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Como ensinar. (Rubem Alves). Se eu fosse ensinar a uma criança a arte da jardinagem, não começaria com as lições das pás, enxadas e tesouras de podar. Eu a levaria a passear por parques e jardins, mostraria flores e árvores, falaria sobre suas maravilhosas simetrias e perfumes; a levaria a uma livraria para que ela visse, nos livros de arte, jardins de outras partes do mundo. Aí, seduzida pela beleza dos jardins, ela me pediria para ensinar-lhe as lições das pás, enxadas e tesouras de podar. Se fosse ensinar a uma criança a beleza da música, não começaria com partituras, notas e pautas. Ouviríamos juntos as melodias mais gostosas e lhe falaria sobre os instrumentos que fazem a música. Aí, encantada com a beleza da música, ela mesma me pediria que lhe ensinasse o mistério daquelas bolinhas pretas escritas sobre cinco linhas. Porque as bolinhas pretas e as cinco linhas são apenas ferramentas para a produção da beleza musical. A experiência da beleza tem de vir antes. Se fosse ensinar a uma criança a arte da leitura, não começaria com as letras e as sílabas. Simplesmente leria as estórias mais fascinantes que a fariam entrar no mundo encantado da fantasia. Aí então, com inveja dos meus poderes mágicos, ela desejaria que eu lhe ensinasse o segredo que transforma letras e sílabas em estórias. É muito simples. O mundo de cada pessoa é muito pequeno. Os livros são a porta para um mundo grande. Pela leitura vivemos experiências que não foram nossas e então elas passam a ser nossas. Lemos a estória de um grande amor e experimentamos as alegrias e dores de um grande amor. Lemos estórias de batalhas e nos tornamos guerreiros de espada na mão, sem os perigos das batalhas de verdade. Viajamos para o passado e nos tornamos contemporâneos dos dinossauros. Viajamos para o futuro e nos transportamos para mundos que não existem ainda. Lemos as biografias de pessoas extraordinárias que lutaram por causas bonitas e nos tornamos seus companheiros de lutas. Lendo, fazemos turismo sem sair do lugar. E isso é muito bom.

Tratando-se de encontros vocálicos, as palavras do texto, (livraria, melodia, mistério, alegria), são:

A Hiato, hiato, hiato, hiato.
B Ditongo, ditongo, ditongo, hiato.
C Hiato, ditongo, ditongo, ditongo.
D Ditongo, ditongo, ditongo, ditongo.
Texto associado
Leia o texto para responder à próxima questão. Cada pessoa tem um tempo na nossa vida. (Isaías Costa). Durante muito tempo tive grande dificuldade de entender porque tantas pessoas entram e saem das nossas vidas o tempo todo. Hoje, já mais amadurecido, consigo compreender melhor porque isso acontece. A princípio, essa reflexão pode parecer banal, mas não é. Ela tem a ver com as mudanças próprias que cada pessoa vivencia. Quero levar você a refletir junto comigo, levando em consideração um ingrediente fundamental que poucos falam, a PAZ. Todos nós, na infância, vamos para a escola, e à medida que vamos crescendo, nossos amigos vão mudando, vamos experimentando novas coisas. Porém, existe algo impressionante que, uma vez compreendida, nos faz entender como acontece a dinâmica das amizades durante nosso processo evolutivo. Sempre, sempre nossos amigos são escolhidos por nós através de processos semiconscientes, ou inconscientes. Escolhemos nossos semelhantes, quanto mais semelhantes, mais íntima é a amizade. Aqui está a principal mensagem que quero lhe transmitir hoje. Nada na vida acontece por acaso, quem entra e quem sai do nosso convívio sempre tem algo a nos ensinar, resta a nós compreender o que é e evoluir durante esse processo. É interessante notar que precisamos ACEITAR tudo que nos acontece em paz e consciência. O processo para nos tornarmos pessoas mais sábias e espiritualizadas tem uma relação intrínseca com quem nos relacionamos. Quando buscamos verdadeiramente essa espiritualidade, passamos a compreender com mais lucidez quando é hora de ir, de voltar, de seguir, de ficar… Isso é bem sutil e um pouco difícil de explicar com palavras, vou citar meu próprio exemplo. Já frequentei grupos religiosos por um tempo e na minha busca espiritual concluí que o melhor a fazer seria me distanciar. Perdi vários amigos! Foi um processo doloroso no começo, mas depois me trouxe uma paz de espírito impressionante. Não nego o tempo que fiquei por lá, ele foi necessário para mim. Era lá que deveria estar, mas por um tempo limitado. Muitas pessoas têm dificuldade de entender quando é o tempo de ir, de ficar, de voltar e de partir. Esse discernimento só nos vem com o tempo e o amadurecimento. O mesmo aconteceu na minha busca profissional. Quando descobri que minha maior vocação não era com pesquisas em Física, também foi um processo doloroso me distanciar de quase todos que conviviam comigo. Mas foi necessário. E hoje sinto uma paz incrível por saber que lá não é o meu lugar. A maior lei que existe é a lei da atração. Somos seres espirituais em corpos físicos. Nossa energia pessoal, essa energia que brota do nosso interior sempre nos leva para onde devemos estar e com as pessoas que devemos estar por determinado tempo. A busca pelo autoconhecimento é fundamental, pois nos enche de paz ao passar pelos processos de transição. Isso pode ser extremamente útil quando se trata de relacionamentos amorosos. Eu mesmo, terminei relacionamentos que eram necessários para meu processo evolutivo. Há pessoas que já conviveram comigo que tenho uma profunda admiração ou até mesmo amor, porém, elas nãopodem mais estar no meu convívio pessoal, pelo fato de eu estar seguindo um caminho completamente diferente delas. Eu desejo que você grave essas palavras: Muitas vezes, a maior prova de amor que podemos dar a uma pessoa é não conviver mais com ela. Espero que você esteja conseguindo entender. Existem pessoas que passam pelas nossas vidas por um tempo determinado, todavia, depois de um tempo não faz mais nenhum sentido ela continuar em nosso convívio. E isso, ao contrário do que pregam, não é um ato egoísta, é um ato de amor. Um amor nutrido pelo sentimento de liberdade. Por isso que gosto de dizer que o amor só dura em liberdade, pode durar mesmo uma vida inteira. Precisamos introjetar no mais profundo da nossa mente que o amor, para ser verdadeiro, muitas vezes não precisa do contato físico da outra. Nós somos espíritos, e é dele que brota o amor, não dos nossos corpos. Há pessoas que amo profundamente e que nunca mais terão contato direto comigo no dia a dia, mas isso não reduz o amor, na realidade o frutifica. Na presença física, muito provavelmente aconteceria o contrário, a perda desse amor genuíno. Estou escrevendo esse texto com a certeza que nem todos entenderão. É bastante sutil tudo o que estou descrevendo aqui. Para terminar. Preciso falar sobre os relacionamentos que duram uma vida inteira, como alguns casamentos e amizades. Em todos eles, isso só é possível quando há uma decisão por aceitar o outro em sua integridade, com todas as qualidades e defeitos, e estar contente com o resultado, contente não no sentido de felicidade, mas no sentido de contentamento, que significa estar alegre e satisfeito.

Identifique a alternativa devida, de acordo com a correta separação de sílabas, das palavras do texto, (próprias, sábias, maior).

A Pró-pri-as / sá-bias / mai-or.
B Pró-pri-as / sá-bi-as / ma-i-or.
C Pró-prias / sá-bi-as / mai-or.
D Pró-pri-as / sá-bi-as / mai-or.
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Leia o texto para responder à próxima questão. Infinito passivo. (Juliano Martinz). Tinha um estranho hábito: acordava, pegava o celular e tirava uma foto do seu rosto amarfanhado recém-amanhecido. Nem se dava ao trabalho de avaliar o grotesco resultado. Apenas descarregava a foto no computador, na pasta ENVELHECENDO DORMINDO. Nunca fez questão de examinar se havia vermelhidões, remelas amareladas ou esbranquiçadas, ou qualquer outra marca deixada pelo travesseiro encharcado de saliva. Apenas o registro. E lhe bastava. Certo dia, o tédio lhe fincando adagas no peito, abriu a pasta ENVELHECENDO DORMINDO. Ali havia 328 fotos tiradas nos últimos 328 dias. Ideia tosca ou não, era um rapaz fiel aos seus propósitos. Abriu um editor de imagens e criou uma animação como páginas de um livro, as fotos passando rapidamente, cinco delas por segundo. Enquanto isso, ele recitava um poema de sua autoria chamado “Poetas Envelhecem, Morrem e Vendem Livros”. Postou tudo no YouTube. Primeiro mês, um milhão de views. Contatos publicitários, oferta de emprego, fama repentina. Daquele dia em diante, só acordava sorrindo.

Quanto à correta separação de sílabas, nas palavras do texto (travesseiro, primeiro, autoria), identifique a alternativa devida.

A Tra-ves-sei-ro / pri-me-i-ro / au-to-ri-a.
B Tra-ves-se-i-ro / pri-mei-ro / au-to-ri-a.
C Tra-ves-sei-ro / pri-mei-ro / a-u-to-ri-a.
D Tra-ves-sei-ro / pri-mei-ro / au-to-ri-a.
Órgão: Prefeitura de Santana de Parnaíba SP Cargo: Agente de Serviços de Alimentação Prova: MSConcursos - Prefeitura de Santana de Parnaíba SP - Agente de Serviços de Alimentação - 2026
Texto associado
Leia o texto para responder à próxima questão. Infinito passivo. (Juliano Martinz). Tinha um estranho hábito: acordava, pegava o celular e tirava uma foto do seu rosto amarfanhado recém-amanhecido. Nem se dava ao trabalho de avaliar o grotesco resultado. Apenas descarregava a foto no computador, na pasta ENVELHECENDO DORMINDO. Nunca fez questão de examinar se havia vermelhidões, remelas amareladas ou esbranquiçadas, ou qualquer outra marca deixada pelo travesseiro encharcado de saliva. Apenas o registro. E lhe bastava. Certo dia, o tédio lhe fincando adagas no peito, abriu a pasta ENVELHECENDO DORMINDO. Ali havia 328 fotos tiradas nos últimos 328 dias. Ideia tosca ou não, era um rapaz fiel aos seus propósitos. Abriu um editor de imagens e criou uma animação como páginas de um livro, as fotos passando rapidamente, cinco delas por segundo. Enquanto isso, ele recitava um poema de sua autoria chamado “Poetas Envelhecem, Morrem e Vendem Livros”. Postou tudo no YouTube. Primeiro mês, um milhão de views. Contatos publicitários, oferta de emprego, fama repentina. Daquele dia em diante, só acordava sorrindo.

Ainda no texto, designe a alternativa, onde temos sequencialmente, monossílabo, dissílabo, trissílabo e polissílabo.

A Seu, uma, peito, rapidamente.
B Mês, poetas, diante, publicitário.
C Um, sua, daquele, recitava.
D Aos, tudo, deixada, ideia.
Órgão: Prefeitura de Santana de Parnaíba SP Cargo: Agente de Serviços de Alimentação Prova: MSConcursos - Prefeitura de Santana de Parnaíba SP - Agente de Serviços de Alimentação - 2026

Quanto à classificação das palavras de acordo com a posição da sílaba tônica, assinale a alternativa incorreta.

A Monossílabos átonos: são pronunciados com pouca intensidade. Exemplo: sem.
B Oxítonas: a tônica é a última sílaba da palavra. Exemplo: alguém.
C Paroxítona: a tônica é a última sílaba da palavra. Exemplo: médico.
D Monossílabos tônicos: são pronunciados com bastante intensidade. Exemplo: luz.
Órgão: Prefeitura de Santana de Parnaíba SP Cargo: Agente de Serviços de Alimentação Prova: MSConcursos - Prefeitura de Santana de Parnaíba SP - Agente de Serviços de Alimentação - 2026
Texto associado
A relação entre amor, ódio e indiferença. (Isaias Costa). O amor é um tema fascinante, porém, ele é o apenas um lado da moeda, existe uma tênue linha que separa o amor do ódio e da indiferença, e é sobre isso que quero falar um pouco hoje. É impressionante notarmos que existem muitas relações interpessoais carregadas de ódio. Mas quando paramos para analisar muitas dessas relações, vemos que um dia houve amor e num outro dia passou a existir ódio. Vou dar um exemplo. Um casal se ama, mas vive aquele amor sufocante, grudado, ciumento, dependente, possessivo. De repente, acontece alguma coisa que faz com que os dois se separem. Não é raro acontecer em casos como esse de um dos dois transformar todo o amor que sentia em ódio, porque ela não consegue admitir que o amor acabou. Não consegue administrar os próprios sentimentos e transfere toda a sua insatisfação em forma de ódio para a outra pessoa. Esse cenário descrito aqui em cima infelizmente é bastante comum, principalmente nos dias de hoje. É até difícil de afirmar se em um relacionamento existe amor de verdade, porque são tantas as pessoas instáveis, que mudam do dia para a noite todo o sentimento nutrido pela pessoa. É por isso que eu digo que a relação entre amor e ódio é muito mais próxima do que se pode imaginar. Só por curiosidade! No cérebro, a mesma região do amor também é a do ódio. A diferença está nas ações, no ódio a pessoa tem mais capacidade de planejar ações, o que pode ser ruim, pois estas ações podem ser vingativas ou até pior do que isso. Depois de muito tempo eu comecei a entender um pouco como diminuir esse sentimento chamado ódio. Sabe como é? É você procurar não ver apenas o lado negativo de alguém. Todos nós temos qualidades e defeitos, mas se você se focar só nos defeitos, o que vai acontecer? Simples. Não vai mais existir encantamento pela pessoa, e logicamente, você vai escancarar as portas do seu coração e da sua mente para instalar o ódio. Fica a dica para todos… Outro sentimento que também tem muita proximidade com o amor e o ódio é a indiferença. O que é a indiferença? É um sentimento terrível, em alguns casos eu digo que chega a ser até pior do que o ódio. Pode ser pior do que o ódio porque a indiferença envolve frieza nas pessoas, o que é algo devastador. Vou citar dois exemplos para mostrar o quanto a indiferença é ruim, um exemplo pessoal e outro mais geral. Quando eu cursava Física, minha orientadora de iniciação científica era uma pessoa muito extrovertida, comunicativa e extremamente respeitada, mas ela nutria uma relação de indiferença comigo, não sei dizer o porquê mas ela nutria. O que aconteceu é que ela me orientou por um bom tempo, mas eu era apenas mais um aluno na sua vida, não existia nada em mim que a fizesse dar uma atenção diferenciada, ou pelo menos uma atenção estimulante. Vou confessar que isso era horrível, eu não suportava viver daquele jeito, fazia tudo que era para ser feito, era interessado no trabalho, mas de nada valia para minha orientadora. Chegando ao fim do curso, para ficar bem clara a sua indiferença por mim, não importava, se eu quisesse fazer mestrado na Física, beleza. Se eu quisesse fazer mestrado em outro departamento, beleza do mesmo jeito. Se eu não quisesse fazer mais nada da minha vida, beleza do mesmo jeito. Entendem o que estou querendo dizer! Para ela, simplesmente não importava em nada o que seria do meu futuro. Então eu fiz o que um ser humano com noção faria, “pulei fora”. Eu tenho respeito próprio, não vou trabalhar em um lugar onde sou apenas uma sombra. Vou trabalhar em um lugar que me faça bem e que existam pessoas que me apoiam. Que me ajudam a crescer e torcem pelo meu sucesso. Outro exemplo clássico de indiferença são os muitos casais que vivem “casamentos de fachada”. O que existe na maioria desses casos é uma relação de indiferença. Duas pessoas que dividem o mesmo teto, muitas vezes até a mesma cama, mas são como estranhos no ninho. Não dialogam, não perguntam se tiveram um bom dia de trabalho, não se preocupam se estão felizes, não saem mais para passear, não tem mais carícias nem sexo, etc. Esses casamentos tendem à ruína, porque o amor, esse sentimento lindo que um dia uniu os dois, se transformou em indiferença, que é uma destruidora silenciosa de relações afetivas, vai corroendo tudo aos poucos, de um jeito muito manso, e que vai criando forma até culminar em uma separação. É uma triste realidade vivida por muitos casais. Nestes casos chega a ser pior do que o ódio. Porque é algo que vai se alastrando e vai corroendo a pessoa pouco a pouco. Pelo menos no ódio, muitos agem pelo impulso e terminam de uma vez algo que poderia levar até anos de sofrimento. Portanto amigos. Vamos fazer uma bela reflexão sobre a nossa vida e sobre o amor. É esta a mensagem que quero deixar, saibam que entre o amor, ódio e indiferença, não existe um abismo separando, mas apenas uma linha muito fina, que se não cuidada, pode se romper a qualquer momento.

Fonte: https://www.google.com.br/search?q

Referindo-se a encontros vocálicos, as palavras do texto, (tênue, ódio, sua), são respectivamente:

A Hiato, hiato, hiato.
B Ditongo, hiato, hiato.
C Ditongo, ditongo, ditongo.
D Hiato, ditongo, tritongo.
Texto associado
A relação entre amor, ódio e indiferença. (Isaias Costa). O amor é um tema fascinante, porém, ele é o apenas um lado da moeda, existe uma tênue linha que separa o amor do ódio e da indiferença, e é sobre isso que quero falar um pouco hoje. É impressionante notarmos que existem muitas relações interpessoais carregadas de ódio. Mas quando paramos para analisar muitas dessas relações, vemos que um dia houve amor e num outro dia passou a existir ódio. Vou dar um exemplo. Um casal se ama, mas vive aquele amor sufocante, grudado, ciumento, dependente, possessivo. De repente, acontece alguma coisa que faz com que os dois se separem. Não é raro acontecer em casos como esse de um dos dois transformar todo o amor que sentia em ódio, porque ela não consegue admitir que o amor acabou. Não consegue administrar os próprios sentimentos e transfere toda a sua insatisfação em forma de ódio para a outra pessoa. Esse cenário descrito aqui em cima infelizmente é bastante comum, principalmente nos dias de hoje. É até difícil de afirmar se em um relacionamento existe amor de verdade, porque são tantas as pessoas instáveis, que mudam do dia para a noite todo o sentimento nutrido pela pessoa. É por isso que eu digo que a relação entre amor e ódio é muito mais próxima do que se pode imaginar. Só por curiosidade! No cérebro, a mesma região do amor também é a do ódio. A diferença está nas ações, no ódio a pessoa tem mais capacidade de planejar ações, o que pode ser ruim, pois estas ações podem ser vingativas ou até pior do que isso. Depois de muito tempo eu comecei a entender um pouco como diminuir esse sentimento chamado ódio. Sabe como é? É você procurar não ver apenas o lado negativo de alguém. Todos nós temos qualidades e defeitos, mas se você se focar só nos defeitos, o que vai acontecer? Simples. Não vai mais existir encantamento pela pessoa, e logicamente, você vai escancarar as portas do seu coração e da sua mente para instalar o ódio. Fica a dica para todos… Outro sentimento que também tem muita proximidade com o amor e o ódio é a indiferença. O que é a indiferença? É um sentimento terrível, em alguns casos eu digo que chega a ser até pior do que o ódio. Pode ser pior do que o ódio porque a indiferença envolve frieza nas pessoas, o que é algo devastador. Vou citar dois exemplos para mostrar o quanto a indiferença é ruim, um exemplo pessoal e outro mais geral. Quando eu cursava Física, minha orientadora de iniciação científica era uma pessoa muito extrovertida, comunicativa e extremamente respeitada, mas ela nutria uma relação de indiferença comigo, não sei dizer o porquê mas ela nutria. O que aconteceu é que ela me orientou por um bom tempo, mas eu era apenas mais um aluno na sua vida, não existia nada em mim que a fizesse dar uma atenção diferenciada, ou pelo menos uma atenção estimulante. Vou confessar que isso era horrível, eu não suportava viver daquele jeito, fazia tudo que era para ser feito, era interessado no trabalho, mas de nada valia para minha orientadora. Chegando ao fim do curso, para ficar bem clara a sua indiferença por mim, não importava, se eu quisesse fazer mestrado na Física, beleza. Se eu quisesse fazer mestrado em outro departamento, beleza do mesmo jeito. Se eu não quisesse fazer mais nada da minha vida, beleza do mesmo jeito. Entendem o que estou querendo dizer! Para ela, simplesmente não importava em nada o que seria do meu futuro. Então eu fiz o que um ser humano com noção faria, “pulei fora”. Eu tenho respeito próprio, não vou trabalhar em um lugar onde sou apenas uma sombra. Vou trabalhar em um lugar que me faça bem e que existam pessoas que me apoiam. Que me ajudam a crescer e torcem pelo meu sucesso. Outro exemplo clássico de indiferença são os muitos casais que vivem “casamentos de fachada”. O que existe na maioria desses casos é uma relação de indiferença. Duas pessoas que dividem o mesmo teto, muitas vezes até a mesma cama, mas são como estranhos no ninho. Não dialogam, não perguntam se tiveram um bom dia de trabalho, não se preocupam se estão felizes, não saem mais para passear, não tem mais carícias nem sexo, etc. Esses casamentos tendem à ruína, porque o amor, esse sentimento lindo que um dia uniu os dois, se transformou em indiferença, que é uma destruidora silenciosa de relações afetivas, vai corroendo tudo aos poucos, de um jeito muito manso, e que vai criando forma até culminar em uma separação. É uma triste realidade vivida por muitos casais. Nestes casos chega a ser pior do que o ódio. Porque é algo que vai se alastrando e vai corroendo a pessoa pouco a pouco. Pelo menos no ódio, muitos agem pelo impulso e terminam de uma vez algo que poderia levar até anos de sofrimento. Portanto amigos. Vamos fazer uma bela reflexão sobre a nossa vida e sobre o amor. É esta a mensagem que quero deixar, saibam que entre o amor, ódio e indiferença, não existe um abismo separando, mas apenas uma linha muito fina, que se não cuidada, pode se romper a qualquer momento.

Fonte: https://www.google.com.br/search?q

Determine a alternativa devida, de acordo com a correta separação de sílabas, das palavras do texto, (dia, maioria, cuidada).

A Di-a / mai-o-ri-a / cu-i-da-da.
B Di-a / ma-i-o-ri-a / cui-da-da.
C Di-a / mai-o-ri-a / cui-da-da.
D Dia / mai-o-ri-a / cui-da-da.
Texto associado
Leia o texto para responder à próxima questão. Quero tudo novo de novo. Quero não sentir medo. Quero me entregar mais, me jogar mais, amar mais. Viajar até cansar. Quero sair pelo mundo. Quero fins de semana de praia. Aproveitar os amigos e abraçá-los mais. Quero ver mais filmes e comer mais pipoca, ler mais. Sair mais. Quero um trabalho novo. Quero não me atrasar tanto, nem me preocupar tanto. Quero morar sozinha, quero ter momentos de paz. Quero dançar mais. Comer mais brigadeiro de panela, acordar mais cedo e economizar mais. Sorrir mais, chorar menos e ajudar mais. Pensar mais e pensar menos. Andar mais de bicicleta. Ir mais vezes ao parque. Quero ser feliz, quero sossego, quero outra tatuagem. Quero me olhar mais. Cortar mais os cabelos. Tomar mais sol e mais banho de chuva. Preciso me concentrar mais, delirar mais. Não quero esperar mais, quero fazer mais, suar mais, cantar mais e mais. Quero conhecer mais pessoas. Quero olhar para frente e só o necessário para trás. Quero olhar nos olhos do que fez sofrer e sorrir e abraçar, sem mágoa. Quero pedir menos desculpas, sentir menos culpa. Quero mais chão, pouco vão e mais bolinhas de sabão. Quero aceitar menos, indagar mais, ousar mais. Experimentar mais. Quero menos “mas”. Quero não sentir tanta saudade. Quero mais e tudo o mais. (Autor desconhecido).

Referindo-se a encontros vocálicos, as palavras do texto, (necessário, tatuagem, mágoa), são respectivamente:

A Hiato, hiato, hiato.
B Ditongo, ditongo, ditongo.
C Ditongo, hiato, hiato.
D Hiato, ditongo, tritongo.
Texto associado
Leia o texto para responder à próxima questão. Quero tudo novo de novo. Quero não sentir medo. Quero me entregar mais, me jogar mais, amar mais. Viajar até cansar. Quero sair pelo mundo. Quero fins de semana de praia. Aproveitar os amigos e abraçá-los mais. Quero ver mais filmes e comer mais pipoca, ler mais. Sair mais. Quero um trabalho novo. Quero não me atrasar tanto, nem me preocupar tanto. Quero morar sozinha, quero ter momentos de paz. Quero dançar mais. Comer mais brigadeiro de panela, acordar mais cedo e economizar mais. Sorrir mais, chorar menos e ajudar mais. Pensar mais e pensar menos. Andar mais de bicicleta. Ir mais vezes ao parque. Quero ser feliz, quero sossego, quero outra tatuagem. Quero me olhar mais. Cortar mais os cabelos. Tomar mais sol e mais banho de chuva. Preciso me concentrar mais, delirar mais. Não quero esperar mais, quero fazer mais, suar mais, cantar mais e mais. Quero conhecer mais pessoas. Quero olhar para frente e só o necessário para trás. Quero olhar nos olhos do que fez sofrer e sorrir e abraçar, sem mágoa. Quero pedir menos desculpas, sentir menos culpa. Quero mais chão, pouco vão e mais bolinhas de sabão. Quero aceitar menos, indagar mais, ousar mais. Experimentar mais. Quero menos “mas”. Quero não sentir tanta saudade. Quero mais e tudo o mais. (Autor desconhecido).

Marque a alternativa devida, de acordo com a correta separação de sílabas, das palavras do texto, (praia, brigadeiro, saudade).

A Prai-a / bri-ga-de-i-ro / sau-da-de.
B Pra-i-a / bri-ga-dei-ro / sau-da-de.
C Prai-a / bri-ga-dei-ro / sa-u-da-de.
D Prai-a / bri-ga-dei-ro / sau-da-de.