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Texto para os itens de 1 a 15.

1 --------- No Brasil, no âmbito da segurança alimentar e
---- nutricional, crianças, idosos e mulheres demandam atenção
---- particular, em especial as mulheres trabalhadoras rurais e
4 --- camponesas, mais vulneráveis à pobreza e com acesso mais
---- difícil às políticas públicas.
1 --------- Pesquisas informam que a agricultura familiar
7 --- brasileira produz grande percentagem dos alimentos
---- básicos que chegam à mesa da população, e essa produção
---- certamente não existiria sem o trabalho das mulheres.
10 -------- Historicamente, o trabalho da mulher camponesa
---- não tem visibilidade e evidencia assimetrias importantes,
---- quando comparado ao trabalho masculino, as quais
13 -- reservam aos homens o reconhecimento público do
---- trabalho produtivo, mantendo obscurecido o trabalho das
---- mulheres, que se circunscreve aos domínios privados.
16 -------- Mesmo quando realiza atividades voltadas para o
---- fim produtivo da agricultura, a agricultora familiar é vista
---- como auxiliar e, normalmente, recebe menor remuneração
19 -- (ou nenhuma remuneração) por seu trabalho. As atividades
---- agrícolas por ela exercidas, como plantio e colheita da
22 -- produção para o consumo da família, ordenha de vacas,
---- produção de queijo e pão e, também, práticas orientadas
---- para a pequena escala de comercialização de produtos
---- agrícolas, são vistas como uma extensão intrínseca de suas
25 -- atribuições de mãe e esposa. Ademais, muitas dessas
---- atividades não se enquadram nas categorias do conceito de
---- trabalho aceitas e reconhecidas, formalmente, pela
28 -- sociedade, o que faz com que a jornada cotidiana das
---- mulheres no meio rural seja subestimada pela sociedade.
1 --------- A mulher camponesa é, em geral, a provedora de
31 -- alimentos da família porque os cultiva diretamente nas
---- lavouras ou nos quintais, mas também porque é dela a
---- responsabilidade pelas tarefas domésticas e o cuidado com
34 -- as crianças. Portanto as mulheres sustentam a produção
---- agroecológica familiar e garantem a segurança alimentar e
---- nutricional dos brasileiros, e é preciso reconhecer o
37 -- protagonismo feminino na agricultura familiar e camponesa.
1 --------- Em algumas regiões, como é o caso do Nordeste, a
---- participação das mulheres na produção rural é bastante
40 -- significativa. A organização e produção de alimentos
---- saudáveis por mulheres camponesas tem permitido
---- intensificar qualitativamente a luta pela soberania e pela
43 -- segurança alimentar e nutricional, por meio de diversificada
---- e saudável produção de alimentos. Entretanto, a promoção
---- da alimentação adequada e saudável requer ações
46 -- educativas associadas à prevenção e ao enfrentamento dos
---- males à saúde provocados pela má alimentação, por meio
---- da atenção nutricional no Sistema Único de Saúde (SUS) e
49 -- da regulamentação da publicidade de alimentos.

Marília M. Leão e Renato S. Maluf. A construção social de um sistema público de segurança alimentar e nutricional: a experiência brasileira . Brasília: Ação Brasileira pela Nutrição e Direitos Humanos (ABRANDH), 2012, p. 56‐57 (com adaptações).

Acerca da estruturação linguística do texto, julgue os itens de 7 a 15 .

No texto, o termo “essa” (linha 8) retoma o trecho
“grande percentagem dos alimentos básicos que
chegam à mesa da população” (linhas 7 e 8).

C Certo
E Errado
Texto associado
Texto II

Serviu suas famosas bebidas
para Vinicius, Carybé e Pelé

____ Os pedaços de coco in natura são colocados no
liquidificador e triturados. O líquido resultante é coado
com uma peneira de palha e recolocado no aparelho,
onde é batido com açúcar e leite condensado. Ao fim,
5 adiciona-se aguardente.
____ A receita de Diolino Gomes Damasceno, ditada à
Folha por seu filho Otaviano, parece trivial, mas a co-
nhecida batida de coco resultante não é. Afinal, não é
possível que uma bebida qualquer tenha encantado
10 um time formado por Jorge Amado (diabético, tomava
sem açúcar), Pierre Verger, Carybé, Mussum, João
Ubaldo Ribeiro, Angela Rô Rô, Wando, Vinicius de
Moraes e Pelé (tomava dentro do carro).
____ Baiano nascido em 1931 na cidade de Ipecaetá,
15 interior do estado, Diolino abriu seu primeiro estabe-
lecimento em 1968, no bairro do Rio Vermelho, reduto
boêmio de Salvador. Localizado em uma garagem,
ganhou o nome de MiniBar.
____ A batida de limão — feita com cachaça, suco de
20 limão galego, mel de abelha de primeiríssima quali-
dade e açúcar refinado, segundo o escritor Ubaldo
Marques Porto Filho — chamava a atenção dos homens,
mas Diolino deu por falta das mulheres da época.
É que elas não queriam ser vistas bebendo em
25 público, e então arranjavam alguém para comprar as
batidas e bebiam dentro do automóvel.
____ Diolino bolou então o sistema de atendimento di-
reto aos veículos, em que os garçons iam até os carros
que apenas encostavam e saíam em disparada. A
30 novidade alavancou a fama do bar. No auge, chegou
a produzir 6.000 litros de batida por mês.

SETO, G. Folha de S.Paulo. Caderno “Cotidiano”. 17 maio
2019, p. B2. Adaptado.

Considere a seguinte passagem do Texto II: “O líquido resultante é coado com uma peneira de palha e recolocado
no aparelho, onde é batido com açúcar e leite condensado” (L. 2-4)
Analisando-se valores contextuais do pronome relativo
onde e do substantivo aparelho , conclui-se que ambos
têm, entre si, o mesmo valor semântico, já que

A retomam a informação do substantivo líquido.
B confirmam o sentido do adjetivo coado.
C retomam o significado do substantivo liquidificador.
D preveem o emprego do substantivo açúcar.
E reiteram o valor do particípio batido.

Considere o excerto “Exige-se que ela esteja constantemente atenta [...]”. O termo em
destaque possui como referente

A nova forma de “fazer política”.
B constituição brasileira.
C comunidade.
D polícia.
E segurança pública.

No texto 1A1-I, a expressão “serviço sujo” (l.12) foi empregada em referência

A especificamente ao serviço de retirada de lama dos canais da cidade.
B especificamente ao trabalho de soldado do exército.
C a qualquer trabalho braçal.
D a qualquer atividade criminosa.
E à má qualidade dos serviços prestados pelos escravos.
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado do Rio Grande do Sul Cargo: Técnico Tributário da Receita Estadual Prova: CESPE/CEBRASPE - SEFAZ RS - Técnico Tributário da Receita Estadual - 2018
Texto associado
Atenção : As questões de números 49 a 55 referem-se ao texto que segue.

Hannah Arendt, preocupada com a situação da arte numa sociedade dominada pela cultura de massas, explica que, embora cultura e arte estejam inter-relacionadas, são coisas diversas. A palavra “cultura”, desde sua origem romana, implica criação e preservação da natureza e das obras humanas. As obras de arte são, para ela, a expressão mais alta da cultura, “aqueles objetos que toda a civilização deixa atrás de si como quintessência e o testemunho duradouro do espírito que a animou”. A cultura implica “uma atitude de carinhoso cuidado”, e
uma sociedade de consumo não pode absolutamente saber como cuidar de um mundo e das coisas que pertencem de modo exclusivo ao espaço das aparências mundanas, visto que sua atitude central ante todos os objetos, a atitude de consumo, condena à ruina tudo o que toca.
Diz a pensadora, referindo-se à sociedade de massas do século XX: “A sociedade de massas [...] não precisa de cultura, mas de diversão, e os produtos oferecidos pela indústria de diversões são com efeito consumidos pela sociedade exatamente como quaisquer outros bens de consumo”. Os produtos dessa indústria de diversões são perecíveis, portanto precisam ser renovados.
Nessa situação premente, os que produzem para os meios de comunicação de massa esgaravatam toda a gama da cultura passada e presente na ânsia de encontrar material aproveitável. Esse material, além do mais, não pode ser oferecido tal qual é; [...] deve ser preparado para consumo fácil.
Essas considerações de Arendt têm-se mostrado absolutamente justas, com o passar das décadas e os avanços das tecnologias de comunicação. A literatura, como forma de arte, tem sofrido os efeitos da nova situação. O sonho dos escritores modernistas era que a massa comesse o “biscoito fino” por eles fabricado. Infelizmente, a massa tem preferido os cookies industrializados.
Para que a literatura chegue ao grande público, promovem-se eventos literários (salões do livro, festas de premiação), nos quais autores e obras são apresentados como espetáculo. Os objetos desses eventos são, sem dúvida, legítimos e justificados. Entretanto, o público numeroso que frequenta esses eventos parece incluir menos leitores de livros do que meros espectadores e caçadores de autógrafos.
Os escritores de hoje têm uma visibilidade pessoal maior do que em épocas anteriores porque são incluídos na categoria de “celebridades”, e os mais “midiáticos” têm mais chance de vender livros, independentemente do valor de suas obras. Ao mesmo tempo, nos debates teóricos, assistimos à defesa da “literatura de entretenimento”, contra as exigências daqueles que ainda têm uma concepção mais alta da literatura. Estes são chamados de conservadores e elitistas. Ora, a conservação é uma atitude inerente aos conceitos de cultura, arte e de educação. Conservação não como imobilismo e fechamento ao novo, mas como conhecimento da tradição sem a qual não se pode avançar.

Obs.: Hannah Arendt (1906-1975), filósofa alemã, é uma das raras vozes femininas de destaque na filosofia do século XX.

(Adaptado de: PERRONE-MOISÉS, Leyla. A literatura na cultura contemporânea. Mutações da literatura no século XXI , São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 31 a 33)

Diz a pensadora, referindo-se à sociedade de massas do século XX: “A sociedade de massas [...] não precisa de cultura, mas de diversão, e os produtos oferecidos pela indústria de diversões são com efeito consumidos pela sociedade exatamente como quaisquer outros bens de consumo”. Os produtos dessa indústria de diversões são perecíveis, portanto precisam ser renovados.

Nessa situação premente, os que produzem para os meios de comunicação de massa esgaravatam toda a gama da cultura passada e presente na ânsia de encontrar material aproveitável. Esse material, além do mais, não pode ser oferecido tal qual é; [...] deve ser preparado para consumo fácil.

Sobre o trecho acima, considerado em seu contexto, comenta-se com propriedade:

A No segmento Diz a pensadora , a palavra destacada estabelece coesão com o termo a que remete por meio da seguinte estratégia: retoma-o por meio de uma palavra lexical, substituindo-o por um sinônimo.
B Na oração mas de diversão , notam-se dois expedientes de coesão com o que vem antes: a) um conector, que liga duas orações estabelecendo entre elas relação de sentido; b) uma elipse.
C Em Esse material, além do mais , não pode ser oferecido tal qual é ; [...] deve ser preparado para consumo fácil , o segmento destacado introduz argumento adicionando-o aos anteriormente mencionados, referidos todos como pertencentes ao mesmo patamar no processo de convencimento.
D Em os produtos oferecidos pela indústria de diversões são com efeito consumidos pela sociedade exatamente como quaisquer outros bens de consumo , a expressão destacada denota que o fato referido foi metodicamente comprovado.
E A retirada da conjunção destacada em Os produtos dessa indústria de diversões são perecíveis, portanto precisam ser renovados prejudica o sentido original, pois o contexto não propicia entendimento da relação que poderia ser estabelecida entre as orações.
Órgão: Tribunal Superior do Trabalho Cargo: Analista Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade: Taquigrafia Prova: FCC - TST - Analista Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade: Taquigrafia - 2017
Texto associado
Entrevista com Frédéric Martel

Uma guerra mundial pelo conteúdo dos meios
de comunicação se trava pela conquista do público
dentro e fora dos países criadores. Batalhas se
desenrolam pelo domínio da notícia, do formato de
5 programas de TV e pela exibição de filmes, vídeos,
música, livros. Nesse processo, um gigante domina:
os Estados Unidos, com sua capacidade de produzir
cultura de massas que agrada ao grande público
em todos os continentes. Essa penetração cultural
10 americana, que muitos críticos preferem chamar de
imperialismo, leva os filmes, a música e a televisão
americana para o mundo. Sua arma é o inverso
da alta cultura, da contracultura, da subcultura, de
nichos especializados. Visa o público em geral,
15 cultura de massa, de milhões. Tornou-se a cultura
internacional dominante, principal, a chamada
mainstream, conforme o título do livro escrito pelo
sociólogo francês Frédéric Martel. Para escrever
Mainst ream , ele percorreu 30 países durante cinco
20 anos, entrevistou mais de 1.200 pessoas em todas
as capitais do entertainment , analisou a ação dos
protagonistas, a lógica dos grupos e acompanhou a
circulação internacional de conteúdo.
É um imperialismo diferente daquele político e
militar. É uma espécie de imperialismo cultural que
é bem recebido no mundo. A esse respeito, afirma
Frédéric Martel: “É o que basicamente chamamos
de soft power. Soft power significa influenciar as
pessoas com coisas legais. Você é amigável,
30 não é contundente. Você tem as forças armadas,
tem a diplomacia tradicional e grandes empresas
econômicas, que formam o hard power , e tem o soft
power, que influencia as pessoas através de filmes,
de livros, da internet e de valores.”
35 “A língua é importante. Eu acredito — e essa é
a principal conclusão do meu livro — que, no mundo
em que estamos entrando, que reúne globalização e
digitalização, a língua é importante. E eu acredito que
a batalha, a luta, mesmo a guerra de conteúdo, será
40 uma batalha a respeito da cultura nacional. Você pode
ouvir Lady Gaga, gostar de Avatar e ler O Código
Da Vinci, mas, no final das contas, a maior parte
da cultura que você consome e ama geralmente é
nacional, local, regional, e não global. A cultura global
45 é apenas uma pequena parte do que você gosta.
Então, no final das contas, os americanos são os
únicos a poder prover essa cultura dominante global,
mas essa cultura dominante global continua pequena.
Por quê? Porque a língua é muito importante,
50 porque a identidade é muito importante. Quando
você compra um livro de não ficção, quer saber o
que acontece aqui, no seu país, e não na Coreia do
Sul, por exemplo. Na Coreia do Sul você quer ouvir
K-pop, que é a música pop coreana, e ver um drama
55 coreano, e não ouvir uma música brasileira. Portanto,
nós estamos em um mundo cada vez mais global,
mas, ao mesmo tempo, a cultura ainda é e será muito
nacional. Para resumir as coisas, eu diria que todos
temos duas culturas: a nossa e a americana.”
60 “Nós, como europeus, temos o mesmo tipo de
relação que você, como brasileiro, tem com os EUA.
Nós os amamos e odiamos. É uma complicada relação
de amor e ódio. Nós esperamos que eles sejam
como são; nós queremos criticá-los, mas, ao mesmo
65 tempo, nós protestamos contra eles com tênis Nike
nos pés. Nós trabalhamos para ser um pouco como
eles, muito embora nós queiramos manter nossa
identidade e cultura. E, a propósito, a boa notícia é
que o debate no mundo hoje e no futuro não será
70 entre nós — brasileiros, franceses, europeus — e os
americanos. Será entre todos nós. O que eu quero
dizer é que hoje não há apenas dois povos: nós e os
EUA. O mundo é muito mais complicado, com países
emergentes, que serão fundamentais nesse novo
75 jogo.”
“Para resumir, afirma Martel, eu diria que os
EUA continuarão sendo peça importante da guerra
de conteúdo, podemos dizer, nos próximos anos e
décadas. Eu não acredito e não compro a ideia do
80 declínio da cultura americana. Eu acho que eles são
fortes e continuarão sendo fortes. Mas eles não são os
únicos no jogo. Agora temos os países emergentes,
que estão emergindo não só demográfica e
economicamente, como pensávamos. E eu fui um
85 dos primeiros a mostrar que eles estão emergindo
com sua cultura, sua mídia e com a internet.”
“Nesse mundo, a internet pode ser uma peça
importante. O Brasil, por exemplo, vai crescer com
a internet, com certeza. Criam-se ferramentas
90 inovadoras de alfabetização, por exemplo, em
comunidades, em favelas, em lugares onde os
moradores não têm acesso a uma livraria ou
biblioteca. Mas eles terão acesso à internet em lan
houses , por exemplo, e mesmo no telefone. Hoje,
95 todo mundo tem um telefone celular barato. Mesmo
na África, todos têm celulares com funções básicas.
Em cinco anos, todos terão um smartphone, pois os
preços estão caindo muito. Assim, todos poderão
acessar a internet pelo smartphone. Se você tem
100 acesso à internet, pode baixar livros, acessar a rede,
pode ver filmes e daí por diante.”
“A questão não é se essa tecnologia é boa,
conclui Martel. A questão é: ela não será boa ou
ruim sozinha. Ela será o que você, o povo, o governo
100 deste país e nós formos capazes de fazer com ela,
criando uma boa internet e uma maneira melhor de
ter acesso ao conteúdo através da internet.”

BOCCANERA, S. Entrevista concedida pelo sociólogo Frédéric Martel, Programa Milênio, Globo News . Disponível em: . Acesso em: 10 nov. 2015. Adaptado.

A ideia à qual a palavra ou a expressão destacada se refere está explicitada adequadamente entre colchetes em:

A “Nesse processo, um gigante domina: os Estados Unidos, com sua capacidade de produzir cultura de massas” (. l 6-8) [a exibição de filmes]
B “Sua arma é o inverso da alta cultura, da contracultura, da subcultura, de nichos especializados” (. l 12-14) [a televisão americana]
C “Você tem as forças armadas, tem a diplomacia tradicional e grandes empresas econômicas, que formam o hard power” (. l 30-32) [o interlocutor]
D “E eu fui um dos primeiros a mostrar que eles estão emergindo com sua cultura, sua mídia e com a internet.” (. l 84-86) [os EUA]
E “Mas eles terão acesso à internet em lan houses, por exemplo, e mesmo no telefone” (. l 93-94) [os moradores]
Órgão: Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis Cargo: Técnico em Regulação de Petróleo e Derivados, Álcool Combustível e Gás Natural - Área: Geral Prova: CESGRANRIO - ANP - Técnico em Regulação de Petróleo e Derivados, Álcool Combustível e Gás Natural - Área: Geral - 2016

Em “[...] apelamos, então, para a quantidade
de novas mensagens, novas participações,
para as manifestações efusivas nessas redes
sociais digitais. Tornamo-nos, portanto,
seres que se sentem seguros somente se
conectados a essas redes. Fora delas os
relacionamentos são frágeis, superficiais,
“um cemitério de esperanças destruídas e
expectativas frustradas” [...]”, o termo em
destaque se refere

A às novas mensagens.
B às novas participações.
C às manifestações efusivas.
D às redes sociais digitais.
E às expectativas frustradas.