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Considerando-se as regras de colocação pronominal, assinalar a alternativa INCORRETA.

A Nunca a vi assim, tão triste e cabisbaixa.
B Ontem me falaram que ela estava doente.
C Alguns lhes disseram tremendas mentiras.
D Quando deram-te essa maravilhosa saia nova?
E Sempre me esqueço das chaves de casa.

Qual das alternativas abaixo apresenta ERRO de concordância verbal?

A Sou eu que lhe peço.
B És um dos raros homens que têm o mundo nas mãos.
C Uma das coisas que mais me impressionam é a terrível carreira em que nos excedemos.
D Fui eu que lhe pediu que não viesse.
E Chegou o pai e o filho.

Analisando o excerto abaixo, é CORRETO afirmar que: O sol brilha intensamente no céu.

A O sujeito é indeterminado.
B O predicado é verbal.
C Os adjuntos adverbiais são, respectivamente, de tempo e lugar.
D O sujeito é composto.
E Não há sujeito aparente.

De acordo com a fonologia, relacionar as colunas e assinalar a sequência correspondente.

( 1 ) Dígrafo consonantal.

( 2 ) Dígrafo vocálico.

( ) Arranhar.

( ) Chave.

( ) Impulso.

( ) Umbanda.

A 2 - 1 - 1 - 2.
B 1 - 2 - 2 - 1.
C 1 - 1 - 2 - 2.
D 2 - 2 - 1 - 1.
E 1 - 2 - 2 - 2.

Assinalar a alternativa em que os termos sublinhados representam uma oração subordinada substantiva completiva nominal.

A Ela me convenceu de que estou errado.
B Eu estava confiante d e que conseguiria passar na prova.
C Apenas peço isso: que você não a incomode mais.
D É importante que mantenhamos a calma.
E É provável que a gente vá amanhã.
Texto associado
A grama do vizinho Ao amadurecer, descobrimos que a grama do vizinho não é mais verde coisíssima nenhuma. Estamos todos no mesmo barco. Converso com mulheres que estão entre os 40 e 50 anos, todas com profissão, marido, filhos, saúde, e ainda assim elas trazem dentro delas um não-sei-oquê perturbador, algo que as incomoda, mesmo estando tudo bem. De onde vem isso? Passei minha adolescência com esta sensação: a de que algo muito animado estava acontecendo em algum lugar para o qual eu não tinha convite. É uma das características da juventude, considerar-se deslocado e impedido de ser feliz como os outros são, ou aparentam ser. Só que chega uma hora em que é preciso deixar de ficar tão ligada na grama do vizinho. Os notáveis alardeiam muito suas vitórias, mas falam pouco das suas angústias, revelam pouco suas aflições, não dão bandeira das suas fraquezas, então fica parecendo que todos estão comemorando grandes paixões e fortunas. Pra consumo externo, todos são belos, sexy, lúcidos, íntegros, ricos, sedutores. “Nunca conheci quem tivesse levado porrada/ todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo”. Fernando Pessoa também já se sentiu abafado pela perfeição alheia, e olha que na época em que ele escreveu estes versos não havia esta overdose de revistas que há hoje, vendendo um mundo de faz de conta. Nesta era de exaltação de celebridades – reais e inventadas – fica difícil mesmo achar que a vida da gente tem graça. Mas tem. Paz interior, amigos leais, nossas músicas, livros, fantasias, desilusões e recomeços, tudo isso vale ser incluído na nossa biografia.

Fonte: Martha Medeiros. Adaptado

A palavra sublinhada no penúltimo parágrafo não leva hífen pelo mesmo motivo que:

I. Mão de obra e microrganismo.

II. Agroindustrial e autoestrada.

III. Dia a dia e lua de mel. Está CORRETO o que se afirma:

A Apenas no item I.
B Apenas no item II.
C Apenas no item III.
D Apenas nos itens I e III.
E Em todos os itens.
Texto associado
A grama do vizinho Ao amadurecer, descobrimos que a grama do vizinho não é mais verde coisíssima nenhuma. Estamos todos no mesmo barco. Converso com mulheres que estão entre os 40 e 50 anos, todas com profissão, marido, filhos, saúde, e ainda assim elas trazem dentro delas um não-sei-oquê perturbador, algo que as incomoda, mesmo estando tudo bem. De onde vem isso? Passei minha adolescência com esta sensação: a de que algo muito animado estava acontecendo em algum lugar para o qual eu não tinha convite. É uma das características da juventude, considerar-se deslocado e impedido de ser feliz como os outros são, ou aparentam ser. Só que chega uma hora em que é preciso deixar de ficar tão ligada na grama do vizinho. Os notáveis alardeiam muito suas vitórias, mas falam pouco das suas angústias, revelam pouco suas aflições, não dão bandeira das suas fraquezas, então fica parecendo que todos estão comemorando grandes paixões e fortunas. Pra consumo externo, todos são belos, sexy, lúcidos, íntegros, ricos, sedutores. “Nunca conheci quem tivesse levado porrada/ todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo”. Fernando Pessoa também já se sentiu abafado pela perfeição alheia, e olha que na época em que ele escreveu estes versos não havia esta overdose de revistas que há hoje, vendendo um mundo de faz de conta. Nesta era de exaltação de celebridades – reais e inventadas – fica difícil mesmo achar que a vida da gente tem graça. Mas tem. Paz interior, amigos leais, nossas músicas, livros, fantasias, desilusões e recomeços, tudo isso vale ser incluído na nossa biografia.

Fonte: Martha Medeiros. Adaptado

Considerando as informações do texto, assinalar a alternativa INCORRETA.

A A autora descreve um sentimento que julga coletivo, relativo a como aproveitamos nossa passagem na vida.
B A expressão “a grama do vizinho é mais verde” é usada para demonstrar o contraste mental que fazemos entre nossas situações de vida em relação à dos outros.
C Martha Medeiros, ao longo do texto, critica a necessidade de “se aparecer” quando as coisas são positivas, o que impede conexão humana real por meio de nossas faltas.
D O relato de sua adolescência é um diferente: ela nunca sentiu sensação similar, o que a impede de compreender o porquê de as pessoas se sentirem assim.
E É fácil acharmos que nossas vidas não têm graça quando tudo que nos é apresentado vem da exaltação de estilos de vidas considerados perfeitos.
Texto associado
A grama do vizinho Ao amadurecer, descobrimos que a grama do vizinho não é mais verde coisíssima nenhuma. Estamos todos no mesmo barco. Converso com mulheres que estão entre os 40 e 50 anos, todas com profissão, marido, filhos, saúde, e ainda assim elas trazem dentro delas um não-sei-oquê perturbador, algo que as incomoda, mesmo estando tudo bem. De onde vem isso? Passei minha adolescência com esta sensação: a de que algo muito animado estava acontecendo em algum lugar para o qual eu não tinha convite. É uma das características da juventude, considerar-se deslocado e impedido de ser feliz como os outros são, ou aparentam ser. Só que chega uma hora em que é preciso deixar de ficar tão ligada na grama do vizinho. Os notáveis alardeiam muito suas vitórias, mas falam pouco das suas angústias, revelam pouco suas aflições, não dão bandeira das suas fraquezas, então fica parecendo que todos estão comemorando grandes paixões e fortunas. Pra consumo externo, todos são belos, sexy, lúcidos, íntegros, ricos, sedutores. “Nunca conheci quem tivesse levado porrada/ todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo”. Fernando Pessoa também já se sentiu abafado pela perfeição alheia, e olha que na época em que ele escreveu estes versos não havia esta overdose de revistas que há hoje, vendendo um mundo de faz de conta. Nesta era de exaltação de celebridades – reais e inventadas – fica difícil mesmo achar que a vida da gente tem graça. Mas tem. Paz interior, amigos leais, nossas músicas, livros, fantasias, desilusões e recomeços, tudo isso vale ser incluído na nossa biografia.

Fonte: Martha Medeiros. Adaptado

No trecho abaixo (2º parágrafo), o “se” é definido como: É uma das características da juventude, considerar-se deslocado e impedido de ser feliz como os outros são, ou aparentam ser.

A Conjunção subordinativa integrante.
B Conjunção subordinativa condicional.
C Índice de indeterminação do sujeito.
D Pronome reflexivo.
E Partícula apassivadora.
Texto associado
A grama do vizinho Ao amadurecer, descobrimos que a grama do vizinho não é mais verde coisíssima nenhuma. Estamos todos no mesmo barco. Converso com mulheres que estão entre os 40 e 50 anos, todas com profissão, marido, filhos, saúde, e ainda assim elas trazem dentro delas um não-sei-oquê perturbador, algo que as incomoda, mesmo estando tudo bem. De onde vem isso? Passei minha adolescência com esta sensação: a de que algo muito animado estava acontecendo em algum lugar para o qual eu não tinha convite. É uma das características da juventude, considerar-se deslocado e impedido de ser feliz como os outros são, ou aparentam ser. Só que chega uma hora em que é preciso deixar de ficar tão ligada na grama do vizinho. Os notáveis alardeiam muito suas vitórias, mas falam pouco das suas angústias, revelam pouco suas aflições, não dão bandeira das suas fraquezas, então fica parecendo que todos estão comemorando grandes paixões e fortunas. Pra consumo externo, todos são belos, sexy, lúcidos, íntegros, ricos, sedutores. “Nunca conheci quem tivesse levado porrada/ todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo”. Fernando Pessoa também já se sentiu abafado pela perfeição alheia, e olha que na época em que ele escreveu estes versos não havia esta overdose de revistas que há hoje, vendendo um mundo de faz de conta. Nesta era de exaltação de celebridades – reais e inventadas – fica difícil mesmo achar que a vida da gente tem graça. Mas tem. Paz interior, amigos leais, nossas músicas, livros, fantasias, desilusões e recomeços, tudo isso vale ser incluído na nossa biografia.

Fonte: Martha Medeiros. Adaptado

A expressão “coisíssima nenhuma” é utilizada no texto por Martha Medeiros para:

A Dar ênfase ao seu sentimento na tentativa de desbancar a expressão popular sobre a grama do vizinho e o seu significado, com exemplos de situações pessoais e universais.
B Rebuscar o texto com vocabulário de cunho formal, pois é uma preocupação recorrente e característica em crônicas.
C Reforçar o argumento de que a vida das outras pessoas é um mar de rosas perante à sua própria, contraste este que devemos aceitar.
D Trazer entonações suaves para o que tenta argumentar, uma vez que a autora demonstra neutralidade ao longo da crônica.
E Demonstrar seu apoio à ideia de que a vida dos outros realmente é melhor que a nossa.
Texto associado
A grama do vizinho Ao amadurecer, descobrimos que a grama do vizinho não é mais verde coisíssima nenhuma. Estamos todos no mesmo barco. Converso com mulheres que estão entre os 40 e 50 anos, todas com profissão, marido, filhos, saúde, e ainda assim elas trazem dentro delas um não-sei-oquê perturbador, algo que as incomoda, mesmo estando tudo bem. De onde vem isso? Passei minha adolescência com esta sensação: a de que algo muito animado estava acontecendo em algum lugar para o qual eu não tinha convite. É uma das características da juventude, considerar-se deslocado e impedido de ser feliz como os outros são, ou aparentam ser. Só que chega uma hora em que é preciso deixar de ficar tão ligada na grama do vizinho. Os notáveis alardeiam muito suas vitórias, mas falam pouco das suas angústias, revelam pouco suas aflições, não dão bandeira das suas fraquezas, então fica parecendo que todos estão comemorando grandes paixões e fortunas. Pra consumo externo, todos são belos, sexy, lúcidos, íntegros, ricos, sedutores. “Nunca conheci quem tivesse levado porrada/ todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo”. Fernando Pessoa também já se sentiu abafado pela perfeição alheia, e olha que na época em que ele escreveu estes versos não havia esta overdose de revistas que há hoje, vendendo um mundo de faz de conta. Nesta era de exaltação de celebridades – reais e inventadas – fica difícil mesmo achar que a vida da gente tem graça. Mas tem. Paz interior, amigos leais, nossas músicas, livros, fantasias, desilusões e recomeços, tudo isso vale ser incluído na nossa biografia.

Fonte: Martha Medeiros. Adaptado

As crônicas, gênero textual utilizado por Martha Medeiros, têm determinadas características que as definem como tal. Considerando essas características, muito presentes no texto, assinalar a alternativa INCORRETA.

A Podem ter teor humorístico como forma de crítica a aspectos de sociedade, política, economia, entre outros.
B Dependem muito de contexto, pois são produzidas a partir de determinada visão de mundo pelo autor. Com o tempo, há a possibilidade de elas se tornarem obsoletas.
C Geralmente, tratam de acontecimentos corriqueiros, populares, com assuntos que podem se conectar facilmente a grandes audiências.
D Podem ser jornalísticas, sendo produzidas para os meios de comunicação e utilizando temas atuais como um convite para reflexão.
E São uma narrativa longa, com personagens fantásticos, similar aos contos, de linguagem rebuscada. É necessário, também, evitar o uso da primeira pessoa na narrativa.