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Predomina no texto a função

A fática, pois o autor enfoca um assunto banal, com a finalidade única de iniciar uma conversa.
B metalinguística, pois o autor fala dos detalhes que prejudicaram a publicação de seu texto.
C apelativa, pois o autor visa a persuadir o leitor a posicionar-se contra os imigrantes.
D expressiva, pois o autor expõe uma visão subjetiva de um determinado assunto.
E referencial, pois o autor usa dados objetivos para tratar de um tema com impessoalidade.
Texto associado
TEXTO 2

Disponível em: . Acesso em: 30 jun. 2019.

As questões de n° 14 a 17 referem-se ao TEXTO 2.

Considerando as funções da linguagem, qual função se destaca nesse anúncio?

A Emotiva, marcada pela comoção ao tratar de um tema delicado com o a exploração sexual infantil.
B Metalinguística, com valorização do código responsável pela exp ressão da mensagem.
C Conativa, com o uso de recursos persuasivos voltados ao enuncia tário da mensagem.
D Fática, utilizada para expressar ideias de modo evasivo.
Texto associado
Atenção : Considere o texto abaixo, do escritor português José Saramago, para responder às questões de números 12 a 15.
Uma compreensão da História
Eu entendo a História num sentido sincrônico, isto é, em que tudo acontece simultaneamente. Por conseguinte, o que procura o romancista - ao menos é o que eu tento fazer - é esboçar um sentido para todo esse caos de fatos gravados na tela do tempo. Sei que esses fatos se deram em tempos distintos, mas procuro encontrar um fio comum entre eles. Não se trata de escapar do presente. Para mim, tudo o que aconteceu está a acontecer. E isto não é novo, já o afirmava o pensador italiano Benedetto Croce, ao escrever: “Toda a História é História contemporânea”. Se tivesse que escolher um sinal que marcasse meu norte de vida, seria essa frase de Croce.
(SARAMAGO, José. As palavras de Saramago . São Paulo: Companhia das Letras, 2010, p. 256)

José Saramago entende que sua função como romancista é

A estudar e imaginar a História em seus movimentos sincrônicos predominantes.
B ignorar a distinção entre os tempos históricos para mantê-los vivos em seu passado.
C buscar traçar uma linha contínua de sentido entre fatos dispersos em tempos distintos.
D fazer predominar o sentido do tempo em que se vive sobre o tempo em que se viveu.
E expressar as diferenças entre os tempos históricos de modo a valorizá-las em si mesmas.
Texto associado
Atlântida

O primeiro a falar do continente perdido da Atlântida foi o filósofo ateniense Platão (417-347 a.C.) nos textos Timeu e Crítias. Ele teria ouvido a história de alguém que a ouvira do poeta Sólon (615-535 a.C.) que, por sua vez, a ouvira dos sacerdotes da cidade egípcia de Sais. Segundo o relato, nove mil anos antes da época de Sólon (mais ou menos 10.000 a.C.), a Atlântida dominava toda a costa do Mediterrâneo. A ilha-continente ficava além dos Pilares de Hércules (que hoje conhecemos como o Estreito de Gibraltar), era governada por um colegiado de dez reis e tinha sido fundada por descendentes do titã Atlas (daí o nome). Os atlantes, muito abusados, resolveram escravizar todos os povos do mundo. Os deuses ficaram furiosos e fizeram a civilização desaparecer do mapa numa série de terremotos e inundações.
Embora a história oficial não reconheça a existência de uma civilização avançada em 10.000 (Jericó, a comunidade humana mais antiga do mundo, surgiu em 9.000 a.C. e nada mais era que uma vila de agricultores cercada por muros e barro), ideias associadas à Atlântida aparecem na literatura paracientífica, seitas exóticas, escolas esotéricas, organizações secretas e teorias conspiratórias. [...]
A arqueologia, no entanto, nunca encontrou artefato ou ruína que comprove a existência da Atlântida. Teorias que associam as pirâmides maias às egípcias, como prova de uma herança cultural comum, caem por terra quando se confrontam datas de construção dos monumentos. As egípcias foram feitas em 2.700 a.C. O templo de Tenochtitlan foi terminado por volta de 1.487 d.C. É possível, entretanto, que uma vasta conspiração da ciência oficial esteja nos escondendo a verdade. Vai saber.

Fonte: ARAN, Edson. Conspirações. São Paulo: Geração Editorial, 2004. p. 41-2. (adaptado).

Considerando o texto “Atlântida” como um todo e os aspectos linguísticos da Língua Portuguesa, julgue, como VERDADEIRO ou FALSO, os itens a seguir.

Dentre as funções da linguagem, a função conativa está praticamente ausente, o que pode ser verificado pela ausência de vocativos ou de verbos na segunda pessoa.

C Certo
E Errado
Órgão: Universidade Federal da Bahia Cargo: Médico Veterinário - Área: Clínica Médica Veterinária Prova: Instituto AOCP - UFBA - Médico Veterinário - Área: Clínica Médica Veterinária - 2017
Texto associado
Experiências parisienses

Rubinstein apoiou fortemente VillaLobos na realização de seu sonho de longa data: ir a Paris para poder, lá, dedicar-se exclusivamente a seu trabalho de composição. Para fundar o projeto em uma base realista, Rubinstein sugeriu estabelecer um plano de financiamento que foi adotado por alguns amigos de Villa-Lobos. A imprensa relatou sobre isso: “Tudo indica que é chegado o momento de encaminhar para a Europa esse formoso talento que ontem foi delirantemente aplaudido”.
Para colocar à disposição os meios necessários, o deputado Arthur Lemos apresentou uma proposta na câmara municipal de vereadores em julho de 1922 sob o título: “Para a divulgação de nossa música no exterior”. Foram pedidos 108 contos de réis – segundo a moeda de hoje, aproximadamente, 30 mil reais – para que pudessem ser realizados, ao total, 24 concertos com obras de compositores brasileiros nas capitais musicais da Europa. Já em 1912, Nepomuceno, Oswald, Braga e Nascimento haviam encaminhado uma iniciativa semelhante para o jovem compositor, muito promissor, Glauco Velásquez. O projeto contudo, fracassou, e Velásquez morreu dois anos mais tarde.
A fim de propagar seu objetivo, Villa-Lobos realizou uma série de oito concertos – quatro no Rio de Janeiro, quatro em São Paulo –, os quais ele dedicou a algumas personalidades de destacada posição social: ao presidente Epitácio Pessoa, ao vice-presidente Estácio Coimbra, ao senador Marcílio Lacerda e ao milionário Arnaldo Guinle. [...]
Apesar de todos os esforços, VillaLobos não conseguiu influenciar o ambiente no sentido intencionado. Não houve número considerável de público nem uma ressonância notável por parte da imprensa, e as personalidades importantes solicitadas também se mantiveram reservadas. O quarto concerto no Rio de Janeiro teve até mesmo de ser cancelado, já que não houve venda suficiente de ingressos. Ronald de Carvalho censurou, por conseguinte, em um artigo de jornal, a “decadência” do público no Rio de Janeiro. [...]

NEGWER, M. Villa-Lobos . O florescimento da música brasileira. São Paulo: Martins Fontes, 2009. p. 141-142. (adaptado)

Qual das funções da linguagem predomina ao longo do texto?

A Função Emotiva.
B Função Referencial.
C Função Fática.
D Função Apelativa.
E Função Poética.