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A imagem sísmica “TecVA” interpretada abaixo, migrada em tempo, realça a trama de soleiras e diques de diabásio, presentes na seção sedimentar da Bacia do Parnaíba.
SANTOS, S.F.; et al . Sistemas petrolíferos e modelos de acumulação de hidrocarbonetos na Bacia de Santos . Boletim de Geociências da Petrobras, v. 22 (2), 2014. p. 261.
Com base nessa imagem, verifica-se que na Bacia do Parnaíba

A o processamento especial por inversão acústica dos dados sísmicos convencionais, através do qual observa-se uma forte anomalia de amplitude negativa no topo das intrusões, evidencia a justaposição de soleiras menores.
B o modelo de trapeamento é em salto de soleiras, apesar de ainda não ter sido testado na bacia, e pode configurar-se em importante play exploratório, uma vez que esses saltos podem ocorrer durante a deposição do reservatório, gerando barreiras de permeabilidade.
C a geometria e o mecanismo de intrusão nos grábens precursores são importantes na identificação de trapas, capazes de armazenar reservas de óleo e gás, uma vez que esses eventos ígneos foram contemporâneos à deposição dessa coluna sedimentar.
D os basaltos pahoehoe , observados nas soleiras da Sequência Siluro-devoniana, são os responsáveis pelo trapeamento de grande parte da acumulação de gás, atualmente em produção nos campos de Gavião Branco e Gavião Real.
E as soleiras e os diques podem ter fornecido calor suficiente para promover a geração de hidrocarbonetos, principalmente gás, uma vez que as altas temperaturas enfrentadas pelas rochas encaixantes, durante essas intrusões, foram suficientes para realizar o craqueamento térmico da matéria orgânica, servindo, também, como rotas efetivas de migração.

Os mapas abaixo mostram em (I), a configuração geológica do Pré-Sal das bacias das margens do Brasil e da África, além do lineamento vulcânico composto pela Elevação do Rio Grande e pela Cadeia Walvis. Em (II), uma restauração, mostrando as principais bacias SAG com as espessuras de sal durante o Eocretáceo e o Neocretáceo. Mostra, também, o limite entre as crostas continental e oceânica (COB) durante aquele tempo.
CERALDI, T.S.; Green, D. Evolution of the South Atlantic lacustrine deposits in response to Early Cretaceus rifiting, subsidence and lake hydrology . In: CERALDI, T.S.; et al. Petroleum Geoscience of the West Africa Margin . Geological Society, Special Publication 438, p. 2. 2016. Adaptado.
Com base nos mapas, verifica-se que

A o lineamento formado pela Elevação do Rio Grande e pela Cadeia Walvis serviu como uma barreira durante o Aptiano, isolando as bacias rifte, ao norte, da influência marinha.
B o sal, sendo considerando um excelente isolante térmico, é a razão de as maiores acumulações de óleo estarem nas bacias de Santos, Campos e Espírito Santo, no lado brasileiro, e do Congo e Gabão, no lado africano.
C a presença de enormes quantidades de cocolitoforídeos, na bacia do Gabão, indica forte incursão marinha, durante o Eocretáceo.
D os grandes lagos africanos do Congo e do Gabão, representados pelos altos do embasamento, ao norte, foram preservados do influxo de água do mar através do Alto de Pernambuco.
E os depocentros foram invertidos, ficando os mais profundos na margem brasileira, ao norte, e na margem africana, ao sul.

O mapa de fácies sedimentares abaixo ilustra o ambiente deposicional atual da plataforma continental central do Estado da Bahia. Os constituintes sedimentares mostram padrões bem distintos de sedimentação, podendo haver uma previsibilidade de sua ocorrência.
FREIRE, A.F.M.; DOMINGUEZ, J.M.L. A sequência holocênica da plataforma continental central do Estado da Bahia. Boletim de Geociências da Petrobras, v. 14 (2). 2006. p. 262. Adaptado.
Com base nesse mapa, verifica-se que

A a presença de lama siliciclástica em frente às desembocaduras do Rio de Contas e do Rio Cachoeira evidencia que a deriva litorânea é intensa e que possui sentido de dispersão W-E.
B a presença desse conjunto de fácies carbonáticas sugere que a superfície de inundação máxima ficou bem próxima à linha de costa nos últimos 5 mil anos, período de máxima transgressão.
C a sedimentação mista, composta por sedimentos de natureza siliciclástica e carbonática, sugere um intenso aporte fluvial e expressiva progradação sedimentar sobre a plataforma continental.
D a lama siliciclástica trazida pelos rios aumenta a turbidez da água, inibindo o crescimento de rodolitos e das algas coralináceas, reduzindo, portanto, a presença de cascalho bioclástico próximo às desembocaduras fluviais, onde ocorre a lama siliciclástica.
E os deltas do Rio de Contas e do Rio Almada são os responsáveis pela alta taxa de sedimentação observada na plataforma, através da formação de uma extensa malha de barras, formadas por cascalho bioclástico.

“Existem basicamente dois tipos de Unidades de Perfuração Marítima: as com o BOP na superfície ... e as com BOP no fundo do mar ... ” Thomaz, J.E. (org.) Fundamentos de Engenharia de Petróleo. 2a Ed. Rio de Janeiro: Editora Interciência, 2004, p. 110 Unidades de Perfuração Marítima com BOP ( Blowout Preventer ) posicionado na superfície são

A plataformas fixas, plataformas autoeleváveis, plataformas semissubmersíveis
B plataformas fixas, navios-sonda, plataformas semissubmersíveis
C plataformas fixas, plataformas tension legs , plataformas autoeleváveis
D plataformas fixas, plataformas flutuantes, plataformas semissubmersíveis
E plataformas autoeleváveis, navios-sonda, plataformas semissubmersíveis

Há vários perfis geofísicos de poços, que são utilizados na avaliação de formações. Associe os tipos de perfis de poço com as propriedades medidas ou detectadas por essas ferramentas geofísicas de avaliação de formações. I - Raios Gama - GR II - Potencial Espontâneo - SP III - Sônico - DT IV - Densidade - RHOB P - detecta os raios gama defletidos pelos elétrons orbitais dos elementos da rocha. Q - mede a diferença nos tempos de trânsito da onda mecânica através da rocha. R - mede a diferença de potencial entre um eletrodo situado na superfície e outro, dentro do poço. S - mede o tempo de penetração da coluna de perfuração durante o avanço da sondagem. T - detecta a radioatividade da rocha da parede do poço. A alternativa que contempla as associações corretas é:

A I - P , II - R , III - S , IV - T
B I - P , II - Q , III - S , IV - T
C I - R , II - P , III - T , IV - Q
D I - T , II - R , III - Q , IV - P
E I - T , II - S , III - Q , IV - R