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Uma das questões habitualmente referidas no contexto das finanças públicas é a chamada Lei de Wagner. Formulada de forma simples [significa que] a procura por bens e serviços fornecidos pelo Estado é elástica em relação ao rendimento. Isso implicaria que a despesa pública poderia ser tratada como um resultado, ou um fator endógeno, e não, por exemplo, uma causa do crescimento do rendimento nacional.

(Adaptado de: PEREIRA, Paulo Trigo; AFONSO, António; ARCANJO, Manuela; SANTOS, José Carlos Gomes. Economia e Finanças Públicas. 5.ed. revisada e atualizada. Lisboa: Escolar, 2016. p. 175/176)

Dito de outra forma, os autores expressam que

A o endividamento público é indutor do crescimento.
B as famílias deveriam buscar menos serviços públicos.
C países desenvolvidos tem menor procura por bens e serviços públicos.
D o gasto público cresce com o rendimento das famílias.
E a despesa pública é um fator exógeno à análise.

Segundo a teoria Keynesiana do comportamento de macroeconomia, a política fiscal expansiva é um instrumento básico para estimular uma economia em recessão. Uma política fiscal expansiva consistiria, por exemplo, em aumentar o(a)

A gasto do setor público
B imposto de renda
C superávit orçamentário do setor público
D receita fiscal do governo
E taxa cobrada pelos serviços públicos prestados pelo governo

Considere que o governo tem um déficit orçamentário em
certo país. Ele resolve aumentar seu gasto, financiando o
dispêndio adicional pela venda de títulos da dívida pública
no mercado financeiro.

Tal ação

A é uma política fiscal expansiva da demanda agregada.
B acarreta uma diminuição da taxa de juros no mercado
financeiro.
C diminui o déficit orçamentário do governo.
D diminui a futura arrecadação fiscal do governo.
E causa uma redução das importações.