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A computação em nuvem é uma tecnologia que permite o acesso remoto a recursos de computação, como armazenamento, processamento e software , por meio da internet. Existem diversos modelos de serviço em computação em nuvem. A ideia por trás dos Modelos de Serviço em Computação em Nuvem é fornecer diferentes níveis de abstração e gerenciamento de recursos de TI para atender às diversas necessidades das organizações e desenvolvedores. Nos modelos de serviço em computação em nuvem, a Plataforma como Serviço (PaaS)

A oferece ao usuário controle total sobre a infraestrutura física e virtual, permitindo que configure e gerencie servidores e armazenamento conforme necessário.
B disponibiliza um ambiente para desenvolvimento, teste e implementação de aplicações, sem a necessidade de gerenciar a infraestrutura subjacente.
C oferece um software completo via internet, pronto para uso, como e-mails e ferramentas de produtividade, sem a necessidade de instalação local.
D fornece recursos básicos de armazenamento e rede para que os usuários possam instalar e executar seus próprios sistemas operacionais e aplicações.
E permite ao usuário gerenciar somente a camada de segurança e backup , delegando o controle da infraestrutura para o provedor de nuvem.

A equipe do Núcleo de Gestão de Tecnologia da Informação (NucTI) de uma organização optou por utilizar Infrastructure as Code (IaC). Com o uso de IaC, o provedor terá responsabilidade sobre algumas funções, mas a equipe do NucTI terá que gerenciar:

A os dados e o crescimento de storage;
B as aplicações, os dados e as storages;
C a virtualização, o sistema operacional e as aplicações;
D a virtualização, o middleware e o ambiente de execução;
E as aplicações, os dados, o middleware e o sistema operacional.

Roberto foi contratado para gerenciar a implantação de um novo data center, que servirá para hospedar o ambiente de nuvem de um conjunto de organizações. Nesse ambiente, cada organização participante poderá criar seus serviços, com base nas ferramentas disponibilizadas no ambiente de nuvem, mas sem poder utilizar tecnologias arbitrárias. Segundo as definições da recomendação NIST SP 800-145, o ambiente configurado por Roberto é classificado como:

A nuvem pública com modelo de serviço SaaS;
B nuvem comunitária com modelo de serviço IaaS;
C nuvem pública com modelo de serviço IaaS;
D nuvem privada com modelo de serviço PaaS;
E nuvem comunitária com modelo de serviço PaaS.

Paulo está fechando contrato com um provedor de nuvem que oferece apenas serviços no modelo SaaS. Como Paulo conhece a recomendação NIST SP 800-145, ele sabe que poderá:

A implantar seus próprios serviços, utilizando ferramentas de desenvolvimento arbitrárias;
B executar apenas os serviços oferecidos pelo provedor;
C definir seu próprio ambiente de execução, com a escolha do sistema operacional e ferramentas para criação de serviços;
D implantar seus próprios serviços, desde que utilizem apenas as linguagens e ferramentas oferecidas pelo provedor;
E definir uma infraestrutura própria, controlando recursos como armazenamento e processamento na nuvem.

Carlos gerou uma imagem customizada para um contêiner no Docker, o qual executará um serviço na porta 3000, baseado em Node.JS. Para o arquivo Dockerfile, foi utilizada a imagem node:alpine de base, e uma das linhas escritas por Carlos foi:

A EXPOSE 3000
B CMD npm -p 3000:3000
C WORKDIR ./src ./usr/app
D RUN npm start
E COPY ./src

O Tribunal Regional Federal da 1ª Região está modernizando sua infraestrutura. Após vários estudos, a equipe de planejamento da solução identificou que a solução adotada deverá ser provisionada exclusivamente para o TRF1. Além disso, a gerência e operação serão feitas por uma combinação entre o TRF1 e a empresa dona da solução. Por fim, a solução deverá permanecer fisicamente fora das instalações do TRF1. Pode-se concluir que a equipe de planejamento fará uso do modelo de implantação chamado:

A private cloud;
B platform as a service (paas);
C community cloud;
D public cloud;
E hybrid cloud.

Um médico faz uso de um conjunto de aplicativos de atendimento em nuvem (portanto, não instalados em seu computador). Como ele atende em vários locais diferentes, precisa acessar esses sistemas através da Internet, usando o navegador de seu computador. Além de acessar os aplicativos, ele também guarda as receitas geradas pelo sistema e emitidas a seus pacientes para controle. Para garantir o funcionamento correto em seu trabalho, o médico contratou o modelo de serviço de nuvem:

A infraestrutura como serviço;
B plataforma como serviço;
C comunicação como serviço;
D software como serviço;
E desenvolvimento como serviço.

O analista Paulo de Tarso está encarregado de configurar um sistema de administração de usuários, grupos, permissões e controles de acesso em uma empresa que utiliza Active Directory (AD). Ele precisa garantir a segurança e a eficiência do sistema, implementando políticas de segurança avançadas, como autenticação multifator (MFA), gerenciamento de identidades federadas e controle de acesso baseado em funções (RBAC). Além disso, ele deve assegurar a integração com serviços em nuvem e a conformidade com as melhores práticas. Para alcançar tais objetivos, Paulo de Tarso adotou a procedimento de:

A configurar o Active Directory Federation Services (AD FS) para fornecer autenticação federada e usar Group Policy Objects (GPOs) para gerenciar permissões e políticas de segurança;
B utilizar o Azure Active Directory (Azure AD) Premium P2 para gerenciamento de identidades, configurar o Azure AD Connect para sincronização de identidades com o AD local e implementar o Conditional Access para políticas de segurança avançadas;
C implementar o Microsoft Identity Manager (MIM) para sincronizar identidades entre o AD local e serviços em nuvem e usar o Kerberos para autenticação de usuários;
D configurar o Lightweight Directory Access Protocol (LDAP) para gerenciar usuários e grupos e usar o Windows Server Update Services (WSUS) para aplicar políticas de segurança;
E utilizar o OpenID Connect para autenticação de usuários e configurar o Active Directory Lightweight Directory Services (AD LDS) para gerenciar permissões e grupos.

Ao criar um cluster vSphere HA, é possível configurar o monitoramento das VM e das aplicações hospedadas para aumentar a sua disponibilidade. A configuração de monitoramento de VM é realizada no painel:

A falhas e respostas;
B controle de admissão;
C datastores heartbeat;
D vSAN;
E alta disponibilidade proativa.

O analista Frederico configurou uma instalação personalizada do Red Hat Enterprise Linux (RHEL) para servidores Intel 64-bit baseados em BIOS. Frederico utilizou ainda o RHEL Kickstart para automatizar a instalação personalizada. A variante do Kickstart utilizada foi a que automatiza completamente o processo de instalação, a partir de um boot loader via rede adequadamente configurado. Para permitir o início automático da instalação Kickstart pelos servidores, Frederico configurou um servidor de boot:

A ISO;
B PXE;
C CDN;
D VNC;
E HTTP.