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Amanda foi contratada pela empresa J para melhoria de segurança da rede local sem fio existente. Ela identificou que a rede atual não tinha criptografia e comunicou o caso à chefia. A chefia elaborou um relatório com as características que deveriam estar presentes no algoritmo a ser implementado. O algoritmo deve usar o modo de operação Counter Mode Cipher Block Chaining Message Authentication Code Protocol, baseado no AES; fornecer verificação de integridade e autenticidade; e ser mais adequado para uso empresarial. Ao ler o relatório, Amanda informou que já tinha a solução, porém ela seria vulnerável ao ataque de reinstalação de chaves. Como a chefia não se opôs, Amanda implementou o algoritmo:

A WPA2-EAP;
B WPA2-PSK;
C WPA;
D WEP;
E DES.

A empresa Y foi contratada para efetuar uma divisão por zonas DNS dentro do servidor DNS (Domain name system) do Tribunal Regional Federal da 1ª Região. Uma zona DNS é a parte específica de um namespace DNS que é hospedada em um servidor DNS. Essa zona contém registros de recursos, e o servidor DNS responde a consultas de registros nesse namespace. Como característica dessa zona, o servidor DNS armazenará os dados em um arquivo local. Essa zona pode ser usada na criação, edição ou exclusão de registros de recursos. O tipo de zona configurado pela empresa Y foi a zona:

A autoritária;
B primária;
C secundária;
D stub;
E de pesquisa inversa.

O servidor web corporativo do órgão ABC sofreu um ataque DDOS ( Distributed Denial of Service ), no qual o atacante realizou consultas DNS oriundas de diversos computadores. Os pacotes enviados pelos computadores atacantes tiveram seus endereços IP de origem alterados, por meio da técnica de IP Spoofing , para o endereço IP do servidor web do órgão. As solicitações para o servidor DNS foram realizadas com argumentos “ANY”, resultando em respostas bem grandes, congestionando a rede e levando o servidor Web a negar seus serviços. O servidor web sofreu um ataque DDOS do tipo:

A flood TCP SYN;
B amplificação de DNS;
C inundação de DNS;
D HTTP flood;
E fragmentação de IP.

Renata, que pertence a equipe de redes do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, precisa dividir um conjunto de endereços IPs disponíveis entre dois departamentos. Considerando que o departamento A precisa de 64 endereços IPs disponíveis e o departamento B precisa de 220 endereços IPs disponíveis, a configuração das máscaras de rede que Renata deverá realizar para atender à demanda, respectivamente, de forma a ter o menor desperdício de endereços IPs, é:

A 255.255.255.0 / 255.255.254.0;
B 255.255.255.128 / 255.255.255.0;
C 255.255.255.192 / 255.255.255.0;
D 255.255.255.252 / 255.255.248.0;
E 255.255.255.254 / 255.255.254.0.

Davi está instalando o cabeamento da rede local da empresa onde trabalha. Ele pegou o relatório de pré-requisitos onde constam os critérios exigidos para a rede local e verificou suas especificações. Após a instalação dos subsistemas, em conformidade com o relatório de pré-requisitos, a especificação de desempenho dos cabos utilizados na execução do serviço nos enlaces (links) resultantes foi de classe D, segundo ABNT NBR 14565:2019. Logo, a categoria dos itens instalados por Davi é a:

A categoria 3: banda passante de até 16 MHz;
B categoria 5e: banda passante de até 100 MHz;
C categoria 6: banda passante de até 250 MHz;
D categoria 6A: banda passante de até 500 MHz;
E categoria 7: banda passante de até 600 MHz.

O Tribunal Regional Federal da 1ª Região abriu um processo licitatório para modernizar a tecnologia de rede sem fio do Departamento de Pessoal. A rede antiga admitia taxas de 1; 2; 5,5 e 11 Mbps e usava a sequência de Barker como sequência de espalhamento. No termo de referência, foram elencados os requisitos da rede modernizada, a qual deveria trabalhar a uma velocidade de 72 a 600 Mbps e nas bandas de frequência 2,4 GHz ou 5 GHz. A empresa que ganhar o processo licitatório deverá substituir o padrão antigo pelo padrão novo. Os padrões antigo e novo são, respectivamente:

A 802.11a e 802.11n;
B 802.11a e 802.11g;
C 802.11b e 802.11g;
D 802.11b e 802.11ac;
E 802.11b e 802.11n.

A empresa Y possui duas redes que operam em velocidades diferentes: uma é gigabit Ethernet e a outra, 10 Mbps. Elas possuem um elemento de interconexão entre elas que está descartando uma grande quantidade de quadros em virtude de uma queima em um circuito de buffer, o que reduziu a quantidade de buffer de memória disponível. A divisão de redes, que foi acionada para a verificação do problema, concluiu corretamente que deveria substituir o(a):

A bridge;
B hub;
C roteador;
D gateway de transporte;
E gateway de aplicação.

O Departamento de Segurança do Tribunal Regional Federal da 1ª Região está substituindo a rede local cabeada do Departamento Pessoal por uma rede sem fio por não conseguir passagem para os cabos novos. Para garantir a segurança das informações, o Departamento de Segurança buscou o algoritmo de criptografia que melhor atendesse às questões de confidencialidade e performance da rede. Ao final da busca, decidiu-se implementar o WPA3, porque ele:

A criptografa o tráfego usando uma chave de 64 ou 128 bits em hexadecimal e faz uso de uma chave estática;
B é um algoritmo de chave simétrica que utiliza cifra de fluxo para criptografar cada caractere de uma mensagem de forma individual e independente, usando uma chave privada;
C possui proteção mais forte contra ataque de força bruta e criptografia de dados individualizada, além de usar um sistema de protocolo de provisionamento de dispositivo;
D é baseado no algoritmo Advanced Encryption Standard (AES), que fornece a autenticidade da mensagem e verificação de integridade, embora seja vulnerável a ataques de reinstalação de chave;
E usa o protocolo de integridade de chave temporal (TKIP), que altera dinamicamente a chave que os sistemas usam. Isso evita que invasores criem sua própria chave de criptografia para corresponder à usada pela rede segura.

Em uma rede de comunicação, está sendo implementado um sistema de transmissão de dados que utiliza o código de linha 4B/5B para garantir transições de bits suficientes e minimizar erros. Durante o processo de enquadramento, é necessário garantir que o receptor possa identificar corretamente o início e o fim dos quadros sem a necessidade de adicionar muitos bits extras, otimizando assim o uso da largura de banda disponível. Nesse contexto, o método utilizado por um sistema de transmissão de dados com código de linha 4B/5B para identificar o início e o fim dos quadros, utilizando sinais que não ocorrem em dados regulares, é o:

A violações de código;
B checksum de quadros;
C contagem de caracteres;
D bytes de flag com inserção de bytes;
E flags iniciais e finais com inserção de bits.

Um tribunal precisa estabelecer uma conexão de rede com outro tribunal que está a 30 km de distância. Ambos os tribunais precisam de uma conexão que opere a uma velocidade de 10 Gbps. O analista responsável pelo projeto deve escolher o padrão adequado para garantir que a conexão funcione de forma eficiente sobre essa distância. O analista responsável pelo projeto deve utilizar o padrão:

A 10GBase-T;
B 10GBase-SR;
C 10GBase-LR;
D 10GBase-ER;
E 10GBase-CX4.