às aplicações em uso.
Órgão: Prefeitura de São Paulo Cargo: Analista de Planejamento e Desenvolvimento Organizacional - Área TIC Prova: FCC - Prefeitura de São Paulo - Analista de Planejamento e Desenvolvimento Organizacional - Área TIC - 2025

Na gestão de continuidade de negócios, o plano de continuidade de negócios

A deve ser testado ao menos uma vez, devendo os testes garantir que só uma fração dos integrantes da equipe de recuperação e outros funcionários relevantes possuam conhecimento dos planos.
B deve contemplar, em sua estrutura, ao menos responsabilidades coletivas requeridas e procedimentos de aplicação rotineira.
C deve ser integralmente implementado pela equipe de gerência de segurança e, posteriormente, avaliado pelos dirigentes da organização.
D deve passar por manutenção em intervalos regulares de tempo e ser atualizado em virtude de mudanças nos negócios, alteração na legislação e aquisição de novos equipamentos e sistemas.
Órgão: Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos Cargo: Analista de Tecnologia da Informação e Comunicação - Área: Segurança da Informação Prova: CESPE/CEBRASPE - APEX Brasil - Analista de Tecnologia da Informação e Comunicação - Área: Segurança da Informação - 2022

Conforme a norma ISO 22301, convém que as equipes responsáveis por responder aos incidentes sejam capazes de

A realizar as ações conforme o planejamento das áreas competentes.
B garantir a disponibilidade dos recursos necessários.
C acionar a equipe responsável por iniciar uma resposta apropriada.
D obedecer às prioridades estabelecidas pelas áreas competentes para todas as ações.
E acionar a área responsável pela comunicação com as partes interessadas.
Órgão: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro Cargo: Analista Judiciário – Grupo: Tecnologia da Informação – Especialidade: Analista de Projetos Prova: CESPE/CEBRASPE - TJ RJ - Analista Judiciário – Grupo: Tecnologia da Informação – Especialidade: Analista de Projetos - 2021

O Plano de Continuidade dos Negócios é um roteiro de operações contínuas para quando as operações normais dos negócios são interrompidas por condições adversas. O Plano de Continuidade dos Negócios

A deve incluir, dentre outras coisas, a definição dos cenários de impacto e a análise de ameaças e riscos.
B deve ser de responsabilidade do departamento de TI, que é considerado o único com competências necessárias para conter possíveis desastres.
C também é conhecido como Plano de Recuperação de Desastres, uma vez que inclui ações para retornar a organização a seus níveis originais de operação.
D deve possuir ações genéricas para conter qualquer tipo de desastre, evitando assim que tenha que ser revisado periodicamente.
E deve ser executado integralmente em resposta a incidentes que causem interrupção total ou parcial das operações normais de negócios.
Órgão: Defensoria Pública do Rio Grande do Sul Cargo: Analista de Tecnologia da Informação - Área Segurança da Informação Prova: FCC - DPE RS - Analista de Tecnologia da Informação - Área Segurança da Informação - 2017