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A engenharia social é uma técnica de manipulação que visa persuadir pessoas a cometerem erros ou burlar políticas de segurança, de forma que o adversário tenha êxito em ações maliciosas que não seriam viáveis sem a participação da vítima. Dentre os métodos mais comuns de engenharia social, existe um que tem como objetivo seguir um membro autorizado da equipe em uma área de acesso restrito e se aproveitar da cortesia social para fazer com que a pessoa segure a porta para o atacante ou para convencer a pessoa de que o atacante também está autorizado a ficar na área de acesso restrito. Esse método de engenharia social é conhecido como

A baiting
B phishing
C smishing
D tailgating
E honeytrap

A fim de garantir a segurança da informação, é preciso adotar um conjunto de medidas de proteção para tornar sistemas de informação e sistemas de comunicação resistentes a ataques. Dentre essas medidas de proteção, existe uma que visa fornecer evidências que podem ser armazenadas e, posteriormente, apresentadas a terceiros, para resolver disputas que surgem se e quando uma comunicação é negada por uma das entidades envolvidas. Essa medida de proteção é conhecida como

A integridade
B autenticidade
C irretroatividade
D irretratabilidade
E confidencialidade

O padrão IEEE 802.1X fornece um controle de acesso à rede de comunicação de dados, através de um mecanismo de autenticação que envolve três partes: o suplicante, o autenticador e o servidor de autenticação. Durante o processo de autenticação, a entidade que deseja acessar a rede (suplicante) interage diretamente com a entidade que fornece o acesso à rede (autenticador). O autenticador interage diretamente com a entidade que decide se o suplicante pode ou não acessar a rede (servidor de autenticação). O protocolo de comunicação utilizado pelo suplicante para interagir com o autenticador durante o processo de autenticação é o

A EAP
B SAML
C LDAP
D OAuth2
E RADIUS

Conforme descrito no documento CIS Microsoft Windows Server 2019 Standalone Benchmark v1.0.0, os usuários devem ser educados sobre a seleção e a manutenção adequadas de senhas pessoais, especialmente com relação ao comprimento. Os tipos de ataques de senha incluem ataques de dicionário (que tentam usar palavras e frases comuns) e ataques de força bruta (que tentam todas as combinações possíveis de caracteres). Além disso, os invasores, às vezes, tentam obter o banco de dados de contas para que possam usar ferramentas para descobrir as contas e as senhas. Segundo esse benchmark, a recomendação para o tamanho das senhas no ambiente corporativo é de quantos caracteres?

A 6
B 8
C 10
D 12
E 14 ou mais

A implementação dos controles de segurança da informação é realizada com os mecanismos de segurança. Pode-se usar um método ou processo para assegurar a integridade de uma unidade de dados ou de um fluxo de unidade de dados, produzindo um código de verificação de integridade representado por um bloco de bits de tamanho fixo. Esse bloco é conhecido como

A marca d’água
B certificado digital
C carimbo de tempo
D valor de enchimento
E resumo de mensagem

A taxonomia das táticas, técnicas e subtécnicas adversárias proposta pela MITRE ATT&CK® estabelece uma linguagem comum para compartilhar informações sobre ameaças cibernéticas e para colaborar na prevenção de ameaças. Um exemplo de técnica da tática de evasão de defesa da matriz para empresas da MITRE ATT&CK® é

A criar conta.
B usar força bruta.
C ocultar artefatos.
D coletar informações do host da vítima.
E criar e modificar processos do sistema.

A norma ABNT NBR ISO/IEC 27002:2022 organiza os controles de segurança em diferentes categorias (ou temas), e cada controle está associado a cinco atributos com valores de atributo correspondentes. Dentre esses atributos, o de domínios de segurança é usado para visualizar controles na perspectiva de quatro domínios de segurança da informação. Os valores desse atributo consistem em:

A Confidencialidade, Integridade, Disponibilidade e Resiliência
B Governança, Defesa, Continuidade e Segurança_física
C Governança, Confidencialidade, Integridade e Disponibilidade
D Governança_e_Ecossistema, Proteção, Defesa e Resiliência
E Governança_e_Ecossistema, Proteção, Defesa e Segurança_física

Um Sistema de Gestão da Segurança da Informação (SGSI) deve ser integrado aos processos da organização e à estrutura de administração global para que a segurança da informação seja considerada no projeto dos processos, sistemas de informação e controles. A organização deve melhorar continuamente a pertinência, a adequação e a eficácia do SGSI. A norma ABNT NBR ISO/IEC 27001:2022 define vários itens que fazem parte da melhoria do SGSI. Dentre esses itens, encontra-se a(o)

A auditoria interna
B análise crítica pela direção
C não conformidade e ação corretiva
D monitoramento, a medição, a análise e a avaliação
E tratamento de riscos de segurança da informação

Em uma aplicação financeira, um banco está implementando a autenticação multifatorial dos usuários junto com um sistema de Controle de Acesso Baseado em Papéis (RBAC, sigla em inglês) para gerenciar as permissões desses mesmos usuários. Considerando-se esse contexto, quando implementado, o RBAC

A atribuirá permissões baseadas em funções sem considerar a identidade do usuário, enquanto a autenticação atribuirá permissões diretamente aos usuários.
B lidará exclusivamente com a autenticação dos usuários, garantindo que apenas usuários autenticados possam acessar a aplicação.
C será responsável por determinar as permissões dos usuários com base em seus papéis, enquanto a autenticação verificará a identidade dos usuários antes de atribuir esses papéis.
D será independente da autenticação, e ambos não se relacionarão na gestão de acesso.
E substituirá a necessidade de autenticação multifatorial, uma vez que os papéis já definem quem pode acessar a aplicação.

Uma empresa financeira está elaborando um projeto para dar continuidade aos negócios de TI nas situações de recuperação de desastres, focando na parte de backup dos dados e na infraestrutura de TI. Para isso, a empresa permitirá que tais ações sejam sempre hospedadas em uma infraestrutura de nuvem, associada a um provedor de terceiros. Nesse modelo proposto, ocorrendo uma crise, esse provedor implementará e orquestrará o plano de recuperação de desastres, de modo a dar continuidade ao acesso e à funcionalidade dos sistemas, com o mínimo de interrupções nas operações. Esse tipo de recuperação de desastres utilizará o modelo de serviços

A IaaS
B BaaS
C DRaaS
D DRVMaaS
E PaaS