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Na análise da estrutura concorrencial do mercado, o modelo de Cournot

A avalia o comportamento das empresas em uma situação de concorrência monopolística.
B demonstra como as empresas têm dependência das ações das outras em uma situação de oligopólio.
C preconiza a aplicação de uma taxa equivalente à proposta de Pigou.
D trata de uma situação de cartel perfeito, demonstrando que o preço estabelecido corresponderá ao preço de monopólio.
E demonstra porque, para o monopolista, a curva de receita média é a curva de demanda do mercado.

Considere as seguintes situações:

I. Existência de barreiras à saída.

II. Inexistência de restrições institucionais e de barreiras de entrada.

III. Tempo para uma empresa entrante iniciar operações maior que o tempo de resposta da empresa já estabelecida. No campo da análise concorrencial, são elementos das características que identificam um mercado contestável o que consta em

A III, apenas.
B I, II e III.
C II, apenas.
D I e II, apenas.
E I, apenas.

Comparando a empresa A, que é perfeitamente competitiva, e a empresa B, que é uma empresa monopolista, é correto afirmar que

A o preço para o produto produzido pela empresa A é superior ao custo marginal, tendo em vista o comportamento da sua curva de demanda.
B a diferença entre o preço e o custo marginal dividida pelo preço revela um indicador do poder de monopólio da empresa B.
C a empresa B pode elevar seus preços, sem comprometer o objetivo de maximização de lucro, dada sua condição de monopolista.
D a inexistência de homogeneidade do produto do mercado da empresa A é uma condição para caracterizá-lo como competitivamente perfeito.
E a empresa B consegue maximizar seu lucro, enquanto a empresa A não consegue tal objetivo, tendo em vista a condição desta última de tomadora de preço.
Órgão: Fundação de Proteção e defesa do Consumidor MA Cargo: Fiscal de Defesa do Consumidor Prova: FCC - Fundação de Proteção e defesa do Consumidor MA - Fiscal de Defesa do Consumidor - 2017

O modelo de Bertrand

A não pode se utilizar da aplicação da teoria dos jogos.
B analisa o comportamento das empresas em concorrência perfeita.
C é utilizado para determinação do volume de produção das empresas envolvidas.
D determina a produção ótima para o monopolista.
E considera que as empresas decidem sobre seus preços.

A situação em que uma empresa maximiza lucro na parte elástica da demanda e tem poder de definir livremente o preço de mercado, é denominada de

A oligopólio de Cournot.
B concorrência perfeita.
C concorrência monopolística.
D oligopólio de Stackelberg.
E monopólio.

Fundamentalmente, as diferentes estruturas de mercado estão condicionadas por três variáveis principais: número de firmas produtoras no mercado; diferenciação do produto; e existência de barreiras à entrada de novas empresas. No mercado de bens e serviços, a forma de mercado, segundo essas variáveis, onde há inúmeras empresas, produto diferenciado e livre acesso de firmas ao mercado, caracteriza -se como:

A Monopólio.
B Concorrência monopolística (ou imperfeita).
C Oligopólio.
D Concorrência perfeita.

É correto afirmar que firmas em competição perfeita

A possuem economias de escala, com o que as mesmas registram lucro positivo no curto prazo.
B possuem economias de escala, porque tais economias advêm das condições de oferta e demanda.
C não possuem economias de escala, porque a escala não confere poder de fixação de preços.
D não têm economias de escala como um fator dominante.
E têm poder de fixação de preço.

Considere as seguintes situações:

I. Existência de monopólios naturais.

II. Existência de externalidades.

III. Existência de bens públicos. No campo da função alocativa da ação do Governo, são exemplos de falhas de mercado o que consta em

A III, apenas.
B II, apenas.
C I e II, apenas.
D I, apenas.
E I, II e III.

Um oligopolista não pode usar a regra de maximização dada pela igualdade entre custo marginal e receita marginal para encontrar o equilíbrio do produto, pois

A esta regra de maximização só pode ser aplicada à competição perfeita.
B oligopolistas não procuram maximizar lucros no longo prazo.
C é muito difícil estimar o custo marginal.
D oligopolistas não encaram uma demanda estável pelo seu produto.
E a escala mínima eficiente excede a quantidade total demandada.