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Um tubo de raios X produz radiação característica e radiação de frenagem. Ao utilizarmos um ânodo de tungstênio ( 74 W) ao invés de molibdênio ( 42 Mo), elevamos o número atômico (Z) do disco e, consequentemente:

A aumentamos a radiação característica
B reduzimos a radiação de frenagem
C regulamos a radiação extrafocal
D aumentamos o efeito Compton
E reduzimos o efeito termiônico

Para facilitar a interpretação radiográfica, a literatura médica utiliza terminologias denominadas sinais radiográficos. O sinal de gaivota na osteoartrite interfalangeana e o sinal de lâmpada na luxação posterior do ombro são bons exemplos. O sinal do cachorro terrier é observado na incidência:

A PA de tórax
B AP axial de crânio
C OPD de coluna lombar
D Waters, com a boca aberta
E Cleaves modificado (frog leg)

O monitor individual de dose, no qual o elemento sensível é colocado em um invólucro plástico vedado contra a luz, com filtros de cobre e chumbo e um sistema de janela para a entrada da exposição externa é chamado de:

A filme dosimétrico
B caneta dosimétrica
C contador Geiger-Müller
D dosímetro termoluminescente
E monitor opticamente estimulável

No processamento químico, a imagem latente se torna visível por meio da ação de soluções químicas sobre a película radiográfica. Na etapa de revelação, os grãos de prata, sensibilizados pelos raios X, são reduzidos à prata metálica e enegrecem. O composto químico responsável por regular a duração da revelação é o:

A ácido acético
B cloreto de alumínio
C brometo de potássio
D hipossulfato de sódio
E carbonato de potássio

Após realizar o processamento do filme, o técnico percebeu que os ápices pulmonares ficaram cortados no exame PA de tórax. Para não cortar os ápices novamente, o técnico precisa:

A afastar o paciente da estativa para reduzir a distância objetoreceptor
B afastar o cabeçote do paciente, para aumentar a distância foco-objeto
C manter o cabeçote na mesma posição, afastando o paciente do receptor
D aproximar o paciente da estativa para aumentar a distância foco-receptor
E aproximar o cabeçote do paciente, para reduzir a distância objeto-receptor

Sinusite é um processo infeccioso com formação de exsudato purulento no interior dos seios paranasais. No seio esfenoidal e na região posterior dos seios maxilares, o exsudato é demonstrado sem sobreposição anatômica de cavidades em uma incidência:

A parietoacantial (Waters)
B frontonasal (Caldwell)
C axiolateral (Schuller)
D axial AP (Towne)
E lateral ou perfil

Um exame PAdo tórax deve seguir critérios técnicos rigorosos de posicionamento para demonstrar a anatomia adequadamente. Nesta radiografia, o segundo par de costelas é localizado:

A junto à região posterior do manúbrio
B unido lateralmente ao ângulo esternal
C conectado à articulação esternoclavicular
D ligado às fóveas do processo transverso de T1
E unido ao corpo do esterno por cartilagem costal

Em um aparelho de raios X, o circuito elétrico que gera os elétrons incidentes é diferente do circuito gerador de alta tensão. Para fornecer ao filamento o calor necessário para produzir efeito termiônico, a miliamperagem é aumentada pelo:

A autotransformador de alta tensão
B transformador de ajuste de rede
C transformador do filamento
D retificador de tensão
E capacitor

A incidência AP do joelho com carga é feita com o paciente em ortostase, utilizando seu próprio peso corporal. Para melhor visualizar as fossas intercondilares do fêmur, é realizada uma incidência PA axial, também conhecido como método de:

A Rosenberg
B Merchant
C Settegast
D Taylor
E Hirtz