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“É uma área interdisciplinar que envolve física, biologia, química, matemática e várias outras ciências de fronteira. Objetiva-se em dar suporte às investigações relativas à justiça civil e criminal.” A qual área de atuação fonoaudiológica o enunciado se refere?

A Gerontologia.
B Fonoaudiologia Educacional.
C Fonoaudiologia Neurofuncional.
D Fonoaudiologia Forense.
E Fonoaudiologia do trabalho.

Assinale a alternativa que apresenta a definição de alteração estrutural mínima.

A É uma lesão em forma de fenda ou depressão longitudinal na prega vocal que se dispõe paralelamente à sua borda livre.
B São pequenas lesões esféricas presentes no interior da prega vocal, que podem ser congênitas ou adquiridas, secundárias a trauma por abuso vocal. Ainda podem interferir na vibração vocal, deixando a voz rouca, grave e diplofônica (sensação de dois diferentes sons).
C É o processo inflamatório crônico da laringe provocado pelo tabagismo, sendo mais frequente nas mulheres.
D É um não fechamento das pregas vocais por desequilíbrio na função muscular da laringe, seja por esforço ou fraqueza muscular.
E É um grupo de lesões que altera a composição tecidual das pregas vocais e cujo impacto, quando existente, restringe-se à função fonatória da laringe.

A generalização no processo de intervenção fonológica é a ampliação da produção e o uso de alvos treinados em outros contextos ou ambientes não treinados. Quando a criança é capaz de usar o padrão aprendido em outras palavras que não as trabalhadas em sessão terapêuticas ela está generalizando

A para outra posição na palavra.
B para outras unidades linguísticas.
C a itens (palavras) não utilizadas no tratamento.
D para outras classes de sons.
E baseada em relações implicacionais.

Conforme estabelecido no Guia de Orientações na Avaliação Audiológica Básica do CFFa (2017), a perda auditiva do tipo condutiva, se define tendo limiares de via óssea

A maiores do que 15 dB NA e limiares de via aérea maiores que 25 dB NA, com gap aéreo-ósseo de até 10 dB.
B menores ou iguais a 15 dB NA e limiares de via aérea maiores que 25 dB NA, com gap aéreo-ósseo maior ou igual a 15 dB.
C maiores do que 15 dB NA e limiares de via aérea maiores que 25 dB NA, com gap aéreo-ósseo maior ou igual a 15 dB.
D maiores do que 15 dB NA e limiares de via aérea maiores que 25 dB NA, com gap aéreo-ósseo menor ou igual a 10 dB.
E menores do que 15 dB NA e limiares de via aérea maiores que 25 dB NA, com gap aéreo-ósseo de até 10 dB.

O trabalho fonoaudiológico miofuncional com adultos

A tem como principal alvo casos de tratamento ortodôntico quando há intervenção cirúrgica que corrija as estruturas ósseas comprometidas com o objetivo de adequação das funções estomatognáticas.
B tem como principal alvo a reabilitação de disfunções temporomandibulares, uma vez que nesse ciclo de vida são estas articulações as estruturas que mais sofrem sobrecarga de hábitos inadequados e de tensão.
C tem como objetivo a organização e equilíbrio da musculatura, bem como a reabilitação funcional orofacial para propiciar a retomada organizada das funções estomatognáticas no menor prazo possível.
D é medida paliativa uma vez que as deformidades dentofaciais já estão consolidadas e os padrões de respiração, mastigação, deglutição e articulação já estão definidos e pouco serão modificados.
E tem como principal alvo casos de fraturas maxilomandibulares com o objetivo de adequar a flexibilidade e mobilidade de tecidos moles associados; a mobilidade evitando posturas nocivas e restrição funcional e também recuperar a funcionalidade da estrutura orofacial.