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Segundo a ABNT NBR ISO/IEC 27001:2024, a organização deve determinar os limites e a aplicabilidade do sistema de gestão da segurança da informação para estabelecer o seu escopo. Ao determinar este escopo, a organização deve considerar as partes interessadas e seus requisitos de segurança da informação, as interfaces e dependências entre as atividades desempenhadas pela organização e aquelas que são desempenhadas por outras organizações e

A os ativos físicos, organizacionais, humanos e tecnológicos.
B os processos de tratamento de riscos definidos pela organização.
C as responsabilidades dos cargos (papéis) relevantes para a segurança da informação.
D as questões internas e externas referenciadas.
E as ações para abordar mudanças e oportunidades de melhoria.
Órgão: Ministério Público de Sergipe Cargo: Técnico do Ministério Público - Área: Manutenção e Suporte de Equipamentos de Informática e Softwares Prova: FCC - MPE SE - Técnico do Ministério Público - Área: Manutenção e Suporte de Equipamentos de Informática e Softwares - 2026

Uma equipe de infraestrutura de uma organização pública está planejando migrar o sistema de gestão de processos para a nuvem. O objetivo é reduzir a carga operacional com o gerenciamento de servidores físicos, mas mantendo o controle sobre o ambiente de execução e o banco de dados para personalizações e otimizações de desempenho. A equipe de desenvolvimento, por sua vez, precisa de um ambiente para criar e testar novas funcionalidades rapidamente, sem se preocupar com a infraestrutura subjacente.

Considerando os modelos de serviço de computação em nuvem, a abordagem mais adequada e eficiente que atende às necessidades da equipe de infraestrutura e da equipe de desenvolvimento é:

A Adotar o modelo SaaS (Software como Serviço), pois ele oferece a aplicação pronta para uso, eliminando totalmente a necessidade de gerenciamento de infraestrutura, incluindo a gestão de banco de dados, o que atende perfeitamente à necessidade de personalização da equipe de infraestrutura.
B Escolher o modelo laaS (Infraestrutura como Serviço) para a camada de servidores e banco de dados do sistema principal, garantindo o controle total sobre o ambiente, e o modelo PaaS (Plataforma como Serviço) para a equipe de desenvolvimento, que terá um ambiente pronto e otimizado para codificação e testes.
C Utilizar exclusivamente o modelo PaaS (Plataforma como Serviço), que oferece um ambiente completo para as equipes de infraestrutura e desenvolvimento. O modelo garante a gestão de servidores e do banco de dados pelo provedor, mas permite a personalização detalhada da máquina virtual e do sistema operacional.
D Implementar o modelo laaS (Infraestrutura como Serviço) para o sistema principal e para o ambiente de desenvolvimento, uma vez que a equipe de infraestrutura precisa do controle total sobre a máquina virtual e a camada de banco de dados, e a equipe de desenvolvimento não se beneficia de uma plataforma pronta.
E Optar pelo modelo SaaS (Software como Serviço) para o sistema de gestão de processos, pois ele oferece o menor custo inicial. A equipe de infraestrutura nem necessita criar um ambiente local para os desenvolvedores, pois, apenas por meio de parâmetros de ambientes on-premises, isso é um processo automático e simples.
Órgão: Ministério Público de Sergipe Cargo: Analista do Ministério Público - Área: Tecnologia da Informação: Infraestrutura Prova: FCC - MPE SE - Analista do Ministério Público - Área: Tecnologia da Informação: Infraestrutura - 2026

Uma equipe de TI de uma agência reguladora precisa validar um sistema que consolida registros de infrações e notifica órgãos externos (polícias rodoviárias, secretarias e ANTT) via APIs e interfaces web , garantindo conformidade funcional e robustez operacional sob demanda variável. Considerando o programa: tipos de teste, testes funcionais e não funcionais, automação e testes de desempenho, carga e segurança, a abordagem que atende integralmente ao contexto é:

A Concentrar esforços em testes de integração nas interfaces com órgãos extermos, certificando a interoperabilidade e a consistência dos dados transmitidos, complementando com scripts automatizados para cobertura dos principais fluxos operacionais de notificação.
B Definir suíte focada em testes unitários para serviços de domínio e modelos de dados, garantindo comportamento interno correto e cobertura dos métodos críticos dos módulos de notificação, complementada por cenários funcionais básicos.
C Priorizar testes de aceitação com casos end-to-end orientados aos requisitos regulatórios, assegurando que os fluxos de notificação correspondam aos critérios de negócio formalizados pelos convênios vigentes, com execução automatizada em ambiente de homologação.
D Estruturar testes funcionais exclusivamente sobre a camada de API, assegurando validação de contratos e respostas, mantendo rastreabilidade entre regras de infrações e endpoints , com automação via frameworks de teste de serviços.
E Compor uma matriz de testes que inclua unitários para regras de infrações, integração para orquestração entre serviços e conectores, sistema para validação ponta a ponta em ambiente próximo ao real, aceitação para critérios regulatórios, automação, além de testes não funcionais de desempenho, carga e segurança para comportamentos sob pico e proteção de dados sensíveis.
Órgão: Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte de São Paulo Cargo: Especialista em Regulação de Transporte I - Área Tecnologia da Informação Prova: FCC - ARTESP - Especialista em Regulação de Transporte I - Área Tecnologia da Informação - 2026

Um pesquisador universitário coleta dados pessoais para uma investigação científica sobre padrões de consumo, Nesse caso, a LGPD

A só se aplica se os dados forem transferidos internacionalmente.
B não se aplica se o pesquisador for pessoa natural, mesmo que publique os resultados em revista científica internacional com fins comerciais.
C não se aplica, pois a pesquisa tem finalidade acadêmica, mas ainda assim outros artigos devem ser observados.
D não se aplica, pois toda pesquisa científica está totalmente fora de seu alcance.
E se aplica integralmente, sem exceções, em qualquer pesquisa acadêmica.
Órgão: Ministério Público de Sergipe Cargo: Técnico do Ministério Público - Área: Manutenção e Suporte de Equipamentos de Informática e Softwares Prova: FCC - MPE SE - Técnico do Ministério Público - Área: Manutenção e Suporte de Equipamentos de Informática e Softwares - 2026

Um Ministério Público está implementando uma nova infraestrutura de segurança cibernética para proteger seus sistemas que armazenam dados investigativos sensíveis e garantir conformidade com a LGPD. A equipe de segurança precisa integrar soluções UTM e SIEM para criar uma postura de segurança abrangente. Considerando as melhores práticas de segurança, a divisão de responsabilidades e a integração entre UTM e SIEM nesse contexto devem ser:

A O UTM será responsável pela correlação de eventos de segurança de múltiplas fontes e geração de relatórios de compliance, enquanto o SIEM atuará como firewall de última geração com inspeção profunda de pacotes.
B O SIEM centralizará e correlacionará logs de segurança de todos os sistemas para detecção de ameaças avançadas, enquanto o UTM fornecerá proteção perimetral unificada com firewall , IPS e antivírus gateway .
C O UTM substituirá completamente a necessidade do SIEM, pois inclui módulos nativos de correlação de eventos e geração de relatórios de auditoria para o MP.
D O SIEM será configurado para realizar inspeção SSL de tráfego web em tempo real, enquanto o UTM ficará responsável pelo armazenamento de longo prazo de logs para fins forenses.
E O UTM focará exclusivamente na proteção de endpoints dos servidores, enquanto o SIEM gerenciará políticas de firewall e controle de acesso à rede do Ministério Público.
Órgão: Ministério Público de Sergipe Cargo: Analista do Ministério Público - Área: Tecnologia da Informação: Infraestrutura Prova: FCC - MPE SE - Analista do Ministério Público - Área: Tecnologia da Informação: Infraestrutura - 2026

Uma equipe de especialistas de T| está migrando parte dos serviços para cloud para reduzir o tempo de entrega de atualizações e aumentar a confiabilidade dos módulos que monitoram fluxo de passageiros, intervalos e falhas em tempo real de transportes públicos. Para isso, a equipe deve

A aumentar a automação nos processos de entrega dos containers DevOps, mas evitar frequentes atualizações nos serviços de monitoramento, pois mudanças rápidas tendem a elevar os riscos operacionais nos sistemas de transporte e podem comprometer os módulos críticos.
B priorizar clusters DevOps com parte das validações nas etapas de integração automatizadas, reforçando revisões manuais antes de cada deploy para reduzir eventuais impactos nos módulos responsáveis pelo controle de tráfego.
C configurar os ambientes em cloud utilizando provisionamento estático, reproduzindo a topologia dos servidores locais para facilitar a manutenção, diminuir a necessidade de ajustes contínuos na infraestrutura e aumentar a confiabilidade dos módulos de monitoramento dos transportes.
D manter a separação forte entre os times de desenvolvimento e operações, estabelecendo fluxos independentes de aprovação para que cada atualização passe por etapas distintas antes de chegar à produção.
E adotar pipelines DevOps automatizados e práticas de gestão de serviços em cloud que suportem monitoramento continuo, provisionamento dinâmico e escalabilidade, assegurando que os módulos críticos do transporte respondam com estabilidade e visibilidade completa durante todo o ciclo de vida.
Órgão: Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte de São Paulo Cargo: Especialista em Regulação de Transporte I - Área Tecnologia da Informação Prova: FCC - ARTESP - Especialista em Regulação de Transporte I - Área Tecnologia da Informação - 2026

Um órgão público está implementando uma nova camada de segurança de rede baseada em microssegmentação, exigindo a revisão de todos os fluxos de comunicação entre sistemas. A equipe de infraestrutura precisa garantir que as mudanças nos firewalls de aplicação não interrompam serviços críticos, alinhando-se aos princípios do ITIL v4. A prática que deve ser adotada para integrar a gestão de mudanças técnicas com a validação contínua de serviços é

A automatizar a implantação de regras de firewall via pipelines de CI/CD, com rollback automático em caso de timeout na conexão dos sistemas.
B criar um projeto de revisão completa da arquitetura de rede, com entrega em fases e aprovação prévia do comitê de mudanças para cada etapa.
C estabelecer uma janela de manutenção padrão aos finais de semana para implementar todas as alterações de segurança, notificando os usuários com 72 horas de antecedência.
D implementar a prática de Gestão de Mudanças padronizada ( Standard Change ) para regras previamente validadas, utilizando testes automatizados em ambiente de homologação que simulem a produção.
E centralizar todas as solicitações de alteração na ferramenta de service desk , exigindo aprovação formal do gerente de infraestrutura e do security officer para cada regra nova.
Órgão: Ministério Público de Sergipe Cargo: Analista do Ministério Público - Área: Tecnologia da Informação: Infraestrutura Prova: FCC - MPE SE - Analista do Ministério Público - Área: Tecnologia da Informação: Infraestrutura - 2026

Em um projeto de modernização do sistema de transporte, a equipe de uma agência reguladora decidiu containerizar o serviço de cálculo de rotas dos ônibus, escrito em Java. O objetivo é empacotá-lo em uma imagem Docker e executá-lo em um cluster Kubernetes de homologação. Considere o seguinte contexto:

1. O código-fonte Java está no diretório atual, contendo um arquivo Dockerfile válido.
2. O serviço deverá ser empacotado em uma imagem chamada rota-service com tag v1.
3. Após a criação, o container deverá ser executado localmente, expondo a porta 8080, antes de ser enviado ao cluster .

Em condições ideais, o comando que deve ser executado para gerar a imagem Docker a partir do Dockerfile é:

A kubectl containerize -t rota-service:v1.
B docker build -t rota-service:v1.
C kubectl build -image rota-service:vl /src
D docker cluster create rota-service:vl
E docker init rota-service:vl /app
Órgão: Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte de São Paulo Cargo: Especialista em Regulação de Transporte I - Área Tecnologia da Informação Prova: FCC - ARTESP - Especialista em Regulação de Transporte I - Área Tecnologia da Informação - 2026

Durante uma auditoria interna, um órgão público identificou que não possui um processo formal para restaurar sistemas críticos após falhas graves, nem um procedimento estruturado para tratar incidentes de segurança ou gerenciar vulnerabilidades. A equipe de TI foi orientada a implementar práticas alinhadas às normas e padrões reconhecidos, garantindo a continuidade dos serviços e a proteção das informações.

A abordagem mais apropriada para este cenário é:

A Adotar um cronograma de backup anual com cópias completas armazenadas em mídia física local, complementado por registros básicos de incidentes mantidos pelo Service Desk . A restauração seria feita apenas quando solicitada por áreas críticas, sem necessidade de testes prévios, priorizando a economia de recursos.
B Implementar backups incrementais diários para os sistemas mais utilizados, mas sem incluir rotinas formais de verificação de integridade ou testes de recuperação. O tratamento de vulnerabilidades seria conduzido apenas quando houvesse evidências claras de exploração, evitando ações preventivas que possam gerar indisponibilidade.
C Utilizar backups diferenciais semanais para todos os servidores e delegar a gestão de incidentes exclusivamente ao Service Desk , que registraria e encaminharia as ocorrências sem envolvimento direto da equipe de segurança da informação. A análise de vulnerabilidades seria feita de forma eventual, quando surgissem demandas específicas.
D Implementar uma política de backup com cópias completas e incrementais armazenadas em locais distintos ( on-premises e nuvem ), realizar testes regulares de recuperação, estabelecer um processo formal de tratamento de incidentes com análise de causa raiz e plano de resposta e adotar um ciclo contínuo de gestão de vulnerabilidades com identificação, classificação, correção e verificação.
E Utilizar exclusivamente backups automáticos na nuvem, sem manter cópias locais ou documentação detalhada dos procedimentos. O tratamento de vulnerabilidades seria feito por meio de atualizações ocasionais, aplicadas sem avaliação prévia de impacto ou priorização baseada em risco.
Órgão: Ministério Público de Sergipe Cargo: Analista do Ministério Público - Área: Tecnologia da Informação: Infraestrutura Prova: FCC - MPE SE - Analista do Ministério Público - Área: Tecnologia da Informação: Infraestrutura - 2026

Ocorreu um incidente crítico no sistema de pelicionamento eletrônico de um Ministério Público e diversos usuários relataram falhas de autenticação e lentidão generalizada. A equipe de TI já registrou o incidente e comunicou os gestores. Diante dessa situação, que causa impacto direto na atividade-fim da instituição, o técnico responsável, de acordo com a prática Gerenciamento de Incidentes da ITIL 4, deve

A realizar a reclassificação do incidente para um nível inferior de prioridade, a fim de otimizar os recursos e reduzir o impacto sobre as demais equipes.
B formar uma equipe temporária multidisciplinar, com representantes da Central de Serviços, suporte técnico, usuários e fornecedores, para identificar a causa e restaurar a operação o mais rápido possível.
C delegar o incidente para que a Central de Serviços o solucione por meio de autoatendimento, registrando a ocorrência para controle estatístico.
D aguardar a execução do plano de recuperação de desastres, uma vez que incidentes com alto impacto requerem imediatamente a ativação desse plano.
E escalar o incidente diretamente ao fornecedor do software, sem envolver outras equipes internas no primeiro momento, visando acelerar o diagnóstico técnico.
Órgão: Ministério Público de Sergipe Cargo: Técnico do Ministério Público - Área: Manutenção e Suporte de Equipamentos de Informática e Softwares Prova: FCC - MPE SE - Técnico do Ministério Público - Área: Manutenção e Suporte de Equipamentos de Informática e Softwares - 2026