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Ao buscar água de lençóis freáticos para abastecimento, deve-se procurar:

A alagados com hidroperíodo superior a seis meses e profundidade acima de dois metros;
B barragens e lagos com grande volume de água e que sofrem pressões maiores que a atmosférica;
C fontes subterrâneas contidas entre camadas impermeáveis e sob uma pressão maior que a atmosférica;
D olhos d’água ou nascentes em que a água está submetida à pressão da gravidade;
E rios com leitos largos e remansos, resultando em zonas mais profundas e com maior carga.

No dimensionamento de aeradores dos tipos plano inclinado e de bandejas perfuradas sobrepostas, não havendo possibilidade de determinar as taxas de aplicação por meio de ensaios, eles podem ser projetados para volumes máximos de:

A 100 m³ de água por metro quadrado de área em projeção horizontal/dia;
B 500 m³ de água por metro quadrado de área em projeção horizontal/dia;
C 1000 m³ de água por metro quadrado de área em projeção horizontal/dia;
D 2000 m³ de água por metro quadrado de área em projeção horizontal/dia;
E 5000 m³ de água por metro quadrado de área em projeção horizontal/dia.

No tratamento de água para abastecimento público, a coagulação pode se dar com a formação de pontes entre partículas coloidais, que se juntam, formando partículas maiores. Esse processo resulta da adição de auxiliares de coagulação, como os:

A nitratos;
B cloretos;
C criptosporídios;
D polímeros;
E toluenos.

Um boletim recente sobre as praias de Salvador mostrou um número elevado de amostras classificadas como impróprias para o banho. Essas análises são feitas levando em consideração a qualidade das águas destinadas à balneabilidade, termo que se refere à recreação de contato:

A avançado, que é quando existe o contato com a água, porém com equipamentos especiais de proteção, como roupas para práticas de surfe e de mergulho;
B temporário, que é quando o contato com a água é esporádico ou acidental e a possibilidade de ingerir água é pequena, como na pesca e no iatismo;
C indireto, que é quando existe apenas o contato com organismos e objetos que trazem resíduos da água, como uso de pescados;
D primário, que é quando existe o contato direto e prolongado do usuário com os corpos de água como, por exemplo, as atividades de natação, esqui aquático;
E controlado, que é quando existe o contato indireto por períodos mais prolongados, aumentando os riscos.

De acordo com as tabelas de padrão de turbidez para água pós-filtração ou pré-desinfecção, que constam nos ANEXOS II e III da Portaria n o 2.914 de 2011 do Ministério da Saúde, o valor máximo permitido para turbidez em uT (Unidade de Turbidez) no tratamento de água, utilizando filtração rápida (tratamento direto ou filtração direta), vigente no ano de 2016 é de

A 0,5 uT em 25 % das amostras.
B 0,5 uT em 95 % das amostras.
C 1,0 uT em 25 % das amostras.
D 1,0 uT em 50 % das amostras.
E 1,0 uT em 95 % das amostras.
Órgão: Prefeitura de Teresina Cargo: Técnico de Nível Superior - Analista Ambiental - Área: Química Prova: FCC - Prefeitura de Teresina - Técnico de Nível Superior - Analista Ambiental - Área: Química - 2016

Satisfazer as necessidades presentes, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de suprir suas próprias necessidades é o cerne do conceito de desenvolvimento sustentável.

Esse conceito foi proposto e publicado em

A 1997 no Protocolo de Kyoto.
B 1972 na Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente Humano.
C 1992 na Rio-92.
D 2012 na Rio + 20.
E 1987 pelo Relatório Brundtland.
Órgão: Prefeitura de Teresina Cargo: Técnico de Nível Superior - Área: Engenheiro Ambiental e/ou Sanitarista Prova: FCC - Prefeitura de Teresina - Técnico de Nível Superior - Área: Engenheiro Ambiental e/ou Sanitarista - 2016

Segundo o Ministério do Meio Ambiente, “Construção sustentável é um conceito que denomina um conjunto de medidas adotadas durante todas as etapas da obra que visam a sustentabilidade da edificação. Através da adoção dessas medidas é possível minimizar os impactos negativos sobre o meio ambiente além de promover a economia dos recursos naturais e a melhoria na qualidade de vida dos seus ocupantes”. Para tanto, tem-se que os processos de Certificação ambiental voltados para as construções sustentáveis, atribuem pontos referentes aos vários itens de sustentabilidade verificados nas obras. Dentre as certificações ambientais na construção civil considere:

I. a Leadership in Energy and Environmental Design − LEED, emitido pelo United States Green Building Council.

II. Processo Alta Qualidade Ambiental − AQUA, certificação brasileira baseada na francesa Haute Qualité Environnementale − HQE, implantada no país pela Fundação Vanzolini.

III. Building Research Establishment Environmental Assessment Method − BREEAM, certificação emitida pela Building Research Establishment − BRE, Reino Unido.

IV. Deutsche Gesellschaft für Nachhaltiges Bauen − DGNB, emitida pela organização German Sustainable Building Council − DGNB.

As duas certificadoras mais utilizadas no Brasil são as constantes em

A II e III.
B I e II.
C I e IV.
D I e III.
E II e IV.
Órgão: Prefeitura de Teresina Cargo: Técnico de Nível Superior Analista Ambiental - Área: Engenharia Ambiental Prova: FCC - Prefeitura de Teresina - Técnico de Nível Superior Analista Ambiental - Área: Engenharia Ambiental - 2016

De acordo com Altieri (2004:31), em sua obra Agroecologia: a dinâmica produtiva da agricultura sustentável: Embora os agroecossistemas tradicionais variem com as circunstâncias geográficas e históricas, muitas características estruturais e funcionais são compartilhadas pelos diferentes sistemas, pois eles:

I. contêm um grande número de espécies;

II. exploram toda uma gama de microambientes com características distintas, tais como solo, água, temperatura, altitude, declividade ou fertilidade, seja em um único campo de cultivo, seja em uma região ;

III. mantêm os ciclos de materiais e resíduos através de práticas eficientes de reciclagem;

IV. têm como suporte interdependências biológicas complexas, resultando em um certo grau de supressão biológica de pragas.

Está correto o que consta em

A I e II, apenas.
B I, II e IV, apenas.
C II, III e IV, apenas.
D III e IV, apenas.
E I, II, III e IV.
Órgão: Prefeitura de Teresina Cargo: Técnico de Nível Superior Analista Ambiental - Área: Engenharia Agronômica Prova: FCC - Prefeitura de Teresina - Técnico de Nível Superior Analista Ambiental - Área: Engenharia Agronômica - 2016

O processo de desertificação é geralmente causado por degradação ambiental com várias consequências do ponto de vista de perdas sociais, econômicas e ambientais. São perdas causadas pela desertificação:

A o aumento da escassez hídrica; perda da fertilidade do solo; redução da produção de alimentos; diminuição drástica das reservas de madeira.
B o aumento do volume de chuvas; aumento da fertilidade do solo; redução da produção de alimentos; aumento da reserva de madeira.
C a diminuição da derrubada de árvores; aumento da perda agrícola; aumento da escassez hídrica.
D o aumento do volume de rios e lagos; diminuição do volume de chuvas; maior irrigação nas lavouras.
E a proteção das reservas hídricas; proteção das reservas de madeira; proteção dos plantios de alimentos.
Órgão: Prefeitura de Teresina Cargo: Técnico de Nível Superior - Área: Engenheiro Ambiental e/ou Sanitarista Prova: FCC - Prefeitura de Teresina - Técnico de Nível Superior - Área: Engenheiro Ambiental e/ou Sanitarista - 2016

A Ecologia se refere ao sistema natural de cada local, envolvendo o solo, o clima, os seres vivos, bem como as inter-relações entre esses três componentes. Trabalhar ecologicamente significa manejar os recursos naturais respeitando a teia da vida.
(PRIMAVESI, 2008)

O manejo agroecológico dos solos se baseia em:

I. Solos vivos e agregados (bem estruturados).

II. Biodiversidade.

III. Proteção do solo contra o aquecimento excessivo, o impacto da chuva e o vento permanente.

IV. Bom desenvolvimento das raízes.

V. Autoconfiança do agricultor.

Está correto o que consta em

A I, II, III, IV e V.
B I, II e III, apenas.
C I, II, IV e V, apenas.
D I, III, IV e V, apenas.
E II, III, IV e V, apenas.
Órgão: Prefeitura de Teresina Cargo: Técnico de Nível Superior Analista Ambiental - Área: Engenharia Agronômica Prova: FCC - Prefeitura de Teresina - Técnico de Nível Superior Analista Ambiental - Área: Engenharia Agronômica - 2016