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Ela tomou a decisão I pouco tempo. Chegou II conclusão de que não valia III pena adiar a compra da geladeira.

Em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa, as lacunas I , II e III do texto devem ser preenchidas, respectivamente, por:

A há – à – à
B a – à – a
C há – a – a
D a – à – à
E há – à – a

Na língua escrita, há situações em que algumas palavras e locuções oferecem maior dificuldade, pois podem ser grafadas junto ou separadamente.

A frase em que a expressão em negrito está corretamente grafada é:

A Não mereço ter sucesso, tão pouco ser feliz.
B Nada nos resta se não a angústia de nos saber sabotados.
C Procuramos um psicólogo a fim de evitarmos maior sofrimento.
D Escolhemos a droga, com tudo trata-se de uma opção destrutiva.
E Conversávamos a cerca de nossas dificuldades com os sentimentos.
Texto associado
Com referência às ideias e aos aspectos linguísticos do texto
precedente, julgue os próximos itens.

O verbo haver foi empregado na linha 18 como sinônimo de
existir. Embora esses verbos tenham sentido semelhante,
a substituição de um pelo outro no texto modificaria as
relações sintáticas entre o verbo e o termo “um pressuposto”
(l.19).

C Certo
E Errado
Órgão: Secretaria de Educação do Distrito Federal Cargo: Professor de Educação Básica - Área: Língua Portuguesa Prova: CESPE/CEBRASPE - SEDF - Professor de Educação Básica - Área: Língua Portuguesa - 2017
Texto associado
Atenção : As questões de números 1 a 8 referem-se ao texto seguinte.

Modos de disputa

Dois indivíduos têm uma contenda e estão enraivecidos. Um deles diz ao outro, furioso: − Vou te quebrar a cara! Ao que o outro, igualmente indignado, responde com energia: − Pois eu vou te processar!
São, não há dúvida, dois modos de disputar a razão de quem viu ofendido um suposto direito seu. O primeiro indivíduo recua bastante na história e reproduz a jurisprudência das cavernas: a pancada corretiva, o direito da força, o recurso dos instintos primários; o segundo preferiu confiar numa instituição, numa instância social, na mediação das leis, na força do direito. O que não significa que, em outra situação, os mesmos indivíduos não pudessem reagir de modo oposto: somos criaturas difíceis, sujeitas ao temperamento, ao sentimento de ocasião.
“Vou te processar” é o modo civilizado, que confia no equilíbrio de um rito jurídico, devidamente conduzido e arbitrado por profissionais do ramo: advogados, juízes, promotores. O processo tem sua mecânica balizada por prazos, recursos, ações de embargo etc. O propósito está em que, ao fim e ao cabo do processo, todos os componentes de uma disputa tenham sido devidamente apreciados e julgados, a partir do que se exare a sentença final. Como todo rito complexo e minucioso, pode demorar muito até o bater do martelo.
A instituição justa do processo conta com o fato de que ambas as partes sigam exatamente os mesmos passos garantidos pela lei. Mas não há como evitar certas condicionantes, que fazem diferença: a habilidade maior de um advogado, os recursos para custear um processo longo, a intimidação que pode representar o fato de uma das partes ser um litigante de grande poder político ou notoriedade social. As diferenças sociais e econômicas entre os homens podem marcar o destino de um processo. Nesse caso, voltamos um pouquinho no tempo e, de um modo aparentemente mais civilizado, reproduzimos algo parecido com o direito da força.

(Júlio Castro de Ribeiro, inédito)

Está adequado o emprego dos elementos sublinhados na frase:

A A contenda à que se entregam os indivíduos revela o grau de civilização aonde cada um se encontra.
B Numa disputa de direitos à qual não faltam paixões, não devem estas contaminar a isenção do juiz.
C O rito disciplinado de um processo, de cujo depende a justa sentença, deve impor-lhe o juiz aos contendores.
D Há certas condicionantes que interferem no processo, prejudicam-lhe , acrescentando-o vícios insanáveis.
E O direito da força, no qual tantos parecem dar crédito, é um recuo a práticas onde o homem se brutaliza