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Uma Secretaria da Fazenda (SEFAZ) está expandindo sua transformação ágil e decidiu adotar o SAFe 6.0 para coordenar múltiplas equipes trabalhando no desenvolvimento de sistemas integrados de arrecadação tributária. Durante a fase de estruturação dos papéis, a liderança identifica a necessidade de um profissional responsável por facilitar eventos em nível de programa, remover impedimentos sistêmicos, gerenciar riscos e apoiar a execução do Program Increment . Além disso, precisa definir quem será responsável por maximizar o valor do produto através da gestão e priorização do Program Backlog, trabalhando com stakeholders e equipes. Por fim, é necessário estabelecer quem fornecerá orientação técnica e arquitetura! para as equipes do Agile Release Train. A SEFAZ precisa definir a designação correta para cada uma dessas responsabilidades dentro do Agile Release Train , formando a estrutura básica de liderança do programa no framework . Nesse contexto, o papel responsável por facilitar eventos e remover impedimentos é o

A Scrum Master, o responsável pela gestão do Program Backlog é o Product Manager e o responsável pela orientação técnica é o System Architect.
B Product Manager, o responsável pela gestão do Program Backlog é o Release Train Engineer e o responsável pela orientação técnica é o Business Owner.
C Team Coach, o responsável pela gestão do Program Backlog é o System Architect e o responsável pela orientação técnica é o Product Manager.
D Release Train Engineer, o responsável pela gestão do Program Backlog e o Product Manager e o responsável pela orientação técnica é o System Architect.
E System Architect, o responsável pela gestão do Program Backlog é o Serum Master e o responsável pela orientação técnica é o Release Train Engineer.
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Conhecimentos Específicos - 2026

A equipe de TI de um Ministério Público realizou uma vistoria técnica para a instalação de um novo laboratório de perícia digital. O levantamento da infraestrutura local apresentou os seguintes dados:

Equipamentos a serem instalados: 6 estações de trabalho de alto desempenho (consumo de 450 W cada) e 1 servidor de armazenamento redundante (consumo de 1.000 W) com fatores de potência de 0,95.
Energia: Um sistema de UPS ( nobreak ) de 5 kVA com fator de potência de 0,7 já instalado na sala.
Climatização: dois aparelhos de ar-condicionado de 20.000 BTU/h dedicados ao ambiente.
Rede: 8 pontos de rede RJ-45 disponíveis em tomadas de parede conectadas ao switch de borda.
Espaço físico: Sala de 15 m² com mobiliário padrão de escritório e área para circulação.

Com base nos dados da avaliação de infraestrutura e considerando a necessidade de garantir a integridade e a continuidade operacional dos novos equipamentos do Ministério Público, um técnico identificou um gargalo crítico que impede a instalação imediata do laboratório, que consiste na

A subdimensionamento térmico, que é insuficiente para neutralizar o calor gerado pelas fontes de 450 W e pelo servidor.
B incompatibilidade de carga nominal, pois a soma das potências individuais dos dispositivos ultrapassa o limite de 5.000 VA do nobreak instalado.
C incompatibilidade entre a área física da sala e a dissipação térmica exigida pelos dispositivos.
D indisponibilidade de pontos de rede lógica suficientes para a conexão de todos os ativos.
E insuficiência da potência ativa suportada pelo sistema de UPS para a carga total demandada.
Órgão: Ministério Público de Alagoas Cargo: Técnico do Ministério Público - Área Tecnologia da Informação Prova: FCC - MPE AL - Técnico do Ministério Público - Área Tecnologia da Informação - 2026

Uma equipe de ciência de dados está desenvolvendo um modelo de risco para identificar empresas envolvidas na emissão de notas frias, usando dados de NF-e, escriturações fiscais digitais, cadastros, histórico de autuações e cruzamentos bancários. Foram definidas as seguintes atividades:

1.Definir objetivos de negócio (ex.: aumentar em 10% a recuperação de crédito em operações com notas frias, mantendo o número de fiscalizações).
2.Mapear as fontes de dados disponíveis (NF-e, cadastros, autuações) e avaliar sua qualidade e completude.
3.Selecionar técnicas de modelagem (ex.: redes neurais) e definir a estratégia de validação.
4.Definir métricas técnicas de avaliação (ex.: recall em top-k contribuintes, precisão por faixa de risco) alinhadas aos objetivos de negócio.
5.Planejar a integração do score ao sistema de seleção de contribuintes, incluindo monitoramento e possíveis recalibrações.

A correlação mais consistente dessas atividades às fases do modelo CRISP-DM está em:

A 1
2
3
4
5
Business Understanding
Data Understanding
Modeling
Evaluation
Deployment
B 1
2
3
4
5
Data Understanding
Data Preparation
Modeling
Evaluation
Deployment
C 1
2
3
4
5
Business Understanding
Data Preparation
Modeling
Deployment
Evaluation
D 1
2
3
4
5
Business Understanding
Data Understanding
Data Preparation
Modeling
Evaluation
E 1
2
3
4
5
Business Understanding
Data Understanding
Evaluation
Modeling
Deployment
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Conhecimentos Específicos - 2026
Texto associado
Atenção : Considere o conto "A velha contrabandista", de Stanislaw Ponte Preta, para responder às questões de números 1 a 10.

Diz que era uma velhinha que sabia andar de lambreta. Todo dia, imaginem, ela passava na fronteira montada na lambreta, com um bruto saco atrás da lambreta. O pessoal da alfândega - tudo malandro velho - começou a desconfiar da velhinha. Um dia, quando ela vinha na lambreta com o saco atrás, o fiscal da alfândega mandou ela parar. A velhinha parou e então o fiscal perguntou assim pra ela:
-Escuta aqui, vovozinha, a senhora passa por aqui todo dia, com esse saco aí atrás. Que diabo a senhora leva nesse saco?
A velhinha sorriu com os poucos dentes que lhe restavam e mais os outros, que ela adquirira no odontólogo, e respondeu:
-É areia!
Aí quem sorriu foi o fiscal. Achou que não era areia nenhuma e mandou a velhinha saltar da lambreta para examinar o saco. A velhinha saltou, o fiscal esvaziou o saco e dentro só tinha areia. Muito encabulado, ordenou à velhinha que fosse em frente. Ela montou na lambreta e foi embora, com o saco de areia atrás. Mas o fiscal ficou desconfiado ainda. Talvez a velhinha passasse um dia com areia e no outro com muamba, dentro daquele maldito saco. No dia seguinte, quando ela passou na lambreta com o saco atrás, O fiscal mandou parar outra vez. Perguntou o que é que ela levava no saco e ela respondeu que era areia, uai! O fiscal examinou e era mesmo. Durante um mês seguido o fiscal interceptoua velhinha e, todas as vezes, o que ela levava no saco era areia.
Diz que foi al que o fiscal se chateou:
-Olha, vovozinha, eu sou fiscal de alfândega com quarenta anos de serviço. Manjo essa coisa de contrabando pra burro.
Ninguém me tira da cabeça que a senhora é contrabandista.
-Mas no saco só tem areia! -insistiu a velhinha. E já ia tocar a lambreta, quando o fiscal propôs:
-Eu prometo à senhora que deixo a senhora passar. Não dou parte, não apreendo, não conto nada a ninguém, mas a senhora vai me dizer: qual é o contrabando que a senhora está passando por aqui todos os dias?
-O senhor promete que não "espaia"? -quis saber a velhinha.
-Juro -respondeu o fiscal.
-É lambreta

(Adaptado de: RAMOS, Graciliano et al. Para gostar de ler: contos, v. 8. São Paulo: Ática, 1985, р. 17-18)

Palavra expletiva é aquela que não exerce função sintática, sendo empregada como realce ou ênfase. Constitui uma palavra expletiva aquela sublinhada no seguinte trecho:

A -Mas no saco só tem areia!
B -Que diabo a senhora leva nesse saco?
C -O senhor promete que não "espaia"?
D Aí quem sorriu foi o fiscal.
E Talvez a velhinha passasse um dia com areia e no outro com muamba .

Um Ministério Público mantém uma tabela processos em um banco de dados MySQL aberto e em condições ideais, com as colunas id (PK), descricao e valor_causa . A equipe deseja atualizar os registros para que todos os processos com valor da causa inferior à 30000 reais tenham o valor aumentado em 10%, em virtude de uma reavaliação. O comando SQL que realiza essa atualização corretamente é UPDATE processos SET

A valor_causa = valor_causa * 1.10 TO valor_causa < 30000;
B valor_causa = valor_causa + 10% WHERE valor_causa < 30000;
C valor_causa = valor_causa * 1.10 WHERE valor_causa < 30000;
D valor_causa = valor_causa * 10% TO valor_causa < 30000;
E valor_causa += valor_causa * 0.10 WHERE valor_causa < 30000;

Um portal de serviços fazendários disponibiliza um formulário de consulta de situação fiscal por onde usuários que utilizam leitores de tela relataram dificuldade para identificar os campos, porque os rótulos não são lidos corretamente. Considerando as diretrizes de acessibilidade para formulários na web, a solução mais adequada para associar rótulos aos campos é

A adicionar o nome do campo em tooltips exibidos somente ao passar o mouse ou focar o componente.
B utilizar placeholders nos inputs , exibindo o nome do campo dentro da caixa de texto.
C criar rótulos com e posiciona-los visualmente próximos aos campos, sem associação semântica.
D vincular cada ao seu correspondente usando o alributo aria associado ao id do campo.
E associar cada ao seu correspondente usando o atributo for vinculado ao id do campo.
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Conhecimentos Específicos - 2026

Em uma Secretaria da Fazenda, a equipe de TI precisa implementar um framework de arquitetura corporativa para integrar sistemas tributários legados com novas plataformas de fiscalização digital, buscando garantir que as decisões tecnológicas suportem diretamente os objetivos estratégicos do órgão, como modernização da arrecadação e combate à sonegação. Considerando os fundamentos da arquitetura corporativa e seu papel no alinhamento estratégico, a ação mais adequada é

A criar uma camada de abstração tecnológica que documente os componentes de infraestrutura existentes, permitindo que cada área defina seus próprios padrões de integração conforme demandas operacionais específicas, garantindo autonomia técnica aos gestores setoriais.
B estabelecer um comitê multidisciplinar que avalie aspectos orçamentários das iniciativas de TI, priorizando projetos com menor custo de implementação e delegando definições arquiteturais para fornecedores contratados mediante processos licitatórios padrão.
C desenvolver uma taxonomia de serviços digitais baseada nas necessidades imediatas dos usuários finais, implementando soluções pontuais que resolvam problemas e orientando para que as considerações de interdependências entre sistemas ou impacios em processos organizacionais sejam realizados em etapa posterior.
D implementar metodologias ágeis de desenvolvimento com framework arquitetural definido por benchmarks com as demais secretarias, permitindo que equipes técnicas escolham tecnologias e padrões conforme expertise disponível, acelerando entregas e reduzindo burocracia no ciclo de vida dos projetos.
E mapear capacidades de negócio da organização e seus processos críticos, estabelecendo princípios arquiteturais que guiem decisões tecnológicas em conformidade com objetivos estratégicos, criando modelos de referência que conectem camadas de negócio, aplicação, dados e infraestrutura.
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Conhecimentos Específicos - 2026

Uma Secretaria da Fazenda possui um portfólio de produtos digitais em diferentes estágios de maturidade: o Sistema de Gestão de ICMS está consolidado com ampla adoção pelos contribuintes, a Plataforma de Inteligência Fiscal está em crescimento acelerado com demanda crescente, o Portal de Certidões On-line apresenta alto potencial, mas ainda baixa utilização, e o Aplicativo de Fiscalização Móvel tem baixa adesão e mercado estagnado. A diretoria de tecnologia precisa definir a alocação de recursos e investimentos para o próximo ano. Durante a reunião estratégica, o gerente de portfólio apresenta a necessidade de construir roadmaps distintos para cada produto, considerando a visão de longo prazo e os objetivos específicos de cada um. Ao analisar a situação do portfólio sob a perspectiva de gestão ágil de produtos digitais, a abordagem mais adequada para orientar a construção dos roadmaps e a definição de valor para cada produto é O roadmap do Sistema de Gestão de ICMS deve

A priorizar inovações disruptivas e novas funcionalidades, o da Plataforma de Inteligência Fiscal deve manter O desenvolvimento estável sem grandes alterações, o do Portal de Certidões On-line necessita de expansão massiva de funcionalidades, enquanto o Aplicativo de Fiscalização Móvel requer investimento máximo imediato para reverter a baixa adesão rapidamente.
B focar na manutenção de valor e melhorias incrementais, o da Plataforma de Inteligência Fiscal deve priorizar expansão de funcionalidades e escalabilidade, o do Portal de Certidões On-line requer investimento em divulgação e validação de hipóteses sobre adoção, enquanto o Aplicativo de Fiscalização Móvel demanda avaliação criteriosa sobre continuidade ou descontinuação do produto.
C receber investimentos mínimos focando em correções emergenciais, o da Plataforma de Inteligência Fiscal deve ter desenvolvimento pausado temporariamente, o do Portal de Certidões On-line precisa de lançamento completo de todas as funcionalidades planejadas, enquanto o Aplicativo de Fiscalização Móvel deve continuar recebendo investimentos substanciais independentemente dos resultados apresentados.
D buscar expansão agressiva de mercado e novas funcionalidades experimentais, o da Plataforma de Inteligência Fiscal deve reduzir investimentos gradualmente, o do Portal de Certidões On-line necessita manter o desenvolvimento atual sem alterações significativas, enquanto o Aplicativo de Fiscalização Móvel requer transformação completa da proposta de valor original do produto.
E priorizar desenvolvimento de novos módulos complexos e experimentais, o da Plataforma de Inteligência Fiscal deve focar em manutenção corretiva básica, o do Portal de Certidões On-line precisa de descontinuação imediata por baixa utilização, enquanto o Aplicativo de Fiscalização Móvel deve receber todos os recursos disponíveis para maximizar funcionalidades independentemente da demanda real.
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Conhecimentos Específicos - 2026

Uma Secretaria da Fazenda quer unificar, em nuvem, dados de NF-e, escriturações fiscais digitais, transações de cartão de crédito e cruzamentos de malha fiscal em um único ambiente. Esse ambiente deve sustentar relatórios de arrecadação (Bl) e, também, experimentos de ciência de dados e modelos de machine learning para detectar empresas “laranja”. Já existem um Data Lake em Parquet e um Data Warehouse legado em banco relacional. Considerando governança, desempenho para Bl e flexibilidade analítica, a decisão arquitetural mais adequada a esse cenário é

A centralizar tudo no Data Warehouse relacional, incluindo XML de NF-e, logs e dados semiestruturados convertidos para tabelas normalizadas, garantindo um repositório único e estável para Bl e analytics , ainda que exija expansão significativa de armazenamento e processamento.
B desativar o Data Warehouse e operar sobre o Data Lake , adotando apenas schema-on-read para maximizar flexibilidade e reduzir custos, permilindo que equipes de Bl e ciência de dados definam seus próprios esquemas e camadas de tratamento conforme a necessidade.
C evoluir o Data Lake para um Data Lakehouse , incorporando tabelas transacionais ( Dellalceberg/Hudi ), governança via catálogo unificado e camadas de acesso otimizadas, permitindo atender simultaneamente consultas de Bl e cargas analíticas avançadas no mesmo repositório.
D manter dois ambientes paralelos, com dados brutos no Data Lake e uma versão curada integral em um novo Data Warehouse moderno em nuvem, garantindo isolamento entre workloads, mesmo sem metadados unificados ou mecanismo de consistência entre os dois ambientes.
E usar o Data Lake somente como staging e arquivamento, exigindo que Bl e modelos avançados sejam alimentados exclusivamente por data marts derivados do Data Warehouse , assegurando padronização total das estruturas analíticas, ainda que isso limite o uso direto de dados semiestruturados e experimento rápido em ciência de dados.
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Conhecimentos Específicos - 2026

Uma Secretaria da Fazenda está alinhando sua transformação digital da Gestão Tributária (ICMS, inteligência fiscal, certidões e fiscalização móvel) e precisa construir uma arquitetura corporativa para integrar processos, dados e sistemas legados, reduzir redundâncias e orientar investimentos. O objetivo é garantir interoperabilidade entre plataformas, conformidade regulatória e foco em valor público (eficiência na arrecadação, transparência e melhor serviço ao contribuinte). Considerando os fundamentos da arquitetura corporativa, para orientar a construção dos roadmaps e a definição de valor para cada produto, deve-se

A basear a arquitetura corporativa principalmente em decisões tecnológicas de curto prazo (escolha de ferramentas, frameworks e infraestrutura), permitindo que cada equipe defina padrões de integração conforme seu produto, priorizando velocidade de entrega e ajustes pontuais no legado.
B definir visão de futuro e estado atual ( capability map e arquitetura alvo), princípios e padrões (dados, integração, segurança e interoperabilidade), governança de mudanças e um roadmap de evolução por capacidades da Gestão Tributária, alinhando estratégia, processos, informações e aplicações para reduzir redundâncias e orientar valor público.
C estruturar a arquitetura corporativa como um catálogo de projetos e funcionalidades por área (arrecadação, fiscalização, atendimento), com prioridades, evitando a conexão explícita com processos e dados compartilhados, visando a agilizar decisões de alocação de recursos no ciclo orçamentário.
D focar a arquitetura corporativa na modelagem de dados transacionais (tabelas e scripts de ETL), deixando a definição de processos e responsabilidades para cada área finalística, a fim de acelerar a integração entre sistemas.
E adotar arquitetura corporativa centrada na operação diária (rotinas e instruções de trabalho), com ênfase em padrões de interoperabilidade e segurança, mantendo a evolução do legado por iniciativas isoladas de modernização em cada produto.
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Conhecimentos Específicos - 2026